sábado, 27 de agosto de 2016

Quer controlar a vontade de comer doces? Veja este truque

Todas as tarde e/ou noites tem vontade de comer algo doce e acaba por não resistir e estragar a sua dieta? Confira esta dica!

No meio da tarde de trabalho, mal chega em casa ou logo depois do jantar é comum surgir uma vontade de comer algo doce – especialmente nas pessoas que adoram doces.

Mas todos nós sabemos que os doces extra podem arruinar a dieta e a saúde. Por isso, antes de atacar a barra hocolate ou o pacote de bolachas, mastigue um punhado – cerca de 25gr – de sementes de abóbora.

O nutricionista Luciano Bruno explicou à revista Boa Forma que como as sementes de abóbora são ricas em cromo – mineral que controla a ansiedade – elas ajudam a reduzir o desejo por algo adocicado.

E destaca: “Ainda oferece fito-químicos que ‘adormecem’ os genes envolvidos no aumento de peso”, bem como fibras e gorduras boas, amigas da dieta e da saúde.

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sábado, 20 de agosto de 2016

Publicidades de comida afetam cérebro das crianças, diz estudo

Estudo indica que as crianças tendem a querer alimentos mais saborosos depois de verem anúncios publicitários de comida.

O objetivo das campanhas publicitárias de alimentos é bastante claro: levar ao consumo. As imagens usadas, as cores escolhidas, os protagonistas e o timing em que aparecem não são obras do acaso e se o efeito já é bem forte nos adultos, nos pequenos ele pode ser ainda maior.

Um recente estudo do Centro Médico da Universidade de Kansas, nos Estados Unidos, indica que os anúncios publicitários têm impacto direto no cérebro das crianças, que ficam querendo alimentos saborosos (como aqueles que veem) depois de assistirem aos anúncios. Além disso, a capacidade de resposta perante comida é mais rápida também.

Publicado pelo jornal The Journal of Pediatrics, o estudo teve por base a análise de 23 crianças com idades entre os oito e os 14 anos, que foram convidadas a avaliar o sabor e o ‘fator saudável’ de 60 alimentos, antes e depois de assistirem a anúncios televisivos, alguns sobre comida. Os participantes puderam, ainda, escolher comer ou não cada um dos alimentos avaliados.

Todo este processo foi realizado ao mesmo tempo que os cérebros dos mais novos eram avaliados através de imagens de ressonância magnética, lê-se na Fox News.

Antes de assistirem aos anúncios, as crianças não escolheram os alimentos tendo em conta o fato de serem ou não saudáveis, mas sim tendo por base o quão saborosos eram. A escolha teve por base o sabor e o aspecto apetitoso foi ainda maior depois de terem assistido aos anúncios publicitários, algo que ficou provado com as imagens obtidas na ressonância magnética e que mostraram uma ativação da área cerebral relacionada com a recompensa.

Amanda Bruce, uma das mentoras da pesquisa, diz que os anúncios publicitários de comida têm um efeito bastante direto na capacidade de decisão, mas salienta que as crianças estão em desvantagem, uma vez que são mais facilmente influenciáveis para escolhas menos saudáveis.

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sábado, 13 de agosto de 2016

Fatos sobre a depressão que talvez você não conheça

A depressão é uma das doenças psiquiátricas mais comuns, mas também uma das mais incompreendidas. Veja o que a ciência já descobriu sobre esta condição.

A depressão é uma doença mental que se caracteriza por tristeza profunda ou prolongada, perda de interesse por atividades habitualmente sentidas como agradáveis e perda de energia e/ou cansaço fácil.

Ter sentimentos depressivos é comum, sobretudo quando se está perante uma situação negativa. Porém, tais sentimentos jamais devem ser ignorados, nem tão pouco desvalorizados. Afinal uma em cada quatro pessoas em todo o mundo sofre, sofreu ou vai sofrer de depressão.

A ciência tem centrado as atenções nesta condição mental – cada vez mais comum – e são várias as investigações, análises e revisões científicas feitas sobre a doença que não escolhe idades, gêneros, condições sociais nem tão pouco momentos. O Huffington Post recolheu as mais marcantes e revela, numa lista, os fatos sobre a depressão que talvez nem todas as pessoas conhecem. Eis alguns:

1 – A depressão pode ser genética, como indica um estudo publicado este mês na Nature Genetics.

2 – A depressão é (também) uma doença física, dando origem a vários sintomas ‘palpáveis’, como dores de cabeça, falta de apetite, fraqueza.

3 – A ciência continua à procura de novos tratamentos, sendo que a ingestão de medicamentos antidepressivos e a inclusão em atividades do agrado são duas das técnicas atualmente usadas.

4 – A depressão é comum, existindo cerca de 350 milhões de pessoas em todo o mundo.

5 – A depressão pode afetar muito o trabalho da pessoa, reduzindo a produtividade e a dinâmica. E, em alguns casos, é mesmo a causa desta condição.

6 – Muitas pessoas tentam não revelar que estão com uma depressão, muito por culpa do estigma que ainda existe em torno desta condição mental, como indicou um estudo de 2015.

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sábado, 6 de agosto de 2016

Um em cada três jovens pode ter problemas sexuais

Estudo britânico revela que cerca de 30% dos jovens tem problemas sexuais geralmente associados a pessoas mais velhas.

Dificuldade em chegar ao orgasmo e ejaculação precoce estão entre os problemas que afetam jovens entre os 16 e os 21 anos, segundo estudo britânico publicado na revista científica Journal of Adolescent Health.

Mais de 30% dos jovens enfrentam problemas sexuais geralmente relacionados a pessoas mais velhas. A terceira edição do ‘National Survey of Sexual Attitudes and Lifestyles’, maior estudo sobre hábitos relacionados com a saúde sexual no Reino Unido, analisou as respostas de 2392 jovens britânicos com idades entre os 16 e os 21 anos. Desses, 1875 eram sexualmente ativos e 517 ainda não.

Os resultados mostraram que entre os jovens sexualmente ativos, 34% dos homens e 44% das mulheres relataram ter tido pelo menos um problema sexual duradouro (que se prolongou por pelo menos três meses) no último ano.

Para as mulheres, as condições mais estressantes foram: dificuldade em chegar ao orgasmo (6%) e desinteresse pela atividade sexual (5%). Entre os homens, os fatores mais preocupantes foram: ejaculação precoce (5%) e disfunção erétil (3%).

Entre os participantes que não tinham uma vida sexual ativa, 10% deles disseram que não fizeram sexo no último ano devido a dificuldades enfrentadas por eles ou pelos seus parceiros.

Embora 36% dos homens e 42% das mulheres tenham dito que procuraram ajuda sobre sua vida sexual, geralmente recorreram a familiares, amigos, a informações nos meios de comunicação ou a pesquisas online. Sendo que apenas 4% dos homens e 8% das mulheres que tiveram problemas sexuais procuraram algum tipo de ajuda profissional.

“Quando se trata da sexualidade dos jovens, a preocupação dos profissionais de saúde geralmente está focada na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez não planejada. No entanto, devemos considerar a saúde sexual de forma muito mais abrangente, já que as dificuldades sexuais podem ter impacto sobre o bem-estar sexual dos jovens a longo prazo".

E destaca: "os nossos resultados mostram que esses problemas sexuais angustiantes não são apenas enfrentados por pessoas mais velhas – na verdade, também são relativamente comuns no início da vida adulta.”, disse Kirstin Mitchell, principal autora do estudo, como cita a revista Veja.

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sábado, 30 de julho de 2016

Conheça os benefícios do chá de alecrim

A lenda conta que a Rainha Elisabeth da Hungria era famosa por beber este chá.

Consumido há milhares de anos, o chá de alecrim guarda diversos benefícios para a saúde. Originário da região do mediterrâneo, o alecrim é muito usado como erva aromática. A focaccia com alecrim é uma das receitas mais famosas. A sua flor é muito apreciada pelas abelhas produzindo assim um mel de excelente qualidade.

De acordo com o site We Mystic, pessoas com histórico de gastroenterite e convulsão devem evitar a ingestão do chá, bem como grávidas, lactantes, pessoas menores de 12 anos e alérgicas. A quantidade de chá não deve ultrapassar as quatro xícaras diárias, pois o excesso pode causar distúrbios gastrointestinais.

Ainda segundo o site, a lenda conta que a Rainha Elisabeth da Hungria era famosa por beber este chá. Aos 72 anos, com depressão e gota, ela foi orientada a beber o chá, recuperando assim a saúde e a alegria. Desde então, o chá de alecrim tem sido considerado como um milagroso antidepressivo e rejuvenescedor. A ciência já comprovou que a bebida é excelente em algumas situações, confira:

- Para a digestão, pois melhora os sintomas de azia;

- Diminui sintomas da tensão pré-mentrual (TPM);

- Acelera a recuperação de aftas, gengivites e estomatite;

- Alivia sintomas da gripe, dores de garganta e bronquite;

- Alivia cansaço físico e mental;

- Combate hemorroidas;

- É excelente para a cicatrização;

- Ajuda a prevenir problemas cardíacos;

- Melhora a capacidade de concentração e aprendizado;

- Ajuda na recuperação de dores musculares, tendinites e dores nas articulações;

Como preparar o chá de alecrim

Ferva ½ litro de água e acrescente alguns raminhos da planta. Desligue o fogo e abafe por 15 minutos. Caso sinta necessidade de adoçar, use mel.

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sábado, 23 de julho de 2016

Frio excessivo requer cuidados especiais com os olhos

Nesta época aumenta a incidência de conjuntivite, alergias e síndrome de olhos seco.

Neste ano, os dias frios chegaram mais cedo e com mais intensidade nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Uma situação que favorece o aumento da incidência de problemas oculares, como conjuntivite, alergias e síndrome do olho seco, e exige um cuidado redobrado da população, alerta a Transitions Optical.

“Nos dias frios, as pessoas tendem a ficar em ambientes fechados, como cinemas e shoppings. Esse comportamento aumenta, especialmente, as chances do contágio de conjuntivite e alergias devido à chance de proliferação de micro-organismos que causam essas doenças oculares”, afirma a Dra. Marcia Beatriz Tartarella, Médica Oftalmologista e Diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica Latino-América.

Assim, a especialista recomenda que as pessoas fiquem atentas a qualquer manifestação de doenças oculares, como olhos avermelhados, com ardor ou secreção, e procurem imediatamente um médico oftalmologista para que o mesmo identifique o problema e indique o tratamento adequado.

Outro problema comum em épocas muito frias, segundo a Dra. Marcia, é a síndrome do olho seco, que costuma atingir, principalmente, pessoas que trabalham em escritórios. Isso acontece porque os olhos tendem a ficar mais ressecados em locais fechados – sem circulação de ar – e com muitas horas de exposição em frente do computador. Pessoas que utilizam lente de contato devem ficar mais atentos ao problema, assim como as mulheres em situações de alteração hormonal. “Uma forma de evitar isso é usar colírios lubrificantes de duas a três vezes por dia, sempre sob supervisão médica”, complementa.

Neste ano, os dias frios chegaram mais cedo e com mais intensidade nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Uma situação que favorece o aumento da incidência de problemas oculares, como conjuntivite, alergias e síndrome do olho seco, e exige um cuidado redobrado da população, alerta a Transitions Optical.

“Nos dias frios, as pessoas tendem a ficar em ambientes fechados, como cinemas e shoppings. Esse comportamento aumenta, especialmente, as chances do contágio de conjuntivite e alergias devido à chance de proliferação de micro-organismos que causam essas doenças oculares”, afirma a Dra. Marcia Beatriz Tartarella, Médica Oftalmologista e Diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica Latino-América.

Assim, a especialista recomenda que as pessoas fiquem atentas a qualquer manifestação de doenças oculares, como olhos avermelhados, com ardor ou secreção, e procurem imediatamente um médico oftalmologista para que o mesmo identifique o problema e indique o tratamento adequado.

Outro problema comum em épocas muito frias, segundo a Dra. Marcia, é a síndrome do olho seco, que costuma atingir, principalmente, pessoas que trabalham em escritórios. Isso acontece porque os olhos tendem a ficar mais ressecados em locais fechados – sem circulação de ar – e com muitas horas de exposição em frente do computador. Pessoas que utilizam lente de contato devem ficar mais atentos ao problema, assim como as mulheres em situações de alteração hormonal. “Uma forma de evitar isso é usar colírios lubrificantes de duas a três vezes por dia, sempre sob supervisão médica”, complementa.

A médica oftalmologista alerta também que, ao contrário do que muitos imaginam, mesmo nos dias nublados – que são característicos do inverno – há uma alta incidência de raios solares e que, portanto, as pessoas não podem descuidar da proteção ocular. “Uma boa alternativa para quem usa óculos de grau é escolher lentes fotossensíveis, porque protegem contra os raios UVA/UVB e promovem uma adaptabilidade ao nível da luminosidade do ambiente, oferecendo um conforto visual maior”, aconselha a médica.

Dicas para manter a saúde visual no inverno:

- Mantenha os olhos hidratados com colírios lubrificantes, em especial, quando ficar em ambientes fechados.

- Use óculos de sol e de grau com proteção para raios UVA e UVB.

- Em caso de vermelhidão, ardor, secreção ou coceira dos olhos, procure imediatamente um médico oftalmologista.

- Mantenha uma alimentação saudável, reforçando o consumo de cenoura, verduras escuras, alimentos ricos em vitamina C e ovos.

- Evite coçar os olhos.

- Lave as mãos mais vezes, após estar em lugares públicos.

- Pisque mais vezes quando estiver na frente da TV, tablets e celulares.

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sábado, 16 de julho de 2016

Óleos vegetais em excesso na alimentação são prejudiciais à saúde

A questão apontada por profissionais da saúde é que apesar de carregarem a palavra “vegetal”, os óleos de sementes não tem praticamente nada de naturais.

O óleo de cozinha utilizado para preparar a sua comida diariamente pode estar comprometendo a sua saúde. Segundo estudos mais recentes, o alto consumo de óleos de sementes processados, como de soja, girassol, milho e canola, somado ao consumo elevado de carboidratos simples, colaboraram nas últimas décadas com o agravamento dos indices de obesidade globalmente e ainda aumentam os riscos de doenças cardiovasculares. A questão apontada por profissionais da saúde é que apesar de carregarem a palavra “vegetal”, os óleos de sementes não tem praticamente nada de naturais. Ao passar pelo método de processamento, as sementes são aquecidas, espremidas e são adicionados diversos produtos químicos industriais e solventes, considerados por alguns especialistas altamente tóxicos.

“Os óleos vegetais contêm uma concentração muito elevada de ácidos gordos Ômega 6, que só seria benéfico se associado a um maior consumo de Ômega 3, como o presente em peixes como o salmão e arenque selvagens, o que não acontece. Os níveis desequilibrados de Omega-3 e Omega-6 têm sido associados a uma série de problemas de saúde, entre eles problemas cardiovasculares e sobrepeso”, destacou Dr. Patrick Rocha, Presidente do Instituto Nacional de Estudos da Obesidade e Doenças Crônicas (INEODOC).

Outro ponto destacado pelo Dr. Rocha é que por muito tempo as gorduras saturadas, como a presente na manteiga e carnes, foram estigmatizadas como vilãs da alimentação e isso somado ao excesso de açúcar e carboidratos simples colaborou com o agravamento da obesidade e diabetes globalmente nas últimas décadas.

Em um estudo conduzido pelo médico cardiologista de Harvard, Dr. Dariush Mozaffarian, e publicado na revista Time, ficou constatado que a manteiga não está ligada a um risco maior de doenças cardíacas e pode inclusive ajudar na prevenção de diabetes tipo 2. A conclusão do estudo desenvolvida pelo Dr Dariush foi baseada em metanálise, o que significa dizer que levou em consideração diversas pesquisas. Neste caso, participaram da pesquisa 600mil pessoas e foram analisados dados dos últimos 9 estudos sobre o assunto.

Ainda vale lembrar que manteiga não é a mesma coisa que margarina. “É preciso prestar bastante atenção nisso, muitas pessoas ainda confundem estes dois. A margarina é gordura hidrogenada pura, não possui gorduras saudáveis. Por outro lado, a manteiga possui gorduras saturadas, que são melhor absorvidas e aproveitada pelo organismo”, reforçou. “No lugar do tradicionais óleos de cozinha, o mais recomendado é inserir cada vez mais o óleo de coco, que carrega uma série de beneficios, completou o Dr. Rocha.

Fonte de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

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Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

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