quarta-feira, 13 de maio de 2026

Especialistas alertam: 4 alimentos que podem prejudicar os rins

 


Carnes processadas, refrigerantes, salgadinhos e alimentos ultraprocessados estão entre os itens que podem afetar o funcionamento dos rins. Especialistas também apontam bebidas que ajudam na hidratação e na saúde renal.









Beber bastante água pode ajudar no bom funcionamento dos rins e contribuir para a prevenção de problemas renais. Por outro lado, alguns alimentos e bebidas podem sobrecarregar o órgão e aumentar o risco de hipertensão, pedras nos rins e doença renal crônica.

O site EatingWell ouviu especialistas que apontaram quais alimentos devem ser consumidos com moderação para evitar danos à saúde renal.

1. Carnes processadas

Segundo a nutricionista Melanie Betz, alimentos como bacon, linguiça, salame e mortadela costumam ter níveis elevados de sódio.

“Quando você consome muito sódio, os rins precisam trabalhar mais para filtrar o excesso e manter o equilíbrio de líquidos do corpo”, explicou.

Ela afirma que o consumo excessivo de sódio pode contribuir para a hipertensão, considerada uma das principais causas de doenças renais, além de aumentar o risco de formação de pedras nos rins.

2. Alimentos industrializados e ultraprocessados

A nutricionista Jen Hernandez afirma que alimentos industrializados podem ser práticos no dia a dia, mas geralmente apresentam altas quantidades de sódio.

“O maior vilão que vejo são os alimentos industrializados e embalados. Sopas enlatadas, frios, molhos, pães e refeições prontas acumulam muito sódio rapidamente”, disse.

Segundo ela, estudos indicam que a maior parte do excesso de sódio consumido pelas pessoas não vem do sal adicionado à comida, mas sim desses produtos industrializados.

3. Bebidas açucaradas

Refrigerantes, chás industrializados adoçados, refrescos e limonadas com açúcar também podem afetar a saúde dos rins.

“Manter o corpo hidratado é importante, mas nem todas as bebidas têm o mesmo efeito quando falamos da função renal”, afirmou Melanie Betz.

Ela destacou que bebidas açucaradas estão associadas a um maior risco de doença renal e pedras nos rins.

“Estudos sugerem que consumir mais de sete porções por semana de bebidas açucaradas aumenta significativamente as chances de desenvolver doença renal crônica”, acrescentou.

4. Salgadinhos e snacks

Batata chips, salgadinhos industrializados e pretzels também entram na lista dos alimentos que podem prejudicar os rins devido ao excesso de sal.

“Reduzir a ingestão de sódio ajuda os rins a controlar a quantidade de líquido no corpo”, explicou Melissa Prest.

Segundo a especialista, pessoas com doença renal podem se beneficiar de uma dieta com menos sal, já que isso pode ajudar a diminuir a quantidade de proteína eliminada pela urina.

Bebidas que podem ajudar os rins

A nutricionista Juliana Andrade destacou algumas bebidas que podem contribuir para a saúde renal.

Água

A água continua sendo uma das principais aliadas dos rins. A hidratação ajuda a diluir substâncias presentes na urina, reduzindo o risco de formação de cálculos renais e facilitando a eliminação de resíduos metabólicos.

Água com limão ou frutas naturais

Bebidas aromatizadas com frutas naturais também podem ajudar. O limão, por exemplo, contém citrato, substância associada à redução da formação de alguns tipos de pedras nos rins.

A recomendação é evitar adicionar açúcar.

Chás naturais

Chás sem açúcar, como camomila, erva-doce e hortelã, também podem auxiliar na hidratação do organismo quando consumidos com moderação.






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sexta-feira, 1 de maio de 2026

Sorriso desalinhado? Vejas 6 problemas que vão além da saúde bucal

 


Especialista explica como a posição dos dentes pode influenciar desde a mastigação até a saúde em geral.







Você sabia que dentes desalinhados podem ser a causa daquela dor de cabeça frequente? Isso acontece porque, quando a mordida não encaixa corretamente, há uma sobrecarga na musculatura da face e na articulação da mandíbula. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças bucais estão entre as condições mais comuns no mundo, muitas delas associadas à dificuldade de higienização, algo bastante frequente em pessoas com dentes desalinhados.

“O sorriso torto compromete a mordida e dificulta a higienização, favorecendo o acúmulo de placa bacteriana. Com o tempo, isso pode desencadear cáries, doenças gengivais e até impactar a saúde geral, já que a boca é uma porta de entrada para o organismo”, explica o dentista Dr. Paulo Yanase, da Oral Sin.

Mas afinal, o que os dentes desalinhados podem causar na saúde?


1.Maior risco de cáries:

Quando os dentes são desalinhados, formam cantos difíceis de limpar. Nesses locais, restos de alimentos e bactérias se acumulam com mais facilidade, favorecendo o surgimento de cáries.

2. Gengivite e periodontite: a limpeza incompleta também afeta a gengiva, causando inflamações. Se não tratada, essa condição pode evoluir para periodontite, uma infecção mais grave que pode levar até à perda dos dentes.

3. Dores de cabeça e na ATM: a mordida desalinhada faz com que a musculatura da face trabalhe de forma desequilibrada, gerando tensão. Isso pode causar dores de cabeça e desconforto na ATM (articulação temporomandibular), que é a articulação responsável por ligar a mandíbula ao crânio e permitir movimentos como falar e mastigar.

4. Desgaste irregular dos dentes: quando a mordida não encaixa corretamente, alguns dentes recebem mais pressão do que outros durante a mastigação, o que pode causar desgaste excessivo em determinadas áreas.

5. Impactos na digestão: se os dentes não trituram bem os alimentos por causa do desalinhamento, o sistema digestivo precisa trabalhar mais para compensar, o que pode causar desconfortos ao longo do tempo.

6. Alterações na fala: em casos mais graves, a posição dos dentes interfere na forma como a língua encosta neles, dificultando a pronúncia correta de alguns sons.

Além desses impactos, é importante entender que o desalinhamento não acontece por um único motivo. Ele pode estar ligado à genética, hábitos na infância, como uso prolongado de chupeta ou chupar dedo, perda de dentes ao longo da vida e até ao bruxismo. Com o tempo, os próprios dentes também podem se movimentar naturalmente, alterando o encaixe da mordida.

“Muita gente adia o tratamento por achar que é apenas uma questão estética, mas o desalinhamento dentário é progressivo e tende a piorar com o tempo. Quando não tratado, pode comprometer não só os dentes, mas toda a função mastigatória e a saúde bucal. Hoje temos opções modernas e discretas de tratamento, e buscar ajuda no início faz toda a diferença no resultado e na qualidade de vida do paciente”, finaliza o Dr.





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quinta-feira, 16 de abril de 2026

Por que cada vez mais adultos estão descobrindo o autismo?

 


Diagnósticos tardios crescem, especialmente entre mulheres, impulsionados por mais informação e mudanças nos critérios clínicos.










Durante o Abril Azul, um movimento tem ganhado destaque: o aumento de diagnósticos de autismo na vida adulta. Dados recentes do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) indicam que 1 em cada 36 crianças é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA), número que vem crescendo ao longo dos anos e reflete, principalmente, avanços na identificação do transtorno. Esse cenário ajuda a explicar por que muitos adultos estão sendo diagnosticados apenas agora.

A tendência revela uma realidade que por muito tempo passou despercebida: muitas pessoas chegaram à vida adulta sem saber que estavam dentro do espectro. O aumento das identificações tardias, especialmente entre mulheres, está ligado a avanços no conhecimento sobre o autismo, mudanças nos critérios diagnósticos e maior acesso à informação.

“Durante muito tempo, o diagnóstico foi baseado em um modelo mais restrito, que não contemplava toda a diversidade do espectro. Hoje, entendemos que o autismo pode se manifestar de formas muito diferentes, inclusive em pessoas com alta funcionalidade e boa adaptação social”, explica Mirthis Czubka de Abreu, coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera.

Por que os diagnósticos estão aumentando?


O crescimento dos diagnósticos tardios está diretamente relacionado à evolução do entendimento sobre o autismo. A ampliação dos critérios diagnósticos permitiu reconhecer um espectro mais diverso de comportamentos, enquanto o acesso à informação tem levado mais pessoas a identificar sinais em si mesmas.

Além disso, a redução do estigma tem incentivado a busca por avaliação profissional. Hoje, é mais comum que adultos procurem ajuda ao perceberem padrões ao longo da vida, como dificuldades em interações sociais, necessidade intensa de rotina, sensibilidade sensorial ou uma sensação persistente de não pertencimento.

Por que isso é mais comum em mulheres?


O aumento de diagnósticos em mulheres ganha ainda mais relevância no contexto do Abril Azul. Isso acontece, em grande parte, porque elas tendem a desenvolver estratégias de adaptação social desde cedo, um fenômeno conhecido como “mascaramento”.

“Mulheres costumam observar e reproduzir comportamentos sociais para se encaixar, o que pode esconder sinais do autismo por muitos anos. Esse esforço contínuo, no entanto, pode gerar exaustão emocional, ansiedade e até quadros de burnout”, destaca a professora.

Esse cenário faz com que muitas só busquem avaliação na vida adulta, frequentemente após episódios de sofrimento psíquico ou ao entrarem em contato com conteúdos sobre o tema.

Impactos do diagnóstico na vida adulta


Receber o diagnóstico de autismo na vida adulta pode ser um processo transformador. Para muitos, representa alívio e autocompreensão, ajudando a ressignificar experiências passadas e a desenvolver novas estratégias para lidar com desafios cotidianos.

O acesso ao acompanhamento especializado também contribui para a melhoria da qualidade de vida, embora o processo possa trazer desafios emocionais, como a necessidade de revisar a própria trajetória e reorganizar aspectos da vida pessoal e profissional.

Quando procurar ajuda?


Durante o Abril Azul, a coordenadora reforça a importância de buscar avaliação profissional ao identificar sinais persistentes como:

  • - dificuldade em interações sociais;
  • - sensibilidade intensa a estímulos (sons, luzes, texturas);
  • - necessidade rígida de rotina;
  • - interesses muito específicos e intensos;
  • - sensação frequente de não se encaixar.

Lembrando que o diagnóstico deve ser feito por profissionais especializados, como psicólogos e psiquiatras, a partir de uma avaliação clínica completa.







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quinta-feira, 26 de março de 2026

Cansaço extremo pode afetar diretamente a sua saúde

 



Fadiga intensa que surge de forma inesperada pode indicar desde estresse até problemas de saúde. Especialistas apontam sintomas, causas e quando é hora de procurar ajuda médica para evitar complicações.








O cansaço é uma queixa comum, especialmente entre as mulheres. No entanto, quando aparece de forma repentina e intensa, pode ser um sinal de alerta.

Segundo um artigo da revista Newsweek, é fundamental entender as possíveis causas, sintomas e formas de lidar com esse tipo de situação.

O que é a fadiga repentina?

A fadiga repentina é caracterizada por uma sensação intensa e súbita de cansaço, que pode surgir de uma hora para outra, deixando a pessoa esgotada física e mentalmente.

Diferente do cansaço comum, ela pode acontecer mesmo após uma boa noite de sono ou períodos de descanso.

Para entender melhor esse quadro, é importante diferenciar a fadiga repentina da fadiga crônica ou do cansaço do dia a dia.

Enquanto a fadiga crônica tende a durar por longos períodos e pode estar ligada a problemas de saúde, a fadiga súbita costuma ser episódica e desencadeada por fatores específicos.

Entre esses fatores estão o estresse, alterações hormonais e até condições ambientais, como mudanças de clima ou de estação.

Fadiga repentina: sintomas mais comuns

Entre os principais sintomas da fadiga repentina estão:

1. Cansaço extremo que não melhora com descanso;
2. Dificuldade de concentração;
3. Sensação de fraqueza ou peso no corpo;
4. Alterações no sono, como insônia ou excesso de sono;
5. Sintomas emocionais, como irritabilidade e ansiedade.

Além disso, esse tipo de fadiga pode afetar a capacidade cognitiva, causando confusão mental e dificuldade para tomar decisões.

O impacto emocional também é relevante, já que a sensação de incapacidade para realizar tarefas do dia a dia pode aumentar o estresse e a ansiedade.

Fatores como alimentação, hidratação e prática de atividade física influenciam diretamente os níveis de energia. Ajustes no estilo de vida podem ajudar a reduzir a frequência e a intensidade desses episódios.

Possíveis causas da fadiga repentina

Diversos fatores podem estar por trás da fadiga repentina, incluindo hábitos do dia a dia e condições de saúde.

Entre os principais relacionados ao estilo de vida estão:

Sono de baixa qualidade: noites mal dormidas ou interrompidas prejudicam a recuperação do corpo;
Estresse elevado: o estresse constante pode levar à exaustão física e mental;
Alimentação inadequada: dietas pobres em nutrientes essenciais impactam a energia;
Sedentarismo: a falta de atividade física pode aumentar a sensação de cansaço.

Além disso, o consumo excessivo de estimulantes, como cafeína e açúcar, pode provocar picos de energia seguidos de quedas bruscas.

Quando procurar ajuda médica

Sentir cansaço ocasionalmente é normal, mas quando ele se torna frequente ou persistente, é importante buscar avaliação médica.

Alguns sinais de alerta incluem:

Fadiga que dura mais de dois meses;
Febre, perda de peso sem explicação ou dor persistente;
Alterações significativas no sono e no humor;
Dificuldade para manter as atividades de trabalho.

Também é importante observar o contexto, como sentir-se extremamente cansado mesmo após dormir bem ou ficar exausto com atividades simples.

Em alguns casos, a fadiga pode estar relacionada a condições como anemia, problemas na tireoide ou transtornos mentais, como ansiedade e depressão.





FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/



Especialistas alertam: 4 alimentos que podem prejudicar os rins

  Carnes processadas, refrigerantes, salgadinhos e alimentos ultraprocessados estão entre os itens que podem afetar o funcionamento dos rins...