quarta-feira, 8 de julho de 2026

5 hábitos que melhoram a saúde intestinal além da alimentação

 


Especialistas explicam que controlar o estresse, dormir bem, praticar atividade física, manter boas relações sociais e evitar ar de má qualidade também ajudam a equilibrar a microbiota e proteger o intestino.









Além da alimentação, outros hábitos do dia a dia também influenciam diretamente a saúde intestinal. Sono, estresse, atividade física, relações sociais e até a qualidade do ar podem interferir no equilíbrio do intestino.

Especialistas ouvidos pelo Real Simple explicaram quais atitudes ajudam a manter o intestino saudável para além da dieta.

1. Controlar o estresse emocional e mental

Gerenciar o estresse é uma das melhores atitudes para cuidar do intestino. Segundo a gastroenterologista Margaret Schwiesow, intestino e cérebro se comunicam diretamente. Por isso, quando há estresse, o intestino também sente os efeitos.

O estresse crônico pode favorecer o crescimento de bactérias nocivas e causar um desequilíbrio da microbiota, chamado disbiose. De acordo com o gastroenterologista Eric Yoon, isso pode provocar alterações no apetite, digestão mais lenta e inflamação.

Também pode aumentar o inchaço e piorar doenças gastrointestinais já existentes, como síndrome do intestino irritável e doença inflamatória intestinal.

2. Dormir bem

O sono também tem impacto importante na saúde intestinal. Dormir mal pode desequilibrar a microbiota, favorecendo inflamação, inchaço e alterações na digestão.

Segundo Yoon, a má qualidade do sono também pode afetar hormônios ligados ao apetite, como a grelina, conhecida como hormônio da fome, e a leptina, ligada à saciedade.

O ritmo circadiano, conhecido como relógio biológico, também está conectado ao intestino. Ele ajuda a regular o funcionamento intestinal, enquanto as bactérias intestinais influenciam genes ligados a esse ciclo.

Uma noite ruim de sono não costuma causar grandes problemas, mas dormir pouco ou mal com frequência pode prejudicar o intestino.

3. Manter-se fisicamente ativo

A prática de exercícios beneficia o corpo como um todo e também ajuda o intestino a funcionar melhor.

“Pense no exercício como uma massagem natural para o seu sistema digestivo. Ele ajuda a manter o trânsito intestinal regular e reduz o inchaço e a constipação”, explica Schwiesow.

A atividade física melhora a circulação e ajuda os músculos intestinais a se contraírem com mais eficiência, facilitando a movimentação dos resíduos pelo cólon.

Também contribui para o equilíbrio da microbiota intestinal, aumentando a diversidade de bactérias saudáveis, o que favorece a imunidade e a absorção de nutrientes. Caminhar 30 minutos por dia já pode fazer diferença.

4. Passar tempo com amigos e familiares

As relações sociais também podem influenciar a saúde intestinal. Conexões positivas ajudam a reduzir o estresse, um fator importante para o equilíbrio do intestino.

Com níveis mais baixos de estresse, também fica mais fácil manter escolhas alimentares e hábitos de vida mais saudáveis.

Além disso, segundo Schwiesow, relações sociais positivas podem influenciar diretamente o microbioma intestinal.

5. Reduzir a exposição à má qualidade do ar

A qualidade do ar é um fator muitas vezes esquecido quando o assunto é saúde intestinal. A exposição a ar de má qualidade pode desencadear inflamação no intestino e alterar negativamente o microbioma, favorecendo desequilíbrios.

“A qualidade do ar interior também é importante, especialmente se houver exposição a fumaça, produtos químicos de limpeza ou ventilação inadequada”, afirma Schwiesow.









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segunda-feira, 29 de junho de 2026

Cardiologista alerta: emoções da Copa podem ter impactos no coração

 


Especialista alerta que momentos de grande euforia ou frustração podem desencadear a Síndrome do Coração Partido, que provoca sintomas semelhantes aos de um infarto.








Uma classificação dramática, um gol nos minutos finais, uma disputa de pênaltis ou até mesmo uma eliminação inesperada. A Copa do Mundo costuma provocar emoções intensas nos torcedores, sejam elas de alegria ou de tristeza. O que pouca gente sabe é que a chamada Síndrome do Coração Partido não está associada apenas a emoções negativas. Conhecida pelos médicos como Síndrome de Takotsubo, ela também pode ser desencadeada por momentos de felicidade extrema, provocando sintomas semelhantes aos de um infarto.

Descrita pela primeira vez no Japão na década de 1990, a Síndrome de Takotsubo ocorre quando uma descarga intensa de hormônios, principalmente adrenalina, provoca alterações temporárias no funcionamento do músculo cardíaco, que passa a se contrair de forma anormal.

“Apesar do nome, não estamos falando apenas de tristeza ou sofrimento. Para o organismo, o mais importante não é se a emoção é positiva ou negativa, mas a intensidade da resposta que ela provoca. Por isso, tanto uma vitória emocionante quanto uma eliminação inesperada podem atuar como gatilhos da síndrome”, explica o cardiologista dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, Gustavo Lenci.

Em uma pesquisa realizada durante a Copa da Alemanha de 2025, cientistas da Universidade de Bielefeld observaram alterações significativas nos sinais vitais de torcedores ao longo das partidas. Em momentos de maior tensão e logo após os gols, alguns participantes apresentaram aumento de até 36% na frequência cardíaca.

Os sinais da Síndrome de Takotsubo costumam incluir dor no peito, falta de ar, suor frio, palpitações e mal-estar, sintomas frequentemente confundidos com um infarto. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil, provocando mais de 1.100 óbitos por dia — o equivalente a uma morte a cada 90 segundos.

A Síndrome de Takotsubo é mais comum em mulheres após a menopausa e também pode ocorrer com maior frequência em pessoas com histórico de ansiedade ou depressão. Pessoas com hipertensão e outros fatores de risco cardiovasculares, como diabetes, obesidade e colesterol elevado, devem redobrar os cuidados durante períodos de maior tensão emocional e manter o tratamento médico em dia.

“Na maioria dos casos, os pacientes se recuperam após tratamento e acompanhamento médico. Ainda assim, a síndrome não deve ser subestimada. Existem situações em que pode causar complicações graves, como insuficiência cardíaca, arritmias, choque cardiogênico e, em casos mais raros, até levar à morte. Por isso, qualquer pessoa que apresente dor no peito, falta de ar ou mal-estar durante ou após uma situação de forte emoção deve procurar atendimento médico imediatamente”, afirma Lenci.

Sinais que exigem atenção:


  • Dor ou pressão no peito;
  • Falta de ar;
  • Suor frio;
  • Palpitações;
  • Tontura;
  • Sensação de desmaio;
  • Mal-estar súbito após uma emoção intensa.








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sexta-feira, 19 de junho de 2026

Neurologistas alertam: 5 hábitos comuns que afetam a saúde do cérebro

 


Especialistas alertam que hábitos comuns da rotina moderna podem acelerar o desgaste cognitivo e prejudicar o funcionamento do cérebro. Dormir pouco, exagerar no uso de telas, consumir ultraprocessados e ficar muito tempo sentado estão entre os comportamentos que mais preocupam neurologistas.







saúde do cérebro depende diretamente dos hábitos do dia a dia. Especialistas alertam que algumas atitudes consideradas comuns podem acelerar o desgaste cognitivo, afetar a memória, prejudicar a concentração e até aumentar o risco de doenças neurológicas ao longo dos anos.

Neurologistas ouvidos pelo site EatingWell listaram cinco hábitos que merecem atenção quando o assunto é proteger o funcionamento cerebral.

1. Dormir pouco ou tratar o sono como algo secundário

Durante o sono, o cérebro continua trabalhando intensamente. É nesse período que ele consolida memórias, reorganiza informações e elimina resíduos acumulados ao longo do dia.

Segundo especialistas, noites mal dormidas ou sono fragmentado impedem que esses processos sejam concluídos corretamente, o que pode prejudicar o desempenho cognitivo.

Além disso, problemas como apneia do sono também podem afetar diretamente a saúde cerebral, já que reduzem o tempo de sono profundo e aumentam a fragmentação do descanso.

A privação crônica de sono já foi associada ao maior risco de declínio cognitivo e doenças neurológicas.

2. Passar muito tempo sentado e evitar atividade física

Ficar longos períodos sem se movimentar também pode prejudicar o cérebro.

Neurologistas explicam que o sedentarismo reduz a circulação sanguínea, inclusive no cérebro, além de afetar a saúde vascular e metabólica. Isso favorece danos nos pequenos vasos sanguíneos, considerados um dos fatores ligados ao envelhecimento cognitivo.

Já a prática regular de atividade física melhora o fluxo sanguíneo cerebral e costuma estar associada a melhor memória, concentração e desempenho mental.

Especialistas também alertam para hábitos passivos, como passar horas navegando sem objetivo na internet ou assistindo televisão sem estímulo mental.

3. Excesso de estímulos digitais e multitarefas

Celular, redes sociais, notificações e e-mails constantes mantêm o cérebro em estado permanente de alerta.

Segundo neurologistas, esse excesso de estímulos fragmenta a atenção e dificulta processos importantes ligados à memória e à regulação emocional.

A situação pode piorar quando a pessoa tenta realizar várias tarefas ao mesmo tempo. Apesar da sensação de produtividade, o cérebro não consegue executar duas atividades complexas simultaneamente com eficiência.

4. Consumir muitos alimentos ultraprocessados

Dietas ricas em açúcar, refrigerantes, salgadinhos e produtos ultraprocessados também podem impactar negativamente a saúde cerebral.

Especialistas afirmam que esses alimentos aumentam processos inflamatórios e o estresse oxidativo no organismo, inclusive no cérebro.

Além disso, alterações metabólicas provocadas pelo excesso de açúcar podem prejudicar o funcionamento cognitivo e provocar sintomas como dificuldade de concentração, fadiga mental e sensação de confusão.

5. Ignorar problemas de audição

A perda auditiva é frequentemente negligenciada, mas também pode afetar o cérebro.

Neurologistas explicam que, quando a audição está comprometida, o cérebro precisa fazer mais esforço apenas para interpretar sons e conversas, aumentando a carga cognitiva.

A exposição frequente a sons muito altos e a falta de tratamento para perda auditiva podem contribuir para desgaste mental ao longo do tempo.

Especialistas recomendam procurar avaliação médica ao perceber dificuldades para ouvir ou compreender conversas no dia a dia.




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terça-feira, 2 de junho de 2026

5 hábitos simples que podem fortalecer a imunidade, segundo especialistas

 


Consumir mais frutas, manter a vida social ativa, tomar sol com moderação e adotar uma alimentação equilibrada estão entre as práticas recomendadas para ajudar o organismo a se defender melhor de vírus, bactérias e outras doenças.









O sistema imunológico é responsável por defender o organismo contra vírus, bactérias e outros agentes que podem causar doenças. Quando ele está enfraquecido, o corpo pode ficar mais vulnerável a infecções frequentes, além de apresentar sinais como cansaço constante e recuperação mais lenta.

Mas o que fazer para fortalecer as defesas do organismo? Especialistas ouvidos pelo site EatingWell apontam que alguns hábitos simples do dia a dia podem fazer diferença, inclusive atitudes que muita gente nem imagina que tenham relação com a imunidade.

1. Consuma mais frutas

Muitas pessoas evitam frutas por causa do açúcar natural presente nesses alimentos. No entanto, especialistas destacam que elas são fontes importantes de fibras, antioxidantes, vitaminas e minerais essenciais para o bom funcionamento do organismo.

“As frutas fornecem nutrientes como vitaminas C, A e E, além de zinco e compostos antioxidantes”, explica a nutricionista Courtney Coe.

Ela lembra ainda que as fibras ajudam a manter a saúde intestinal. Como grande parte do sistema imunológico está ligada ao intestino, cuidar da microbiota pode contribuir diretamente para fortalecer as defesas do corpo.

2. Não dependa apenas de suplementos

Embora suplementos possam ser indicados em algumas situações específicas, especialistas alertam que eles não substituem hábitos saudáveis.

“Algumas pessoas depositam confiança excessiva em suplementos para fortalecer a imunidade e acabam negligenciando fatores fundamentais, como alimentação equilibrada, atividade física e sono de qualidade”, afirma o médico Raj Dasgupta.

Segundo ele, uma dieta rica em nutrientes continua sendo a melhor estratégia para manter a saúde imunológica a longo prazo.

3. Passe mais tempo ao ar livre

A exposição moderada ao sol pode ajudar o organismo a produzir vitamina D, nutriente que desempenha papel importante no funcionamento do sistema imunológico.

Apesar dos riscos associados ao excesso de radiação solar, especialistas destacam que evitar completamente a exposição ao sol também pode ser prejudicial.

“Passar algum tempo ao ar livre, inclusive em dias mais frios, pode favorecer a produção de vitamina D e trazer benefícios para a imunidade”, explica Courtney Coe.

4. Inclua proteínas de qualidade na alimentação

As proteínas são fundamentais para diversas funções do organismo, incluindo a produção de anticorpos e células de defesa.

Segundo os especialistas, alimentos de origem animal, como carnes magras, ovos, leite e derivados, fornecem nutrientes importantes para o sistema imunológico, incluindo vitamina B12, ferro e zinco.

Isso não significa que dietas vegetarianas sejam inadequadas, mas exige atenção para garantir a ingestão adequada desses nutrientes.

5. Conviva mais com outras pessoas

Manter relações sociais saudáveis também pode beneficiar a imunidade.

De acordo com os especialistas, a solidão prolongada está associada ao aumento do estresse e pode favorecer hábitos prejudiciais à saúde, como sedentarismo, alimentação inadequada e tabagismo.

Além disso, estudos indicam que o isolamento social pode afetar negativamente a resposta imunológica do organismo.

Por isso, reservar tempo para encontrar amigos, familiares e pessoas queridas pode fazer bem não apenas para a saúde mental, mas também para as defesas naturais do corpo.











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5 hábitos que melhoram a saúde intestinal além da alimentação

  Especialistas explicam que controlar o estresse, dormir bem, praticar atividade física, manter boas relações sociais e evitar ar de má qua...