domingo, 15 de fevereiro de 2026

Bebidas que agravam sintomas de depressão (e não é só o álcool)

 

A doença psiquiátrica caracterizada por refletir uma tristeza profunda pode ser agravada com a ingestão de determinadas bebidas, além das alcoólicas. 

Veja o que dizem estes especialistas e como relacionam os sintomas de depressão com "alterações no microbioma intestinal".









A falta de energia, tristeza profunda sem explicação aparente e desinteresse generalizado são alguns dos sintomas mais comuns da depressão — um transtorno psiquiátrico que pode ser agravado pelo consumo de determinadas bebidas.

Álcool


É um erro comum associar o álcool a um estimulante apenas porque ele pode provocar efeitos imediatos como aumento da frequência cardíaca, maior estado de alerta e, em alguns casos, agressividade.

Apesar desses efeitos iniciais, o site Verywell Mind explica que o álcool é, na verdade, um depressor do sistema nervoso central, podendo afetar a forma como o cérebro se comunica com os nervos do corpo.

Esse tipo de substância atua sobre o neurotransmissor ácido gama-aminobutírico (GABA), que desacelera a atividade cerebral. Isso pode causar efeitos como relaxamento, sonolência, fala arrastada, diminuição das inibições e problemas de coordenação.

Além disso, especialistas alertam que beber álcool rapidamente e em grandes quantidades pode levar a sintomas mais graves, como perda de memória, coma e até mesmo morte.

Efeitos colaterais mais comuns do consumo de álcool:


Pressão baixa
Perda de coordenação
Visão turva
Dor de cabeça
Tempo de reação reduzido
Náusea
Vômito
Tontura
Comprometimento das funções mentais
Respiração lenta
Perda de consciência
Amnésia

Vale destacar que os efeitos do álcool dependem, em grande parte, da quantidade ingerida, da velocidade de consumo e de fatores individuais, como a genética.

Refrigerantes
O consumo de refrigerantes também está associado ao aumento do risco de transtornos depressivos, possivelmente devido a alterações no microbioma intestinal, segundo estudo citado pelo Medscape.

Os sintomas mais graves costumam ser observados em mulheres, possivelmente por diferenças biológicas e hormonais que influenciam esses padrões.

Como os refrigerantes podem aumentar ou agravar sintomas de depressão:

De acordo com o especialista Thanarajah, citado pela mesma fonte, os refrigerantes podem aumentar o risco de depressão por diversos mecanismos, como picos de açúcar no sangue, alterações no microbioma intestinal, processos inflamatórios e impactos no sistema de recompensa do cérebro.

Diferentemente de alimentos sólidos, os refrigerantes liberam rapidamente açúcar ou adoçantes no cólon, o que pode elevar rapidamente os níveis de glicose no sangue, atingir o cérebro e favorecer o crescimento de bactérias intestinais com propriedades pró-inflamatórias.

O microbioma intestinal também pode ser prejudicado porque algumas dessas bebidas contêm adoçantes artificiais, como o aspartame. Além disso, a pesquisa aponta os efeitos negativos do açúcar enquanto substância com potencial viciante.

É importante ressaltar que consumir essas bebidas não significa, por si só, desenvolver depressão. O diagnóstico da doença exige sempre avaliação médica especializada para ver possiveis efeitos e causas.





FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

sábado, 7 de fevereiro de 2026

5 sinais na pele que podem indicar falta de vitamina D no organismo

 

Olheiras persistentes, inchaço no rosto, palidez, descamação ao redor dos olhos e vermelhidão facial podem estar ligados à deficiência de vitamina D. Mesmo com sol abundante, rotina e hábitos podem dificultar a produção adequada do nutriente.






Mesmo em um país ensolarado como o Brasil, nem sempre é fácil atingir os níveis ideais de vitamina D. A rotina em ambientes fechados, o uso constante de protetor solar e a menor exposição direta ao sol ao longo do dia podem levar à deficiência desse nutriente essencial, que é produzido principalmente pela pele a partir da luz solar.

Mas como identificar quando o organismo está com falta de vitamina D? O site Silicon Canals listou cinco sinais que costumam passar despercebidos, mas podem indicar níveis baixos da vitamina.

1. Olheiras persistentes

Acordar com olheiras marcadas mesmo após uma boa noite de sono pode ser um sinal de alerta. A vitamina D tem papel importante na regulação do sono e na saúde da pele. Quando está em falta, o corpo pode ter dificuldade para equilibrar os ciclos de descanso, o que se reflete na aparência cansada do rosto.

2. Inchaço no rosto sem causa aparente

Perceber o rosto inchado em alguns dias, especialmente nas bochechas, também pode estar relacionado à deficiência de vitamina D. O nutriente ajuda a regular a retenção de líquidos e processos inflamatórios. Quando seus níveis estão baixos, o inchaço tende a se tornar mais frequente, ainda que muitas vezes seja atribuído apenas ao consumo de sal, alergias ou alterações hormonais.

3. Pele muito pálida e sem viço

Embora algumas pessoas tenham naturalmente a pele mais clara, uma aparência excessivamente pálida, opaca ou sem brilho pode indicar falta de vitamina D. A vitamina é fundamental para a renovação e reparação das células da pele. Em níveis insuficientes, ocorre acúmulo de células mortas na superfície, o que dá à pele um aspecto acinzentado e sem vida.

4. Descamação e manchas ao redor dos olhos

A região dos olhos é especialmente sensível à deficiência de vitamina D. Descamação, irritação e manchas nessa área podem estar associadas à dificuldade do organismo em manter a hidratação e a barreira protetora da pele.

Segundo a Healthline, a falta de vitamina D está ligada a um risco maior de problemas oculares, como olhos secos, retinopatia diabética, miopia e degeneração macular relacionada à idade.

5. Vermelhidão facial ou manchas em formato de borboleta

A deficiência de vitamina D também pode favorecer quadros leves de rosácea, especialmente nas bochechas e no nariz. De acordo com o Healthline, níveis baixos do nutriente podem contribuir para o desenvolvimento do lúpus, doença frequentemente associada a uma erupção cutânea em forma de borboleta no rosto.

A vitamina D é essencial não apenas para a saúde da pele, mas também para o funcionamento do sistema imunológico, dos ossos e do metabolismo. Diante de sinais persistentes, a recomendação é procurar orientação médica e realizar exames para avaliar os níveis do nutriente no organismo.






FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

O chá que ajuda o seu cérebro a funcionar melhor, segundo especialistas

 


Estudos indicam que o consumo regular de chá verde pode ajudar a preservar a memória, melhorar a concentração e reduzir o risco de declínio cognitivo. Especialistas destacam os compostos antioxidantes e anti-inflamatórios da bebida como aliados da saúde cerebral ao longo do envelhecimento.








Quando o assunto é saúde do cérebro, muita gente acredita que dormir bem, manter uma alimentação equilibrada e ter um estilo de vida saudável são suficientes. No entanto, as bebidas consumidas ao longo do dia, como água, refrigerantes, café ou chás, também podem influenciar as funções cerebrais a longo prazo.

Entre os chás mais comuns, alguns possuem compostos que favorecem a memória e a concentração. Ainda assim, há um que costuma ser o mais indicado por nutricionistas e especialistas em saúde: o chá verde.

Chá verde e saúde cerebral

“O chá verde é a minha escolha número um”, afirmou a nutricionista Vandana Sheth ao site Real Simple. Segundo ela, embora vários chás tragam benefícios ao cérebro, o chá verde se destaca pela combinação única de compostos bioativos presentes na bebida.

A nutricionista Lindsey Schoenfeld reforça a avaliação. “O chá verde fica com a medalha de ouro. Quando falamos em saúde cerebral, ele costuma ser o grande protagonista”, disse.

Pesquisas científicas indicam que o consumo regular de chá verde está associado à redução do risco de declínio cognitivo. Os compostos naturais da bebida ajudam a proteger o cérebro ao longo do envelhecimento.

De acordo com Sheth, o chá verde contribui para manter o foco, a clareza mental e a saúde cerebral a longo prazo. Além disso, fornece substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias que atuam positivamente nas células do cérebro.

Para aproveitar melhor os benefícios, a recomendação é manter o consumo regular, com pelo menos uma xícara por dia. Uma estratégia simples é substituir outras bebidas, como o café, pelo chá verde em alguns momentos do dia.

Outra sugestão é preparar a bebida com antecedência e mantê-la na geladeira. Para variar o sabor, vale acrescentar limão, raspas de frutas cítricas ou folhas de hortelã.





FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Sinais silenciosos de que seu relacionamento pode estar acabando

 

Você sente alívio ao imaginar a vida sem o parceiro? Psicólogo aponta os indícios mais comuns de que a relação já teve dias melhores.






primeira vista, tudo pode parecer bem. A rotina segue normalmente, não há brigas constantes, e a convivência parece estável. Mas, segundo especialistas, nem sempre a ausência de conflitos é sinal de um relacionamento saudável. De forma sutil e silenciosa, o vínculo pode estar se desfazendo.

O psicólogo Mark Travers, em entrevista à revista Forbes, alertou para alguns sinais que, muitas vezes ignorados ou minimizados, indicam que o namoro ou casamento já atravessou seus melhores dias — e pode estar perto do fim.

Veja os sinais de alerta mais comuns, segundo Travers:

1. Você sente alívio ao imaginar a vida sem o parceiro

Se pensar em uma rotina sem a pessoa ao seu lado desperta paz, liberdade ou até entusiasmo, é sinal de que algo importante se perdeu na relação. Segundo Travers, esse pensamento geralmente aparece quando a pessoa deseja reencontrar sua essência, aquilo que era antes do relacionamento. “Você só quer se sentir você mesmo de novo”, resume o especialista.

2. Você está constantemente exausto, e não sabe explicar o porquê

Relacionamentos desgastantes drenam energia emocional e física, mesmo quando não há discussões intensas. Se você se sente esgotado, irritado ou triste com frequência, pode estar tentando, de forma inconsciente, sustentar algo que não está mais funcionando. “Você está se esforçando demais para manter o relacionamento”, explica Travers.

3. Você se questiona com frequência se deveria seguir nesse relacionamento

Essa dúvida persistente — mesmo em meio à estabilidade aparente — pode indicar solidão emocional. A ausência de conexão verdadeira, troca afetiva ou sentimento de parceria pode fazer com que a pessoa se sinta isolada dentro da própria relação. “Você se sente solitário a cada dia que passa”.

4. Ficar atento aos sinais pode evitar rupturas traumáticas

Reconhecer esses indícios não significa que o relacionamento precisa acabar imediatamente, mas sim que algo precisa ser revisto com maturidade. Conversas honestas, terapia de casal ou, em alguns casos, um tempo de reflexão individual podem ajudar a entender o que ainda pode ser reconstruído — ou se o melhor caminho é o encerramento.

  • Comunicação Aberta e Honestidade: Pratique a escuta ativa e expresse seus sentimentos de forma clara, sem culpar o outro. Resolver conflitos com calma evita o acúmulo de mágoas e possiveis ressentimentos.
  • Tempo de Qualidade: Reserve momentos exclusivos para o casal, desconectados de dispositivos eletrônicos. Isso fortalece a conexão emocional e a amizade deixando claro a perspectiva de valor de cada um. As vezes dar um tempo na relação pessoal pode ser uma importante reserva de sentimento.
  • Respeito e Individualidade: Valorize as diferenças e apoie os objetivos pessoais do parceiro. Manter hobbies e amizades próprias é essencial para o equilíbrio individual e do casal. Vocês devem saber o que precisam para serem mais felizes juntos.
  • Demonstrações de Afeto: Pequenos gestos diários, elogios e contato físico mantêm a intimidade viva. A gratidão por ações simples fortalece o vínculo positivo entre um casal que deseja manter estavel a sua relação pessoal.
  • Alinhamento de Expectativas: Conversem sobre planos futuros, finanças e valores. Estar na mesma página ajuda a evitar frustrações a longo prazo.

A dor do fim pode ser grande, mas muitas vezes é justamente essa libertação que abre espaço para o crescimento pessoal e emocional de ambos, deixando claro a perspectiva de valor de cada casal.




FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/


sábado, 10 de janeiro de 2026

Dor de garganta no verão é normal? Otorrinolaringologista explica

 

Ar-condicionado, ambientes fechados e infecções virais ajudam a explicar o desconforto; especialista alerta para sinais que exigem avaliação médica.








A dor de garganta costuma ser associada aos meses frios, mas o incômodo também é frequente durante o verão e não por acaso. O uso intenso de ar-condicionado, a maior circulação de vírus respiratórios e alguns hábitos comuns da estação contribuem para o aumento dos casos. Quem explica é a otorrinolaringologista Dra. Roberta Pilla, membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF).

“Mesmo no calor, é comum atender pacientes com dor de garganta causada por infecções virais, processos inflamatórios e fatores irritativos. O verão reúne condições que favorecem esses quadros, especialmente em ambientes fechados e climatizados”, explica a médica.

O que causa dor de garganta no verão?


De acordo com a especialista, as principais causas são infecções e irritações das vias aéreas superiores, entre elas:

  • Vírus, como enterovírus e parainfluenza 3
  • Bactérias, que podem levar a quadros de faringite e amigdalite
  • Processos inflamatórios, como laringite
  • Fatores irritativos, incluindo refluxo, alergias, ar seco, fumaça e respiração oral

No verão, o uso prolongado de ar-condicionado e ventiladores merece total atenção. “Quando os aparelhos não passam por uma manutenção adequada, eles dispersam poeira, ácaros e fungos no ambiente, o que pode piorar quadros alérgicos e respiratórios, além de favorecer a dor de garganta”, alerta Dra. Roberta.

Bebidas geladas causam dor de garganta?


Apesar da crença popular, não há comprovação científica de que bebidas geladas provoquem dor de garganta. “Algumas pessoas sentem alívio ao consumir líquidos gelados, enquanto outras pioram. A resposta varia de acordo com cada organismo e deve ser avaliada individualmente”, esclarece a otorrinolaringologista.

Quando a dor de garganta exige avaliação médica?


Embora muitos quadros sejam autolimitados, alguns sinais indicam a necessidade de procurar um especialista:

  • Febre
  • Presença de pus na garganta
  • Dor de ouvido
  • Manchas vermelhas pelo corpo
  • Inchaço ou caroço no pescoço
  • Catarro com sangue
  • Dificuldade para abrir a boca, respirar ou engolir
  • Rouquidão persistente

“Esses sintomas podem indicar infecção bacteriana ou complicações que exigem diagnóstico e tratamento adequados”, reforça a médica.

O tratamento depende diretamente da causa do problema.

Infecções virais costumam regredir espontaneamente, com uso de analgésicos, anti-inflamatórios e pastilhas para alívio dos sintomas. Infecções bacterianas, quando confirmadas, podem exigir antibióticos.

Medidas de apoio também ajudam na recuperação. “Sopas, chás, especialmente com mel e limão, boa hidratação e repouso são aliados importantes”, orienta Dra. Roberta.

A especialista acrescenta que os cuidados no verão são semelhantes aos do inverno: “É fundamental beber bastante líquido, descansar, manter uma alimentação nutritiva, evitar falar alto, não consumir álcool ou cigarro e sempre tossir ou espirrar no cotovelo ou em lenços descartáveis”.

Para reduzir o risco do problema, a otorrinolaringologista recomenda:


  • Manter a vacinação contra a gripe em dia
  • Garantir boa hidratação ao longo do dia
  • Ter uma alimentação equilibrada
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes
  • Priorizar ambientes limpos e bem ventilados
  • Usar ar-condicionado apenas com manutenção e higienização adequadas, além de umidificação correta do ambiente
  • Lavar as mãos com frequência
  • Manter uma boa higiene nasal

“Pequenas mudanças de hábito fazem diferença na prevenção. O cuidado com o ambiente e com a saúde respiratória deve acontecer o ano todo, finaliza Dra. Roberta Pilla.






FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

Bebidas que agravam sintomas de depressão (e não é só o álcool)

  A doença psiquiátrica caracterizada por refletir uma tristeza profunda pode ser agravada com a ingestão de determinadas bebidas, além das ...