domingo, 22 de fevereiro de 2026

Psicóloga explica 6 aspectos de um relacionamento saudável

 


 O estudo mostrou que o tempo de duração das uniões também vem diminuindo ao longo dos anos. Em 2010, um casamento durou cerca de 16 anos. Em 2022, 2023 e 2024, o número caiu para 13 anos e 8 meses.








Os brasileiros estão se casando menos de acordo com os números recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desde 2015, o número total de registros de casamento vem em uma tendência de queda. 

Em 2021, foram celebradas 1.076.280 uniões. Em 2022, o número caiu para 970.041 casamentos. Em 2023, o Brasil registrou 940.799 casamentos, uma queda de 3% em relação a 2022.

O mesmo estudo também mostrou que o tempo de duração das uniões também vem diminuindo ao longo dos anos. Em 2010, um casamento durou cerca de 16 anos. Em 2022, 2023 e 2024, o número caiu para 13 anos e 8 meses. Mas, afinal, o que faz um casamento durar? 

 De acordo com Blenda Oliveira, doutora em psicologia pela PUC-SP e psicanalista, existem diversos fatores externos e internos que influenciam a ideia de casamento e também sua durabilidade e construção, o que segundo ela vem mudando ao longo do tempo. "O significado do casamento mudou profundamente nas últimas décadas. Antes, há 50 anos, manter um casamento era preciso por questões de sobrevivência, negócios envolvidos, medo do julgamento -  o que era comum - e até por necessidade de mulheres que não eram independentes. Hoje, o casamento é mais complexo porque o sentimento vem antes, se não só, dos critérios anteriores.", explica ela.

Blenda esclarece que existem 6 aspectos que podem auxiliar na construção de uma relação saudável. Ela pontua cada um deles e lembra que não existem segredos para uma relação longeva. "Esses aspectos podem ser balizadores, uma referência para que a pessoa “leia” o casamento, observe seu próprio papel ali e também do outro. Se houver amor e disponibilidade de ambos, é possível reforçar os aspectos e até gerar outros que fortalecem o casamento ou o namoro". 

1 -  Compatibilidade psicológica 

Ter a liberdade de compartilhar as coisas com quem se casou é algo fundamental na relação. "É desafiador para uma pessoa estar numa relação que o tempo todo ela precisa se defender e se calar diante do que está sentindo. Ter medo de compartilhar não ajuda na relação e promove o afastamento do casal". 

2 - Saber conviver a dois

Esse é um ponto desafiador numa relação, segundo ela. "Quando se está solteiro, você decide e organiza sua vida a partir de você mesma, então avalia o que é melhor para si e escolhe. Quando você namora ou casa, isso naturalmente muda. Considerar o outro é importante e necessário para a saúde do casal.  

Decisões devem ser pensadas em conjunto, ambos devem conhecer as necessidades um do outro para o melhor convívio. Faça perguntas básicas como: como aquela pessoa gosta de receber afeto? Como eu posso fazer aquela pessoa se sentir segura? Lembrando que ambos podem fazer isso". 

3 - Graus de consenso

Não é necessário ter as mesmas visões, mas uma relação saudável é importante que se tenha ali algo parecido que faça tomar decisões parecidas ou complementares. Do contrário, se cada um quiser ir para um lado, a relação pode gerar conflitos que desgastarão o namoro ou o casamento ao longo do tempo. 

4 - Atração e vida sexual 

A atração e a vida sexual são importantes no namoro e no casamento. "Muitas pessoas colocam isso como o primeiro da lista e pode até ser nos primeiros anos de relacionamento, mas ao longo do tempo essa intensidade dará espaço para para os outros aspectos que são tão importantes quanto. Mas sim, sexo importa e é importante", explica Blenda. 

5 - Ciclos de vida, pressões e frustrações externas

Mesmo que o casal tenha uma vida a dois, ambos também precisam da sua liberdade e vivem processos internos diferentes. Blenda reforça "que cada indivíduo na relação tem seu trabalho, seus familiares, lidam com pressões diferentes e ambos podem olhar e acolher isso, além de apoiar em objetivos pessoais, como uma promoção na carreira, uma viagem para um congresso. 

O casal pode olhar para essas necessidades individuais sem cada um se isolar, lembrar também desse contexto externo que influencia a relação, como familiares, e criar assim uma espécie de porto onde eles sempre podem se encontrar e fortalecer a relação".

6 - Vantagens para permanecerem juntos

O casal pode construir uma relação saudável, ter filhos ou não e também gerar bens. "Todo o ser humano procura ganhar e todos também ficam onde acreditam valer a pena. Se a relação é saudável, se ambos são parceiros e encaram os desafios da vida, é natural que ambos queiram estar ali um para o outro. 

Talvez esse seja um dos aspectos importantes porque a segurança da relação acalma, promove tranquilidade e acolhe. É bom ter com quem contar e uma relação saudável existe isso". 

Blenda lembra que os aspectos ajudam a relação, mas é no cotidiano do casal que se coloca isso em prática. "Não existem manuais, cada casal é de um jeito e também não significa que ter menos aspectos a relação será ruim. 

Precisamos lembrar que relação amorosa é construção e o casal pode, se juntos quiserem ficar, fortalecer aqueles aspectos que ainda não estão firmes. Qualquer relação necessita de cuidado diário e para isso é preciso disposição e paciência", finaliza a especialista. 






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domingo, 15 de fevereiro de 2026

Bebidas que agravam sintomas de depressão (e não é só o álcool)

 

A doença psiquiátrica caracterizada por refletir uma tristeza profunda pode ser agravada com a ingestão de determinadas bebidas, além das alcoólicas. 

Veja o que dizem estes especialistas e como relacionam os sintomas de depressão com "alterações no microbioma intestinal".









A falta de energia, tristeza profunda sem explicação aparente e desinteresse generalizado são alguns dos sintomas mais comuns da depressão — um transtorno psiquiátrico que pode ser agravado pelo consumo de determinadas bebidas.

Álcool


É um erro comum associar o álcool a um estimulante apenas porque ele pode provocar efeitos imediatos como aumento da frequência cardíaca, maior estado de alerta e, em alguns casos, agressividade.

Apesar desses efeitos iniciais, o site Verywell Mind explica que o álcool é, na verdade, um depressor do sistema nervoso central, podendo afetar a forma como o cérebro se comunica com os nervos do corpo.

Esse tipo de substância atua sobre o neurotransmissor ácido gama-aminobutírico (GABA), que desacelera a atividade cerebral. Isso pode causar efeitos como relaxamento, sonolência, fala arrastada, diminuição das inibições e problemas de coordenação.

Além disso, especialistas alertam que beber álcool rapidamente e em grandes quantidades pode levar a sintomas mais graves, como perda de memória, coma e até mesmo morte.

Efeitos colaterais mais comuns do consumo de álcool:


Pressão baixa
Perda de coordenação
Visão turva
Dor de cabeça
Tempo de reação reduzido
Náusea
Vômito
Tontura
Comprometimento das funções mentais
Respiração lenta
Perda de consciência
Amnésia

Vale destacar que os efeitos do álcool dependem, em grande parte, da quantidade ingerida, da velocidade de consumo e de fatores individuais, como a genética.

Refrigerantes
O consumo de refrigerantes também está associado ao aumento do risco de transtornos depressivos, possivelmente devido a alterações no microbioma intestinal, segundo estudo citado pelo Medscape.

Os sintomas mais graves costumam ser observados em mulheres, possivelmente por diferenças biológicas e hormonais que influenciam esses padrões.

Como os refrigerantes podem aumentar ou agravar sintomas de depressão:

De acordo com o especialista Thanarajah, citado pela mesma fonte, os refrigerantes podem aumentar o risco de depressão por diversos mecanismos, como picos de açúcar no sangue, alterações no microbioma intestinal, processos inflamatórios e impactos no sistema de recompensa do cérebro.

Diferentemente de alimentos sólidos, os refrigerantes liberam rapidamente açúcar ou adoçantes no cólon, o que pode elevar rapidamente os níveis de glicose no sangue, atingir o cérebro e favorecer o crescimento de bactérias intestinais com propriedades pró-inflamatórias.

O microbioma intestinal também pode ser prejudicado porque algumas dessas bebidas contêm adoçantes artificiais, como o aspartame. Além disso, a pesquisa aponta os efeitos negativos do açúcar enquanto substância com potencial viciante.

É importante ressaltar que consumir essas bebidas não significa, por si só, desenvolver depressão. O diagnóstico da doença exige sempre avaliação médica especializada para ver possiveis efeitos e causas.





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sábado, 7 de fevereiro de 2026

5 sinais na pele que podem indicar falta de vitamina D no organismo

 

Olheiras persistentes, inchaço no rosto, palidez, descamação ao redor dos olhos e vermelhidão facial podem estar ligados à deficiência de vitamina D. Mesmo com sol abundante, rotina e hábitos podem dificultar a produção adequada do nutriente.






Mesmo em um país ensolarado como o Brasil, nem sempre é fácil atingir os níveis ideais de vitamina D. A rotina em ambientes fechados, o uso constante de protetor solar e a menor exposição direta ao sol ao longo do dia podem levar à deficiência desse nutriente essencial, que é produzido principalmente pela pele a partir da luz solar.

Mas como identificar quando o organismo está com falta de vitamina D? O site Silicon Canals listou cinco sinais que costumam passar despercebidos, mas podem indicar níveis baixos da vitamina.

1. Olheiras persistentes

Acordar com olheiras marcadas mesmo após uma boa noite de sono pode ser um sinal de alerta. A vitamina D tem papel importante na regulação do sono e na saúde da pele. Quando está em falta, o corpo pode ter dificuldade para equilibrar os ciclos de descanso, o que se reflete na aparência cansada do rosto.

2. Inchaço no rosto sem causa aparente

Perceber o rosto inchado em alguns dias, especialmente nas bochechas, também pode estar relacionado à deficiência de vitamina D. O nutriente ajuda a regular a retenção de líquidos e processos inflamatórios. Quando seus níveis estão baixos, o inchaço tende a se tornar mais frequente, ainda que muitas vezes seja atribuído apenas ao consumo de sal, alergias ou alterações hormonais.

3. Pele muito pálida e sem viço

Embora algumas pessoas tenham naturalmente a pele mais clara, uma aparência excessivamente pálida, opaca ou sem brilho pode indicar falta de vitamina D. A vitamina é fundamental para a renovação e reparação das células da pele. Em níveis insuficientes, ocorre acúmulo de células mortas na superfície, o que dá à pele um aspecto acinzentado e sem vida.

4. Descamação e manchas ao redor dos olhos

A região dos olhos é especialmente sensível à deficiência de vitamina D. Descamação, irritação e manchas nessa área podem estar associadas à dificuldade do organismo em manter a hidratação e a barreira protetora da pele.

Segundo a Healthline, a falta de vitamina D está ligada a um risco maior de problemas oculares, como olhos secos, retinopatia diabética, miopia e degeneração macular relacionada à idade.

5. Vermelhidão facial ou manchas em formato de borboleta

A deficiência de vitamina D também pode favorecer quadros leves de rosácea, especialmente nas bochechas e no nariz. De acordo com o Healthline, níveis baixos do nutriente podem contribuir para o desenvolvimento do lúpus, doença frequentemente associada a uma erupção cutânea em forma de borboleta no rosto.

A vitamina D é essencial não apenas para a saúde da pele, mas também para o funcionamento do sistema imunológico, dos ossos e do metabolismo. Diante de sinais persistentes, a recomendação é procurar orientação médica e realizar exames para avaliar os níveis do nutriente no organismo.






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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

O chá que ajuda o seu cérebro a funcionar melhor, segundo especialistas

 


Estudos indicam que o consumo regular de chá verde pode ajudar a preservar a memória, melhorar a concentração e reduzir o risco de declínio cognitivo. Especialistas destacam os compostos antioxidantes e anti-inflamatórios da bebida como aliados da saúde cerebral ao longo do envelhecimento.








Quando o assunto é saúde do cérebro, muita gente acredita que dormir bem, manter uma alimentação equilibrada e ter um estilo de vida saudável são suficientes. No entanto, as bebidas consumidas ao longo do dia, como água, refrigerantes, café ou chás, também podem influenciar as funções cerebrais a longo prazo.

Entre os chás mais comuns, alguns possuem compostos que favorecem a memória e a concentração. Ainda assim, há um que costuma ser o mais indicado por nutricionistas e especialistas em saúde: o chá verde.

Chá verde e saúde cerebral

“O chá verde é a minha escolha número um”, afirmou a nutricionista Vandana Sheth ao site Real Simple. Segundo ela, embora vários chás tragam benefícios ao cérebro, o chá verde se destaca pela combinação única de compostos bioativos presentes na bebida.

A nutricionista Lindsey Schoenfeld reforça a avaliação. “O chá verde fica com a medalha de ouro. Quando falamos em saúde cerebral, ele costuma ser o grande protagonista”, disse.

Pesquisas científicas indicam que o consumo regular de chá verde está associado à redução do risco de declínio cognitivo. Os compostos naturais da bebida ajudam a proteger o cérebro ao longo do envelhecimento.

De acordo com Sheth, o chá verde contribui para manter o foco, a clareza mental e a saúde cerebral a longo prazo. Além disso, fornece substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias que atuam positivamente nas células do cérebro.

Para aproveitar melhor os benefícios, a recomendação é manter o consumo regular, com pelo menos uma xícara por dia. Uma estratégia simples é substituir outras bebidas, como o café, pelo chá verde em alguns momentos do dia.

Outra sugestão é preparar a bebida com antecedência e mantê-la na geladeira. Para variar o sabor, vale acrescentar limão, raspas de frutas cítricas ou folhas de hortelã.





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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Sinais silenciosos de que seu relacionamento pode estar acabando

 

Você sente alívio ao imaginar a vida sem o parceiro? Psicólogo aponta os indícios mais comuns de que a relação já teve dias melhores.






primeira vista, tudo pode parecer bem. A rotina segue normalmente, não há brigas constantes, e a convivência parece estável. Mas, segundo especialistas, nem sempre a ausência de conflitos é sinal de um relacionamento saudável. De forma sutil e silenciosa, o vínculo pode estar se desfazendo.

O psicólogo Mark Travers, em entrevista à revista Forbes, alertou para alguns sinais que, muitas vezes ignorados ou minimizados, indicam que o namoro ou casamento já atravessou seus melhores dias — e pode estar perto do fim.

Veja os sinais de alerta mais comuns, segundo Travers:

1. Você sente alívio ao imaginar a vida sem o parceiro

Se pensar em uma rotina sem a pessoa ao seu lado desperta paz, liberdade ou até entusiasmo, é sinal de que algo importante se perdeu na relação. Segundo Travers, esse pensamento geralmente aparece quando a pessoa deseja reencontrar sua essência, aquilo que era antes do relacionamento. “Você só quer se sentir você mesmo de novo”, resume o especialista.

2. Você está constantemente exausto, e não sabe explicar o porquê

Relacionamentos desgastantes drenam energia emocional e física, mesmo quando não há discussões intensas. Se você se sente esgotado, irritado ou triste com frequência, pode estar tentando, de forma inconsciente, sustentar algo que não está mais funcionando. “Você está se esforçando demais para manter o relacionamento”, explica Travers.

3. Você se questiona com frequência se deveria seguir nesse relacionamento

Essa dúvida persistente — mesmo em meio à estabilidade aparente — pode indicar solidão emocional. A ausência de conexão verdadeira, troca afetiva ou sentimento de parceria pode fazer com que a pessoa se sinta isolada dentro da própria relação. “Você se sente solitário a cada dia que passa”.

4. Ficar atento aos sinais pode evitar rupturas traumáticas

Reconhecer esses indícios não significa que o relacionamento precisa acabar imediatamente, mas sim que algo precisa ser revisto com maturidade. Conversas honestas, terapia de casal ou, em alguns casos, um tempo de reflexão individual podem ajudar a entender o que ainda pode ser reconstruído — ou se o melhor caminho é o encerramento.

  • Comunicação Aberta e Honestidade: Pratique a escuta ativa e expresse seus sentimentos de forma clara, sem culpar o outro. Resolver conflitos com calma evita o acúmulo de mágoas e possiveis ressentimentos.
  • Tempo de Qualidade: Reserve momentos exclusivos para o casal, desconectados de dispositivos eletrônicos. Isso fortalece a conexão emocional e a amizade deixando claro a perspectiva de valor de cada um. As vezes dar um tempo na relação pessoal pode ser uma importante reserva de sentimento.
  • Respeito e Individualidade: Valorize as diferenças e apoie os objetivos pessoais do parceiro. Manter hobbies e amizades próprias é essencial para o equilíbrio individual e do casal. Vocês devem saber o que precisam para serem mais felizes juntos.
  • Demonstrações de Afeto: Pequenos gestos diários, elogios e contato físico mantêm a intimidade viva. A gratidão por ações simples fortalece o vínculo positivo entre um casal que deseja manter estavel a sua relação pessoal.
  • Alinhamento de Expectativas: Conversem sobre planos futuros, finanças e valores. Estar na mesma página ajuda a evitar frustrações a longo prazo.

A dor do fim pode ser grande, mas muitas vezes é justamente essa libertação que abre espaço para o crescimento pessoal e emocional de ambos, deixando claro a perspectiva de valor de cada casal.




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Psicóloga explica 6 aspectos de um relacionamento saudável

   O estudo mostrou que o tempo de duração das uniões também vem diminuindo ao longo dos anos. Em 2010, um casamento durou cerca de 16 anos....