segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Pedras nos rins ou infeção urinária? 7 sinais que ajudam a distinguir

 

Pedras nos rins e infeção urinária são dois problemas de saúde que podem ter sintomas muito semelhantes. Ainda assim, existem formas de conseguir distinguir e entender qual o está afetando. Veja o que um especialista tem a dizer.








Pedras nos rins e infecção urinária são problemas de saúde que podem provocar alterações no sistema urinário. Dessa forma, podem ser facilmente confundidos. Um especialista na área revelou que existem formas de distinguir essas duas condições. Há sete sinais que podem ajudar a perceber a diferença.

Shashank MS é especialista em urologia e transplante renal e explicou quais são as principais diferenças entre pedras nos rins e infecção urinária. Ao site Only My Health, ele revelou os sinais que ajudam a distinguir essas duas condições.

Pedras nos rins ou infecção urinária: como distinguir
“As pedras nos rins são depósitos duros que se formam dentro dos rins e podem se deslocar pelo trato urinário. Já uma infecção urinária ocorre quando bactérias infectam alguma parte do sistema urinário, geralmente a bexiga ou a uretra”, começa por explicar o especialista.

Confira os sinais que devem ser observados para conseguir diferenciar esses dois problemas de saúde.

1 - Onde ocorre a dor

“As pedras nos rins geralmente causam dor súbita e intensa na lateral ou nas costas, frequentemente abaixo das costelas. A dor pode irradiar para a parte inferior do abdômen ou para a virilha. Uma infecção urinária geralmente causa desconforto ou dor na parte inferior do abdômen ou na região pélvica.”

2 - Como é a dor

“A dor causada por pedras nos rins pode ser extremamente intensa. Ela apresenta períodos em que se torna mais forte e depois diminui um pouco. Uma infecção urinária geralmente causa um desconforto ou pressão mais persistente na parte inferior do abdômen, em vez da dor intensa tipicamente associada às pedras nos rins.”

3 - Sensação ao urinar

“A sensação de ardência ao urinar está fortemente associada a uma infecção. As pedras nos rins também podem causar desconforto ao urinar, mas sem ardência.”

4 - Como está a urina

“Um cheiro forte ou o fato de a urina estar mais escura do que o normal podem indicar uma infecção urinária. Já as pedras nos rins podem fazer com que a urina apresente sangue, deixando-a com uma aparência rosada ou avermelhada.”

5 - Febre e calafrios

“A infecção urinária pode causar febre alta, calafrios, fraqueza e vômitos. Por outro lado, as pedras nos rins geralmente não causam febre.”

6 - Náuseas e vômitos

“Náuseas e vômitos intensos são comuns em casos de pedras nos rins. Uma infecção renal também pode causar náuseas e vômitos, especialmente quando é acompanhada de febre e calafrios.”

7 - Dificuldade para urinar

“As pedras nos rins podem ficar alojadas no trato urinário e bloquear o fluxo de urina. Isso pode causar dores intensas, semelhantes a cólicas, e dificuldade para urinar. Já a infecção urinária pode causar vontade frequente de urinar, mas normalmente não provoca uma obstrução completa.”




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domingo, 9 de agosto de 2026

Má circulação sanguínea? Eis o treino ideal para o sistema linfático

 


Esqueça os treinos longos e exaustivos. Para tratar problemas de má circulação sanguínea, profissionais de saúde sugerem este treino para cuidar do sistema linfático. Saiba aqui qual é e quais são os benefícios.








Esqueça os treinos longos e exaustivos. As massagens linfáticas podem ser uma boa opção, mas não fazem todo o trabalho — “o treino continuará sendo obrigatório, e as massagens são apenas um complemento”, garantem especialistas.


Mas, afinal, qual é o melhor exercício para tratar problemas relacionados à famosa “má circulação sanguínea”?

Profissionais de saúde indicaram à Vogue o melhor exercício para cuidar do sistema linfático, e você pode se surpreender. Tudo o que pode estar precisando é dessa “tendência fitness descomplicada” que, segundo a Vogue, consiste em uma caminhada linfática.

Assustado com o nome? Então, vamos entender do que se trata:

“De todas as formas de cuidar do sistema linfático, caminhar é a porta mais fácil de atravessar”, afirma Rebecca Faria, fundadora da Detox by Rebecca. “Sem spa, sem academia, sem equipamentos especiais. Você nem precisa trocar de roupa. Só precisa sair e se movimentar. A partir daí, o corpo assume o controle.”

Você percebeu semelhanças com um passeio ou uma caminhada comum do dia a dia? Ainda assim, não é exatamente a mesma coisa. Entenda as diferenças.

Os especialistas sugerem que você pense na caminhada linfática como algo mais intencional do que uma caminhada normal. “É uma caminhada regular, mas com foco em uma respiração profunda, boa postura e movimento natural para estimular uma circulação linfática saudável”, explica Petra Gospic.

A caminhada “linfática”, segundo os especialistas, consiste simplesmente em caminhar da maneira mais confortável para o corpo, mas seguindo algumas orientações: “Manter-se ereto, movimentar os braços e respirar profundamente”.

“A consistência é muito mais importante do que a perfeição”, esclarece Gospic. “Até mesmo uma caminhada de 20 a 30 minutos pode ser benéfica”, acrescenta.

Confira os benefícios e o que você deve levar em consideração
Essa caminhada pode fortalecer o sistema imunológico, estimular a digestão e reduzir o estresse. No entanto, Gospic esclarece que ela “não pode ser vista como uma desintoxicação”, já que essa é uma função desempenhada pelo fígado e pelos rins.

Por isso, você deve encarar esse exercício apenas como “um apoio ao movimento natural dos fluidos e à circulação do corpo, e não como uma forma de eliminar toxinas”.

“Não espere mudanças drásticas. Uma caminhada é maravilhosa, mas não é uma varinha mágica”, afirma Rebecca Faria. “A verdadeira magia está em combinar isso de forma consistente com um estilo de vida que favoreça a saúde do seu corpo”, conclui.




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quarta-feira, 29 de julho de 2026

Veja os principais sinais e diferenças de intolerância e alergia ao leite

 


Especialistas explicam os sintomas mais comuns e as principais diferenças entre intolerância e alergia ao leite.










Embora o leite esteja entre os alimentos mais consumidos no mundo, uma parcela significativa da população apresenta algum grau de intolerância à lactose, que é o açúcar natural presente no alimento. No Brasil, estima-se que mais de 50% das pessoas tenham tendência a desenvolver a condição, segundo estudo do laboratório Genera. Isso ocorre quando o organismo produz pouca ou nenhuma lactase, enzima responsável por digerir a lactose no intestino e permitir sua adequada absorção pelo corpo. Sem essa enzima em quantidade suficiente, o açúcar do leite não é corretamente processado, o que pode levar ao surgimento de sintomas após o consumo de laticínios.

De acordo com Dr. Renato Zorzo,  médico e professor de nutrologia da Afya Ribeirão Preto, a intolerância pode surgir em diferentes fases da vida e variar bastante de intensidade. “Muitas pessoas passam a apresentar sintomas na adolescência ou na vida adulta porque a produção de lactase tende a diminuir naturalmente com o passar dos anos. A intolerância à lactose é a expressão clínica da insuficiência de lactase, e a maioria das pessoas está em algum ponto entre os extremos, há quem tolere pequenas quantidades de leite sem sintomas e há quem apresente desconfortos com doses muito menores”, explica.

O especialista ressalta que a intolerância à lactose costuma ser adquirida ao longo da vida, já que bebês, em geral, não apresentam a condição, exceto em raros casos genéticos. Ele explica que a produção de lactase tende a diminuir a partir dos primeiros anos de vida e pode se intensificar com o envelhecimento, o que torna a intolerância mais frequente em idosos e também influenciada por fatores genéticos. Entre os sintomas mais comuns estão dor abdominal, estufamento, excesso de gases, náusea, diarreia e sensação de má digestão após o consumo de leite e derivados, geralmente surgindo pouco tempo após a ingestão. Segundo o médico, também podem ocorrer distensão abdominal intensa, aumento rápido de gases, cólicas, ruídos intestinais, urgência evacuatória e, em alguns casos, mal-estar, sudorese e desconforto significativo.

Diego Righi, professor de Nutrição da Afya Centro Universitário  Itaperuna, destaca que nem sempre é necessário excluir totalmente os laticínios da alimentação, já que a intolerância à lactose costuma ser dose-dependente. Ele explica que cada organismo possui um nível de tolerância próprio, que varia conforme a quantidade ingerida, o tipo de alimento, a microbiota intestinal e até a forma de consumo, o que faz com que muitas pessoas consigam ingerir pequenas porções de derivados sem apresentar sintomas relevantes. Segundo ele, a recomendação atual é individualizar a alimentação e evitar restrições excessivas, adotando na prática uma abordagem que envolve reduzir a lactose, testar a tolerância de cada pessoa e preservar, sempre que possível, fontes importantes de cálcio, proteína, vitamina D e vitamina B12.

Intolerância à Lactose x Alergia ao Leite


A intolerância à lactose e a alergia à proteína do leite são condições distintas. A primeira está relacionada à dificuldade do organismo em digerir a lactose, açúcar presente no leite, e provoca principalmente sintomas gastrointestinais, como gases, distensão abdominal, cólicas, náusea e diarreia. Trata-se de uma condição dose-dependente, que não envolve o sistema imunológico e, em geral, não está associada a reações graves.

Já a alergia ao leite é uma resposta imunológica às proteínas do leite, como a caseína e as proteínas do soro. Nesses casos, mesmo pequenas quantidades podem desencadear reações que afetam pele, intestino, sistema respiratório e circulação, como coceira, urticária, inchaço, vômitos, chiado no peito, falta de ar, sangue nas fezes e, em situações mais graves, anafilaxia. Mais comum na infância, a condição exige a exclusão total do leite e de seus derivados, inclusive versões sem lactose. O professor de nutrição reforça que a diferença central está no mecanismo de reação: “A intolerância é uma reação ao açúcar do leite, enquanto a alergia envolve uma resposta do sistema imunológico às proteínas lácteas. Por isso, o diagnóstico correto é fundamental para definir o tratamento adequado”.

Ele acrescenta ainda que produtos sem lactose não são indicados para pessoas com alergia ao leite, já que continuam sendo derivados lácteos e mantêm as proteínas responsáveis pelas reações alérgicas. “A remoção da lactose não elimina as proteínas do leite, que são justamente as responsáveis pela alergia, por isso esses produtos não são seguros nesses casos”, explica o nutricionista.

O nutricionista da ressalta, porém, que algumas bebidas vegetais são menos indicadas como opção principal diária, como as de arroz, pelo baixo teor de proteína e maior carga de carboidratos, e as de coco, que também têm pouca proteína e podem apresentar maior teor de gordura saturada em algumas versões. Ele também alerta para o consumo frequente de bebidas adoçadas ou saborizadas, devido ao excesso de açúcar adicionado. Na escolha, o especialista recomenda a observação do rótulo, priorizando versões sem açúcar, com cerca de 240 a 300 mg de cálcio por copo, fortificadas com vitamina D e vitamina B12, e que ofereçam, quando usadas como substituto do leite, pelo menos 6 a 8 g de proteína por porção.




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quarta-feira, 8 de julho de 2026

5 hábitos que melhoram a saúde intestinal além da alimentação

 


Especialistas explicam que controlar o estresse, dormir bem, praticar atividade física, manter boas relações sociais e evitar ar de má qualidade também ajudam a equilibrar a microbiota e proteger o intestino.









Além da alimentação, outros hábitos do dia a dia também influenciam diretamente a saúde intestinal. Sono, estresse, atividade física, relações sociais e até a qualidade do ar podem interferir no equilíbrio do intestino.

Especialistas ouvidos pelo Real Simple explicaram quais atitudes ajudam a manter o intestino saudável para além da dieta.

1. Controlar o estresse emocional e mental

Gerenciar o estresse é uma das melhores atitudes para cuidar do intestino. Segundo a gastroenterologista Margaret Schwiesow, intestino e cérebro se comunicam diretamente. Por isso, quando há estresse, o intestino também sente os efeitos.

O estresse crônico pode favorecer o crescimento de bactérias nocivas e causar um desequilíbrio da microbiota, chamado disbiose. De acordo com o gastroenterologista Eric Yoon, isso pode provocar alterações no apetite, digestão mais lenta e inflamação.

Também pode aumentar o inchaço e piorar doenças gastrointestinais já existentes, como síndrome do intestino irritável e doença inflamatória intestinal.

2. Dormir bem

O sono também tem impacto importante na saúde intestinal. Dormir mal pode desequilibrar a microbiota, favorecendo inflamação, inchaço e alterações na digestão.

Segundo Yoon, a má qualidade do sono também pode afetar hormônios ligados ao apetite, como a grelina, conhecida como hormônio da fome, e a leptina, ligada à saciedade.

O ritmo circadiano, conhecido como relógio biológico, também está conectado ao intestino. Ele ajuda a regular o funcionamento intestinal, enquanto as bactérias intestinais influenciam genes ligados a esse ciclo.

Uma noite ruim de sono não costuma causar grandes problemas, mas dormir pouco ou mal com frequência pode prejudicar o intestino.

3. Manter-se fisicamente ativo

A prática de exercícios beneficia o corpo como um todo e também ajuda o intestino a funcionar melhor.

“Pense no exercício como uma massagem natural para o seu sistema digestivo. Ele ajuda a manter o trânsito intestinal regular e reduz o inchaço e a constipação”, explica Schwiesow.

A atividade física melhora a circulação e ajuda os músculos intestinais a se contraírem com mais eficiência, facilitando a movimentação dos resíduos pelo cólon.

Também contribui para o equilíbrio da microbiota intestinal, aumentando a diversidade de bactérias saudáveis, o que favorece a imunidade e a absorção de nutrientes. Caminhar 30 minutos por dia já pode fazer diferença.

4. Passar tempo com amigos e familiares

As relações sociais também podem influenciar a saúde intestinal. Conexões positivas ajudam a reduzir o estresse, um fator importante para o equilíbrio do intestino.

Com níveis mais baixos de estresse, também fica mais fácil manter escolhas alimentares e hábitos de vida mais saudáveis.

Além disso, segundo Schwiesow, relações sociais positivas podem influenciar diretamente o microbioma intestinal.

5. Reduzir a exposição à má qualidade do ar

A qualidade do ar é um fator muitas vezes esquecido quando o assunto é saúde intestinal. A exposição a ar de má qualidade pode desencadear inflamação no intestino e alterar negativamente o microbioma, favorecendo desequilíbrios.

“A qualidade do ar interior também é importante, especialmente se houver exposição a fumaça, produtos químicos de limpeza ou ventilação inadequada”, afirma Schwiesow.









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Pedras nos rins ou infeção urinária? 7 sinais que ajudam a distinguir

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