quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

O chá que ajuda o seu cérebro a funcionar melhor, segundo especialistas

 


Estudos indicam que o consumo regular de chá verde pode ajudar a preservar a memória, melhorar a concentração e reduzir o risco de declínio cognitivo. Especialistas destacam os compostos antioxidantes e anti-inflamatórios da bebida como aliados da saúde cerebral ao longo do envelhecimento.








Quando o assunto é saúde do cérebro, muita gente acredita que dormir bem, manter uma alimentação equilibrada e ter um estilo de vida saudável são suficientes. No entanto, as bebidas consumidas ao longo do dia, como água, refrigerantes, café ou chás, também podem influenciar as funções cerebrais a longo prazo.

Entre os chás mais comuns, alguns possuem compostos que favorecem a memória e a concentração. Ainda assim, há um que costuma ser o mais indicado por nutricionistas e especialistas em saúde: o chá verde.

Chá verde e saúde cerebral

“O chá verde é a minha escolha número um”, afirmou a nutricionista Vandana Sheth ao site Real Simple. Segundo ela, embora vários chás tragam benefícios ao cérebro, o chá verde se destaca pela combinação única de compostos bioativos presentes na bebida.

A nutricionista Lindsey Schoenfeld reforça a avaliação. “O chá verde fica com a medalha de ouro. Quando falamos em saúde cerebral, ele costuma ser o grande protagonista”, disse.

Pesquisas científicas indicam que o consumo regular de chá verde está associado à redução do risco de declínio cognitivo. Os compostos naturais da bebida ajudam a proteger o cérebro ao longo do envelhecimento.

De acordo com Sheth, o chá verde contribui para manter o foco, a clareza mental e a saúde cerebral a longo prazo. Além disso, fornece substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias que atuam positivamente nas células do cérebro.

Para aproveitar melhor os benefícios, a recomendação é manter o consumo regular, com pelo menos uma xícara por dia. Uma estratégia simples é substituir outras bebidas, como o café, pelo chá verde em alguns momentos do dia.

Outra sugestão é preparar a bebida com antecedência e mantê-la na geladeira. Para variar o sabor, vale acrescentar limão, raspas de frutas cítricas ou folhas de hortelã.





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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Sinais silenciosos de que seu relacionamento pode estar acabando

 

Você sente alívio ao imaginar a vida sem o parceiro? Psicólogo aponta os indícios mais comuns de que a relação já teve dias melhores.






primeira vista, tudo pode parecer bem. A rotina segue normalmente, não há brigas constantes, e a convivência parece estável. Mas, segundo especialistas, nem sempre a ausência de conflitos é sinal de um relacionamento saudável. De forma sutil e silenciosa, o vínculo pode estar se desfazendo.

O psicólogo Mark Travers, em entrevista à revista Forbes, alertou para alguns sinais que, muitas vezes ignorados ou minimizados, indicam que o namoro ou casamento já atravessou seus melhores dias — e pode estar perto do fim.

Veja os sinais de alerta mais comuns, segundo Travers:

1. Você sente alívio ao imaginar a vida sem o parceiro

Se pensar em uma rotina sem a pessoa ao seu lado desperta paz, liberdade ou até entusiasmo, é sinal de que algo importante se perdeu na relação. Segundo Travers, esse pensamento geralmente aparece quando a pessoa deseja reencontrar sua essência, aquilo que era antes do relacionamento. “Você só quer se sentir você mesmo de novo”, resume o especialista.

2. Você está constantemente exausto, e não sabe explicar o porquê

Relacionamentos desgastantes drenam energia emocional e física, mesmo quando não há discussões intensas. Se você se sente esgotado, irritado ou triste com frequência, pode estar tentando, de forma inconsciente, sustentar algo que não está mais funcionando. “Você está se esforçando demais para manter o relacionamento”, explica Travers.

3. Você se questiona com frequência se deveria seguir nesse relacionamento

Essa dúvida persistente — mesmo em meio à estabilidade aparente — pode indicar solidão emocional. A ausência de conexão verdadeira, troca afetiva ou sentimento de parceria pode fazer com que a pessoa se sinta isolada dentro da própria relação. “Você se sente solitário a cada dia que passa”.

4. Ficar atento aos sinais pode evitar rupturas traumáticas

Reconhecer esses indícios não significa que o relacionamento precisa acabar imediatamente, mas sim que algo precisa ser revisto com maturidade. Conversas honestas, terapia de casal ou, em alguns casos, um tempo de reflexão individual podem ajudar a entender o que ainda pode ser reconstruído — ou se o melhor caminho é o encerramento.

  • Comunicação Aberta e Honestidade: Pratique a escuta ativa e expresse seus sentimentos de forma clara, sem culpar o outro. Resolver conflitos com calma evita o acúmulo de mágoas e possiveis ressentimentos.
  • Tempo de Qualidade: Reserve momentos exclusivos para o casal, desconectados de dispositivos eletrônicos. Isso fortalece a conexão emocional e a amizade deixando claro a perspectiva de valor de cada um. As vezes dar um tempo na relação pessoal pode ser uma importante reserva de sentimento.
  • Respeito e Individualidade: Valorize as diferenças e apoie os objetivos pessoais do parceiro. Manter hobbies e amizades próprias é essencial para o equilíbrio individual e do casal. Vocês devem saber o que precisam para serem mais felizes juntos.
  • Demonstrações de Afeto: Pequenos gestos diários, elogios e contato físico mantêm a intimidade viva. A gratidão por ações simples fortalece o vínculo positivo entre um casal que deseja manter estavel a sua relação pessoal.
  • Alinhamento de Expectativas: Conversem sobre planos futuros, finanças e valores. Estar na mesma página ajuda a evitar frustrações a longo prazo.

A dor do fim pode ser grande, mas muitas vezes é justamente essa libertação que abre espaço para o crescimento pessoal e emocional de ambos, deixando claro a perspectiva de valor de cada casal.




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sábado, 10 de janeiro de 2026

Dor de garganta no verão é normal? Otorrinolaringologista explica

 

Ar-condicionado, ambientes fechados e infecções virais ajudam a explicar o desconforto; especialista alerta para sinais que exigem avaliação médica.








A dor de garganta costuma ser associada aos meses frios, mas o incômodo também é frequente durante o verão e não por acaso. O uso intenso de ar-condicionado, a maior circulação de vírus respiratórios e alguns hábitos comuns da estação contribuem para o aumento dos casos. Quem explica é a otorrinolaringologista Dra. Roberta Pilla, membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF).

“Mesmo no calor, é comum atender pacientes com dor de garganta causada por infecções virais, processos inflamatórios e fatores irritativos. O verão reúne condições que favorecem esses quadros, especialmente em ambientes fechados e climatizados”, explica a médica.

O que causa dor de garganta no verão?


De acordo com a especialista, as principais causas são infecções e irritações das vias aéreas superiores, entre elas:

  • Vírus, como enterovírus e parainfluenza 3
  • Bactérias, que podem levar a quadros de faringite e amigdalite
  • Processos inflamatórios, como laringite
  • Fatores irritativos, incluindo refluxo, alergias, ar seco, fumaça e respiração oral

No verão, o uso prolongado de ar-condicionado e ventiladores merece total atenção. “Quando os aparelhos não passam por uma manutenção adequada, eles dispersam poeira, ácaros e fungos no ambiente, o que pode piorar quadros alérgicos e respiratórios, além de favorecer a dor de garganta”, alerta Dra. Roberta.

Bebidas geladas causam dor de garganta?


Apesar da crença popular, não há comprovação científica de que bebidas geladas provoquem dor de garganta. “Algumas pessoas sentem alívio ao consumir líquidos gelados, enquanto outras pioram. A resposta varia de acordo com cada organismo e deve ser avaliada individualmente”, esclarece a otorrinolaringologista.

Quando a dor de garganta exige avaliação médica?


Embora muitos quadros sejam autolimitados, alguns sinais indicam a necessidade de procurar um especialista:

  • Febre
  • Presença de pus na garganta
  • Dor de ouvido
  • Manchas vermelhas pelo corpo
  • Inchaço ou caroço no pescoço
  • Catarro com sangue
  • Dificuldade para abrir a boca, respirar ou engolir
  • Rouquidão persistente

“Esses sintomas podem indicar infecção bacteriana ou complicações que exigem diagnóstico e tratamento adequados”, reforça a médica.

O tratamento depende diretamente da causa do problema.

Infecções virais costumam regredir espontaneamente, com uso de analgésicos, anti-inflamatórios e pastilhas para alívio dos sintomas. Infecções bacterianas, quando confirmadas, podem exigir antibióticos.

Medidas de apoio também ajudam na recuperação. “Sopas, chás, especialmente com mel e limão, boa hidratação e repouso são aliados importantes”, orienta Dra. Roberta.

A especialista acrescenta que os cuidados no verão são semelhantes aos do inverno: “É fundamental beber bastante líquido, descansar, manter uma alimentação nutritiva, evitar falar alto, não consumir álcool ou cigarro e sempre tossir ou espirrar no cotovelo ou em lenços descartáveis”.

Para reduzir o risco do problema, a otorrinolaringologista recomenda:


  • Manter a vacinação contra a gripe em dia
  • Garantir boa hidratação ao longo do dia
  • Ter uma alimentação equilibrada
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes
  • Priorizar ambientes limpos e bem ventilados
  • Usar ar-condicionado apenas com manutenção e higienização adequadas, além de umidificação correta do ambiente
  • Lavar as mãos com frequência
  • Manter uma boa higiene nasal

“Pequenas mudanças de hábito fazem diferença na prevenção. O cuidado com o ambiente e com a saúde respiratória deve acontecer o ano todo, finaliza Dra. Roberta Pilla.






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terça-feira, 30 de dezembro de 2025

5 curiosidades sobre como o beijo pode influenciar o bem-estar emocional

 


Gesto comum nas relações afetivas ativa o cérebro, reduz o estresse e influencia a forma como as pessoas se conectam emocionalmente.







O beijo costuma ser associado ao afeto, à intimidade e às relações amorosas, mas seus efeitos vão além do campo emocional. Do ponto de vista da psicologia e da neurociência, o gesto envolve reações químicas no cérebro, ativa áreas ligadas ao prazer e pode influenciar diretamente o humor, o estresse e a forma como as pessoas se conectam. Segundo a psicóloga Ligia Kaori Matsumoto, do Hospital Dia M’Boi Mirim I, gerenciado pelo CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”, o beijo também pode ser entendido como um comportamento com impacto no bem-estar e na saúde mental.

Mas o que, exatamente, acontece no corpo e no cérebro durante um beijo? A seguir, a especialista explica cinco curiosidades que ajudam a entender por que esse gesto pode fazer tão bem.

1. O beijo ativa áreas do cérebro ligadas ao prazer 


Durante o beijo, o cérebro entra em um estado de estímulo intenso. Há liberação de dopamina, neurotransmissor associado à sensação de recompensa e prazer, que atua diretamente na melhora do humor. “Esse mecanismo ajuda o cérebro a associar o gesto a sensações positivas, o que explica por que o beijo pode gerar conforto emocional e sensação de bem-estar”, explica Ligia. Esse efeito é semelhante ao observado em outras experiências prazerosas, como ouvir música ou praticar atividades que dão satisfação.

2. Beijar pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade 


Além de promover prazer, o beijo também tem efeito calmante. O gesto contribui para a liberação de serotonina, neurotransmissor ligado à sensação de relaxamento, e para a redução do cortisol, hormônio relacionado ao estresse. Segundo a psicóloga, esse conjunto de reações pode ajudar a aliviar as tensões do dia a dia e reduzir sintomas de ansiedade, especialmente quando o beijo acontece em um contexto de segurança emocional e de afeto.

3. O beijo ajuda a fortalecer vínculos afetivos 


A liberação de ocitocina durante o beijo está diretamente relacionada (ligada) à criação e ao fortalecimento de laços emocionais. Conhecida como “hormônio do amor”, ela aumenta a sensação de proximidade, confiança e conexão entre as pessoas. “Esse processo é importante para a construção de vínculos afetivos mais seguros, seja em relações amorosas, familiares ou de cuidado”.

4. O beijo funciona como uma forma de comunicação não verbal 


Mesmo sem palavras, o beijo transmite mensagens claras. Ele pode comunicar carinho, acolhimento, desejo, cuidado ou proteção, dependendo da relação e do momento vivido. “Muitas vezes, o beijo expressa sentimentos que não são verbalizados, funcionando como uma linguagem emocional”, explica a especialista. Por isso, o gesto tem um papel importante na dinâmica das relações humanas.

5. O significado do beijo varia de acordo com a cultura 

 

Embora seja um gesto amplamente difundido, o beijo não tem um único significado. As interpretações variam de acordo com a cultura, o contexto social e o tipo de relação. No Brasil, por exemplo, o beijo na testa costuma simbolizar cuidado e proteção; o beijo no rosto, cumprimento ou amizade; e o beijo na boca está mais associado à intimidade emocional e ao desejo. “Essas diferenças mostram como o beijo também é um comportamento socialmente construído”.


Quando o beijo faz bem? 


De acordo com a psicóloga, os efeitos positivos do beijo estão diretamente ligados ao respeito e ao consentimento. “Quando o gesto acontece de forma natural, consentida e dentro do contexto cultural e emocional de cada pessoa, ele pode contribuir para o equilíbrio emocional, fortalecer vínculos e até ajudar no enfrentamento do estresse do dia a dia”, conclui.





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domingo, 21 de dezembro de 2025

Veja 5 dicas de como manter os cuidados com a higiene bucal

 

Especialista alerta para erros comuns em viagens e ensina como manter os dentes, gengiva e implantes protegidos.








Você já parou para pensar como as férias podem comprometer a saúde bucal? Um levantamento do National Center for Biotechnology Information (NCBI) aponta que mudanças de rotina, especialmente em viagens, fazem com que mais de 40% das pessoas reduzam a frequência de escovação e fiquem longos períodos sem higienizar a boca. Essa quebra de hábitos aumenta o risco de acúmulo de placa bacteriana, inflamação gengival e até problemas em implantes.

Segundo o Dr. Paulo Yanase, dentista da Oral Sin, rede de implantes dentários, isso acontece porque as férias costumam bagunçar horários e trocar hábitos saudáveis por praticidade. “O principal erro é perder a regularidade. Quando a rotina muda, muita gente deixa de escovar nos horários adequados, esquece o fio dental e passa muitas horas sem higienizar a boca. O problema se intensifica à noite, quando a proliferação bacteriana é maior e justamente quando mais pessoas dormem sem escovar os dentes durante viagens. Em casos de quem tem implantes, essa negligência favorece inflamações e até peri-implantite”, explica.

Para manter os cuidados bucais mesmo fora da rotina, o Dr. Paulo lista 5 dicas essenciais:

1. Monte um kit portátil de higiene bucal


Inclua mini escova, creme dental pequeno, fio dental, escova interdental e enxaguante sem álcool. Esse kit garante higienização adequada em qualquer banheiro de restaurante, aeroporto ou passeio, evitando longos períodos de acúmulo bacteriano, especialmente importante para quem usa implantes.

2. Use a técnica do “enxágue estratégico” quando não puder escovar


Se estiver em deslocamentos longos e sem acesso a um banheiro, beba água ou faça bochechos só com água após comer. Isso ajuda a remover resíduos, reduzir a acidez e retardar a formação da placa, preservando o esmalte até que seja possível escovar corretamente.

3. Consuma alimentos que ajudam na limpeza natural


Cenoura, maçã e queijo estimulam a salivação, que é uma proteção natural da boca. A saliva neutraliza ácidos e auxilia na remoção de partículas, funcionando como uma “limpeza” quando a higienização está atrasada.

4. Ajuste o consumo de doces e bebidas ácidas ao momento da escovação


Drinks cítricos, refrigerantes e sorvetes aumentam a acidez da boca e favorecem erosão. Por isso, consuma quando você sabe que poderá escovar logo depois, assim, reduz o tempo de exposição dos dentes aos ácidos e evita danos ao esmalte.

5. Nunca abra mão da escovação noturna


Mesmo cansado após um dia de praia, trilha ou viagens longas, a escovação antes de dormir é indispensável. À noite, a produção de saliva diminui, deixando a boca mais vulnerável à ação das bactérias. Essa escovação compensa eventual atraso durante o dia e evita inflamações.

No fim das contas, manter a saúde bucal nas férias depende mais de atenção do que de esforço. “Não é sobre ter uma rotina perfeita todos os dias, e sim sobre evitar longos períodos sem higienização e adotar pequenas estratégias que fazem grande diferença. Com os cuidados certos, é totalmente possível aproveitar as férias sem colocar dentes, gengivas e implantes em risco”, finaliza o Dr. Paulo Yanase.





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O chá que ajuda o seu cérebro a funcionar melhor, segundo especialistas

  Estudos indicam que o consumo regular de chá verde pode ajudar a preservar a memória, melhorar a concentração e reduzir o risco de declíni...