quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Como comer mais fibras: hábito simples com frutas pode ajudar

 

Comer uma porção de fruta no meio da tarde pode ser uma forma prática de aumentar a ingestão diária de fibras. Segundo nutricionista, o horário não é obrigatório, mas ajuda a criar consistência e ainda pode reduzir a fome e a vontade de doces.












A fibra é um nutriente importante para o funcionamento do organismo e está associada a benefícios para a saúde digestiva, cardiovascular e metabólica. Uma maneira simples de aumentar seu consumo diário é transformar a fruta em um lanche fixo no meio da tarde.

A nutricionista Lauren Manaker recomenda, por exemplo, comer uma porção de fruta por volta das 15h. O horário, porém, não tem nenhum efeito especial por si só. A estratégia funciona principalmente porque facilita a criação de um hábito consistente.

Segundo a especialista, em declaração ao Real Simple, existem dois principais tipos de fibras: as solúveis e as insolúveis.

Qual é a diferença entre fibras solúveis e insolúveis?

A fibra solúvel se dissolve em água e forma uma substância semelhante a um gel no sistema digestivo.

Esse tipo de fibra pode ajudar a retardar a digestão, contribuir para a manutenção de níveis adequados de açúcar no sangue e auxiliar na redução do colesterol.

Já a fibra insolúvel não se dissolve em água. Sua principal função é aumentar o volume das fezes e favorecer o funcionamento regular do intestino.

“Pode ajudar os alimentos a se moverem pelo trato digestivo com mais eficiência”, explica Manaker.

Por que comer uma fruta à tarde pode ajudar?

Frutas são fontes naturais de fibras, embora a quantidade varie de acordo com o alimento escolhido. Muitas oferecem tanto fibras solúveis quanto insolúveis.

Uma porção pode corresponder, por exemplo, a uma fruta média inteira ou a uma porção de frutas cortadas ou frutas vermelhas.

Ao transformar a fruta em um lanche diário, fica mais fácil aumentar gradualmente a quantidade de fibras consumida sem precisar fazer grandes mudanças na alimentação.

As fibras presentes nas frutas também ajudam a manter o trânsito intestinal regular e servem de alimento para bactérias benéficas do intestino.

“Além da digestão, o consumo regular de frutas ricas em fibras também pode contribuir para a saúde do coração, o controle do açúcar no sangue e a qualidade geral da dieta”, afirma a nutricionista.

Tem que ser exatamente às 15h?

Não. As 15h não são um horário “mágico” para consumir fibras.

A recomendação funciona como um ponto de referência, especialmente porque muitas pessoas sentem fome ou queda de energia durante a tarde.

O mais importante é escolher um horário que possa ser mantido todos os dias.

“Se a fruta se tornar o lanche da tarde preferido, essa pode ser uma maneira simples e realista de aumentar a ingestão diária de fibras ao longo do tempo”, explica Manaker.

Comer frutas todos os dias traz outros benefícios

Além das fibras, as frutas fornecem vitaminas, minerais, antioxidantes e diferentes compostos vegetais.

Muitas são fontes de vitamina C, potássio e polifenóis, nutrientes relacionados ao funcionamento do sistema imunológico, à saúde cardiovascular e à manutenção das células.

Por apresentarem alto teor de água, as frutas também podem contribuir para a hidratação. O sabor naturalmente doce ainda pode ajudar a diminuir a vontade de consumir doces e outros alimentos ricos em açúcar.

A ideia, portanto, não é tratar o lanche das 15h como uma regra rígida, mas usar um horário fixo como estratégia para incorporar de forma consistente uma fonte de fibras à alimentação diária.






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domingo, 6 de setembro de 2026

Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

 


Um estudo conduzido por pesquisadores da China concluiu que o consumo elevado de açúcar ao longo da vida poderá contribuir de forma significativa para o aparecimento de demência. Os casos verificaram-se em adultos de meia idade, na casa dos 50 anos.











Um estudo sugere que o consumo excessivo de açúcar pode aumentar o risco de demência, e os genes podem contribuir para que esse risco seja ainda maior.

Na pesquisa em questão, destaca o EatingWell, os pesquisadores acompanharam mais de 158 mil adultos durante quase uma década e descobriram que o consumo elevado de açúcar estava associado a uma probabilidade significativamente maior de desenvolver demência, com determinadas características genéticas potencializando esse risco.

Embora a demência seja geralmente considerada uma doença da terceira idade, suas bases biológicas podem se estabelecer décadas antes.

O estudo acompanhou pessoas na faixa dos 50 anos para avaliar se o consumo de açúcar nessa fase da vida estava associado a um maior risco de desenvolver demência na década seguinte, mesmo antes do aparecimento dos sintomas.

Detalhes do estudo


O estudo foi conduzido por uma equipe de pesquisadores médicos da China, com experiência em nutrição, epidemiologia e doenças crônicas.

Para essa análise, os pesquisadores se concentraram em 158.408 participantes, com idade média de 56 anos.

Por meio de registros alimentares, a equipe conseguiu estimar o consumo de açúcares adicionados e naturais de cada pessoa.

O que o estudo descobriu?


Durante o período de acompanhamento, cerca de 0,7% dos participantes receberam o diagnóstico de demência. Pode parecer pouco, mas é significativo, considerando que a maioria das pessoas estava na faixa dos 50 anos.

Além disso, os pesquisadores descobriram que as pessoas que consumiam mais açúcar adicionado apresentavam um risco 43% maior de desenvolver demência em comparação com aquelas que consumiam menos. Mesmo os açúcares naturalmente presentes nos alimentos foram associados a um aumento do risco, embora o efeito tenha sido menor.

Além disso, participantes com determinadas características genéticas relacionadas ao intestino mostraram-se mais sensíveis aos efeitos do açúcar.

Como isso se aplica à vida real?


A demência é uma doença que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. O estudo sugere que aquilo que consumimos ao longo da vida, especialmente no que diz respeito ao açúcar, pode influenciar a saúde do cérebro no futuro.

O consumo de açúcar é um fator de risco modificável, por isso sua redução é altamente recomendada. Para pessoas com predisposição genética à demência, isso pode ser especialmente importante.














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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Pedras nos rins ou infeção urinária? 7 sinais que ajudam a distinguir

 

Pedras nos rins e infeção urinária são dois problemas de saúde que podem ter sintomas muito semelhantes. Ainda assim, existem formas de conseguir distinguir e entender qual o está afetando. Veja o que um especialista tem a dizer.








Pedras nos rins e infecção urinária são problemas de saúde que podem provocar alterações no sistema urinário. Dessa forma, podem ser facilmente confundidos. Um especialista na área revelou que existem formas de distinguir essas duas condições. Há sete sinais que podem ajudar a perceber a diferença.

Shashank MS é especialista em urologia e transplante renal e explicou quais são as principais diferenças entre pedras nos rins e infecção urinária. Ao site Only My Health, ele revelou os sinais que ajudam a distinguir essas duas condições.

Pedras nos rins ou infecção urinária: como distinguir
“As pedras nos rins são depósitos duros que se formam dentro dos rins e podem se deslocar pelo trato urinário. Já uma infecção urinária ocorre quando bactérias infectam alguma parte do sistema urinário, geralmente a bexiga ou a uretra”, começa por explicar o especialista.

Confira os sinais que devem ser observados para conseguir diferenciar esses dois problemas de saúde.

1 - Onde ocorre a dor

“As pedras nos rins geralmente causam dor súbita e intensa na lateral ou nas costas, frequentemente abaixo das costelas. A dor pode irradiar para a parte inferior do abdômen ou para a virilha. Uma infecção urinária geralmente causa desconforto ou dor na parte inferior do abdômen ou na região pélvica.”

2 - Como é a dor

“A dor causada por pedras nos rins pode ser extremamente intensa. Ela apresenta períodos em que se torna mais forte e depois diminui um pouco. Uma infecção urinária geralmente causa um desconforto ou pressão mais persistente na parte inferior do abdômen, em vez da dor intensa tipicamente associada às pedras nos rins.”

3 - Sensação ao urinar

“A sensação de ardência ao urinar está fortemente associada a uma infecção. As pedras nos rins também podem causar desconforto ao urinar, mas sem ardência.”

4 - Como está a urina

“Um cheiro forte ou o fato de a urina estar mais escura do que o normal podem indicar uma infecção urinária. Já as pedras nos rins podem fazer com que a urina apresente sangue, deixando-a com uma aparência rosada ou avermelhada.”

5 - Febre e calafrios

“A infecção urinária pode causar febre alta, calafrios, fraqueza e vômitos. Por outro lado, as pedras nos rins geralmente não causam febre.”

6 - Náuseas e vômitos

“Náuseas e vômitos intensos são comuns em casos de pedras nos rins. Uma infecção renal também pode causar náuseas e vômitos, especialmente quando é acompanhada de febre e calafrios.”

7 - Dificuldade para urinar

“As pedras nos rins podem ficar alojadas no trato urinário e bloquear o fluxo de urina. Isso pode causar dores intensas, semelhantes a cólicas, e dificuldade para urinar. Já a infecção urinária pode causar vontade frequente de urinar, mas normalmente não provoca uma obstrução completa.”




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domingo, 9 de agosto de 2026

Má circulação sanguínea? Eis o treino ideal para o sistema linfático

 


Esqueça os treinos longos e exaustivos. Para tratar problemas de má circulação sanguínea, profissionais de saúde sugerem este treino para cuidar do sistema linfático. Saiba aqui qual é e quais são os benefícios.








Esqueça os treinos longos e exaustivos. As massagens linfáticas podem ser uma boa opção, mas não fazem todo o trabalho — “o treino continuará sendo obrigatório, e as massagens são apenas um complemento”, garantem especialistas.


Mas, afinal, qual é o melhor exercício para tratar problemas relacionados à famosa “má circulação sanguínea”?

Profissionais de saúde indicaram à Vogue o melhor exercício para cuidar do sistema linfático, e você pode se surpreender. Tudo o que pode estar precisando é dessa “tendência fitness descomplicada” que, segundo a Vogue, consiste em uma caminhada linfática.

Assustado com o nome? Então, vamos entender do que se trata:

“De todas as formas de cuidar do sistema linfático, caminhar é a porta mais fácil de atravessar”, afirma Rebecca Faria, fundadora da Detox by Rebecca. “Sem spa, sem academia, sem equipamentos especiais. Você nem precisa trocar de roupa. Só precisa sair e se movimentar. A partir daí, o corpo assume o controle.”

Você percebeu semelhanças com um passeio ou uma caminhada comum do dia a dia? Ainda assim, não é exatamente a mesma coisa. Entenda as diferenças.

Os especialistas sugerem que você pense na caminhada linfática como algo mais intencional do que uma caminhada normal. “É uma caminhada regular, mas com foco em uma respiração profunda, boa postura e movimento natural para estimular uma circulação linfática saudável”, explica Petra Gospic.

A caminhada “linfática”, segundo os especialistas, consiste simplesmente em caminhar da maneira mais confortável para o corpo, mas seguindo algumas orientações: “Manter-se ereto, movimentar os braços e respirar profundamente”.

“A consistência é muito mais importante do que a perfeição”, esclarece Gospic. “Até mesmo uma caminhada de 20 a 30 minutos pode ser benéfica”, acrescenta.

Confira os benefícios e o que você deve levar em consideração
Essa caminhada pode fortalecer o sistema imunológico, estimular a digestão e reduzir o estresse. No entanto, Gospic esclarece que ela “não pode ser vista como uma desintoxicação”, já que essa é uma função desempenhada pelo fígado e pelos rins.

Por isso, você deve encarar esse exercício apenas como “um apoio ao movimento natural dos fluidos e à circulação do corpo, e não como uma forma de eliminar toxinas”.

“Não espere mudanças drásticas. Uma caminhada é maravilhosa, mas não é uma varinha mágica”, afirma Rebecca Faria. “A verdadeira magia está em combinar isso de forma consistente com um estilo de vida que favoreça a saúde do seu corpo”, conclui.




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Como comer mais fibras: hábito simples com frutas pode ajudar

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