segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Dicas de um especialista para conseguir acordar cedo e bem disposto

 

Adote essas dicas no seu dia a dia e observe como sua energia e disposição ao acordar podem melhorar consideravelmente.







Você tem dificuldade em sair da cama cedo e se sente desmotivado pela manhã? Existem algumas estratégias simples que você pode adotar para mudar essa situação e começar o dia com mais energia e disposição.

Steven Henry Feinsilver, diretor de um centro de sono nos Estados Unidos, compartilhou algumas dicas com o site Real Simples que podem fazer toda a diferença. Com essas práticas, você será capaz de levantar da cama sem dificuldades e com uma mentalidade positiva. Confira:

1. Encontre a sua motivação

"Ter algo que o inspire pode dar aquele impulso de energia quando você se sentir cansado ou desmotivado."

2. Crie uma rotina de sono e cumpra-a

"Não importa como você se sente, levante-se sempre que o despertador tocar. Se você busca dormir sete horas, vá para a cama mais cedo."

3. Crie uma rotina de sono e cumpra-a

"Não importa como você se sente, levante-se sempre que o despertador tocar. Se você busca dormir sete horas, vá para a cama mais cedo."

4. Comece o dia com exposição solar

"Tente fazer uma caminhada rápida, mesmo que ao redor de casa. A luz solar e a atividade física ajudam a ativar o cérebro e o corpo."

5. Cuide da sua 'higiene do sono'

"Evite consumir cafeína e álcool seis horas antes de dormir. 

Mantenha o ambiente escuro e livre de ruídos para um sono de qualidade."

6. Crie rotinas relaxantes

"Escrever em um diário, praticar alongamentos ou meditação pode ajudar a relaxar antes de dormir."

7. Mantenha horários consistentes

"Manter o mesmo horário de acordar e dormir, até nos finais de semana, facilita a adaptação do seu corpo ao ritmo desejado."

Adote essas dicas no seu dia a dia e observe como sua energia e disposição ao acordar podem melhorar consideravelmente.


FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/


domingo, 29 de dezembro de 2024

3 dicas de como evitar o burnout em 2025

 

Burnout é uma doença ocupacional reconhecida e classificada pela OMS que acomete quase 30% da população, sendo o Brasil o segundo país com mais casos diagnosticados no mundo.






Manter alta performance sem flertar com o burnout será um dos grandes desafios de 2025, especialmente em um mundo que valoriza resultados rápidos. A Síndrome de Burnout se classifica como a exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho que demandam muita competitividade e resultados constantes. Profissionais que atuam diretamente sob pressão e responsabilidades constantes podem ser muito afetados por esse desgaste.

De acordo com dados da Anamt (Associação Nacional de Medicina do Trabalho), o burnout é uma doença ocupacional reconhecida e classificada pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Quase 30% da população mundial é acometida por essa condição, sendo o Brasil o segundo país com mais casos diagnosticados.

A psicóloga Jacqueline Sampaio, fundadora da Clínica JS Mental Health, alerta: “No Brasil, a cultura de prevenção contra o estresse crônico ainda é pouco incentivada. Muitas pessoas buscam ajuda apenas quando já estão em um estágio avançado de esgotamento, afetando produtividade, saúde e bem-estar.”

Segundo Jacqueline, o segredo para evitar o burnout está no equilíbrio entre produtividade e práticas que promovam o bem-estar físico e emocional. "Performar em alto nível exige mais do que esforço; exige respeito pelas nossas necessidades emocionais e físicas. Sem isso, corremos o risco de sermos engolidos pela exaustão", explica a psicóloga, que já impactou positivamente a vida de centenas de pessoas em mais de 15 países.

Com uma abordagem inovadora, Jacqueline combina a ciência da psicologia com uma metodologia personalizada, oferecendo soluções práticas, eficazes e sustentáveis. Ao alinhar o desenvolvimento do autoconhecimento à superação de barreiras internas, Jacqueline vem obtendo ótimos resultados transformando não apenas carreiras, mas vidas.

Para quem deseja alcançar alto desempenho em 2025 sem comprometer sua saúde mental, Jacqueline apresenta três estratégias práticas, capazes de te ajudar a evitar a armadilha do burnout:

1. Desacelere para avançar mais rápido:

Performar em alto nível não significa se tornar uma "máquina de fazer". Parar é estratégico. Crie intencionalmente momentos de pausa no meio do caos. Sem pausas estratégicas, a fadiga cognitiva se acumula, reduzindo sua capacidade de atenção e criatividade, o que pode levar à estagnação e ao esgotamento.

2. Desafie o "auto-sabotador que quer te salvar":

Aquela voz interna que insiste em dizer “só mais isso e depois eu descanso” não é sua aliada, é um mecanismo de autoproteção mal calibrado. Essa voz geralmente é impulsionada por crenças distorcidas sobre produtividade, como a ideia de que "descansar com tarefas pendentes é preguiça" ou que "o sucesso exige sacrifício constante". Na realidade, ela é o medo disfarçado de produtividade e acaba te conduzindo diretamente ao burnout.

3. Estabeleça limites claros:

Definir horários fixos para começar e terminar o trabalho é essencial para evitar que ele invada sua vida pessoal. Ao estabelecer um horário para iniciar o expediente, você sinaliza ao cérebro que é hora de focar, criando uma rotina mental produtiva desde o início. Já delimitar o fim do dia marca um momento de fechamento, protegendo seu tempo pessoal e permitindo que você se dedique a outras áreas da sua vida. Sem esses limites, você corre o risco de viver para trabalhar, em vez de trabalhar para viver.

Aplicando essas práticas, é possível alcançar uma performance sustentável que valoriza tanto resultados quanto seu bem-estar físico e mental. Jacqueline acredita que o sucesso real é aquele que caminha lado a lado com a qualidade de vida.


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domingo, 22 de dezembro de 2024

Sintomas de falta de ferro: Como identificar e o que fazer para tratar

 

A médica também enfatizou que a deficiência de ferro pode ser um indicativo de problemas de saúde mais profundos.






Quando você se sente constantemente cansado e com a energia em baixa, pode ser que pense que isso seja causado pela falta de sono. No entanto, a deficiência de ferro também pode ser um fator importante para esse quadro de cansaço persistente. Fique atento a alguns sinais do seu corpo para saber se a falta de ferro pode ser a causa e como lidar com a situação.

A médica especialista Julia Cunningham, em entrevista ao USA Today, listou alguns dos sintomas mais comuns associados à deficiência de ferro. "Fraqueza, fadiga e tonturas são os sintomas mais evidentes que podem indicar que você está com deficiência de ferro", explicou a especialista.

Além desses sintomas, a deficiência de ferro também pode causar falta de ar e agravar os sintomas de condições crônicas, como a depressão, tornando o quadro ainda mais desafiador. "A anemia por deficiência de ferro pode deixar você mais cansado e dificultar a respiração, tornando-a mais curta", alertou Cunningham.

Outros sinais importantes a observar incluem cabelo mais fraco, pele pálida e alterações nas unhas, como rachaduras ou formas anormais. Esses são sinais de que seu corpo pode não estar recebendo a quantidade necessária de ferro para funcionar corretamente.

A médica também enfatizou que a deficiência de ferro pode ser um indicativo de problemas de saúde mais profundos. "É importante lembrar que a deficiência de ferro muitas vezes está ligada a outras condições subjacentes de saúde, como distúrbios gastrointestinais, doenças crônicas ou sangramentos não detectados", explicou.

Se você perceber qualquer um desses sinais, é essencial buscar orientação médica. A deficiência de ferro pode ser tratada com mudanças na alimentação, incluindo alimentos ricos em ferro, como carnes vermelhas, feijão, espinafre, entre outros, e em casos mais graves, o uso de suplementos.

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sábado, 14 de dezembro de 2024

Dicas para evitar ganhar peso na virada do ano e manter a forma!

 


Atenção às bebidas alcoólicas. São extremamente calóricas. Como tal, deve intercalar a ingestão de álcool com água.






Mesmo em época de excessos alimentares, deve manter o rigor da dieta. Fazer escolhas é essencial. "O corpo não tira férias. Portanto, escolha um dia para abusar. Nos outros, mantenha o esquema ao qual ele está habituado", lembra a nutróloga Georgia Zattar, especialista em medicina integrativa, em declarações ao jornal Metrópoles.

Com isto em mente, a especialista compartilhou uma mão cheia de dicas para evitar ganhar peso durante a passagem de ano. Confira!

1- Mantenha o foco e guarde-se para a hora da festa;

2- Resista aos aperitivos. Podem ser mais calóricos do que julga;

3- Atenção às bebidas alcoólicas. São extremamente calóricas. Como tal, deve intercalar a ingestão de álcool com água;

4- Tente evitar os doces, contornando a questão com o consumo de fruta. Mas mantenha a parcimônia, porque também contém açúcar natural;

5- Mastigue devagar para facilitar a digestão.


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sábado, 7 de dezembro de 2024

Quatro sinais de que você está consumindo açúcar em excesso diariamente

Reduzir o consumo de açúcar adicionado e preferir alimentos naturais pode ajudar a prevenir esses sintomas e melhorar a qualidade de vida








C onsumir açúcar em excesso, mesmo que involuntariamente ao ingerir alimentos com açúcares escondidos em sua composição, pode trazer impactos negativos à saúde. Especialistas citados no portal BestLife destacaram sinais de alerta que, além do aumento de peso, podem indicar o consumo excessivo de açúcar no dia a dia.     


Quatro sinais de que você pode estar ingerindo açúcar demais:


Dores de cabeça

De acordo com a endocrinologista Rekha B. Kumar, "o consumo excessivo de açúcar pode causar dores de cabeça em algumas pessoas devido à rápida absorção dos açúcares simples ou processados. Isso leva a um pico abrupto de glicose no sangue, seguido por uma queda repentina".

Pressão arterial elevada

O consumo excessivo de açúcar adicionado está associado ao aumento da pressão arterial e à inflamação crônica, conforme destaca a Harvard Health.   

Fadiga e compulsão por doces

Segundo a médica Katherine Masoud, ao consumir açúcar, "os níveis de glicose no sangue sobem, e o corpo libera insulina para equilibrá-los". No entanto, essa reação muitas vezes faz com que os níveis de açúcar no sangue caiam muito rapidamente, o que pode causar fadiga, irritabilidade e fome. Isso resulta em um ciclo de desejos por mais açúcar para restaurar a sensação de energia.

Dificuldade para dormir

James Gangwisch, professor assistente da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, explica que "quando o nível de açúcar no sangue aumenta rapidamente, o corpo libera insulina, e a queda abrupta pode ativar hormônios como adrenalina e cortisol, que podem atrapalhar o sono".                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/          

domingo, 1 de dezembro de 2024

Geriatra chama atenção para aumento de casos de HIV em idosos

 


De acordo com dados do Boletim Epidemiológico sobre HIV/AIDS do Ministério da Saúde, entre 2011 e 2021, o número de idosos que testaram positivo para o vírus quadruplicou. O geriatra e presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Marco Túlio Cintra, explica que são diversos os fatores ligados a esse aumento, entre eles a falta de campanhas direcionadas a esse público. E acrescentou que os números podem ser ainda maiores, já que é grande a sub notificação por falta de testagem. 








Neste domingo, dia 1º de dezembro, é o Dia Mundial de Combate à Aids. A campanha do Dezembro Vermelho, mês escolhido desde 2017 para a mobilização nacional, chama a atenção para as medidas de prevenção, assistência e proteção dos direitos das pessoas com o vírus HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis. Neste fim de semana, diversas capitais estarão com mobilizações e ações de prevenção. 

De acordo com dados do Boletim Epidemiológico sobre HIV/AIDS do Ministério da Saúde, entre 2011 e 2021, o número de idosos que testaram positivo para o vírus quadruplicou. O geriatra e presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Marco Túlio Cintra, explica que são diversos os fatores ligados a esse aumento, entre eles a falta de campanhas direcionadas a esse público. E acrescentou que os números podem ser ainda maiores, já que é grande a subnotificação por falta de testagem.

Em entrevista ao programa Tarde Nacional da Amazônia, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Cintra contou que acontece de o paciente apresentar sintomas como o emagrecimento acentuado e os médicos investigarem câncer, sem desconfiarem de HIV.  Segundo o especialista, é fundamental que os profissionais da saúde solicitem a testagem aos pacientes idosos, já que o diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento. 

Agência Brasil - O número de idosos com HIV quadruplicou nos últimos dez anos. A gente está falando de que números?

Marco Túlio Cintra - O número é maior. Há um aumento progressivo que o número de testagens não justifica. E aí vai para uma terceira questão que as pessoas se surpreendem pelo número de casos porque no imaginário das pessoas a vida sexual do idoso se enterrou. É um aumento progressivo em uma faixa etária preocupante.

Cintra - No idoso, geralmente, há múltiplas causas. Os nossos profissionais não pensam na possibilidade do vírus HIV para os idosos. Então é descoberto com doença já manifesta com sintomas de Aids numa fase mais avançada. Outra questão importante que não é comentada: não se direcionam campanhas de prevenção para pessoa idosa. Então a informação não está chegando. 

Agência Brasil - Esse vírus é mais preocupante para a pessoa idosa? 

Cintra - Quando se fala em pessoa idosa, não todos obviamente, mas há um perfil de mais doenças. Há uma alteração no sistema imune. Muitos tomam muitos medicamentos. É uma questão que quando entra o vírus HIV complica. Pode haver interações medicamentosas, de um medicamento atrapalhar o outro, tem maior dificuldade com o tratamento porque essas pessoas têm mais problemas de saúde.

Agência Brasil - Tem muita resistência, principalmente com relação ao público masculino, com relação ao uso do preservativo nessa faixa etária?

Cintra - Entre os idosos, a preocupação do uso é menor. Muitos idosos não imaginam que eles estão se expondo. Muitas vezes as campanhas são voltadas para grupos e não por comportamento de risco. O comportamento de risco pode estar em qualquer faixa etária, inclusive nos idosos que são sexualmente ativos. 


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sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Câncer: 10 sinais silenciosos que podem salvar vidas se você agir logo

 

Medo de ir ao médico, falta de informação ou pura negligência podem ser fatais.




Câncer: a palavra que assusta e gera pânico. Mas, desde a década de 1970, a taxa de sobrevivência triplicou, principalmente devido ao diagnóstico precoce. A grande verdade é que a maioria dos tumores é tratável com sucesso quando detectada em fase inicial.

O problema? Ignoramos os sintomas. Medo de ir ao médico, falta de informação ou pura negligência podem ser fatais.

Um estudo da Cancer Research UK revela que mais da metade dos britânicos já apresentou sintomas de câncer, mas apenas 2% associaram-os à doença. Mais de um terço ignorou os sinais e não procurou ajuda médica.

A BBC compilou uma lista com 10 sinais gerais de câncer que, segundo a American Cancer Society, você jamais deve ignorar:

1. Perda de peso inexplicada: Emagrecer sem motivo aparente pode ser um sinal de alerta, principalmente se for mais de 5kg. Câncer de pâncreas, estômago, esôfago e pulmão são exemplos.

2. Febre: Frequente em pacientes com câncer, a febre pode ser um sintoma precoce de leucemia ou linfoma.

3. Cansaço extremo: Fadiga persistente que não melhora com o repouso pode indicar câncer, especialmente leucemia.

4. Alterações na pele: Manchas que crescem, doem ou sangram, além de escurecimento, vermelhidão, coceira e crescimento excessivo de pelos, podem ser sinais de diferentes tipos de câncer.

5. Mudanças na função miccional: Constipação, diarreia, sangue na urina ou alterações na frequência urinária podem estar relacionadas ao câncer de cólon, bexiga ou próstata.

6. Feridas que não cicatrizam: Pequenas feridas que não cicatrizam em mais de quatro semanas ou alterações na boca que persistem exigem atenção médica.

7. Sangramento: Tossir sangue (pulmão), sangue nas fezes (cólon ou reto), sangramento vaginal (cervical ou endometrial), sangue na urina (bexiga ou rim) e secreção sanguinolenta no mamilo (mama) são sinais que não devem ser ignorados.

8. Caroços ou rigidez: Nódulos nas mamas, testículos, gânglios linfáticos ou outros tecidos moles do corpo podem ser um sinal de câncer.

9. Dificuldade para engolir: Indigestão persistente ou dificuldade para engolir podem indicar câncer de esôfago, estômago ou faringe.

10. Tosse ou rouquidão persistente: Tosse por mais de três semanas ou rouquidão podem ser sinais de câncer de pulmão, laringe ou tireoide.

Lembre-se: o diagnóstico precoce é crucial para o sucesso do tratamento do câncer. Se você apresentar qualquer um desses sintomas, procure um médico o mais rápido possível.

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Veja os principais sinais e diferenças de intolerância e alergia ao leite

  Especialistas explicam os sintomas mais comuns e as principais diferenças entre intolerância e alergia ao leite. E mbora o leite esteja en...