quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Sete motivos para você devorar duas fatias de abacaxi por por dia

 


O abacaxi contém bromelina, uma substância que ajuda a lutar contra as inflamações



abacaxi além de ser delicioso, também é extremamente rico nutrientes. 


Consumido na quantidade certa esta fruta pode oferecer inúmeros benefícios para a saúde. De acordo com o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS), a dose diária recomendada de abacaxi são duas fatias. Em função dos seus compostos, o alimento tropical ajuda a manter a saúde e ajuda na prevenção de doenças.

Veja sete benefícios que comer abacaxi oferece ao corpo humano: 

1. Diminuição da inflamação

O abacaxi contém bromelina, uma substância que ajuda a lutar contra as inflamações. Isso ajuda a diminuir o inchaço, a dor e acelera o processo de cura de feridas. Além disso, ajuda a eliminar as células 'más'. Por ajudar a regenerar os tecidos  é muitas vezes aplicado em lesões de atletas.

2. O coração funciona melhor

A vitamina C do abacaxi protege o organismo de problemas vasculares e ajuda na produção de colágeno nos ossos, músculos e vasos sanguíneos.

3. Ajuda a emagrecer

Por conter bastante água, o abacaxi é um excelente diurético e, consequentemente, um bom aliado para o corpo, ajudando a diminuir a retenção de líquidos. O consumo de abacaxi diminui a vontade de comer doces, sendo como tal muito indicado para quem deseja perder peso. Recomenda-se consumir duas fatias da fruta com canela em pó logo de manhã. 

4. Contribui para a preservação da memória

As substâncias presentes na fruta atuam diretamente nos nossos neurotransmissores, promovendo a melhoria da renovação celular, e desse modo preservando a memória e prevenindo doenças neuro-degenerativas como o Alzheimer. 

5. Auxilia no controle do colesterol e triglicerídeos

O abacaxi é um ótimo remédio natural para diminuir os níveis de colesterol, pois ajuda a normalizar esta dislipidemia no sangue por ser rico em fibras solúveis que melhoram o trânsito intestinal e diminuem a captação do colesterol proveniente da alimentação. Além disso, por possuir fibras solúveis que ajudam a reduzir a concentração de gordura na corrente sanguínea, contribui para baixar os valores de triglicerídeos no sangue.

6. Prevenção do risco de AVC

O abacaxi contém muito potássio, que ajuda a reduzir a pressão sanguínea e ajuda a prevenir acidentes vasculares cerebrais.

7. Conserva a juventude por mais tempo

Esta fruta é riquíssima em manganês, que protege as células do corpo dos radicais livres, que destroem as células e aceleram o envelhecimento da pele dos órgãos.


 Fonte de Pesqisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/


quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Evitar comer entre refeições ajuda a emagrecer, confirma especialista

 

Leia as recomendações que Tim Spector, professor e especialista em epidemiologia genética, partilhou com o DailyMail.




Existem muitas dicas e conselhos que, supostamente, o podem ajudar a perder peso, mas nem todos foram comprovados pela ciência. No entanto, ao DailyMail, Tim Spector, professor e especialista em epidemiologia genética, confirmou que, por exemplo, evitar comer entre refeições é uma forma fácil de perder peso. 

Ao jornal, o especialista realça que "se as pessoas estão preocupadas com a sua saúde e peso, o melhor é evitar comer entre as refeições". 

Isto comprova-se, especialmente, quando se analisa os níveis de obesidade nos países que seguem uma dieta mediterrânica, e se comparam com os do Reino Unido, acrescenta. É que, no geral, estas pessoas "não fazem lanches entre as refeições. O conceito de que as pessoas sofrerão se não comerem algo às 11h00 e às 16h00 é estranho e recente"

Além disto, ao jornal, o especialista também afirma que existem vários estudos onde é confirmado que "fazer pequenos lanches, entre as refeições, não arruína o apetite" para as outras refeições, mas quando se aposta em alimentos processados, como biscoitos e batatas fritas, é provável que fique com fome e até coma mais, acrescenta.

Aliás, o especialista afirma ainda que a pior hora do dia para lanchar é à noite", altura em que muitas pessoas "fazem uma ceia extra com alimentos batatas fritas, bolo, sorvetes ou chocolate quente".

Se estiver com muita fome, o professor recomenda que aposte em fruta, acompanhada de frutos secos, uma opção muito mais prática e saudável. 


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segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Pandemia pode levar a aumento de transtornos mentais, diz especialista

 

Fatores de estresse ambiental agravaram quadro em grandes centros.





Os transtornos mentais são consequência de uma vulnerabilidade biológica herdada pelo ser humano, da influência que existe dentro das famílias e dos fatores ambientais, disse o professor Jair Mari, do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ao participar hoje (6) do 39º Congresso Brasileiro de Psiquiatria, em Fortaleza. 
 
Com a pandemia, os fatores de estresse ambientais tornaram-se muito mais importantes, principalmente nos grandes centros urbanos. “Porque nós vivemos um momento de reclusão, de afastamento, de ameaça, de mortes. Várias situações inusitadas. Costumamos dizer que foi um dos maiores experimentos psicológicos que a humanidade já enfrentou”, afirmou Mari.

Na interação entre fatores biológicos e ambientais, com o peso pendendo para o crescimento dos fatores ambientais, é esperada uma epidemia de transtornos mentais, disse o professor, em entrevista à Agência Brasil. Segundo Mari, os problemas mais emergentes envolvem várias situações, e os transtornos mentais já estavam entre as condições em que normalmente havia crescimento da sobrecarga das doenças.

“Enquanto se tem condições, como câncer e doenças cardiovasculares, que estão reduzindo a incapacitação, mesmo antes da pandemia, a incapacitação relacionada com os transtornos mentais e, em particular a depressão, já estavam aumentando”, disse o psiquiatra. Por isso, essa sobrecarga, “muito provavelmente”, tende a aumentar ainda mais. São esperados vários transtornos mentais relacionados com o que aconteceu e que tenderão a crescer, acrescentou.

Adolescentes

Com o confinamento, os adolescentes, que necessitam do contato social, do apoio dos pais, passaram a usar a mídia social com mais intensidade, o que trouxe riscos, como o sex bullying, a rejeição virtualmente imaginada ou real e sanções dentro de um grupo. O professor lembrou que, para um adulto, dois anos passam mais rapidamente do que para adolescentes, para os quais aquele período é importante na definição da sexualidade, da profissão futura e no reconhecimento que os pares têm deles. A covid-19, porém, mudou totalmente o contato com as pessoas. Para eles, o período da covid-19 foi marcante e trouxe consequências.

Cresceu muito o uso da internet, de videogames, houve adição à internet, transtornos associados com a adição à internet. De acordo com Mari, são elementos que já vinham aparecendo, e os problemas foram acentuados com a pandemia. Os adolescentes ficaram muito ligados à internet, e veio também a questão do contágio social. Um exemplo foi a divulgação de notícias nas escolas, como massacres, que rolam rapidamente entre os alunos, ou mesmo cópia de movimentos como anorexia nervosa e violência. “Esse contágio muito maior do que nas nossas épocas de mídias sociais também traz algo importante em termos de saúde mental”, afirmou.

Mari destacou ainda a vulnerabilidade dos adolescentes ante o tédio e a solidão. “Antes da pandemia, os dados já denotavam uma frequência elevada de solidão, que é a porta de entrada para um estado de ansiedade importante, para um estado de depressão. E estamos notando que, nessa população, está havendo aumento importante de estados de ansiedade, de depressão e de solidão.

Crianças

Outra consequência da pandemia foi o fechamento das escolas, que levou as crianças à perda de tempo de aprendizado, de leitura e de matemática, entre outras disciplinas. “Sabemos que elas têm um atraso de desenvolvimento nessas áreas, mas não sabemos o quão recuperável ele vai ser”, ressaltou Jair Mari.

Para o psiquiatra, isso pode acentuar um impacto no desenvolvimento das crianças, em especial as de classes sociais mais desfavorecidas, de escolas públicas, que não têm muito estímulo ou condições para continuar estudando no formato online.

Com isso, acentua-se mais um fator de desigualdade social importante no país, e essa desigualdade social está fortemente relacionada com transtornos sociais, como ansiedade e depressão. “Não sabemos o impacto que esse atraso trará no desenvolvimento das crianças. Já foi percebido que muitas crianças e adolescentes abandonaram a escola. E, quando não existe inclusão dessa parcela da população, pode haver aumento de transtornos mentais.”

Idosos

Outro grupo vulnerável é o dos idosos que, na grande maioria, não têm domínio da internet, nem das novas tecnologias, e ficaram mais afastados das pessoas, reduziram a atividade física, aumentaram o nível de estresse, de solidão. O professor disse que pode haver grande impacto na vida dessas pessoas, com aumento da solidão e, mesmo de casos de demência, por causa da falta de estímulos cognitivos, de leitura e de compartilhamento.

Mari mencionou ainda mudanças provocadas pela pandemia nas famílias, com aumento de divórcios e construção de novos núcleos familiares, levando os mais velhos a um isolamento maior, que também propicia o desenvolvimento de transtornos mentais.

Na população em geral, há os efeitos do vírus em si, que traz consequência cognitiva importante, a chamada covid longa, que é a perda de paladar, olfato, o impacto que o vírus pode ter trazido entre um grupo de pessoas na parte cognitiva, de memória, exigindo reabilitação dessa área, alguns com fadiga intensa e outros com o fenômeno do branco cerebral ou apagão cerebral. “Aí, a pessoa perde toda a capacidade de processamento da linguagem, de raciocínio e também preocupa, porque está deixando de exercer sua capacidade funcional, laboral, afetiva. Nós temos aí vários ingredientes nas crianças, nos adolescentes, nas pessoas adultas e nos idosos que nos levam a imaginar que teremos, sim, uma consequência importante na área da saúde mental”.

Aspectos positivos

Jair Mari destacou que, de positivo, ocorreu a aceitação de que não somos invulneráveis. “Somos seres humanos vulneráveis, saúde mental faz parte da saúde geral e é algo relevante para se cuidar. Está se abrindo uma perspectiva de olhar para esses problemas de forma menos preconceituosa, mais inclusiva”. Este é o ponto positivo, afirmou.

O que se deve fazer então, questionam as pessoas. É preciso identificar precocemente os problemas, ampliar o treinamento de profissionais capazes de dar o tratamento psicológico necessário, expandir a parte de acolhimento, assistência a terapias breves, fazer uso benigno das tecnologias, usar a telemedicina, o atendimento online, evitando que as pessoas gastem dinheiro em transporte e beneficiando a população socioeconômica mais vulnerável.

Políticas

O professor da Unifesp salientou a necessidade de políticas para inclusão de todas as adversidades humanas, desde os transtornos mentais até os problemas de gênero, de raça, de modo a tornar a sociedade mais inclusiva, oferecendo melhores condições de habitação, saneamento e educação, para reduzir o risco de a pessoa desenvolver transtorno mental. “É preciso entrar com políticas eficazes para cuidar dos adolescentes, de modo a evitar comportamentos de contágio de violência, de bullying, de sex tape (gravação de ato sexual), identificar esses problemas e agir.”

Mari recomendou também ações para combater o uso de drogas e o tédio na adolescência, estimulando nas escolas aulas de arte, como teatro, e de esporte. Ele lembrou também o quanto é importante para uma criança vestir uma camisa e uma meia do time de futebol. Com isso, há integração entre as pessoas. Essas iniciativas evitam os problemas emergentes, disse o professor.

No caso dos idosos, Mari sugeriu que se procure saber se estão desenvolvendo uma depressão importante e que se busque a integração destes em redes de saúde, promovendo saúde e diversão, e cuidar do ambiente. “A pandemia também mostrou o quanto o ambiente é importante. As pandemias surgem por causa desse desequilíbrio. É importante preservarmos a floresta e buscarmos menos consumo, uma sociedade com consumo responsável, com reutilização, a chamada economia circular, e evitar o consumismo. A pandemia nos alertou para várias questões futuras que a humanidade deve olhar com mais cuidado”, concluiu o professor.


       Fonte de Pesqisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/

domingo, 16 de outubro de 2022

Alzheimer: sinais podem ser detectados até 9 anos antes de diagnóstico específico

 

Atualmente, existem poucos tratamentos eficazes para demências ou outras doenças degenerativas, como o Parkinson.







Cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, revelaram que é possível detectar sinais precoces de demência até nove anos antes de o paciente receber um diagnóstico específico, como Alzheimer.
No trabalho publicado nesta Sexta-Feira, (14/10), na publicação Alzheimer's & Dementia: The Journal of the Alzheimer's Association, o grupo de cientistas analisou informações do Biobank, o banco de dados biomédicos britânico. 

A equipe descobriu sinais de dificuldades em várias áreas específicas, como a solução de problemas e a lembrança de números específicos."Quando olhamos para a história dos pacientes, fica muito claro que eles já apresentavam alguns sinais de problemas cognitivos muitos anos antes de os sintomas se tornaram óbvios o suficiente para gerar um diagnóstico", afirmou Nol Swaddiwudhipong, principal autor do estudo.

As descobertas levantam a possibilidade de, no futuro, pacientes em maior risco de desenvolver algum tipo de demência fossem mapeados para intervenções precoces ou para testes clínicos de novos medicamentos.

Atualmente, existem poucos tratamentos eficazes para demências ou outras doenças degenerativas, como o Parkinson. 

Em parte, isso ocorre porque as doenças só são diagnosticadas depois que os sintomas aparecem, embora a degeneração propriamente dita comece muito anos (e até décadas) antes. Isso significa que, quando os pacientes são recrutados para testes clínicos de novos tratamentos, pode já ser muito tarde para que o curso da doença seja alterado.

A análise das informações reunidas no banco de dados biomédicos revelou que pessoas que desenvolveram Alzheimer já apresentavam um desempenho pior do que indivíduos saudáveis em tarefas de resolução de problemas, tempo de reação a estímulos, capacidade de lembrar de números, memória prospectiva (nossa capacidade de lembrar de algo para fazer mais tarde), entre outros. Isso também foi constatado em pessoas que desenvolveram uma forma rara de demência chamada de demência frontotemporal.

Remédio para diabetes pode diminuir risco de demência

Um estudo publicado ainda esta semana na revista científica BMJ Open Diabetes Research & Care descobriu também que alguns medicamentos contra a diabete podem reduzir em até 22% o risco de demência em pacientes. Segundo os pesquisadores, as descobertas ajudam a planejar melhor a seleção de medicamentos para pacientes com diabete tipo 2 e com alto risco de demência, quadro clínico que afeta as funções cerebrais e está associado aos seus dois subtipos principais, Alzheimer e demência vascular.

Os cientistas compararam o risco de aparecimento de demência em pacientes com diabete tipo 2, a partir dos 60 anos, tratados com três classes de medicamentos: sulfonilureia (SU), tiazolidinediona (TZD) e metformina (MET). O tratamento durou pelo menos um ano e, após este período, o grupo que tomou TZD teve um risco 22% menor de ter qualquer tipo de demência em comparação aos participantes que usaram apenas a MET.

Segundo eles, os resultados trazem contribuição significativa à literatura sobre os efeitos de medicamentos contra diabetes para a demência. O estudo, entretanto, é considerado de caráter observacional. A equipe acredita que pesquisas futuras podem redirecionar agentes antidiabéticos orais para a prevenção de demência e podem considerar priorizar o uso de TZD.

         Fonte de Pesqisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/

domingo, 9 de outubro de 2022

Dicas para dormir bem quando tem o nariz entupido

 

                   Não deixe que a gripe lhe tire horas de sono.




                                                A época da gripe chegou e com ela vêm, com toda a certeza, muitos espirros e, claro, narizes entupidos. Como pode ser muito complicado dormir, quando mal se consegue respirar, o Metro pediu alguns conselhos a especialistas. 

                                              Ao jornal, os especialistas da Boots, cadeia de farmácias britânica, explicam que muitas pessoas pensam que este problema, é causado pela acumulação de "muito muco nasal espesso, no entanto, embora isso seja um fator, a principal causa de um nariz entupido é, geralmente, inflamação e inchaço dos tecidos que revestem o interior do nariz". 

                                          Algo que pode piorar, significativamente, durante a noite, quando se está deitado já que existe "um aumento do fluxo sanguíneo para toda a parte superior do corpo, incluindo o nariz".

                                      Então, para o ajudar a dormir, pelo menos, oito horas, quando está engripado, partilharam alguns conselhos e truques muito úteis. 

                                      "Respirar o vapor de um banho quente ou de uma tigela de água quente pode ser útil", dizem os especialistas, já que o vai ajudar a manter as passagens nasais húmidas e soltar muco.

                                   Criar um vaporizador facial, em casa, é muito simples só precisa de encher, até metade, uma tigela grande, com água a ferver. Depois deixe arrefecer, ligeiramente, e adicione menta ou eucalipto. A seguir, segure o rosto sobre a tigela, colocando uma toalha sobre a cabeça, para não deixar o vapor escapar, descreve o jornal.       

                                   Procurar tratamento na farmácia é sempre boa ideia. "Gotas salinas ou sprays nasais também podem ajudar a soltar e limpar o muco." Além disto, na farmácia, também encontra outras opções, só precisa de pedir ajuda. 

                                  Os especialistas afirmam que para dormir, como deve ser, é essencial que mantenha a cabeça, ligeiramente erguida, apoiada numa almofada, por exemplo. Assim vai "deixar a gravidade fazer o seu trabalho".

                                 Fazer isto, vai ajudá-lo a limpar as passagens nasais e reduzir a pressão nos seios da face. No entanto, não colocar a cabeça muito alta, pode acabar a noite com dores no pescoço. 

          Fonte de Pesqisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/

domingo, 2 de outubro de 2022

Intestinos doentes? Os sinais a que deve estar atento

 

São considerados um ‘segundo cérebro’ e acabam por desempenhar funções bastante importantes no organismo.





Manter a saúde intestinal regular é bastante importante para o normal funcionamento do organismo. Há quem considere mesmo os intestinos como um 'segundo cérebro'. Existem alguns sinais a que deve estar atento, tudo para evitar algum tipo de doença neste órgão.
O portal The Healthy falou com a nutricionista Lisa Dreher para perceber os sintomas que o podem fazer levar a procurar um médico especialista.

O estômago está a dar alertas

Inchaço regular e prisão de ventre são alguns dos sinais de alerta. “O desconforto gastrointestinal, especialmente depois de comer refeições ricas em carboidratos, pode ser o resultado de má digestão”, explica Lisa Dreher. Acaba por ser no estômago que tudo começa.

Tem desejos por certo tipo de alimentos

O desejo por alimentos com demasiado açúcar pode indicar que está com um desequilíbrio nas bactérias intestinais.

Está a perder (ou a ganhar) peso muito rápido

“Alguns micróbios do intestino delgado podem interferir na absorção de vitaminas, minerais e gordura, o que pode levar a mudanças bruscas de peso”, continua.

Sente-se ansioso e triste

Grande parte do neurotransmissor que afeta o humor é produzido nos intestinos. “Desequilíbrios intestinais podem desencadear sintomas depressivos”, alerta Lisa Dreher.

Não está a dormir bem

“Não ter serotonina suficiente pode levar a crises de insónias ou dificuldade em dormir”, explica.

Lesões na pele 

“Erupções cutâneas e eczema podem ser um sinal de má saúde intestinal, uma vez que se desenvolvem quando existe um desequilíbrio nas bactérias intestinais”, continua.

                                        https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/


domingo, 25 de setembro de 2022

Os erros mais comuns quando compra e guarda o frango

 

É fácil de preparar, dá para várias combinações, mas não o deve deixar cru na geladeira durante mais de dois dias.


                                      Partes do frango congelado e acondicionado no freezer



Da mesma forma que o frango é uma proteína fácil de preparar e bastante versátil, pode ser também uma dor de cabeça no que diz respeito asa bactérias.

É importante que esteja cozido na perfeição, sem estar cru, ou que o transporte do supermercado até casa seja feito a uma temperatura adequada.

São vários os erros que se costumam fazer com esta carne. Conheça-os.

Não cozinhar o frango até que fique no ponto certo

Existem carnes onde não é um problema que fiquem mal passadas. Quando vai a um restaurante, nunca lhe perguntam o ponto que quer no frango. A razão é simples, uma vez que deve ser sempre bem cozido para evitar a criação de bactérias.

Deixar muito tempo o frango cru no frigorífico antes de o cozinhar

“No máximo só deve cozinhar frango cru que foi deixado no frio até dois dias”, explica Lisa Yakas da NSF International. “Se o deixar por mais tempo pode ficar impróprio para ser consumido. Já no congelador pode ser deixado até nove meses”, continua.

É importante guardar a carne no frigorífico, mas convém saber onde a deixar. Neste caso as consequências podem ser para os outros alimentos. “Isto é um problema já que o frango ou os líquidos do frango podem acidentalmente cair noutros alimentos e transferir bactérias.”

Guardá-lo num saco de plástico ou embrulhar com película aderente pode ser uma solução para evitar este tipo de acidentes.

Guardar grandes quantidades de frango juntas no congelador 

Congelar o frango cru é sempre a melhor opção para guardar o prolongar o tempo em que pode ser consumido. Ainda assim, existem melhores formas de o fazer.

“Congelar uma grande quantidade de frango junta torna-se um problema quando quer descongelar apenas uma pequena parte”, diz Christopher Arturo do The Institute of Culinary Education, dos Estados Unidos.

“Pequenos pedaços congelam também de forma mais rápida e são mais fáceis de descongelar”, continua.

Deixar frango cozido por muito tempo fora da geladeira

E não é só o frango cru que pode ser portador de bactérias. “Não deixe o frango cozido por muito tempo fora da geladiera. As temperaturas mais altas são o ambiente propício para o aparecimento de bactérias”, explica Caitlin Clark, do ‘Department of Food Science and Human Nutrition’, da Universidade de Colorado.

Trazer o frango à temperatura ambiente do supermercado para casa

Se a viagem entre o supermercado e a casa durar mais do que 30 minutos, é importante que o frango não seja deixado à temperatura ambiente durante a viagem. Trazer uma placa de gelo pode ser a solução.

“É um dos erros mais comuns que as pessoas fazem no regresso das compras. Colocá-lo a uma temperatura mais fria é o ideal para evitar o aparecimento de bactérias”, continua Caitlin Clark. Samonela e  E. coli costumam ser das mais frequentes.

          Fonte de Pesqisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/

Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

  Um estudo conduzido por pesquisadores da China concluiu que o consumo elevado de açúcar ao longo da vida poderá contribuir de forma signif...