segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Saiba como escolher o colchão e travesseiro ideal para sua coluna

Passamos praticamente um terço de nossas vidas deitados e uma boa noite de sono é fundamental para garantir uma vida saudável e um dia produtivo. Logo, escolher o colchão e travesseiro certo para o próprio corpo são duas medidas muito importantes.

Passamos praticamente um terço de nossas vidas deitados e uma boa noite de sono é fundamental para garantir uma vida saudável e um dia produtivo. Logo, escolher o colchão e travesseiro certo para o próprio corpo são duas medidas muito importantes.

Segundo o ortopedista e professor da Faculdade de Medicina Santa Marcelina, Doutor Luiz Cláudio Lacerda, na hora de adquirir este item alguns dados são necessários. “Na hora da compra é preciso escolher primeiro o tipo de sua preferência: de espuma, molas. Em seguida, a densidade (no caso de colchões de espuma), que muda conforme o peso e altura do indivíduo. O colchão ideal é aquele que te dá uma boa sustentação acompanhando a curvatura natural da coluna e suportando todas as zonas do corpo, sem afundar muito, mas deixando você o mais confortável possível”, explica o especialista.

Já o uso de travesseiros também é fundamental na condução de um sono equilibrado. “A vida média deste item é de dois anos. A altura depende de como a pessoa dorme, por exemplo, se normalmente repousa de costas um travesseiro baixo é mais indicado. Porém, se dorme de lado, um mais alto faz-se necessário para manter a cabeça reta com o restante do corpo para evitar deformidades da coluna cervical”, finaliza o ortopedista.

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segunda-feira, 16 de julho de 2018

5 problemas que os celulares podem causar à saúde da pele

Já parou para pensar quanto tempo do dia você passa olhando para o celular? Segundo levantamento realizado pela empresa de estatísticas Statista, o tempo de uso do aparelho pelos brasileiros dobrou entre os anos de 2012, onde a média era inferior a duas horas diárias, e 2016, quando chegou a quatro horas e 48 minutos, a média mais alta do mundo. Os dados chamam atenção, pois, o uso excessivo do celular, além de causar distúrbios psicológicos e do sono, também pode ocasionar problemas relacionados aos ossos, articulações e até mesmo à pele. Por exemplo, o hábito de realizar sempre o mesmo movimento com os dedos para digitar, ou até mesmo segurar constantemente o dispositivo com uma das mãos, pode favorecer o aparecimento de uma série de complicações.

Dores articulares nas mãos – De acordo com um estudo conduzido pela Universidade de Gothenburg, na Suécia, e publicado em março deste ano, movimentos altamente repetitivos com o polegar têm sido identificados como um potencial fator de risco para distúrbios musculoesqueléticos relacionados ao uso de telefones celulares, pois esta repetição excessiva de um único movimento pode ocasionar um efeito inflamatório e, posteriormente, degenerativo nas articulações e tendões das mãos, dedos e pulsos. Mas o problema pode ser evitado através de alguns cuidados básicos, sendo o principal deles a redução do uso do celular. Porém, caso isso não seja possível, devido ao trabalho ou funções do dia-a-dia, é importante que você descanse por pelo menos 10 minutos após duas horas trabalhadas, aproveitando este período para alongar e mobilizar os tendões e articulações da região dos punhos e das mãos.

Caso o problema persista, o ideal é buscar um fisioterapeuta que verificará formas de diminuir o estresse nessas regiões, além de auxiliar na redução das dores e no fortalecimento dos músculos e articulações. Uma das novidades no tratamento, e que pode ser usado até mesmo em casa, fica por conta de equipamentos que agem através da fotobiomodulação, ou seja, utilizam da estimulação fotodinâmica para promover efeitos fisiológicos, como o Sportllux. “Quando ocorre a interação dos LEDs do Sportllux com os tecidos, há um aumento de ATP (energia) mitocondrial e óxido nítrico. O ATP auxilia na contração muscular e o óxido nítrico tem efeito analgésico, por isso essa tecnologia é tão interessante para esse tipo de dor. Dessa forma, o equipamento atua no reparo tecidual das lesões em nervos periféricos, além de aliviar a dor e atrasar o aparecimento da fadiga muscular, podendo ainda ter uma ação protetora sobre o desenvolvimento do dano induzido pelo uso excessivo do celular”, afirma o médico angiologista Dr. Álvaro Pereira de Oliveira.

Envelhecimento precoce da pele do pescoço – Mas os problemas causados pelos smartphones e celulares não param por aí. O hábito contínuo de inclinar a cabeça para baixo para visualizar o celular está acelerando o processo de envelhecimento em uma região difícil de tratar: o pescoço. De acordo com um estudo da Universidade de Chung-Ang, na Coreia do Sul, mulheres a partir dos 29 anos já apresentam vincos nessa área, enquanto o natural seria apenas depois dos 40. Uma das razões citadas no estudo foi o uso exagerado do celular. Recentemente, o número de pacientes com rugas do pescoço vem aumentando de tal forma que o problema já tem até nome: Rugas Tech Neck. “A pele do pescoço é muito fina, praticamente sem glândulas sebáceas, com espessura próxima a dois milímetros, pouco hidratada e onde há grande movimentação natural pela própria dinâmica da região. Logo, a inclinação frequente da cabeça para baixo a fim de olhar o celular, tablet ou outro dispositivo, favorece o surgimento precoce dos sinais de envelhecimento e a formação de sulcos na região”, destaca a dermatologista Dra. Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

Segundo a médica, para evitar o aparecimento das rugas Tech Neck uma dica importante é, mesmo quando mexer nos dispositivos, manter a cabeça em um ângulo de 0 grau e a postura alinhada, com o celular erguido na direção dos olhos. Já com relação aos cuidados diários na região do pescoço, a especialista indica o uso de sabonetes neutros ou loções de limpeza à base de ativos calmantes. “Em seguida, deve-se usar loções tônicas que vão preparar a pele para receber um sérum tensor que pode conter Hyaxel, ácido hialurônico de baixo peso molecular, antioxidantes, vitaminas e glicosaminoglicanas, além de substâncias que recuperem a volumetria da região como Adipofill e Sculptessence”, completa. Para finalizar, o protetor solar com FPS 30, no mínimo, é indispensável, devendo ser reaplicado a cada quatro horas. No caso dos tratamentos, a toxina botulínica e os lasers figuram entre os procedimentos mais utilizados hoje para tratar as linhas de expressão que formam os colares horizontais.

Acne – Os aparelhos concentram um alto número de bactérias e sujidades que são carregadas até o rosto, principalmente no contato direto com o celular ou se a pessoa tem o costume de passar a mão na face, e isso acaba auxiliando na formação de espinhas. “Para evitar o aparecimento ou agravamento do quadro acneico, é importante que você realize regularmente a limpeza de seu dispositivo com produtos específicos. Além disso, deve-se evitar passar a mão no rosto várias vezes ao dia, ainda mais se você tem a péssima mania de espremer espinhas”, recomenda a dermatologista. A médica ainda alerta sobre a importância de se consultar sempre um dermatologista, pois a acne é um problema multifatorial e somente um médico especialista pode indicar o melhor tratamento para o problema.

Manchas e melasma – A luz visível emitida pelo celular também é prejudicial a nossa saúde, pois pode favorecer o surgimento de manchas escuras e desencadear ou piorar certas doenças de pele. “Isso acontece porque a luz visível estimula a melanogênese, ou seja, a pigmentação, sendo um fator importante de piora do melasma e de doenças que apresentam fotossensibilidade, como o Lúpus e a rosácea. Além disso, a luz visível também causa inflamações, danos nos tecidos e age diretamente no DNA das células, pois, ao interagir com a melanina, pigmento que dá cor à pele, ela gera uma forma de oxigênio altamente reativa que deteriora inclusive o material genético celular”, explica a médica. Para tratar e prevenir o problema, a dermatologista recomenda o uso diário de cremes antioxidantes e, para os portadores de doenças de pele fotossensíveis, o acompanhamento dermatológico é fundamental. “No caso do melasma, tratamentos como o microagulhamento, a radiofrequência e o peeling de cristal têm bons resultados. Mas, como o melasma tem uma característica hereditária, o uso de medicação tópica e oral é essencial.”

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segunda-feira, 2 de julho de 2018

Consumo de álcool pode aumentar risco de rosácea em mulheres

Ressaca e dores de cabeça são sintomas comuns no dia seguinte após uma bebedeira. Mas se engana quem acha que estes são os únicos problemas relacionados ao consumo excessivo de álcool. De acordo com um estudo publicado no Journal of the American Academy of Dermatology, revista médica da Academia Americana de Dermatologia (AAD), o aumento do consumo de álcool está associado a um maior risco do surgimento de rosácea em mulheres.

“A rosácea é uma doença de pele inflamatória e crônica que atinge cerca de 10% da população mundial. Muito comum principalmente em mulheres de pele clara e idade entre 30 e 50 anos, a doença tem causa desconhecida e, geralmente, é caracterizada por uma pele sensível e ressecada, com o surgimento de áreas vermelhas na face e o aumento de vasos sanguíneos e de pápulas ou pústulas nessas regiões avermelhadas”, explica a dermatologista Dra. Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

Para este estudo, os pesquisadores utilizaram dados coletados de cerca de 82 mil mulheres, onde, num período de 14 anos, aproximadamente 5 mil destas pacientes tiveram casos de rosácea. Analisando estes dados, os pesquisadores descobriram que as mulheres que bebiam álcool tinham maior propensão a desenvolver rosácea, risco este que aumentava à medida que o consumo de álcool também aumentava.

“Embora ainda sejam necessárias mais pesquisas para determinar exatamente a relação entre o consumo de álcool e o surgimento de rosácea, os autores do estudo acreditam que o enfraquecimento do sistema imunológico, a vasodilatação e os efeitos pró-inflamatórios causados pelo álcool contribuem para o desenvolvimento da vermelhidão e rubor característicos da doença”, afirma a especialista.

A pesquisa ainda foi além ao examinar a relação entre o surgimento da rosácea e tipos específicos de álcool. Com isso, os pesquisadores descobriram que o vinho branco e o licor estão significativamente associados a um maior risco de desenvolvimento da doença. Isso porque estas bebidas possuem altas concentrações de álcool sem os flavonoides e substâncias anti-inflamatórias encontradas do vinho tinto, que, por sua vez, não está associado ao desenvolvimento inicial da condição, mas pode servir como um gatilho para o aparecimento de vermelhidão e rubor em pessoas que já sofrem com a doença.

E este é apenas um dos efeitos nocivos do consumo de álcool para o corpo e para a pele. Segundo a Dra. Thais Pepe, o álcool ainda está associado a uma variedade de doenças da pele, como psoríase e acne, além de afetar a hidratação do tecido, diminuindo o viço e colaborando para o ressecamento e a descamação.

“O álcool também estimula a produção de radicais livres, que, em contato com as células, danificam a sua estrutura, causando envelhecimento precoce e flacidez”, completa. “Por isso, caso você esteja preocupada com a saúde de sua pele, é importante que você consulte um dermatologista para receber o diagnóstico e os tratamentos adequados.”

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domingo, 17 de junho de 2018

Emoções em jogos de Copa aumentam em até 8% número de infartos

Começa neste domingo (17/06), às 15h contra a Suíça, mais uma participação brasileira em Copas do Mundo. E com ela, um turbilhão de emoções a cada lance e a cada disputa de bola culmina naquele momento único, onde o coração parece não se aguentar: o gol da Seleção Brasileira. Ele dispara e, em meio a essa carga de adrenalina, detalhes como suor frio, palpitações e respiração ofegante passam despercebidamente pelo torcedor ou torcedora.

É tanta a magia que envolve esse momento que parece ser natural a vista ficar turva, um aperto no peito, uma palidez no rosto. Pois bem, segundo cardiologistas consultados pela Agência Brasil esses sintomas que parecem até naturais em meio a um jogo de Copa do Mundo na verdade podem indicar que há algo de errado no coração desse torcedor. “Nesse caso, é de extrema importância que se procure uma emergência cardiológica”, alerta o cardiologista especialista em arritmia Benhur Henz.

“Sem dúvida as emoções [de uma Copa] podem aumentar os eventos cardiovasculares. Grandes momentos de tensão ocasionam descargas adrenérgicas [de adrenalina] aumentando risco de crises hipertensivas, angina, arritmias. Inclusive existem estudos observacionais que correlacionam período de Copa com um maior número de eventos cardiovasculares, especialmente em jogos do Brasil, quando ocorre um aumento de infarto agudo do miocárdio”, acrescentou.

Citando dados do estudo Copa do Mundo de Futebol como Desencadeador de Eventos Cardiovasculares, da Universidade de São Paulo (USP), o diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Anderson Rodrigues, explica que as ocorrências de infarto aumentam de 4% a 8% entre brasileiros, durante os jogos da Copa.

Emoções boas ou ruins

As emoções que aumentam os riscos de problemas no coração, citados pelos cardiologistas, podem ser tanto boas como ruins. “Ansiedade, rancor, alegria, tristeza ou mesmo amor são emoções que resultam em descargas de adrenalina na circulação sanguínea, e acabam causando sinais como suor frio, palpitações e alterações na pressão arterial”, disse Rodrigues.

Essas alterações na pressão podem ser silenciosas, mas também podem resultar em derrame ou infarto. “Entre esses dois extremos, tudo pode acontecer”, ressalta Rodrigues, referindo-se a sintomas como uma dor de cabeça que pode ou não incidir mais especificamente na nuca, até palidez facial, turvação visual e os chamados escotomas [pontos brilhosos na vista].

“Diante de qualquer sintoma ou sinal suspeito, o torcedor não deve, em hipótese alguma, esperar acabar o jogo para procurar atendimento médico”, enfatiza o diretor da SBC ao incluir, também entre os sintomas, dores no peito que podem irradiar para o braço ou dor na mandíbula.

No caso de pessoas que estejam sozinhas e sintam esses sintomas, o mais indicado é que, de imediato, acione o Samu, pelo telefone 192, ou o corpo de bombeiros, pelo 196. ,p>Prevenir e remediar

De acordo com os cardiologistas, uma estratégia boa a ser adotada para evitar que a emoção coloque em risco o coração é a de tentar assistir ao jogo com tranquilidade; evitar o uso de álcool e tabaco; fazer uma alimentação leve, pobre em gorduras; e buscar lugares arejados ou frescos. “O excesso de estresse, sem dúvida, atrapalha. Devemos agir de forma racional, evitando a paixão excessiva e discussões sem necessidade”, sugere Benhur.

“Claro que, diante de um jogo muito disputado, muitas pessoas podem não conseguir se manter suficientemente tranquilas. Nesses casos, o recomendável, pelo menos para quem já tem diagnosticado algum problema desse tipo [cardíacos, de pressão ou que já tenha passado por infarto], é falar antes com um médico para saber o que fazer, casos eles ocorram. Há medicações e terapias que podem minimizar os riscos”, disse Rodrigues.

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segunda-feira, 28 de maio de 2018

Comer sozinho faz mal à saúde. Saiba porquê

De acordo com uma nova pesquisa, comer sozinho é uma das principais causas de infelicidade.

Um grupo de investigadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, questionou mais de oito mil indivíduos com o intuito de averiguar como as pessoas comuns podem aumentar a sua qualidade de vida, no dia a dia.

O estudo apurou que comer as refeições sozinho está mais associado ao sentimento de infelicidade, comparativamente a qualquer outro fator (excluindo doenças mentais).

Os acadêmicos concluíram que quem fazia as refeições sem ter companhia apresentava um nível de felicidade 7,9 pontos mais baixo ao se comparar com quem come com alguém ao lado. 

A incidência de condições do foro mental registrou a maior associação negativa com mal estar. Os inquiridos que sofriam de ansiedade, depressão, de ataques de pânico ou com comportamentos compulsivos, registraram um índice de felicidade inferior à média, em 8,5 pontos.

Partilhar refeições com outras pessoas mostrou-se um indicador determinante, tendo em conta o bem estar geral, sendo 0,22 pontos mais elevado; assim como ter tempo suficiente para realizar tarefas (0,36); uma vida sexual satisfatória (0,44) e dormir bem (0,93).

Os investigadores salientam que os resultados apontam para a importância de interagir cara a cara com outras pessoas, como forma de alcançar e preservar a felicidade.

Isto porque outras formas de contato social, incluindo falar com os vizinhos e sair com os amigos ou estar fisicamente com a família, foram associados a maiores níveis de felicidade, enquanto que enviar mensagens pelo celular, e-mails ou outros tipos de interação digital, incluindo nas redes sociais, não acrescentou aos índices de contentamento.

“A qualidade dos nossos relacionamentos e passar tempo com outras pessoas, de maneira presencial e não digitalmente, pode de fato melhorar a nossa qualidade de vida: nada bate o poder da ‘simples’ interação humana. Devemos estar mais juntos, comer mais vezes juntos e compartilhar mais momentos juntos!”, disse um dos pesquisadores.

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quinta-feira, 17 de maio de 2018

Veja o que fazer para evitar dor nas costas ao dirigir

Dirigir por horas, enfrentar trânsito e estradas dentro de veículos automotivos é uma atividade muito comum na vida dos motoristas de ônibus, aplicativos e caminhoneiros. Entre todas as queixas de dor por parte desses profissionais, a dor nas costas é a mais presente.

Segundo dados da Previdência Social, somente no primeiro trimestre de 2016, foram mais de 24 mil trabalhadores afastados decorrentes de dores nas costas. Um afastamento a cada cinco minutos.

Segundo o ortopedista, cirurgião de coluna vertebral e professor da Faculdade de Medicina Santa Marcelina, Luiz Cláudio Lacerda, a postura sentada inadequada e a permanência prolongada nesta posição são os grandes vilões contra a saúde de quem dirige.

“O sinal de que algo vai mal pode se manifestar por meio de dores lombares e articulares, tensão na base do pescoço, dores nas pernas, sobrecarga nas articulações e, em casos mais graves, desgaste articular”, explica o especialista.

Para que o profissional realize seu trabalho em condições favoráveis e com qualidade de vida e, consequentemente evite problemas nas costas, o ortopedista dá algumas dicas.

“O indicado é manter a região lombar bem apoiada, o banco numa inclinação de 100 ou 110 graus e em uma altura razoável para que as pernas não tenham de ficar muito esticadas e nem muito dobradas para que os pés alcancem os pedais. Além disso, a cada uma hora e meia é importante fazer uma parada durante a jornada para repousos e alongamentos, a pratica de atividades físicas regulares também é importantíssima para a manutenção da saúde da coluna e das articulações”, finaliza Lacerda.

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sábado, 28 de abril de 2018

Veja os cuidados que você deve ter ao comprar ou consumir peixe

Uma das maiores preocupações na hora de consumir peixe, é com as bactérias como a salmonela, que pode provocar intoxicação alimentar e infecções intestinais.

Durante a compra do peixe, alguns cuidados básicos são necessários para garantir a higiene e o frescor do alimento. É importante perguntar, por exemplo, de onde vem a mercadoria e quando ela foi pescada.

Além disso, o vendedor pode ajudar com recomendações do que está fresco ou indicações de como substituir um peixe por outro. Outras questões, como armazenamento, limpeza e modo de preparo também são válidas.

1 - Se for comer sushi, certifique-se de que ele tenha sido congelado antes

As temperaturas negativas ajudam a matar possíveis larvas de tênia que tenham sido engolidas pelo peixe. Mas, para isso acontecer, são necessários pelo menos sete dias em temperaturas menores do que 20 graus negativos.

2 - Atenção com a origem do salmão

A maior parte desta espécie consumida aqui no Brasil não vem das águas profundas do hemisfério Norte, mas do Chile, onde são criados em cativeiro. O problema é que, nestas condições, os animais estão mais sujeitos a carregar infecções e parasitoses. E a saber: as contaminações podem ocorrer tanto em peixes de água doce quanto de água salgada.

3 - O peixe cru deve estar sempre gelado

Acima de 4 graus já há risco de contaminação de bactérias, por isso desconfie das postas exibidas em estufas, nos balcões de restaurantes, ou de sashimis servidos em temperatura quase ambiente, o que indica que ele já está fora da geladeira há algum tempo.

4 - Sempre que possível, analise o peixe inteiro

É um pouco difícil quando comemos fora, mas, ao comprar no supermercado, verifique se a pele está brilhante e íntegra. Já os olhos não podem ter manchinhas ou estarem fundos e embaçados. A carne deve ser rígida e não molenga demais.

5 - Separe utensílios exclusivos para o peixe

Isso vale para carnes em geral. Na hora de manusear, não use facas que já passaram por outros ingredientes e fuja das tábuas de madeira, que são porosas e facilitam a multiplicação de bactérias. No restaurante, verifique se o local segue essas práticas e evite as barcas de madeira, pelo mesmo motivo das tábuas.

6 - Observe o local antes de comer

Parte da contaminação pode ocorrer durante o transporte e a compra do peixe, mas na cozinha do restaurante é possível conferir se os funcionários lavam as mãos constantemente, se há uma estação exclusiva para o preparo dos sushis e como são as condições de higiene do ambiente.

7 - O congelado também exige cuidado

Se houver presença de pedaços de gelo dentro da embalagem ou os filés estiverem grudados, pode ser um sinal de que o peixe já descongelou, o que representa risco de contaminação.

8 - Evite o delivery de peixe cru

Aqui o problema é mais uma vez a temperatura. Na moto, sushi e sashimi passam tempo demais expostos a uma temperatura favorável à contaminação. O melhor é comer logo depois do preparo.

9 - O barato pode sair caro

Para que o peixe tenha um processo de produção seguro, precisa passar por diversos órgãos reguladores e controles de qualidade. Isso custa, então vale o pé atrás com rodízios ou na compra de peixes extremamente baratos em mercados, supermercados ou peixarias.

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Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

  Um estudo conduzido por pesquisadores da China concluiu que o consumo elevado de açúcar ao longo da vida poderá contribuir de forma signif...