segunda-feira, 28 de agosto de 2017

10 dicas para melhorar o desempenho do cérebro

O potencial criativo e produtivo do cérebro pode ser explorado com algumas práticas simples e corriqueiras.

O cérebro é uma verdadeira máquina, muito mais potente do que qualquer computador já construído pelo homem. Mas como toda máquina, é preciso treiná-la para desenvolver seu potencial na totalidade, o que por consequência vai trazer muito mais saúde e vitalidade.

O potencial criativo e produtivo do cérebro pode ser explorado com algumas práticas simples e corriqueiras, de acordo com o médico Juliano Pimentel. Confira:

1. Yoga. O yoga combina respiração, postura e meditação que, combinados, ajudam a espessar as camadas do córtex cerebral. Estudos indicam que o yoga muda a química do cérebro e ajudam o órgão a não perder matéria cinzenta. A prática do yoga está ainda associada com um melhor desenvolvimento da percepção, controle motor, autoconsciência, experiência interpessoal, inibição, controle de impulso, processamento de memória, emoções e tomada de decisões.

2. Malabarismo. O malabarismo melhora a coordenação motora. O treino da coordenação aumenta a matéria cinzenta do cérebro e melhora as conexões celulares. Um estudo realizado pela Universidade de Oxford aponta que todas as pessoas que praticaram malabarismo tiveram melhora da massa branca no lóbulo parietal, que consequentemente aumenta a consciência espacial, propriocepção e senso de toque.

3. Meditação. A meditação é uma prática conhecida por melhorar o desempenho cerebral. A meditação guiada leva a alterações de áreas como memória, compaixão e estresse.

4. Tocar instrumento. Tocar instrumento aumenta o tamanho cerebral e tem impacto ainda maior em crianças que aprendem antes dos 7 anos de idade, pois são criadas melhores conexões através de uma parte do cérebro que liga os hemisférios direito e esquerdo. Estudos apontam que músicos possuem mellhor informação sensorial de audição, toque e visão.

5. Alimentação. Investir em alimentos como salmão (pelo ômega-3), frutas e legumes de cor vermelha ou roxo escuro, como mirtilos e morangos (por causa dos antioxidantes), tomate (pelo licopeno), alimentos ricos em vitamina B e C são excelentes aliados da saúde cerebral.

6. Sexo. Ter uma vida sexual ativa auxillia na formação de novos neurônios e melhora a função cognitiva.

7. Exercícios cardiovasculares. A aeróbica melhora significativamente a área cinzenta e branca do cérebro.

8. Jejum intermitente. Esta prática melhora a saúde do corpo como um todo, incluindo o cérebro. Estudos indicam que ele promove a produção de fator de crescimento neurotrópico cerebral, uma proteína que promove o crescimento e a proteção dos neurônios.

9. Evite o uso de drogas e cigarro. Drogas psicotrópicas e cigarro danificam permanentemente o cérebro, por isso é importante não aderir a estas práticas para manter a saúde do órgão.

10. Leitura, palavras cruzadas e jogos de raciocínio lógico. Estas práticas estimulam a área criativa e lógica do cérebro.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: adilson.lemes@uol.com.br

Facebook: www.facebook.com/apiacawebradio

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Como dizer a uma pessoa que ela tem mau hálito

Como não deixar a outra pessoa constrangida nem perder a amizade?

A halitose é um problema que pode ter causas físicas ou por maus hábitos de higiene. Você trabalha ou tem uma pessoa muito próxima que está com mau hálito, mas não sabe como dar esssa "dica"? Claro que é uma questão muito delicada de se tratar, mas existem maneiras de não deixar a outra pessoa constrangida nem arriscar a amizade ao relatar o problema.

A cirurgiã dentista, especialista em Periodontia e secretária executiva Associação Brasileira de Halitose (ABHA), Ana Elisa da Silva, dá algumas dicas de como tocar no assunto de maneira discreta e delicada. Ela diz que, quem tem mau hálito, muitas vezes não sabe que tem o problema, pois as células responsáveis pelo olfato se adaptam aos odores.

Para começar, a especialista recomenda procurar um lugar calmo e longe de outras pessoas. Comece dizendo que se preocupa com a saúde da pessoa "usando expressões como “alteração no seu hálito”, “hálito forte”, “alguma mudança na sua saúde que alterou seu hálito”, “tenho notado algumas vezes um odor desagradável do ar vindo da sua boca ou narinas”, podem ajudar a suavizar o processo de alerta. Nunca use expressões pejorativas como 'bafo'", diz a especialista, em entrevista ao portal Terra.

Caso a conversa esteja fora de cogitação, existe uma outra alternativa: o SOS MAU HÁLITO, desenvolvido pela Associação Brasileira de Odontologia (ABHA). "Esse serviço está disponível no site da ABHA e você fornece o nome e o e-mail da pessoa que você quer alertar e a ABHA envia uma mensagem com orientações a essa pessoa e você fica anônimo.”

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: adilson.lemes@uol.com.br

Facebook: www.facebook.com/apiacawebradio/

sábado, 12 de agosto de 2017

Cardiologistas estabelecem valores mais rígidos de colesterol ruim

Pacientes com risco cardíaco muito alto devem ter o índice abaixo de 50 miligramas por decilitro de sangue - antes, o ideal era de 70.

A mudança atinge principalmente o colesterol LDL, o "ruim". Pacientes com risco cardíaco muito alto devem ter o índice abaixo de 50 miligramas por decilitro de sangue - antes, o ideal era de 70. Com a nova diretriz, o Brasil passa a ser o país mais rígido nesse parâmetro, segundo a SBC.

As mudanças foram publicadas em uma atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção de Aterosclerose. Na prática, os exames de colesterol agora vão indicar quais os valores de referência de acordo com o risco cardíaco dos pacientes. "Quando uma pessoa que enfartou via que o valor ideal (de colesterol ruim) era abaixo de 160, nem voltava ao médico. Mas, para ele, a meta tem de ser mais baixa", afirma o presidente do Departamento de Aterosclerose da SBC, André Faludi.

São enquadrados no grupo de pacientes de risco cardíaco muito alto, por exemplo, aqueles que tiveram enfarte, derrame ou amputação da perna por doença na artéria. Já no grupo de risco alto estão os diabéticos, explica Faludi. Para esses, o colesterol "ruim" deve estar abaixo de 70 miligramas por decilitro de sangue. Pessoas que não têm fatores de risco podem ter o índice de até 130 mg/DL.

A ideia é que os médicos se atentem a esses novos valores para indicar o tratamento mais adequado aos pacientes. Os laboratórios também devem mudar os índices de referência nos exames. Segundo Faludi, alguns estabelecimentos já aplicam a nova regra. "A primeira diretriz que reduziu os níveis de colesterol LDL para 50 é a do Brasil. Mas a Sociedade de Diabetes Europeia já reduziu para 55 nos pacientes diabéticos com doença cardiovascular. Existe uma tendência. Nos Estados Unidos, para o indivíduo que já teve fator de risco, o tratamento é para reduzir o colesterol o máximo possível."

As novas regras mudam ainda o colesterol total: antes o valor considerado desejável era abaixo de 200 mg/dl - agora é de 190 mg/dl. Para Faludi, manter os índices de colesterol "ruim" baixos é benéfico para os pacientes. "Isso reduz o risco de enfarte e derrame", diz.

Para facilitar a avaliação de médicos sobre o grupo de risco em que se enquadram os pacientes, a SBC lançou um aplicativo gratuito. A ferramenta permite que o profissional preencha dados como idade do paciente, doenças crônicas e eventos prévios como enfarte e Acidente Vascular Cerebral (AVC) para determinar em qual grupo de risco ele está - e, assim, conferir qual o valor de colesterol considerado ideal.

Hábitos. Para especialistas, o cerco maior ao colesterol deve levar a mudanças no estilo de vida dos pacientes de alto risco. "Diminuir gorduras saturadas e gorduras trans ajuda no tratamento", diz Faludi, que ainda destaca a importância de exercícios físicos regulares.

O documento com as novas diretrizes aponta, por exemplo, que o consumo de uma a duas porções de soja está associado a uma redução de 5% no colesterol ruim. Também incentiva a inclusão de fibras na alimentação e a decisão de banir o cigarro.

Em casos mais graves, para chegar aos parâmetros, no entanto, os pacientes precisarão de remédios. "A medicação tem de ser usada em muitos casos, mas a primeira ação é a mudança de estilo de vida. Não é nosso objetivo que a população simplesmente tome mais remédio", pondera o cardiologista do Hospital do Coração (HCor) Antonio Carlos Chagas.

Para o publicitário Raphael d'Ávila Borges, de 31 anos, a medicação foi inevitável. Ele se preocupou quando viu o resultado dos exames, que apontava triglicérides em 490 mg/dl e colesterol ruim acima de 200 mg/dl . Nem o HDL - considerado o colesterol "bom" - de Borges estava adequado.

"Fiz dieta por três a quatro meses, mas não adiantou. Então, comecei a tomar remédio e, provavelmente, vou tomar para a vida toda", conta. O publicitário ainda tenta controlar os carboidratos e gorduras.

Para o coordenador de marketing Davi Junior, de 37 anos, que tem colesterol alto, controlar o problema exige atenção e disciplina. "Faço exames rotineiros a cada três meses, em média", afirma. Para diminuir a dose de medicamentos, pratica natação e modera na alimentação.

"Meu colesterol é tão alto que se só parar de comer determinados alimentos não chega ao ponto necessário. Tenho sempre de seguir esse trio (alimentação, exercício e medicamento) para dar certo."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: adilson.lemes@uol.com.br

Facebook: www.facebook.com/apiacawebradio/

sexta-feira, 28 de julho de 2017

7 dicas para evitar doenças circulatórias no inverno

Cirurgiã vascular explica por que a circulação pode ficar comprometida nos períodos frios e alerta: pacientes com problemas de saúde devem redobrar a atenção.

O tempo frio estimula a contração dos vasos sanguíneos, principalmente das artérias periféricas, o que pode ser perigoso principalmente para pessoas com quadro de obesidade e sedentarismo. "Quando há excesso de gordura na parede das artérias, isso atrapalha ainda mais o sangue chegar até alguns tecidos", explica a cirurgiã vascular e angiologista Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. "Essa má circulação pode ser extremamente perigosa, porque há riscos de desenvolvimento de insuficiência arterial periférica, infartos do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC) ", alerta.

De acordo com a especialista, o acúmulo de gordura deixa as paredes das artérias endurecidas e estreitas, então o processo de circulação se torna mais lento. "Esse tipo de problema atinge mais pessoas com fatores de risco como as que estão acima do peso, tabagistas, colesterol aumentado, hipertensos e diabéticos", comenta.

Quando há predisposição genética ou quadros de obesidade, alimentação desequilibrada e sedentarismo, a preocupação se torna ainda maior. "Diabéticos ou hipertensos precisam controlar a doença, praticando exercícios físicos regularmente, mantendo alimentação balanceada e evitando fumar", esclarece a cirurgiã vascular.

O fenômeno de Raynaud também costuma aparecer ou descompensar com maior frequência no frio. "Nesse fenômeno, existe um espasmo (contração) da artéria em reação ao frio, o que torna os pés ou mãos gelados, pálidos e com alteração de coloração", explica a angiologista. A médica explica que o corpo pode dar sinais de que está com a circulação "comprometida": "O paciente pode sentir dormência ou inchaço nos membros, formigamento nas mãos e nos pés. No caso de câimbras, dor ao caminhar, paralisia ou fadiga muscular pode ser um indício de arteriosclerose". Em qualquer sinal de alteração, um médico deve ser consultado, alerta a Dra. Aline. "O tratamento para as doenças circulatórias pode ser feito por meio de medicamentos ou cirurgia se for necessário. Mas a prevenção é o melhor tratamento, especialmente para pacientes que já tenham alguma doença que contribui para a obstrução das artérias", comenta.

Dicas para evitar esses problemas:

• Usar roupas confortáveis e quentes, evitar peças justas (elas podem comprimir os músculos das pernas e cintura);

• Consumir alimentos ricos em fibras, já que auxiliam na boa digestão e controle do colesterol;

• Fazer exercícios físicos sob orientação médica;

• Optar por alimentos com gorduras poli-insaturadas;

• Controle adequado da pressão e diabetes;

• Beber muita água (entre dois e três litros) por dia;

• Cuidado ao usar meias elásticas sem orientação médica, nesses casos ela pode piorar a situação.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: adilson.lemes@uol.com.br

Facebook: www.facebook.com/apiacawebradio

domingo, 9 de julho de 2017

À medida que envelhece, homem é menos exigente com idade da parceira

A pesquisa foi realizada com 2.700 adultos, com idade entre 18 e 50 anos.

Um estudo finlandês publicado recentemente na revista científica Evolutionary Psychology chegou para mudar o estereótipo de que homens mais velhos preferem as mais novas.

A pesquisa, realizada com 2.700 adultos com idade entre 18 e 50 anos, mostrou que, de fato, os homens se interessam por mulheres substancialmente mais jovens do que eles. No entanto, eles também são atraídos e tendem a se relacionar com mulheres da mesma faixa etária.

“Uma descoberta interessante é que, à medida que os homens envelhecem, tornam-se menos exigentes quanto à idade. Eles relatam interesse tanto em mulheres jovens quanto nas mais velhas.”, disse Jan Antfolk, pesquisador da Universidade de Abo Akademi, na Finlândia, e principal autor do estudo.

Segundo Antfolk, alguns dos participantes eram solteiros enquanto outros estavam em um relacionamento sério há um tempo e todos responderam qual a faixa etária da pessoa com a qual eles “considerariam” se relacionar sexualmente. Em seguida, eles foram questionados sobre a idade dos seus parceiros nos últimos cinco anos.

Os resultados mostraram que os homens jovens preferiam mulheres da mesma idade. E, em comparação com as mulheres, os homens estavam geralmente mais dispostos a considerar uma parceira substancialmente mais jovem. Por exemplo, a média de idade dos homens heterossexuais no estudo foi de 37 anos e eles considerariam ter relações sexuais com uma mulher de cerca de 21 anos.

Já as mulheres heterossexuais tinham, em média, 35 anos, e elas considerariam se relacionar com um parceiro de cerca de 27 anos.

Passar da idade

Outra descoberta importante: à medida que as mulheres ficavam mais velhas, a idade média do parceiro com quem elas cogitariam se relacionar também aumentava: para cada ano na idade de uma mulher, sua definição de “jovem demais” aumentou aproximadamente quatro meses. As preferências dos homens também evoluíram, mas não tanto: o limite de idade aumentou apenas dois meses, em média, a cada ano.

Mas os homens também estavam interessados em mulheres de sua idade, segundo o estudo. E, na vida real, seu comportamento diferia dos interesses relatados: eles geralmente tinham relações sexuais com mulheres com idade próxima à sua.

Para Antfolk, o estereótipo de que homens mais velhos preferem mulheres mais novas é muito “grosseiro”. Ele ressalta ainda que, no mundo real, ninguém escolhe um parceiro baseado exclusivamente na idade. “Nós procuramos por muitas características quando escolhemos um parceiro. A idade é só uma delas”, complementou.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: adilson.lemes@uol.com.br

Facebook: www.facebook.com/apiacawebradio

domingo, 2 de julho de 2017

10 motivos para sentir dor nas pernas e 6 maneiras de evitá-las

Cirurgiã vascular explica as causas das dores nas pernas, de cãibras a artrite.

Nem sempre a dor nas pernas é um problema óbvio e pode ser um grande incômodo para quem tem atividade constante, mas se sente impedido de se movimentar durante as tarefas rotineiras sem sentir dor. A maioria das dores nas pernas ocorre devido ao uso excessivo ou a lesões menores e o seu desconforto geralmente desaparece em pouco tempo.

Mas, em muitos casos, algum problema pode estar impedindo sua melhora. Como suas causas são variadas, a cirurgiã vascular e angiologista Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular elenca as prováveis causas e recomenda que o diagnóstico preciso deve ser realizado por médico especialista em consultório, pois há ainda mais causas que são somente diagnosticadas com exames específicos.

- Cãibras - Uma das principais causas da dor nas pernas é a cãibra muscular ou o espasmo que geralmente desencadeia dor súbita e aguda à medida que os músculos das pernas se contraem e podem formar um nódulo visível e duro sob a pele. Pode haver vermelhidão e inchaço na área circundante. “A fadiga e a desidratação muscular podem levar a cãibras nas pernas, bem como certos medicamentos, incluindo diuréticos e estatinas”, comenta Dra. Aline.

- Lesões - A dor nas pernas também é frequentemente um sinal de lesão, que pode ser tensão muscular, uma lesão comum que acontece quando as fibras musculares se rompem como resultado do excesso de exercício. Outra lesão comum é a inflamação de um tendão, tendinite. Quando se inflama, pode ser difícil mover a articulação afetada. Também pode ocorrer a bursite do joelho, quando há uma inflamação no joelho. Tendão de Aquiles é um forte cordão fibroso que liga os músculos na parte de do osso do calcanhar, e ele pode se romper completamente ou apenas parcialmente, causando uma dor aguda que afetará a habilidade de caminhar.

- Flebite - Pernas inchadas, doloridas, avermelhadas e aquecidas podem ser sinal de flebite (ou também conhecida como tromboflebite), inflamação na parede das veias, que ficam endurecidas devido à coagulação do sangue. É causada normalmente pelo fluxo do sangue mais lento, um dano local e mudanças na composição do sangue.

- Tendão de Aquiles - Se o seu tendão de Aquiles se rompe, você pode sentir um estalido ou pressão, seguido de uma dor aguda imediata na parte traseira do tornozelo e da perna que provavelmente afetará sua habilidade de caminhar corretamente. “A cirurgia geralmente é a melhor opção para reparar uma ruptura do tendão de Aquiles, mas para muitas pessoas, no entanto, o tratamento não cirúrgico funciona tão bem”, alerta a cirurgiã.

- Dor ciática - Uma das dores mais comuns é ciática, a dor que irradia ao longo do caminho do nervo ciático, que se ramifica da parte inferior das costas através dos quadris e nádegas e para baixo em cada perna. Normalmente, a ciática afeta apenas um lado do corpo e ocorre com mais frequência quando há uma hérnia de disco, esporão ósseo na coluna vertebral ou estreitamento da coluna vertebral (estenose espinhal), o que comprime parte do nervo. Isso causa inflamação, dor e, muitas vezes, algum entorpecimento na perna afetada. Embora a dor associada à ciática possa ser grave, a maioria dos casos resolve com tratamentos não-operatórios em algumas semanas. As pessoas que têm ciática severa que está associada a fraqueza significativa da perna ou alterações no intestino ou na bexiga podem ser candidatas a cirurgia.

Veias Vericosas - As veias alargadas e nodosas, chamadas de varicosas também podem causar muita dor. Para muitas pessoas, pequenas varizes são simplesmente uma preocupação cosmética. Para outras pessoas, as varizes podem causar dor e desconforto. As varizes também podem indicar um maior risco de outros problemas circulatórios. O tratamento pode envolver medidas ou procedimentos médicos para fechar ou remover veias.

- Aterosclerose - Certas condições médicas geralmente levam a dor nas pernas, como a aterosclerose, estreitamento e endurecimento das artérias devido ao acúmulo de gordura e colesterol. “Se os tecidos na perna não recebem oxigênio suficiente, isso pode resultar em dor nas pernas, particularmente nas panturrilhas”, esclarece a médica.

- Trombose - A trombose venosa profunda (TVP) pode causar dor e ocorre quando um coágulo de sangue se forma em uma veia. As TVPs geralmente se formam na perna após longos períodos de repouso na cama, causando dor de inchaço e cãibras.

- Artrite - O que causa muita dor também é a artrite, que pode causar inchaço, dor e vermelhidão, em função da inflamação das articulações. “A gota é uma forma de artrite que pode ocorrer quando muito ácido úrico se acumula no corpo”, comenta Dra. Aline.

- Hérnia de disco - A hérnia de disco pode doer muito pois pode comprimir nervos na coluna vertebral, o que pode desencadear a dor que viaja de sua coluna para os braços e pernas.

Prevenção de dor nas pernas

- Procure sempre alongar-se antes dos exercícios físicos, para evitar dor nas pernas devido à atividade física. Também é útil comer alimentos ricos em potássio, como banana e frango, para ajudar a prevenir lesões nos músculos das pernas e nos tendões.

- Faça pelo menos 30 minutos de exercícios por dia, cinco dias por semana.

- Mantenha um peso saudável.

- Evite fumar.

- Monitorize seu colesterol, açúcar no sangue e pressão arterial e tome medidas para mantê-los sob controle.

- Consulte sempre seu médico.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: adilson.lemes@uol.com.br

Facebook: www.facebook.com/apiacawebradio/

sábado, 24 de junho de 2017

Estresse no trabalho pode causar síndrome de burnout; Entenda

30% dos brasileiros sofrem com a chamada síndrome do esgotamento profissional.

Competição, crise econômica, ambiente tenso, cobrança exagerada, reuniões improdutivas, acúmulo de atividades... todos esses são motivos que contribuem para o aumento do estresse no trabalho. O que pouca gente sabe, porém, é que ambientes profissionais com essas características fazem com que 30% dos brasileiros sofram com a chamada síndrome do esgotamento profissional, ou síndrome de burnout, segundo pesquisa da International Stress Management Association (Isma), realizada entre 2013 e 2014.

"Pessoas com a síndrome de burnout podem apresentar esgotamento físico, alteração de humor, maior irritabilidade e dificuldade de concentração, além de sofrer com ansiedade, pessimismo, baixa autoestima e, até mesmo, depressão – para se ter uma ideia, em 2016, 75,3 mil brasileiros foram afastados de suas funções por apresentarem algum tipo de quadro depressivo, o que coloca o país em quinto lugar no ranking mundial", afirma a especialista em gestão estratégica de pessoas Claudia Santos.

Mesmo nos casos menos graves, o fato é que o estresse não traz problemas apenas à saúde dos colaboradores, mas também impacta nos resultados organizacionais de modo geral. Afinal, funcionários estressados, além de faltarem mais, não utilizam todo o seu potencial e acabam produzindo menos. Embora muitas vezes essa responsabilidade caia exclusivamente nas mãos do RH, também é papel dos empresários e gestores incentivar os colaboradores a buscar tratamento médico e psicológico e, principalmente, prevenir o surgimento de novos casos.

"As empresas precisam parar de tratar o problema como um fato isolado e buscar identificar de que forma estão contribuindo para levar seus funcionários à exaustão. Será que alimentar ambientes de trabalho estressantes, exigir um grande volume de trabalho, fazer cobranças exageradas, promover reuniões em excesso e estimular a competição interna não contribuem para que os membros da equipe se sintam desconfortáveis e insatisfeitos?

Faço um convite aos empresários para uma reflexão: “eu contribuo de alguma forma para um mundo corporativo doentio?” Reconhecer que suas atitudes podem influenciar a saúde mental dos colaboradores já é um primeiro passo para fazer uma mudança com foco na solução, e não no problema. Todos precisam entender que as relações de trabalho, a divisão de tarefas, o estilo de liderança, a comunicação interna, a disponibilidade de recursos e a organização dos processos são fatores que influenciam diretamente na saúde mental dos funcionários e podem ser decisivos na produtividade da empresa", finaliza.

Em parceria com a área de recursos humanos, os líderes empresariais devem estar sempre atentos aos problemas e às reclamações, ouvindo verdadeiramente o que os colaboradores têm a dizer. Estabelecer uma comunicação clara e transparente é importante para criar uma relação de confiança. Reconhecer as conquistas da companhia e incentivar a participação de todos são maneiras de evitar o estresse e, ao mesmo tempo, criar um espaço aberto para sugestões e novas ideias. Uma empresa que valoriza seus colaboradores e incentiva novos talentos é menos impactada por problemas de saúde mental e, ainda, tem mais chance de contar com pessoas felizes para obter uma grande vantagem competitiva.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: adilson.lemes@uol.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

  Um estudo conduzido por pesquisadores da China concluiu que o consumo elevado de açúcar ao longo da vida poderá contribuir de forma signif...