domingo, 9 de julho de 2017

À medida que envelhece, homem é menos exigente com idade da parceira

A pesquisa foi realizada com 2.700 adultos, com idade entre 18 e 50 anos.

Um estudo finlandês publicado recentemente na revista científica Evolutionary Psychology chegou para mudar o estereótipo de que homens mais velhos preferem as mais novas.

A pesquisa, realizada com 2.700 adultos com idade entre 18 e 50 anos, mostrou que, de fato, os homens se interessam por mulheres substancialmente mais jovens do que eles. No entanto, eles também são atraídos e tendem a se relacionar com mulheres da mesma faixa etária.

“Uma descoberta interessante é que, à medida que os homens envelhecem, tornam-se menos exigentes quanto à idade. Eles relatam interesse tanto em mulheres jovens quanto nas mais velhas.”, disse Jan Antfolk, pesquisador da Universidade de Abo Akademi, na Finlândia, e principal autor do estudo.

Segundo Antfolk, alguns dos participantes eram solteiros enquanto outros estavam em um relacionamento sério há um tempo e todos responderam qual a faixa etária da pessoa com a qual eles “considerariam” se relacionar sexualmente. Em seguida, eles foram questionados sobre a idade dos seus parceiros nos últimos cinco anos.

Os resultados mostraram que os homens jovens preferiam mulheres da mesma idade. E, em comparação com as mulheres, os homens estavam geralmente mais dispostos a considerar uma parceira substancialmente mais jovem. Por exemplo, a média de idade dos homens heterossexuais no estudo foi de 37 anos e eles considerariam ter relações sexuais com uma mulher de cerca de 21 anos.

Já as mulheres heterossexuais tinham, em média, 35 anos, e elas considerariam se relacionar com um parceiro de cerca de 27 anos.

Passar da idade

Outra descoberta importante: à medida que as mulheres ficavam mais velhas, a idade média do parceiro com quem elas cogitariam se relacionar também aumentava: para cada ano na idade de uma mulher, sua definição de “jovem demais” aumentou aproximadamente quatro meses. As preferências dos homens também evoluíram, mas não tanto: o limite de idade aumentou apenas dois meses, em média, a cada ano.

Mas os homens também estavam interessados em mulheres de sua idade, segundo o estudo. E, na vida real, seu comportamento diferia dos interesses relatados: eles geralmente tinham relações sexuais com mulheres com idade próxima à sua.

Para Antfolk, o estereótipo de que homens mais velhos preferem mulheres mais novas é muito “grosseiro”. Ele ressalta ainda que, no mundo real, ninguém escolhe um parceiro baseado exclusivamente na idade. “Nós procuramos por muitas características quando escolhemos um parceiro. A idade é só uma delas”, complementou.

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domingo, 2 de julho de 2017

10 motivos para sentir dor nas pernas e 6 maneiras de evitá-las

Cirurgiã vascular explica as causas das dores nas pernas, de cãibras a artrite.

Nem sempre a dor nas pernas é um problema óbvio e pode ser um grande incômodo para quem tem atividade constante, mas se sente impedido de se movimentar durante as tarefas rotineiras sem sentir dor. A maioria das dores nas pernas ocorre devido ao uso excessivo ou a lesões menores e o seu desconforto geralmente desaparece em pouco tempo.

Mas, em muitos casos, algum problema pode estar impedindo sua melhora. Como suas causas são variadas, a cirurgiã vascular e angiologista Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular elenca as prováveis causas e recomenda que o diagnóstico preciso deve ser realizado por médico especialista em consultório, pois há ainda mais causas que são somente diagnosticadas com exames específicos.

- Cãibras - Uma das principais causas da dor nas pernas é a cãibra muscular ou o espasmo que geralmente desencadeia dor súbita e aguda à medida que os músculos das pernas se contraem e podem formar um nódulo visível e duro sob a pele. Pode haver vermelhidão e inchaço na área circundante. “A fadiga e a desidratação muscular podem levar a cãibras nas pernas, bem como certos medicamentos, incluindo diuréticos e estatinas”, comenta Dra. Aline.

- Lesões - A dor nas pernas também é frequentemente um sinal de lesão, que pode ser tensão muscular, uma lesão comum que acontece quando as fibras musculares se rompem como resultado do excesso de exercício. Outra lesão comum é a inflamação de um tendão, tendinite. Quando se inflama, pode ser difícil mover a articulação afetada. Também pode ocorrer a bursite do joelho, quando há uma inflamação no joelho. Tendão de Aquiles é um forte cordão fibroso que liga os músculos na parte de do osso do calcanhar, e ele pode se romper completamente ou apenas parcialmente, causando uma dor aguda que afetará a habilidade de caminhar.

- Flebite - Pernas inchadas, doloridas, avermelhadas e aquecidas podem ser sinal de flebite (ou também conhecida como tromboflebite), inflamação na parede das veias, que ficam endurecidas devido à coagulação do sangue. É causada normalmente pelo fluxo do sangue mais lento, um dano local e mudanças na composição do sangue.

- Tendão de Aquiles - Se o seu tendão de Aquiles se rompe, você pode sentir um estalido ou pressão, seguido de uma dor aguda imediata na parte traseira do tornozelo e da perna que provavelmente afetará sua habilidade de caminhar corretamente. “A cirurgia geralmente é a melhor opção para reparar uma ruptura do tendão de Aquiles, mas para muitas pessoas, no entanto, o tratamento não cirúrgico funciona tão bem”, alerta a cirurgiã.

- Dor ciática - Uma das dores mais comuns é ciática, a dor que irradia ao longo do caminho do nervo ciático, que se ramifica da parte inferior das costas através dos quadris e nádegas e para baixo em cada perna. Normalmente, a ciática afeta apenas um lado do corpo e ocorre com mais frequência quando há uma hérnia de disco, esporão ósseo na coluna vertebral ou estreitamento da coluna vertebral (estenose espinhal), o que comprime parte do nervo. Isso causa inflamação, dor e, muitas vezes, algum entorpecimento na perna afetada. Embora a dor associada à ciática possa ser grave, a maioria dos casos resolve com tratamentos não-operatórios em algumas semanas. As pessoas que têm ciática severa que está associada a fraqueza significativa da perna ou alterações no intestino ou na bexiga podem ser candidatas a cirurgia.

Veias Vericosas - As veias alargadas e nodosas, chamadas de varicosas também podem causar muita dor. Para muitas pessoas, pequenas varizes são simplesmente uma preocupação cosmética. Para outras pessoas, as varizes podem causar dor e desconforto. As varizes também podem indicar um maior risco de outros problemas circulatórios. O tratamento pode envolver medidas ou procedimentos médicos para fechar ou remover veias.

- Aterosclerose - Certas condições médicas geralmente levam a dor nas pernas, como a aterosclerose, estreitamento e endurecimento das artérias devido ao acúmulo de gordura e colesterol. “Se os tecidos na perna não recebem oxigênio suficiente, isso pode resultar em dor nas pernas, particularmente nas panturrilhas”, esclarece a médica.

- Trombose - A trombose venosa profunda (TVP) pode causar dor e ocorre quando um coágulo de sangue se forma em uma veia. As TVPs geralmente se formam na perna após longos períodos de repouso na cama, causando dor de inchaço e cãibras.

- Artrite - O que causa muita dor também é a artrite, que pode causar inchaço, dor e vermelhidão, em função da inflamação das articulações. “A gota é uma forma de artrite que pode ocorrer quando muito ácido úrico se acumula no corpo”, comenta Dra. Aline.

- Hérnia de disco - A hérnia de disco pode doer muito pois pode comprimir nervos na coluna vertebral, o que pode desencadear a dor que viaja de sua coluna para os braços e pernas.

Prevenção de dor nas pernas

- Procure sempre alongar-se antes dos exercícios físicos, para evitar dor nas pernas devido à atividade física. Também é útil comer alimentos ricos em potássio, como banana e frango, para ajudar a prevenir lesões nos músculos das pernas e nos tendões.

- Faça pelo menos 30 minutos de exercícios por dia, cinco dias por semana.

- Mantenha um peso saudável.

- Evite fumar.

- Monitorize seu colesterol, açúcar no sangue e pressão arterial e tome medidas para mantê-los sob controle.

- Consulte sempre seu médico.

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sábado, 24 de junho de 2017

Estresse no trabalho pode causar síndrome de burnout; Entenda

30% dos brasileiros sofrem com a chamada síndrome do esgotamento profissional.

Competição, crise econômica, ambiente tenso, cobrança exagerada, reuniões improdutivas, acúmulo de atividades... todos esses são motivos que contribuem para o aumento do estresse no trabalho. O que pouca gente sabe, porém, é que ambientes profissionais com essas características fazem com que 30% dos brasileiros sofram com a chamada síndrome do esgotamento profissional, ou síndrome de burnout, segundo pesquisa da International Stress Management Association (Isma), realizada entre 2013 e 2014.

"Pessoas com a síndrome de burnout podem apresentar esgotamento físico, alteração de humor, maior irritabilidade e dificuldade de concentração, além de sofrer com ansiedade, pessimismo, baixa autoestima e, até mesmo, depressão – para se ter uma ideia, em 2016, 75,3 mil brasileiros foram afastados de suas funções por apresentarem algum tipo de quadro depressivo, o que coloca o país em quinto lugar no ranking mundial", afirma a especialista em gestão estratégica de pessoas Claudia Santos.

Mesmo nos casos menos graves, o fato é que o estresse não traz problemas apenas à saúde dos colaboradores, mas também impacta nos resultados organizacionais de modo geral. Afinal, funcionários estressados, além de faltarem mais, não utilizam todo o seu potencial e acabam produzindo menos. Embora muitas vezes essa responsabilidade caia exclusivamente nas mãos do RH, também é papel dos empresários e gestores incentivar os colaboradores a buscar tratamento médico e psicológico e, principalmente, prevenir o surgimento de novos casos.

"As empresas precisam parar de tratar o problema como um fato isolado e buscar identificar de que forma estão contribuindo para levar seus funcionários à exaustão. Será que alimentar ambientes de trabalho estressantes, exigir um grande volume de trabalho, fazer cobranças exageradas, promover reuniões em excesso e estimular a competição interna não contribuem para que os membros da equipe se sintam desconfortáveis e insatisfeitos?

Faço um convite aos empresários para uma reflexão: “eu contribuo de alguma forma para um mundo corporativo doentio?” Reconhecer que suas atitudes podem influenciar a saúde mental dos colaboradores já é um primeiro passo para fazer uma mudança com foco na solução, e não no problema. Todos precisam entender que as relações de trabalho, a divisão de tarefas, o estilo de liderança, a comunicação interna, a disponibilidade de recursos e a organização dos processos são fatores que influenciam diretamente na saúde mental dos funcionários e podem ser decisivos na produtividade da empresa", finaliza.

Em parceria com a área de recursos humanos, os líderes empresariais devem estar sempre atentos aos problemas e às reclamações, ouvindo verdadeiramente o que os colaboradores têm a dizer. Estabelecer uma comunicação clara e transparente é importante para criar uma relação de confiança. Reconhecer as conquistas da companhia e incentivar a participação de todos são maneiras de evitar o estresse e, ao mesmo tempo, criar um espaço aberto para sugestões e novas ideias. Uma empresa que valoriza seus colaboradores e incentiva novos talentos é menos impactada por problemas de saúde mental e, ainda, tem mais chance de contar com pessoas felizes para obter uma grande vantagem competitiva.

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domingo, 18 de junho de 2017

Deficiência de zinco: conheça causas, sintomas e perigos

O excesso de consumo de zinco, por sua vez, pode ocasionar problemas para a saúde também.

A deficiência de zinco no organismo representa sérios riscos para a saúde, afetando o organismo de dentro para fora. Segundo o médico Juliano Pimentel, autor do livro "Viva Melhor Sem Glúten", cerca de 31% da população mundial apresenta falta de zinco, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A falta deste mineral em quantidades satisfatórias compromete o sistema imunológico, pois o zinco é fundamental para a manter a imunidade. A síndrome do intestino gotejante é, também, um sinal de que seus níveis de zinco podem estar baixos. Diarreias constantes, perda de cabelo acentuada ou fios ficando muito finos, inflamações na pele e problemas de atenção e distúrbios motores em lactentes também podem ter sua origem na falta de zinco.

Ainda de acordo com o especialista, entre as causas para a falta deste mineral no organismo podem ser má alimentação, estresse, excesso de exercícios, gravidez e amamentação, idade, alcoolismo, diabetes, pacientes que realizam hemodiálise, pacientes soropositivos com HIV/AIDS, artrite reumatoide, bebês prematuros e de baixo peso, desnutrição, vegetarianos, pessoas com distúrbios alimentares como anorexia e bulimia, pacientes que recebem alimentação intravenosa e pacientes que utilizam antibióticos de tetraciclina e quinolona.

O excesso de consumo de zinco, por sua vez, pode ocasionar tosse, fadiga, febre, dor de estômago e até, em casos extremos, câncer de próstata. Dentre os alimentos ricos em zinco, segundo o site Tua Saúde, estão ostras, carne de boi assada, peru cozido, carne de vitela cozida, fígado de frango cozido, sementes de abóbora, feijão de soja cozido, cordeiro cozido, amêndoa e amendoim.

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Sem desperdício: bolinho de mandioquinha com carne usa sobras

A receita é uma ótima opção para servir como entrada.

Quer uma receita incrível, saborosa, fácil, rápida e que ainda utilize ingredientes que sobraram do almoço? O bolinho de mandioquinha com recheio de carne é uma excelente opção. Como entrada, ele oferece um aperitivo do que está por vir e vai deixar seus convidados pedindo por mais.

Confira a receita da Friboi:

Ingredientes

1/2 kg de mandioquinha

1 ovo

1 xícara (chá) de farinha de trigo

2 colheres (sopa) de manteiga

2 colheres (sopa) de óleo

1/2 kg de carne moída

1 cebola

2 dentes de alho

2 colheres (sopa) de extrato de tomate

Cheiro verde a gosto

Óleo para fritura

Farinha de trigo para empanar

1 ovo para empanar

Farinha panko (encontrada em casas de produtos orientais) ou substituir por farinha de rosca

Modo de preparo do recheio

Em uma panela, refogue o alho a cebola em duas colheres de óleo. Acrescente a carne moída e refogue até que esteja bem sequinha e soltinha. Adicione o extrato de tomate, tempere com sal e pimenta, acrescente cheiro verde; e reserve.

Modo de preparo da massa

/

Cozinhe a mandioquinha descascada em água até que esteja macio. Passe a mandioquinha ainda quente por uma peneira e deixe esfriar. Adicione o ovo, sal e a farinha de trigo aos poucos até que forme uma massa firme (caso esteja úmida acrescente mais farinha). Em uma panela, coloque a manteiga para aquecer, transfira a massa e cozinhe sempre mexendo até que esteja bem firme; reserve.

Montagem

Passe um pouco de óleo na mão, pegue um pouco da massa e recheie com a carne. Passe o bolinho na farinha de trigo, depois no ovo batido e na farinha panko. Fritar em óleo quente.

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sábado, 10 de junho de 2017

Amigos podem ser mais importantes do que família

De acordo com um novo estudo, os amigos tornam-se cada vez mais fundamentais para a saúde e felicidade.

Os amigos são muito importantes na vida, mas diria que são mais fundamentais do que a família? Um estudo publicado na revista Personal Relationships diz que sim.

De acordo com a pesquisa realizada por William Chopik, investigador e professor de psicologia na Universidade do Estado do Michigan, ter amigos que apoiem na idade avançada é um indicar mais forte de bem-estar do que ter relações familiares fortes.

A revista Time revelou que essa pesquisa é baseada em dois estudos que envolveram mais de 270 mil pessoas em cerca de 100 países. Neles, se verificou que tanto as relações de amizade como de família estavam associadas a uma melhor saúde e a mais felicidade. No entanto, quando mais velho, mais esta associação passou a ser verificada em pessoas que diziam ter amizades fortes.

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domingo, 4 de junho de 2017

9 benefícios imediatos de parar de fumar

Estudos mostram que fumantes ativos têm 40 vezes mais propensão de desenvolver câncer de pulmão e menos longevidade em relação aos não fumantes.

O tabaco apresenta nicotina, um componente que atua no sistema nervoso central da mesma forma que a cocaína, heroína e álcool, porém de maneira mais rápida, chegando ao cérebro entre sete e 19 segundos. “Fumar pode trazer vários perigos à saúde, como 85% dos casos de cânceres de pulmão, além de doenças coronarianas, sendo responsável por 25% dos infartos e anginas (dor no peito). Ainda, provoca doença pulmonar obstrutiva crônica, como bronquite e enfisema, como também acidente vascular cerebral (AVC), úlceras gastrointestinais e infecções respiratórias”, alerta o pneumologista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Dr. Waldomiro José.

Estudos mostram que fumantes ativos têm 40 vezes mais propensão de desenvolver câncer de pulmão e menos longevidade em relação aos não fumantes. Também é um risco para as gestantes tabagistas, pois enfrentam maior probabilidade de complicações durante o parto, inclusive de óbito fetal. “Em grávidas, há risco de aborto espontâneo, má formação pulmonar no feto e recém-nascido de baixo peso”, comenta o pneumologista. Também outros sintomas podem acometer os fumantes, como menor resistência física, menos fôlego e pior desempenho na prática de esportes e na vida sexual. “Há uma série de consequências corriqueiras, como mau hálito, dentes amarelados, dor de garganta, tosse, gengivite e falta de ar”, explica.

Uma dúvida frequente é se todo tipo de fumo faz mal à saúde. Dr. Waldomiro esclarece que seja cigarro, charuto, cachimbo ou narguilé, todos são responsáveis pela perda precoce de 1,3 milhões de vidas por ano no mundo. De acordo com a OMS, o narguilé tem 100 vezes mais alcatrão, quatro vezes mais nicotina e 11 vezes mais monóxido de carbono do que um cigarro comum. “Algumas pessoas pensam que por apresentar certa quantidade de água que isso retira as substâncias tóxicas, mas, na verdade, ocorre o contrário, já que aumenta a ingestão de fumaça”.

Por outro lado, os benefícios da decisão de parar de fumar são instantâneos. Imediatamente, o corpo já começa a eliminar os resíduos tóxicos do cigarro, mesmo que tenha fumado durante anos. “A cada dia sem fumar, diminui o risco de câncer e doenças cardíacas, a respiração fica mais fácil, há melhora no desempenho físico, mental e sexual. Além disso, as pessoas que convivem com o fumante também são poupadas das toxinas, pois não podemos esquecer que os fumantes prejudicam a si mesmos e ao outro, provocando doenças pelo tabagismo passivo. Por último, ainda há benefício econômico, já que não gastarão mais com maços de cigarro”, finaliza.

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Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

  Um estudo conduzido por pesquisadores da China concluiu que o consumo elevado de açúcar ao longo da vida poderá contribuir de forma signif...