sábado, 27 de maio de 2017

5 alimentos que você jamais deve comprar no supermercado

Fazer em casa é uma opção muito mais segura e saudável.

Os supermercados são uma das grandes invenções da vida moderna, onde é possível encontrar tudo em um único espaço. É lá que estão todos os alimentos que podem ser consumidos quase na hora e sem uma grande trabalho culinário implicado.

Contudo, é no supermercado que estão também os alimentos processados, industrializados e repletos de sódio, açúcar e gorduras saturadas e trans. Esses alimentos devem ser evitados pelos vários riscos que apresentam para a saúde, mas o seu consumo não precisa ser completamente totalmente da alimentação… isto, claro, se as pessoas optarem pelas versões feitas em casa.

Ao site Buena Vida do El País, o biólogo e nutricionista Juan Revenga garante que o supermercado é o pior local para comprar carne moída, especialmente se já estiver embalada e pronta para levar. “No supermercado você não encontra carne moída sem uma série de aditivos”, diz. O melhor ainda é ir a um açougue e pedir para picar a carne na hora ou comprar uma máquina para que possa fazer em casa.

As embalagens de tomate sem pele também não devem ser compradas, uma vez que cada lata tem aproximadamente o dobro de calorias e gorduras do que o molho feito em casa. Além disso, estas embalagens contêm também grandes quantidades de açúcar, salienta ao jornal a dietista Silvia Romeno, que ressalta a importância de cozinhar o molho em casa com azeite.

Embora as pipocas sejam um dos lanches que mais podem contribuir para a perda de peso, optar pelas de saco é um erro. A diferença nutricional entre as pipocas feitas em casa (em azeite ou óleo de coco e sem açúcar) é completamente diferente das pipocas industrializadas (já feitas ou para colocar no micro-ondas), que contam com grandes quantidades de gordura trans e saturada.

De acordo com os especialistas, os molhos prontos são um verdadeiro veneno. Além de conterem grandes quantidades de açúcar, sal e gorduras, podem ainda conter óleo de palma e aditivos prejudiciais à saúde. Recorrer ao azeite, ervas aromáticas, nozes e castanhas e tomate é o recomendado para fazer um molho em casa bem mais saudável.

E se pensa que as batatas fritas congeladas são uma boa opção por serem ‘apenas’ batatas, engana-se. Esta versão "absorve muito mais óleo para fritar", o que pode resultar num aumento calórico de 500 calorias por 100 gramas, diz Silvia Romero. Embora a ingestão de batatas fritas deva sempre ser evitada, fazer em casa com batatas ao natural é melhor.

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sábado, 20 de maio de 2017

Consumo de álcool aumenta 43,5% no Brasil em dez anos, afirma OMS

Segundo a pesquisa, o país com o maior índice per capita de consumo de álcool é a Lituânia.

O consumo de álcool per capita no Brasil aumentou 43,5% em dez anos e agora supera a média internacional. Em 2006, cada brasileiro a partir de 15 anos bebia o equivalente a 6,2 litros de álcool puro por ano. No ano passado, a taxa chegou a 8,9. Com isso, o País figura na 49.ª posição do ranking entre os 193 avaliados. Os dados foram divulgados ontem pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Segundo a pesquisa, o país com o maior índice per capita de consumo de álcool é a Lituânia, onde os habitantes bebem o equivalente a 18,2 litros de álcool puro (medida que leva em conta o porcentual de álcool na bebida) por ano. A Bielorrússia aparece na sequência, com 16,4 litros por ano, seguida pela Moldávia (15,9) e Rússia (13,9). Dos dez países que ocupam as primeiras colocações, nove estão no Leste Europeu.

A média mundial é de 6,4 litros por ano. Na África, o consumo é, em média, de 6 litros por ano. Nas Américas, a taxa é de 8,2 e na Europa, de 10,3, puxada pelos países do leste.

A OMS não vê o consumo do álcool em si como um problema, mas considera que o uso excessivo e a falta de controle em certas situações podem se transformar em ameaça. Um total de 3,3 milhões de pessoas morrem todos os anos pelas consequências da bebida - 5,9% de todas as mortes no mundo. No grupo das pessoas entre 20 e 39 anos, 25% das mortes têm uma relação direta com o álcool.

Levantamento da OMS também constatou que o álcool pode causar mais de 200 doenças, incluindo mentais.

Responsabilidade

Para a OMS, "governos têm a responsabilidade de formular, implementar, monitorar e avaliar políticas públicas para reduzir o uso excessivo do álcool". Entre as medidas, a entidade sugere regular o marketing de bebidas, o acesso à compra e elevar impostos.

Clarice Madruga, psicóloga da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenadora do Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), concorda. Segundo ela, o principal motivo para o aumento do consumo de álcool no País é a falta de uma política de prevenção universal. "O Brasil não adota as políticas eficazes que fizeram outros países reduzirem o consumo."

A psicóloga ressalta que, no Brasil, diferentemente da maioria dos países, não há uma licença específica para a venda de álcool. "Todo lugar com alvará - padaria, loja de conveniência, posto de gasolina - pode vender bebida. Isso sem falar na venda informal e para menores."

Segundo Clarice, entre as mulheres houve o maior aumento de consumo nos últimos anos. Com a inserção no mercado de trabalho, o acúmulo de papéis sociais e a elevação do estresse, elas estão mais expostas ao álcool e, pior, têm mais propensão à dependência. "Por causa dos hormônios, o efeito do álcool e de outras drogas é muito mais prazeroso para a mulher." Clarice ressalta que o alto consumo de álcool traz mais prejuízos para a sociedade do que para o indivíduo.

O publicitário Décio Perez, de 58 anos, viu a vida ser destruída por causa do álcool, mas reagiu. "É uma coisa lenta e progressiva. Você acha que está no controle, mas é engano. Você perde a família, amigos, o emprego."

O Ministério da Saúde diz já adotar uma política que enfoca no "fortalecimento de fatores de proteção e redução de fatores de risco e vulnerabilidades que possam levar ao uso prejudicial de álcool e outras drogas". "Entre 2013 e 2016, as ações dos programas alcançaram mais de 10 mil crianças, 47 mil adolescentes e mil famílias."

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domingo, 14 de maio de 2017

10 fatos surpreendentes sobre bebês que você provavelmente não sabe

A ciência já descobriu alguns fatos sobre estes pequenos seres.

Bebês, esses seres fofos, cheios de sono, fome e... enigmáticos. Saber sobre o que passa na cabeça de um bebê e o que estão sentindo pode ser um verdadeiro desafio para os pais. A ciência ainda estuda sobre a biologia dos bebês e a neurociência ainda não sabe tudo sobre estes pequenos seres.

Confira alguns fatos que a ciência já descobriu sobre os bebês e que você provavelmente não sabia, segundo o site Mistérios do Mundo:

1. Um bebê humano tem 60 ossos a mais que um adulto.

2. Um bebê recém-nascido tem cerca de um copo de sangue em seu corpo.

3. Os bebês nascem sem bactérias em seus sistemas digestivos, mas isso alguns dias após o parto.

4. Os recém-nascidos só enxergam em preto e branco por alguns meses.

5. Os neurocientistas acreditam que os bebês não sonham durante os primeiros anos de sua vida.

6. Até 985, muitos médicos acreditavam que os bebês não sentiam dor e cirurgias eram realizadas sem anestesia.

7. Os bebês têm três vezes mais paladar que os adultos.

8. Os bebês prematuros são mais propensos a serem canhotos.

9. Alguns países têm regras oficiais sobre como um bebê pode ser chamado.

10. O cérebro de um bebê pode usar até 50% da oferta total de glicose, o que pode ajudar a explicar porque os bebês precisam de tanto sono.

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sábado, 6 de maio de 2017

Por que a gordura da barriga é diferente e pior do que as outras?

A gordura visceral é a que mais consequências traz para a saúde.

Para que o organismo funcione corretamente e o sistema imunitário seja capaz de fazer frente a todo o tipo de agentes agressores é preciso que o corpo humano tenha alguma reserva de gordura.

Contudo, quando ela se encontra em excesso, os riscos são muitos e existe um tipo que pode ser verdadeiramente penoso para a saúde. Falamos da gordura visceral, bem mais perigosa para a saúde do que a gordura subcutânea, aquela que se encontra debaixo da pele e que pode ser apalpada (sim, o pneuzinho que tanto chateia e teima em não desaparecer).

Como explica o site da revista Health, a gordura visceral se encontra no interior da barriga, mais precisamente à volta dos órgãos e debaixo dos músculos do abdominal, não sendo, por isso, palpável. Mas, por que é que este tipo de gordura é diferente e pior? Porque estimula a criação e libertação de citocina, uma proteína que interfere com a função de várias células e que, por exemplo, afeta a produção de insulina. Mas não é só.

A gordura visceral, aquela que faz com que a barriga cresça consideravelmente em casos de excesso de peso, é ainda uma das principais desencadeadoras de processos inflamatórios no corpo, deixando-o sempre em estado de stress e à mercê das respostas inesperadas do sistema imunitário.

A revista diz, ainda, que a gordura visceral interfere em grande escala com a saúde do fígado, uma vez que impede que as suas células tenham ‘consciência’ dos níveis de insulina presentes, o que pode causar um aumento da pressão sanguínea e ainda desencadear o aparecimento de diabetes tipo 2.

A melhor forma de prevenir ou combater esta gordura – que tende a aumentar com o avançar da idade – é através de um estilo de vida saudável, pautado pela alimentação variada e equilibrada (e sem produtos industrializados ou ricos em açúcar e gorduras trans) e pela prática de exercício físico.

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domingo, 30 de abril de 2017

Saiba como ter um estilo de vida mais amigo do meio ambiente

Cuidar do planeta terra é fundamental para a saúde do ambiente, das pessoas e dos animais. E é bem mais simples do que parece.

Adotar um estilo de vida mais ambientalista e sustentável não é tão complicado como parece. O segredo é seguir alguns truques que devem passar a ser praticados diariamente, fazendo parte de uma rotina individual e também familiar.

Seguir o exemplo da França, que baniu o uso de plásticos, é apenas um exemplo de como é fácil ter um estilo de vida mais amigo do ambiente. Mas existem outros tão ou mais eficazes e igualmente práticos e fáceis, como é o caso da exclusão da carne pelo menos uma vez por semana.

Além de diminuir a emissão de gases e do efeito de estufa, a redução do consumo de carne ajuda ainda a preservar a vida animal e também humana. Um estudo da Universidade de Oxford revelou que quanto menos carne as pessoas consumirem, mais vidas serão preservadas no futuro.

Reciclar o papel, o plástico, o vidro, as baterias, os óleos, a madeira e tudo o que possa ter uma segunda vida ou finalidade é também um outro aspecto a se considerar, diz a revista Self, que inclui ainda a importância de frear o consumismo e, com isso, de comprar menos produtos, sejam eles de moda ou decoração.

Tentar acumular o mínimo possível de resíduos e começar a produzir alimentos de origem vegetal em casa (sempre que possível, claro), são outros pontos importantes para um estilo de vida mais sustentável, assim como usar uma garrafa de água reutilizável e optar sempre por produtos com poucas embalagens ou que sejam armazenados em recipientes ecológicos e já reciclados.

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sábado, 22 de abril de 2017

10 formas de melhorar a saúde do fígado

Além de ser o responsável pela ‘expulsão’ das toxinas, o fígado é ainda um dos desencadeadores da sintetização da proteína.

O fígado é o segundo maior órgão do corpo humano e realiza uma das mais importantes funções do organismo: a limpeza, ou a tal da detox que todo mundo adora. Mas o órgão não tem somente esta função: além de ser o responsável pela ‘expulsão’ das toxinas, o fígado é ainda um dos desencadeadores da sintetização da proteína, um dos melhores promotores da boa digestão e ainda um dos reguladores mais eficazes dos níveis de glicose e dos hormônios.

Não faltam motivos para cuidar da saúde do fígado. Vale ressaltar que a obesidade pode vir a ser a principal causa de doença do fígado, o chamado fígado gordo não-alcoólico.

Embora existam alimentos que promovam a saúde deste órgão, é preciso saber qual a melhor forma de cuidar dele e é isso que o site Eat This, Not That! ensina:

1 – Consumir bebidas alcoólicas com moderação, visto que o hábito é um dos principais agentes agressores do fígado e responsável por doenças hepáticas, como a cirrose;

2 – Perder peso, uma vez que o consumo elevado de açúcar e sal causa pressão no órgão, deixando-o doente;

3 – Reduzir ou banir o consumo de alimentos processados e refrigerantes, já que são dos que mais possuem sal, açúcar e gordura, um trio que deixa qualquer órgão à mercê dos mais variados problemas de saúde;

4 – Reduzir o consumo de medicamentos, que, quando ingeridos em excesso ou de forma desnecessária, nada mais fazem do que aumentar a toxicidade no órgão;

5 – Comer beterraba, um dos alimentos que mais possui colina (componente que ajuda a ‘metabolizar’ a gordura);

6 – Beber água com gotas de limão, uma vez que se trata de uma bebida alcalina e capaz de facilitar a limpeza do organismo e do próprio fígado;

7 – Ingerir mais gorduras boas, como o azeite e óleo de coco, que são importantes para fazer frente aos agentes inflamatórios;

8 – Praticar mais exercício físico, que não só ajuda a manter o peso saudável, como favorece a perda de gordura que coloca o fígado em risco;

9 – Apostar no consumo de vitamina E, vista pela ciência como um dos componentes que mais ajuda a atenuar as consequências do fígado gordo não alcoólico;

10 – Ingerir mais vegetais de folha verde com sabor amargo, como a rúcula e o agrião, pois possuem um poder detox.

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sábado, 8 de abril de 2017

5 alimentos que podem piorar a depressão

A alimentação tem um poder determinante no estado de espírito, conseguindo contribuir para uma maior sensação de felicidade, mas também para um agravamento dos sintomas de tristeza e ansiedade.

No caso da depressão, explica a nutricionista Keri Glassman, “alguns alimentos conseguem, na verdade, aumentar a resposta fisiológica do corpo ao estado de espírito, dando origem a uma inflamação não saudável” que deixa as pessoas ainda mais tristes e estressadas e, deste modo, propensas à depressão (que pode ser prolongada).

Esta resposta deve-se à ligação muito próxima entre o intestino e o cérebro e espelha o poder que a alimentação tem não só na saúde física, como também na saúde mental. O médico Harold W. Koenigsberg diz à revista Prevention que, enquanto alguns alimentos têm um poder benéfico na saúde intestinal, outros “têm um efeito negativo no microbioma e no humor”.

As bolachas são um exemplo claro de alimentos que agravam os sintomas de depressão pelo efeito momentâneo que o açúcar provoca. Na prática, este tipo de alimento industrializado dá uma sensação repentina de bem-estar depois de ter sido consumido, mas as oscilações abruptas dos níveis de açúcar no sangue fazem com que os sintomas se agravem, aumentando o risco de depressão.

Também as bebidas com poder energético – e aqui incluem-se as opções açucaradas, mas também o café, o chá e o matcha – podem contribuir para o agravamento dos sintomas de depressão, especialmente quando consumidas em excesso e em momentos de estresse. A causa está na cafeína, especialmente quando combinada com açúcar.

E por falar em açúcar, o aspartame é um outro ingrediente listado pelos especialistas ouvidos pela revista. Este adoçante artificial tem um efeito significativo na hora de agravar a sensação de tristeza, ansiedade e depressão, uma vez que consegue bloquear a produção de serotonina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar.

Embora ajude a relaxar num primeiro momento, as bebidas alcoólicas devem ser evitadas ao máximo quando se começam a sentir os primeiros sintomas de depressão e até mesmo quando a doença foi já diagnosticada.

Um recente estudo revela que o óleo de soja consegue agravar os sintomas da condição em 48%, uma vez que a gordura trans faz com que o processo inflamatório seja maior e mais intenso.

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Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

  Um estudo conduzido por pesquisadores da China concluiu que o consumo elevado de açúcar ao longo da vida poderá contribuir de forma signif...