domingo, 13 de novembro de 2016

Conheça 10 mitos e verdades sobre o diabetes

No Brasil são mais de 14 milhões de diabéticos.

Uma epidemia – é desta maneira que a Federação Internacional de Diabetes (IDF) define a abrangência atual do diabetes ao redor do mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a população mundial com diabetes esteja acima de 380 milhões de pessoas, e deverá atingir mais de 470 milhões até 2035. “O mundo está enfrentando uma epidemia sem precedentes de diabetes”, confirma David Cavan, diabetologista diretor de políticas e programas da IDF3.

Só no Brasil estima-se que existam 14,25 milhões de portadores da doença, sendo que um a cada dois adultos diabéticos ainda não está diagnosticado. Neste 14 de Novembro, quando se celebra o Dia Mundial do Diabetes, a Sanofi preparou um guia com dez mitos e verdades a respeito da doença, já que a educação é parte fundamental do tratamento do diabetes.

“O fato é que o paciente leva um tempo até conseguir compreender e se adaptar à nova condição crônica”, avalia a endocrinologista Denise Franco, pesquisadora do Centro de Pesquisas Clínicas (CPClin) e coordenadora do departamento de Novas Terapias da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). “Mas, uma vez que se adapte à nova rotina, tudo fica mais fácil”.

1) Precisar tomar insulina é o último recurso e significa que minha doença é grave.

MITO. Assim como acontece em qualquer problema de saúde crônico, como é o caso do glaucoma e da asma, por exemplo, muitas vezes o paciente precisa fazer uso de uma medicação de modo contínuo – é para isso que servem os colírios para baixar a pressão ocular e a “bombinha” do asmático. Quando o corpo não dá conta de equilibrar o nível de açúcar no sangue sozinho, algumas pessoas diabéticas precisam recorrer à insulina, um hormônio que ajuda nesta função. Isso não significa, necessariamente, que a doença tenha atingido um alto grau de gravidade. Significa, apenas, que o paciente poderá contar com a ajuda de um medicamento que vai controlar a doença, retardando, deste modo, por muitos anos, as complicações crônicas do diabetes.

) O diabetes pode até ser uma doença grave, mas a Aids, por exemplo, matou mais pessoas nos últimos anos.

MITO. Um estudo publicado pela revista científica britânica The Lancet aponta que o diabetes tem matado mais do que a Aids/HIV nos últimos anos. A estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de que cerca de 1 a 5 milhões de pessoas morreram, só em 2012, vitimadas pela doença.

3) A hipoglicemia pode matar.

VERDADE. A hipoglicemia é um dos sintomas que mais causam medo nos pacientes com diabetes. Se ela ocorre durante a noite, enquanto o paciente está dormindo, pode não ser percebida. E, sem uma intervenção rápida, um quadro de hipoglicemia pode até ser fatal. Entre os sintomas de hipoglicemia estão sensação de fraqueza ou fome, tontura, tremor, palpitação, sudorese, alterações da visão e até perda da consciência.

4) Só aplicar a insulina é suficiente para o controle do diabetes.

MITO. Para que o controle ideal do diabetes aconteça, é preciso que o paciente também invista em uma alimentação balanceada e na prática de atividade física regular, além do controle da glicemia e o uso medicação prescrita de forma contínua. Além disso, há uma preocupação por parte do Ministério da Saúde em estimular que se torne prioridade a perda de peso, entre os obesos, como forma de se obter mais qualidade de vida. Até porque, estudos apontam que são essas as únicas formas de se reduzir as complicações do diabetes.

5) Diabéticos que não controlam os índices glicêmicos têm mais chances de sofrer ataque do coração e derrames.

VERDADE. O estudo UK 1994 Prospective Diabetes Study – UKPDS mostrou que a chance de morte prematura é maior nos diabéticos que não controlam a doença adequadamente. Além disso, a falta de controle glicêmico de quem tem diabetes pode levar a complicações crônicas decorrentes da hiperglicemia, como alteração na visão, problemas renais, neuropatia diabética, insuficiência cardíaca e infarto agudo do miocárdio. No entanto, a evolução da doença pode ser modificada se, desde o início, o paciente realizar mudanças em seu estilo de vida.

6) Ter repetidos episódios de hipoglicemia não traz maiores consequências além de desconforto físico.

MITO. Estudos mostram que os episódios frequentes de hipoglicemia aumentam em quatro vezes o risco de a pessoa desenvolver uma doença cardiovascular, além de levar à diminuição da função mental e até à demência.

7) Quase metade dos brasileiros portadores de diabetes mellitus tipo 2 não sabem que têm a doença.

VERDADE. Diabetes do tipo 2 é mais prevalente entre os diabetes. Está presente em 90% a 95% dos casos. Mesmo assim, de acordo com o Estudo de Prevalência do Diabetes Mellitus, no Brasil, coordenado pelo Ministério da Saúde, existem 46,5% de portadores do DM tipo 2, em todo o País, que desconhecem ter a doença. Esses brasileiros estão sem diagnóstico e sem tratamento.

8) O diabetes mellitus tipo 2 pode não apresentar sintomas.

VERDADE. Especialmente no início, quando ainda existe uma considerável produção de insulina, é comum que o diabetes mellitus tipo 2 cause pouco ou nenhum sintoma. “Já o diabetes tipo 1 pode ter um início dramático, se sintomas como urinar muito, tomar muita água e emagrecer sem deixar de se alimentar não forem reconhecidos a tempo”, explica a endocrinologista Rosângela Réa, do Paraná.

9) O tratamento com insulinas envolve sempre mais de uma aplicação por dia.

MITO. Cada caso deve ser avaliado pelo médico, que vai prescrever os medicamentos e as posologias adequadas àquele paciente. Mas, graças à oferta de novos medicamentos pela indústria farmacêutica, quem tem diabetes passou a contar com mais opções de tratamento. Recentemente foi lançada no Brasil a insulina glargina de última geração U300, indicada para o tratamento do diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2 em adultos. A insulina glargina U300 proporciona ao paciente efeito estável e prolongado de controle do nível glicêmico, para além de 24 horas. Trata-se de um aliado poderoso, por exemplo, nos casos de diabetes mellitus tipo 1, quando, no geral, recomenda-se a associação de uma insulina de ação lenta, como a insulina glargina U300, e outra de ação rápida, junto com as refeições. Já em pacientes de diabetes tipo 2, é possível realizar o tratamento apenas com uma insulina glargina de última geração.

10) A obesidade na infância pode levar ao diabetes mellitus na adolescência.

VERDADE. O diabetes mellitus em adolescentes tem sido atribuído às elevadas taxas de obesidade na infância e na adolescência que, por sua vez, estão relacionadas ao crescente sedentarismo e hábitos alimentares ricos em calorias e gorduras. Além disso, segundo afirma a Sociedade Brasileira de Diabetes, estudos recentes feitos em adolescentes com diabetes mellitus tipo 2 mostraram que o efeito do diabetes e da obesidade tem grande influência no sistema vascular, aumentando a rigidez dos vasos. Com isso, os pesquisadores alertam que o tipo 2, quando desenvolvido precocemente, é mais agressivo do ponto de vista cardiovascular do que em adultos.

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sábado, 5 de novembro de 2016

Colesterol bom pode não ser assim tão bom para o coração, diz estudo

Estudo questiona o efeito protetor dos elevados níveis de colesterol bom.

Na hora de zelar pela saúde do coração, o colesterol ruim (LDL) é o primeiro a ser analisado. Contudo, um recente estudo publicado na revista científica Journal of the American College of Cardiology aponta que, afinal, o colesterol bom (HDL) pode não ser tão bom assim para o coração.

Na prática, revela o site da Health, as pessoas que têm elevados níveis de colesterol HDL – 70mg/litro no caso dos homens e 90mg/litro no caso das mulheres - não são menos propensas de sofrerem ataques do coração ou acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Esta nova teoria vem acabar com a ideia de que os elevados níveis de colesterol diminuem as consequências associadas ao colesterol ruim, deixando, com isso, o coração mais saudável e protegido. Além disso, a pesquisa revela ainda que os baixos níveis de colesterol LDL podem igualmente deixar o coração desprotegido, sendo, por isso, o equilíbrio o ideal.

O estudo foi realizado por vários cientistas de universidades e institutos do Canadá e teve por base a análise, durante cinco anos, de 631 mil pessoas com mais de 40 anos.

Denis T. Ko, um dos principais cientistas, diz que “a ligação entre o colesterol bom e as doenças cardíacas é complexo”, contudo, defende que “parece certo que há uma ligação entre as pessoas com níveis baixos de colesterol bom e outros fatores de risco conhecidos para doenças cardíacas, como a má alimentação, os hábitos de exercícios e outras condições médicas”.

Porém, se os baixos níveis de colesterol bom podem ser um sinal de alerta, “concentrar-se em elevar o colesterol HDL provavelmente não vai ajudar os pacientes”, frisa o pesquisador, citado pela Health.

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sábado, 29 de outubro de 2016

Composto da cebola pode ajudar a combater câncer, diz estudo

Cientistas descobriram que o composto natural isolado das cebolas, chamado ‘onion A’ (ONA), tem várias propriedades anti-câncer de ovário.

Um grupo de cientistas da Universidade de Kumamoto, no Japão, extraiu uma substância natural da cebola, chamada ‘onion A’ (ONA) e a aplicou em ratos com tumor epitelial de ovário, o tipo mais comum da doença e que apresenta uma taxa de sobrevivência de apenas 40%.

Esta experiência resultou numa sobrevivência mais longa das cobaias tratadas e um menor desenvolvimento dos seus nódulos, revela o estudo publicado no Science Daily.

A equipe de pesquisadores descobriu que a ONA consegue inibir as funções pró-tumorais de mielóides derivadas de células supressoras (MDSC), que estão intimamente associadas à supressão da resposta imune anti-tumor dos linfócitos do hospedeiro, utilizando o modelo pré-clínico do sarcoma. Os cientistas também descobriram que a ONA melhora os efeitos de drogas anti-câncer, reforçando as suas capacidades anti-proliferação.

Os autores do estudo afirmam que os ratos não sofreram efeitos colaterais significativos e que, com mais testes, existe a possibilidade de se criar um suplemento oral de ONA para tratar as mulheres com esse tipo de tumor, contudo destacam que ainda é cedo para saber se esse componente é de fato eficiente contra os tumores em humanos e se simplesmente ingerir cebola ajuda a prevenir ou mesmo a tratar a doença.

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domingo, 23 de outubro de 2016

Obsessão amorosa e amor: Entenda as diferenças

Você sabe diferenciar quando o sentimento é apenas passageiro, quando é amor e quando se torna uma obsessão?

Muitas pessoas confundem amor com obsessão e acham maravilhoso viver em razão de alguém — e esquecer de si mesmo. Embora isso pareça bonito — afinal também é bom gostar de alguém — fique sabendo que você pode estar numa zona de perigo. Se o seu "amado" faz algo que você não gosta — mas você faz de conta que gosta ou finge que não viu; se você vive fazendo coisas para agradá-lo; se você se recrimina internamente por gostar de alguém; se dorme e acorda pensando no seu "amado": cuidado!

Todos esses podem ser sintomas de que você está em uma zona complicada de desequilíbrio emocional. "Isso não é amor: é uma obsessão. É uma paixão e a paixão é um desequilíbrio emocional!", afirma a psicoterapeuta Maura de Albanesi, que tem mais de 30 anos de atuação na área.

Essas atitudes obsessivas (de pensar excessivamente no outro) desenvolvem-se com a projeção, um mecanismo automático, no qual o apaixonado começa a ver características do outro que não condizem com o que o outro realmente é, explica a psicoterapeuta.

"Na paixão você só está vendo o bom. Há casos de gente que se apaixona e só ela não percebe, por exemplo, que o cara é um bandido. Ela está enaltecendo um lado bom que às vezes nem existe. É uma projeção total, por isso que a paixão é um estado de desequilíbrio emocional", analisa. E explica: "Então quando alguém está apaixonado, essa pessoa está desequilibrada psiquicamente porque ela não está vendo a realidade. Tanto que quando a paixão vai embora, ela se pergunta como foi gostar de alguém assim".

Para sair dessa situação, a psicóloga sugere começar a olhar seus próprios atos e questionar se isso não está sendo criado. "E, ao perceber que está projetando, ela pode olhar concretamente o que a pessoa faz e falar sem a projeção. É um processo para trazer para o real. Porque existe, de fato, a questão da projeção e para sair disso, é necessário trazer dados reais. Como se você tirasse os óculos que sou ‘eu no outro’", explica. Aliás, essa projeção explica, segundo a psicóloga, porque uma pessoa que não está na relação consegue enxergar melhor essa situação.

Paixão X Amor — Esse estado obsessivo é muito confundido com o amor. No entanto, Maura de Albanesi ressalta que o amor tem outras características. "O amor é quando você vai além do lado bom e olha o lado sombra da pessoa, ou seja, os defeitos, e você não se incomoda tanto com eles — mas sabe reconhecê-los. Quando os defeitos não são empecilhos." De acordo com a especialista, todos nós temos defeitos, mas só ama quem consegue enxergá-los e não ser afetado por eles. "Quando esse lado sombra não me desestabiliza, eu estou pronta para amar essa pessoa. O amor consegue entrar", completa.

Mas isso também só acontece quando a pessoa está preparada no sentido de amar a si mesmo: "O amor que você tem a si não pode estar em questão pelo amor que você sente pelo outro e nem tampouco pelo amor que o outro sente por você. Quando você não vê o outro como um objeto seu, você está pronto para amar. Na hora que eu amo e aquela pessoa tem que estar comigo para eu ser feliz, eu coloquei uma condição para minha felicidade em que eu dependo do outro." Nesse caso, com a felicidade condicionada, o caminho para a frustração está aberto, de acordo com ela.

Mas apesar de todo o sofrimento que a paixão desperta, ela também tem um lado bom. "Tudo aquilo que você projeta no outro, na paixão, são qualidades que você tem e que não está reconhecendo que tem. Então uma forma também de sair dessa paixão é pensar que tudo que eu pensei que o outro era, é, na verdade, o que eu sou. E que isso às vezes não está tão claro para a pessoa, por isso ela projeta. Então são as qualidades adormecidas em mim que vão despertar no meu olhar pelo outro", finaliza.

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sábado, 15 de outubro de 2016

Conheça o hábito matinal que pode estar arruinando sua saúde

O café é o protagonista do desjejum e muitas pessoas não conseguem começar o dia sem a cafeína.

Acordar e tomar o café da manhã é o hábito da maioria das pessoas. Há quem goste do café puro, há quem prefira café com leite e há quem não dispense um pão com manteiga e queijo, mas se alimentar bem para começar o dia é a recomendação principal dos especialistas em nutrição e saúde, que desaconselham totalmente o jejum matinal.

O café é o protagonista do desjejum e muitas pessoas não conseguem começar o dia sem a caféina proveniente da bebida, mas um estudo recente, publicado no periódico NCBI, aponta que o hábito de tomar somente café bem quente pela manhã pode impactar a saúde de forma negativa, revela o site Fatos Desconhecidos.

A pesquisa concluiu que beber café sem o acompanhamento de nenhum alimento eleva os níveis de ácido clorídrico no estômago e no trato digestivo, o que pode acabar corroendo a parede do estômago e provocando danos no intestino. A longo prazo podem ocorrer úlceras, irritação intestinal e até câncer no intestino.

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sábado, 8 de outubro de 2016

No futuro, Brasil pode ter maior número de crianças obesas do mundo

Falta de atividade física associada à má alimentação é uma combinação muito perigosa.

Os números assustam: uma em cada três crianças de 5 a 9 anos está acima do peso; A combinação de videogame, falta de atividade física e má alimentação está formando uma geração obesa que será afetada por doenças antes conhecidas apenas na vida adulta. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75 milhões.

Falta de atividade física associada à má alimentação é uma combinação muito perigosa. Muitas vezes os próprios pais são os culpados, já que muitas vezes é mais fácil e prático optar por alimentos prontos ou fast food.

A obesidade, que já é considerada uma epidemia, altera totalmente o funcionamento do corpo. Problemas que costumam afetar apenas adultos passam a ser detectados em crianças e adolescentes, como hipertensão, colesterol alterado, diabetes tipo 2, depressão, ansiedade, estresse, síndrome do pânico, enxaqueca e dores de cabeça, miopia transitória, problemas cardiovasculares e o desenvolvimento do câncer.

Atividade física

O sedentarismo é a principal causa da obesidade na infância, e por isso a criança precisa ser inserida ao mundo da atividade física desde bebê. Os pequenos têm o metabolismo acelerado e muita energia para gastar. É importante que os pais incentivem os filhos a praticar esportes e a criança tem que experimentar algumas atividades até escolher a sua preferida.

"Desta maneira, o interesse em praticar a atividade será algo prazeroso, e não uma obrigação. Nem sempre a modalidade que os pais gostam ou desejam que o filho faça coincide com a preferência deles. Atividade física é a melhor prevenção contra a obesidade e, se realizada com prazer e sem cobrança, ajuda a potencializar os resultados", afirma Adriana Souza, coordenadora da Escola de Esportes, unidade Eldorado.

Os hábitos familiares servem de referência para as crianças. Os pais são exemplos para os filhos em todas as etapas da vida - principalmente na infância. Segundo a educadora física, há maneiras simples de praticar atividade física em família, como brincar, levar o cachorro para passear, pular amarelinha e jogar futebol. "É importante estimular a criança a praticar brincadeiras e atividades mais ativas. Crianças que passam muito tempo no celular, tablet, computador e videogame acabam perdendo o interesse por outras atividades, além de deixar de brincar, interagir e criar novas brincadeiras com outras crianças."

Alimentação saudável

A vida moderna tem milhares de facilidades, entre elas a comida congelada, prática, fica pronta em minutos sem trabalho algum e com preço acessível. Mas produtos industrializados tem altíssimo teor de sódio, excesso de açúcar e gordura trans. As famílias estão deixando de lado o costume de preparar sua própria alimentação. E esquecem a importância de escolher os melhores alimentos, de checar os rótulos para identificar o que estão consumindo.

"Muitas crianças querem produtos que viram nos comerciais de TV, por terem embalagens coloridas e chamativas associadas a personagens famosos ou por atrativos como brindes e jogos. Devemos priorizar os alimentos frescos", afirma a nutricionista infantil Flávia Monzillo.

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sábado, 1 de outubro de 2016

Truques para diminuir a dor das aftas

Sim, deve evitar bebidas ácidas.

As aftas são pequenas úlceras que aparecem nas mucosas do aparelho digestivo, sendo bastante comuns na boca. Dolorosas e incomodativas, as aftas aparecem quase sempre sem dar sinal de chegada e alojam-se nos locais menos desejados da boca, dificultando a mastigação ou a limpeza dos dentes, por exemplo.

Ter uma boa higiene oral e evitar alimentos muito picantes e/ou crocantes são algumas das formas de prevenir o aparecimento de aftas, mas se a prevenção é difícil de concretizar, a minimização das consequências não.

Como explica a revista Women’s Health no seu site, existem truques que conseguem minimizar a dor provocadas pelas aftas e um deles diz respeito à alimentação. Evitar bebidas e comidas muito ácidas ou açucaradas é fundamental para não deixar a lesão ainda mais irritada e possivelmente inchada.

Comprar uma pasta de dentes isenta de sulfato de laurilo sódico é a recomendação dada pelo médico Rajan Sharma, que sugere ainda que se faça bochecho de água com sal, de forma a desinfectar a boca, uma loção que deve ser alternada com água com bicarbonato de sódio.

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