sábado, 17 de setembro de 2016

Você tem hábito de estalar os dedos? Saiba o que isto pode causar

Os dedos ficam mais grossos? Faz mal para as articulações? Descubra!

Se você é daquelas pessoas que tem o hábito de estalar os dedos das mãos, saiba qual impacto isto gera em suas articulações. As informações são do site Fatos Desconhecidos.

Cientistas da UC Davis Medical Center, Estados Unidos, descobriram que quando estalamos os dedos, o espaço existente entre os ossos se expande e o líquido articular, que também é uma das fontes de nutrição para a cartilagem, se torna insuficiente para preencher a lacuna.

Além disso, o som dos estalos é causado pela liberação rápida desses gases. Isso é o que faz com que as juntas aumentem entre 15% a 20% seu volume. Esses gases contém aproximadamente 80% de dióxido de carbono. E você só conseguirá estalar novamente quando esses gases voltarem para seu devido lugar.

Segundo especialistas que analisaram dedos de pessoas que possuem esse hábito, o movimento articular aumenta sua amplitude logo depois do estalo, isso significa uma espécie de “aquecimento” das articulações, o que torna essa prática uma boa tática preventiva de doenças articulares.

A pesquisa também mostrou que as pessoas que tem esse hábito não possuem as juntas mais grossas, inchaços, nem sofrem de artrite. O que pode desmitificar a ideia de que quem estala os dedos fica com eles mais grossos.

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sábado, 10 de setembro de 2016

Saiba o que acontece com seu organismo depois de ingerir energético

A bebida que é símbolo da disposição talvez não seja tão nutritiva e possa fazer mal à saúde.

Muita gente faz uso de bebidas energéticas para ter um pouco mais de energia, seja para ir a uma balada ou mesmo para produzir melhor no trabalho. A bebida que é símbolo da disposição talvez não seja tão nutritiva e possa fazer mal à saúde.

Talvez você só tenha ouvido falar dos efeitos positivos. De acordo com o site Curiosidade, a bebida tem efeitos adversos sobre o corpo.

A mistura de cafeína, taurina e outros ingredientes, estimula e aumenta a frequência cardíaca e o metabolismo. Quando a bebida entra no corpo, provoca uma reação no cérebro, que obriga o organismo a liberar adrenalina.

Isso provoca um alargamento do fígado e mais liberação de açúcar no sangue devido a sensação de euforia.A taurina é um estimulante frequentemente utilizado em suplementos para reduzir o apetite.

A fórmula estimulante açucarada entra no corpo e traz uma sensação imediata de energia e bem-estar. Mas o corpo tem que trabalhar muito para metabolizar o açúcar e a cafeína, provocando o aumento da frequência cardíaca, que é perigoso. Pessoas com doenças cardiovasculares correm risco de um ataque cardíaco ou insuficiência cardíaca.

A fórmula estimulante açucarada entra no corpo e traz uma sensação imediata de energia e bem-estar. Mas o corpo tem que trabalhar muito para metabolizar o açúcar e a cafeína, provocando o aumento da frequência cardíaca, que é perigoso. Pessoas com doenças cardiovasculares correm risco de um ataque cardíaco ou insuficiência cardíaca.

Não é aconselhável exagerar no consumo dos energéticos, pois eles possuem efeitos diferentes em cada pessoa. Um jovem pode ter tremores, insônia, dores de cabeça, ansiedade e paranoia. Ao passar o efeito da mega disposição, pode restar desidratação e sensação de fadiga por causa da sobrecarga do sistema cardiovascular.

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sábado, 3 de setembro de 2016

O que acontece se você tomar um banho de água fria todas as semanas?

No verão é bom colocar a água mais fria durante o banho, mas você sabia que deveria fazer o mesmo nos dias de inverno?

Uma ducha de água fria por semana pode fazer bastante diferença na sua saúde. Embora pareça um plano que apenas faz sentido no verão, a verdade é que baixar a temperatura da água durante o banho deve ser um hábito recorrente ao longo do ano.

Quem o diz é o editor do Mental Floss, em um artigo assinado no site da revista Prevention. De acordo com Nick Greene, a água fria não só acelera a perda de peso, como melhora a aparência e a saúde da pele, que deixa de ficar à mercê das agressões causadas pelas temperaturas elevadas da água. Mas um banho de água fria faz mais do que isso.

Falando por experiência própria, depois de começar a tomar um banho de água fria por semana, Nick Greene diz que este hábito pode ainda ser uma forma de aumentar a produtividade, uma vez que a pessoa fica mais focada e concentrada – e tudo começa no momento da ducha: “quando estamos tomando um banho de água gelada, é impossível pensar em outra coisa senão ‘estou tomando um banho de água gelada’”, conta.

A motivação também ganha com este hábito semanal, uma vez que se a pessoa é capaz de sobreviver dois minutos debaixo de água fria, sente-se também capaz de resolver as mais variadas situações.

A motivação também ganha com este hábito semanal, uma vez que se a pessoa é capaz de sobreviver dois minutos debaixo de água fria, sente-se também capaz de resolver as mais variadas situações.

E como a água fria é algo um tanto ou quanto desagradável no inverno, este hábito semanal é ainda uma forma de testar a força de vontade da pessoa, como diz Nick Grenne.

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sábado, 27 de agosto de 2016

Quer controlar a vontade de comer doces? Veja este truque

Todas as tarde e/ou noites tem vontade de comer algo doce e acaba por não resistir e estragar a sua dieta? Confira esta dica!

No meio da tarde de trabalho, mal chega em casa ou logo depois do jantar é comum surgir uma vontade de comer algo doce – especialmente nas pessoas que adoram doces.

Mas todos nós sabemos que os doces extra podem arruinar a dieta e a saúde. Por isso, antes de atacar a barra hocolate ou o pacote de bolachas, mastigue um punhado – cerca de 25gr – de sementes de abóbora.

O nutricionista Luciano Bruno explicou à revista Boa Forma que como as sementes de abóbora são ricas em cromo – mineral que controla a ansiedade – elas ajudam a reduzir o desejo por algo adocicado.

E destaca: “Ainda oferece fito-químicos que ‘adormecem’ os genes envolvidos no aumento de peso”, bem como fibras e gorduras boas, amigas da dieta e da saúde.

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sábado, 20 de agosto de 2016

Publicidades de comida afetam cérebro das crianças, diz estudo

Estudo indica que as crianças tendem a querer alimentos mais saborosos depois de verem anúncios publicitários de comida.

O objetivo das campanhas publicitárias de alimentos é bastante claro: levar ao consumo. As imagens usadas, as cores escolhidas, os protagonistas e o timing em que aparecem não são obras do acaso e se o efeito já é bem forte nos adultos, nos pequenos ele pode ser ainda maior.

Um recente estudo do Centro Médico da Universidade de Kansas, nos Estados Unidos, indica que os anúncios publicitários têm impacto direto no cérebro das crianças, que ficam querendo alimentos saborosos (como aqueles que veem) depois de assistirem aos anúncios. Além disso, a capacidade de resposta perante comida é mais rápida também.

Publicado pelo jornal The Journal of Pediatrics, o estudo teve por base a análise de 23 crianças com idades entre os oito e os 14 anos, que foram convidadas a avaliar o sabor e o ‘fator saudável’ de 60 alimentos, antes e depois de assistirem a anúncios televisivos, alguns sobre comida. Os participantes puderam, ainda, escolher comer ou não cada um dos alimentos avaliados.

Todo este processo foi realizado ao mesmo tempo que os cérebros dos mais novos eram avaliados através de imagens de ressonância magnética, lê-se na Fox News.

Antes de assistirem aos anúncios, as crianças não escolheram os alimentos tendo em conta o fato de serem ou não saudáveis, mas sim tendo por base o quão saborosos eram. A escolha teve por base o sabor e o aspecto apetitoso foi ainda maior depois de terem assistido aos anúncios publicitários, algo que ficou provado com as imagens obtidas na ressonância magnética e que mostraram uma ativação da área cerebral relacionada com a recompensa.

Amanda Bruce, uma das mentoras da pesquisa, diz que os anúncios publicitários de comida têm um efeito bastante direto na capacidade de decisão, mas salienta que as crianças estão em desvantagem, uma vez que são mais facilmente influenciáveis para escolhas menos saudáveis.

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sábado, 13 de agosto de 2016

Fatos sobre a depressão que talvez você não conheça

A depressão é uma das doenças psiquiátricas mais comuns, mas também uma das mais incompreendidas. Veja o que a ciência já descobriu sobre esta condição.

A depressão é uma doença mental que se caracteriza por tristeza profunda ou prolongada, perda de interesse por atividades habitualmente sentidas como agradáveis e perda de energia e/ou cansaço fácil.

Ter sentimentos depressivos é comum, sobretudo quando se está perante uma situação negativa. Porém, tais sentimentos jamais devem ser ignorados, nem tão pouco desvalorizados. Afinal uma em cada quatro pessoas em todo o mundo sofre, sofreu ou vai sofrer de depressão.

A ciência tem centrado as atenções nesta condição mental – cada vez mais comum – e são várias as investigações, análises e revisões científicas feitas sobre a doença que não escolhe idades, gêneros, condições sociais nem tão pouco momentos. O Huffington Post recolheu as mais marcantes e revela, numa lista, os fatos sobre a depressão que talvez nem todas as pessoas conhecem. Eis alguns:

1 – A depressão pode ser genética, como indica um estudo publicado este mês na Nature Genetics.

2 – A depressão é (também) uma doença física, dando origem a vários sintomas ‘palpáveis’, como dores de cabeça, falta de apetite, fraqueza.

3 – A ciência continua à procura de novos tratamentos, sendo que a ingestão de medicamentos antidepressivos e a inclusão em atividades do agrado são duas das técnicas atualmente usadas.

4 – A depressão é comum, existindo cerca de 350 milhões de pessoas em todo o mundo.

5 – A depressão pode afetar muito o trabalho da pessoa, reduzindo a produtividade e a dinâmica. E, em alguns casos, é mesmo a causa desta condição.

6 – Muitas pessoas tentam não revelar que estão com uma depressão, muito por culpa do estigma que ainda existe em torno desta condição mental, como indicou um estudo de 2015.

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sábado, 6 de agosto de 2016

Um em cada três jovens pode ter problemas sexuais

Estudo britânico revela que cerca de 30% dos jovens tem problemas sexuais geralmente associados a pessoas mais velhas.

Dificuldade em chegar ao orgasmo e ejaculação precoce estão entre os problemas que afetam jovens entre os 16 e os 21 anos, segundo estudo britânico publicado na revista científica Journal of Adolescent Health.

Mais de 30% dos jovens enfrentam problemas sexuais geralmente relacionados a pessoas mais velhas. A terceira edição do ‘National Survey of Sexual Attitudes and Lifestyles’, maior estudo sobre hábitos relacionados com a saúde sexual no Reino Unido, analisou as respostas de 2392 jovens britânicos com idades entre os 16 e os 21 anos. Desses, 1875 eram sexualmente ativos e 517 ainda não.

Os resultados mostraram que entre os jovens sexualmente ativos, 34% dos homens e 44% das mulheres relataram ter tido pelo menos um problema sexual duradouro (que se prolongou por pelo menos três meses) no último ano.

Para as mulheres, as condições mais estressantes foram: dificuldade em chegar ao orgasmo (6%) e desinteresse pela atividade sexual (5%). Entre os homens, os fatores mais preocupantes foram: ejaculação precoce (5%) e disfunção erétil (3%).

Entre os participantes que não tinham uma vida sexual ativa, 10% deles disseram que não fizeram sexo no último ano devido a dificuldades enfrentadas por eles ou pelos seus parceiros.

Embora 36% dos homens e 42% das mulheres tenham dito que procuraram ajuda sobre sua vida sexual, geralmente recorreram a familiares, amigos, a informações nos meios de comunicação ou a pesquisas online. Sendo que apenas 4% dos homens e 8% das mulheres que tiveram problemas sexuais procuraram algum tipo de ajuda profissional.

“Quando se trata da sexualidade dos jovens, a preocupação dos profissionais de saúde geralmente está focada na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez não planejada. No entanto, devemos considerar a saúde sexual de forma muito mais abrangente, já que as dificuldades sexuais podem ter impacto sobre o bem-estar sexual dos jovens a longo prazo".

E destaca: "os nossos resultados mostram que esses problemas sexuais angustiantes não são apenas enfrentados por pessoas mais velhas – na verdade, também são relativamente comuns no início da vida adulta.”, disse Kirstin Mitchell, principal autora do estudo, como cita a revista Veja.

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Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

  Um estudo conduzido por pesquisadores da China concluiu que o consumo elevado de açúcar ao longo da vida poderá contribuir de forma signif...