sexta-feira, 1 de agosto de 2025

Estudo descobre que dormir demais aumenta o risco de morte. Saiba porquê

 

Estudos recentes indicam que dormir mais de nove horas pode ser prejudicial à saúde, aumentando o risco de morte. Entenda por que dormir demais pode ser tão perigoso quanto dormir pouco.









Notícias e postagens nas redes sociais nos lembram constantemente de que deveríamos dormir mais. Provavelmente, você já ouviu isso várias vezes: dormir pouco faz mal para o cérebro, para o coração e para a saúde em geral — sem falar na pele e no desejo sexual.


Mas e quando o assunto é dormir demais? Relatos recentes indicam que dormir mais de nove horas por noite pode, na verdade, ser pior para a saúde do que dormir pouco.

Afinal, de quanto sono realmente precisamos? E de que forma o excesso de sono pode afetar nossa saúde?

Durante o sono, o corpo passa por processos fisiológicos fundamentais que permitem que tudo funcione corretamente quando estamos acordados. Isso inclui a recuperação muscular, a consolidação da memória e o equilíbrio emocional.

A Sleep Health Foundation, principal organização sem fins lucrativos da Austrália dedicada à saúde do sono, recomenda que adultos durmam entre sete e nove horas por noite. Algumas pessoas, no entanto, funcionam bem com menos de sete horas — são os chamados "dormidores curtos naturais".

Para a maioria das pessoas, porém, dormir menos do que sete horas tem impactos negativos. A curto prazo, uma noite mal dormida pode causar fadiga, mau humor, aumento do estresse e dificuldade de concentração no trabalho.

A longo prazo, a privação de sono de qualidade se torna um fator de risco importante para vários problemas de saúde. Está ligada a doenças cardiovasculares (como infarto e AVC), distúrbios metabólicos (como diabetes tipo 2), questões de saúde mental (como depressão e ansiedade), certos tipos de câncer e até aumento no risco de morte.

Fica claro que dormir pouco faz mal. Mas e dormir demais?

Um estudo recente revisou dados de 79 pesquisas anteriores que acompanharam pessoas por pelo menos um ano, avaliando como a duração do sono influenciava o risco de doenças e de morte.

Os pesquisadores observaram que quem dormia menos de sete horas por noite tinha 14% mais risco de morrer durante o período analisado, em comparação com pessoas que dormiam entre sete e oito horas. Isso confirma os já conhecidos efeitos negativos da má qualidade do sono.

Porém, o estudo também mostrou que pessoas que dormiam mais de nove horas por noite tinham um risco 34% maior de morte do que aquelas que dormiam entre sete e oito horas.

Uma análise semelhante feita em 2018, com dados de 74 estudos, também apontou um aumento de 14% no risco de morte entre quem dormia mais de nove horas.

Outros estudos ligam o sono excessivo a problemas como depressão, dor crônica, ganho de peso e distúrbios metabólicos.

Isso pode soar alarmante, mas é importante lembrar: esses estudos mostram apenas uma associação — não que dormir demais cause esses problemas ou a morte.

Então, por que dormir demais está relacionado a problemas de saúde?

Vários fatores podem influenciar essa relação. Pessoas com doenças crônicas frequentemente dormem mais, seja por cansaço, por efeitos colaterais de medicamentos ou por tentarem compensar noites mal dormidas. Também é comum que fatores como sedentarismo, obesidade e tabagismo estejam presentes nesses casos — todos ligados à má qualidade do sono.

Ou seja, dormir demais pode ser consequência de um problema de saúde — e não a causa.





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sábado, 19 de julho de 2025

8 alimentos que nunca devem ser preparados no microondas

 

O micro-ondas é prático, mas pode ser perigoso se usado com certos alimentos. Alguns itens comuns na cozinha podem explodir, causar faíscas ou representar riscos à saúde. Veja o que nunca deve ser aquecido no aparelho para evitar acidente.






O micro-ondas se tornou um grande aliado no dia a dia, especialmente nas noites corridas. Ele aquece refeições em poucos minutos e até serve para preparar receitas simples. Mas nem tudo pode ir para lá sem riscos.

Alguns alimentos, quando aquecidos no micro-ondas, podem representar perigos à saúde, causar sujeiras explosivas ou até acidentes domésticos. Para evitar transtornos, é essencial saber o que deve ou não ser levado ao aparelho.

O site Eating Well listou oito itens que é melhor manter longe do micro-ondas. Confira:

1. Uvas

Pode parecer estranho, mas colocar uvas no micro-ondas, principalmente cortadas ao meio e ainda ligadas pela pele, pode gerar plasma – uma espécie de mini chama. Isso acontece por causa das ondas eletromagnéticas concentradas, e o risco de pequenas explosões é real. Melhor evitar.

2. Ovos crus com casca

Aquecê-los no micro-ondas pode fazer com que explodam ainda dentro do aparelho — ou até depois, ao serem mordidos. O resultado: sujeira e risco de queimaduras. O ideal é aquecer apenas ovos já cozidos ou preparações como quiches e frittatas.

3. Carnes processadas

Presunto, salsicha e bacon, quando expostos à radiação do micro-ondas, podem formar substâncias chamadas COPs (produtos de oxidação do colesterol), que são ainda mais prejudiciais que o próprio colesterol e estão associadas a problemas cardiovasculares.

4. Cenouras e salsichas

Esses alimentos podem conter minerais do solo que reagem no micro-ondas produzindo faíscas (arco voltaico). Além do susto, há o risco de danificar o aparelho.

5. Leite materno e fórmula infantil

O calor no micro-ondas não é distribuído de forma uniforme, o que pode gerar áreas superaquecidas e perigosas para o bebê. O recomendado é aquecer o leite em banho-maria ou sob água morna da torneira.

6. Carne crua

Embora seja possível cozinhar carne crua no micro-ondas, o cozimento tende a ser desigual. Se optar por esse método, use um termômetro para garantir que todas as partes da carne atingiram a temperatura segura.

7. Água

Colocar água no micro-ondas pode parecer inofensivo, mas o líquido pode superaquecer, ultrapassando o ponto de ebulição sem borbulhar. O simples ato de mover a caneca pode causar uma erupção súbita de água fervente — um risco real de queimadura.

8. Molhos espessos

Assim como a água, molhos podem esconder "pontos quentes" que explodem ao serem mexidos ou retirados do aparelho. Resultado: molho espalhado por todo lado e perigo de queimaduras.




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domingo, 6 de julho de 2025

Plástico no dia a dia contamina comida com micro e nanoplásticos

 

Revisão de 103 estudos aponta que potes, tampas e utensílios de plástico liberam microplásticos nos alimentos. Partículas já foram encontradas em órgãos humanos, e cientistas alertam para riscos à saúde e necessidade urgente de limitar o uso desses materiais.






Guardou a comida num pote plástico? Abriu uma garrafa de água? Usou uma tábua para cortar legumes? Essas ações simples do dia a dia podem estar contaminando seus alimentos com micro e nanoplásticos — partículas minúsculas que vêm sendo encontradas em diversos produtos consumidos rotineiramente.

Uma revisão científica feita por uma equipe liderada pela bióloga Lisa Zimmermann, da Universidade Goethe, na Alemanha, analisou 103 estudos sobre contaminação alimentar e concluiu que o uso normal de itens plásticos, como potes reutilizáveis, copos descartáveis, saquinhos de chá, tampas de garrafas e até utensílios próprios para micro-ondas, libera partículas invisíveis a olho nu que vão direto para a comida.

“Esta é a primeira evidência sistemática de como o uso normal e pretendido de alimentos embalados em plástico pode ser contaminado com micro e nanoplásticos”, disse Zimmermann à CNN, citada pelo portal Science Alert. “Descobrimos que as embalagens de alimentos são, na verdade, uma fonte direta dessas partículas.”

As descobertas são alarmantes. Segundo os pesquisadores, 96% dos artigos analisados relataram a presença dessas partículas nos alimentos. Os chamados MNPs (micro e nanoplásticos) são gerados à medida que o plástico se decompõe ou sofre abrasão, como em lavagens repetidas ou exposição ao calor.

Além disso, os cientistas observaram que alimentos ultraprocessados tendem a conter mais microplásticos do que os minimamente processados — o que pode estar relacionado à maior quantidade de etapas e contato com equipamentos de plástico durante a produção.

Já foram encontrados microplásticos em órgãos humanos, placentas e até fetos de camundongos. Um estudo recente apontou que pessoas com doenças cardiovasculares apresentaram maior risco de morte quando havia concentração elevada dessas partículas nas artérias. Apesar disso, os efeitos à saúde ainda não são totalmente compreendidos.

Zimmermann reforça que são necessárias mais pesquisas para entender os impactos na saúde humana e, enquanto isso, recomenda que a exposição aos microplásticos seja reduzida ao máximo — inclusive com medidas que limitem o uso de plásticos em contato com alimentos. “A abordagem preventiva é prudente”, concluiu a equipe no artigo publicado na npj Science of Food.




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sábado, 28 de junho de 2025

3 bebidas que aceleram o envelhecimento da pele

 

Para garantir uma pele saudável e com aspecto jovial, é essencial evitar o consumo excessivo dessas bebidas e manter uma rotina de cuidados que inclua hidratação adequada e uma alimentação balanceada.









Para manter uma pele jovem e saudável, é fundamental prestar atenção à alimentação e aos hábitos diários. De acordo com especialistas, certos tipos de bebidas podem contribuir para o envelhecimento precoce da pele, causando o aparecimento de rugas e a perda de elasticidade. O site SheFinds consultou diversos dermatologistas para entender melhor o impacto dessas bebidas.

A dermatologista Elaine F. Kung, especializada em cuidados com a pele, explica que algumas bebidas podem desidratar a pele, comprometendo sua elasticidade e favorecendo o surgimento de linhas finas e rugas. Ela destaca que, produtos como refrigerantes, energéticos e bebidas à base de café, podem ter efeitos negativos no nosso corpo e pele.

1. Refrigerantes


Elaine F. Kung alerta que refrigerantes contêm produtos químicos como fósforo, potássio e cafeína, que afetam não apenas os ossos, mas também as células do corpo. O consumo excessivo de refrigerantes pode contribuir para a desidratação da pele, tornando-a mais propensa a rugas.

2. Bebidas energéticas


Jose Mier, dermatologista especializado em cuidados com a pele, afirma que as bebidas energéticas, ao estimularem o cérebro e o sistema nervoso, podem interferir na qualidade do sono. Isso resulta em olheiras e inchaço nos olhos, além de prejudicar a regeneração celular da pele durante a noite.

3. Bebidas de café engarrafadas


Cheryl Rosen, também dermatologista, adverte que as bebidas de café engarrafadas, muitas vezes ricas em aditivos e conservantes, podem causar ressecamento da pele e perda de hidratação. Quando consumidas em excesso, essas bebidas podem contribuir para o envelhecimento precoce da pele.

Em resumo, para garantir uma pele saudável e com aspecto jovial, é essencial evitar o consumo excessivo dessas bebidas e manter uma rotina de cuidados que inclua hidratação adequada e uma alimentação balanceada.



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sábado, 21 de junho de 2025

Médico deixa aviso sério sobre uso de ibuprofeno e paracetamol

 

Especialista reforça que remédios aliviam sintomas, mas não tratam a causa do problema.




Ter Ibuprofeno e Paracetamol sempre à mão e usá-los por conta própria pode parecer inofensivo, mas o hábito merece atenção. Em entrevista ao jornal La Vanguardia, o médico de família Fernando Fabiani alertou que esses medicamentos, embora úteis para aliviar desconfortos, não têm efeito curativo.


“Nem o Ibuprofeno nem o Paracetamol são tratamentos que curam doenças. Eles apenas amenizam os sintomas”, explica o especialista. Segundo ele, é comum que pessoas recorram a esses remédios em qualquer situação, sem considerar o diagnóstico real ou a causa dos sintomas.

Fabiani cita como exemplo os quadros de gripe. “Esses medicamentos ajudam a reduzir a febre, aliviam dores musculares e de cabeça, mas não tratam o vírus em si. O corpo ainda precisará de tempo para se recuperar naturalmente”, afirmou.

O médico reforça a importância de refletir antes de tomar qualquer medicamento por conta própria. “A pergunta principal que você deve se fazer é: esse remédio é realmente necessário para mim neste momento?”, concluiu.

A recomendação é sempre buscar orientação médica em caso de dúvidas, especialmente se os sintomas persistirem ou se agravarem. Automedicação pode mascarar doenças mais graves e atrasar o tratamento adequado.



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quinta-feira, 12 de junho de 2025

Longevidade: vitamina pode ser a 'chave' contra o envelhecimento

 

A conclusão é de um estudo publicado no The American Journal of Clinical Nutrition.







Segundo um estudo publicado no The American Journal of Clinical Nutrition, existe uma vitamina que pode ajudar a retardar o envelhecimento e aumentando a longevidade. 
Trata-se da vitamina D. 
A investigação sugere que níveis mais elevados podem aumentar a proteção do organismo a certas doenças e não só.

A investigação envolveu mais de mil adultos com mais de 50 anos. 

O grupo de pessoas que recebeu suplementos de vitamina D podem levar a uma pequena redução dos níveis de glóbulos brancos.

"O efeito foi semelhante ao ganho de três anos de vida", revela JoAnn Manson, um dos autores do estudo

Esta vitamina pode ainda ajudar a reduzir o risco de doenças crônicas, como é o caso do câncer e de doenças autoimunes.

A vitamina D foi ainda responsável por evitar a deterioração das células e da sua capacidade de rejuvenescer.  

Deixa ainda um alerta. "Tomar um comprimido ou um suplemento alimentar nunca substituirá uma dieta e um estilo de vida saudáveis. 

É possível atingir a ingestão diária recomendada ao consumir alimentos ricos em vitamina D.





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segunda-feira, 2 de junho de 2025

Aqui estão seis razões saudáveis ​​para comer mais abacaxi

 

Oferece uma ampla gama de nutrientes e proteínas essenciais na digestão.





Há quem ame, há quem odeie. Estamos falando do abacaxi – um superalimento repleto de benefícios para a saúde que talvez você ainda não conheça.

“Analisando o perfil nutricional do abacaxi, percebi que ele oferece uma grande variedade de nutrientes”, explicou a nutricionista Cheryl Mussatto ao site Real Simple.

“Uma xícara contém cerca de 82 calorias, dois gramas de fibra, 169 miligramas de potássio, 74 miligramas de vitamina C e 50% do valor diário recomendado de manganês.”

Se você ainda não está convencido, aqui vão seis bons motivos para incluir mais abacaxi na sua alimentação:


  • 1. Reduz a degeneração relacionada à idade;
  • 2. Ajuda a prevenir algumas doenças crônicas, como problemas
  • respiratórios;
  • 3. Diminui os níveis de açúcar no sangue;
  • 4. Previne resfriados;
  • 5. Melhora a saúde do coração;
  • 6. Auxilia na digestão de proteínas.



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Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

  Um estudo conduzido por pesquisadores da China concluiu que o consumo elevado de açúcar ao longo da vida poderá contribuir de forma signif...