domingo, 2 de outubro de 2022

Intestinos doentes? Os sinais a que deve estar atento

 

São considerados um ‘segundo cérebro’ e acabam por desempenhar funções bastante importantes no organismo.





Manter a saúde intestinal regular é bastante importante para o normal funcionamento do organismo. Há quem considere mesmo os intestinos como um 'segundo cérebro'. Existem alguns sinais a que deve estar atento, tudo para evitar algum tipo de doença neste órgão.
O portal The Healthy falou com a nutricionista Lisa Dreher para perceber os sintomas que o podem fazer levar a procurar um médico especialista.

O estômago está a dar alertas

Inchaço regular e prisão de ventre são alguns dos sinais de alerta. “O desconforto gastrointestinal, especialmente depois de comer refeições ricas em carboidratos, pode ser o resultado de má digestão”, explica Lisa Dreher. Acaba por ser no estômago que tudo começa.

Tem desejos por certo tipo de alimentos

O desejo por alimentos com demasiado açúcar pode indicar que está com um desequilíbrio nas bactérias intestinais.

Está a perder (ou a ganhar) peso muito rápido

“Alguns micróbios do intestino delgado podem interferir na absorção de vitaminas, minerais e gordura, o que pode levar a mudanças bruscas de peso”, continua.

Sente-se ansioso e triste

Grande parte do neurotransmissor que afeta o humor é produzido nos intestinos. “Desequilíbrios intestinais podem desencadear sintomas depressivos”, alerta Lisa Dreher.

Não está a dormir bem

“Não ter serotonina suficiente pode levar a crises de insónias ou dificuldade em dormir”, explica.

Lesões na pele 

“Erupções cutâneas e eczema podem ser um sinal de má saúde intestinal, uma vez que se desenvolvem quando existe um desequilíbrio nas bactérias intestinais”, continua.

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domingo, 25 de setembro de 2022

Os erros mais comuns quando compra e guarda o frango

 

É fácil de preparar, dá para várias combinações, mas não o deve deixar cru na geladeira durante mais de dois dias.


                                      Partes do frango congelado e acondicionado no freezer



Da mesma forma que o frango é uma proteína fácil de preparar e bastante versátil, pode ser também uma dor de cabeça no que diz respeito asa bactérias.

É importante que esteja cozido na perfeição, sem estar cru, ou que o transporte do supermercado até casa seja feito a uma temperatura adequada.

São vários os erros que se costumam fazer com esta carne. Conheça-os.

Não cozinhar o frango até que fique no ponto certo

Existem carnes onde não é um problema que fiquem mal passadas. Quando vai a um restaurante, nunca lhe perguntam o ponto que quer no frango. A razão é simples, uma vez que deve ser sempre bem cozido para evitar a criação de bactérias.

Deixar muito tempo o frango cru no frigorífico antes de o cozinhar

“No máximo só deve cozinhar frango cru que foi deixado no frio até dois dias”, explica Lisa Yakas da NSF International. “Se o deixar por mais tempo pode ficar impróprio para ser consumido. Já no congelador pode ser deixado até nove meses”, continua.

É importante guardar a carne no frigorífico, mas convém saber onde a deixar. Neste caso as consequências podem ser para os outros alimentos. “Isto é um problema já que o frango ou os líquidos do frango podem acidentalmente cair noutros alimentos e transferir bactérias.”

Guardá-lo num saco de plástico ou embrulhar com película aderente pode ser uma solução para evitar este tipo de acidentes.

Guardar grandes quantidades de frango juntas no congelador 

Congelar o frango cru é sempre a melhor opção para guardar o prolongar o tempo em que pode ser consumido. Ainda assim, existem melhores formas de o fazer.

“Congelar uma grande quantidade de frango junta torna-se um problema quando quer descongelar apenas uma pequena parte”, diz Christopher Arturo do The Institute of Culinary Education, dos Estados Unidos.

“Pequenos pedaços congelam também de forma mais rápida e são mais fáceis de descongelar”, continua.

Deixar frango cozido por muito tempo fora da geladeira

E não é só o frango cru que pode ser portador de bactérias. “Não deixe o frango cozido por muito tempo fora da geladiera. As temperaturas mais altas são o ambiente propício para o aparecimento de bactérias”, explica Caitlin Clark, do ‘Department of Food Science and Human Nutrition’, da Universidade de Colorado.

Trazer o frango à temperatura ambiente do supermercado para casa

Se a viagem entre o supermercado e a casa durar mais do que 30 minutos, é importante que o frango não seja deixado à temperatura ambiente durante a viagem. Trazer uma placa de gelo pode ser a solução.

“É um dos erros mais comuns que as pessoas fazem no regresso das compras. Colocá-lo a uma temperatura mais fria é o ideal para evitar o aparecimento de bactérias”, continua Caitlin Clark. Samonela e  E. coli costumam ser das mais frequentes.

          Fonte de Pesqisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/

domingo, 18 de setembro de 2022

Gordura nos órgãos: os sintomas que deve estar atento

 


É na  zona abdominal que se acumula a gordura visceral. Pode não ser visível, mas a verdade é que está lá e pode acabar por ser prejudicial. Estômago, fígado e pâncreas acabam por ser alguns dos órgãos mais afetados. Existem alguns sintomas que deve começar a estar atento.

Ter uma grande circunferência abdominal é um dos sinais. Nas mulheres não deve ser maior do que 88,9 centímetros. Nos homens não deve ultrapassar os 101,6 centímetros. Se for superior é provável que tenha gordura visceral”, explica o cirurgião Antonio Cueva.

Também se o Índice de Massa Corporal (IMC) for de 30 ou superior pode ser um sinal de gordura na zona abdominal. Apresentar uma 'barriga de cerveja' é outro dos sinais refere o médico.

Deve também preocupar-se com a pressão arterial. “A gordura visceral está associada à pressão alta”, continua.

Para a tentar reduzir, algumas das sugestões do médico John Angstadt passam por deixar bebidas doces e com álcool. “Aumente também a atividade física, como caminhadas ou corridas”, refere.

Retirar da alimentação alimentos com elevado teor alcoólico acaba por ser outras das dicas. É o caso das batatas fritas, por exemplo. “Faça também mais refeições com fibras e frutas da época, como comer banana por exemplo. Vai  fazer com que fique cheio por mais tempo.”

Entre os principais riscos da gordura visceral estão a diabetes, doenças cardíacas e ainda a hipertensão ou obesidade.

            Fonte de Pesqisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/

domingo, 11 de setembro de 2022

É seguro comer ovos mal cozidos? Saiba o que dizem os especialistas

 




É importante saber o que é seguro, ou não, quando se cozinha e os ovos, com a gema mole, são um assunto discutido desde sempre. Para esclarecer qualquer dúvida, o Huffpost, agregador de blogues, falou com nutricionistas, especializados em segurança alimentar. 

Os especialistas, começam afirmando que o maior risco, em comer ovos mal cozidos, é o possível consumo de salmonela, uma bactéria normalmente encontrada em alimentos crus, ou mal cozidos, e água. Quando é ingerida pode provocar sintomas como diarreia, febre, arrepios e, em alguns casos, problemas mais sérios. 

Por isso, é importante saber qual é o limite, que não se pode ultrapassar, ou seja, quão mal cozido pode estar o ovo. Segundo a nutricionista Amanda Holtzer, o melhor é fritar o ovo, por exemplo, durante dois ou três minutos

Mas, se não quiser estar muito atento ao tempo, consegue saber quando o ovo está pronto, graças à sua consistência. Só precisa abanar levemente a frigideira e se as claras se moverem, o melhor é deixar cozinhar mais tempo, o mesmo se aplica à gema, no entanto, se gostar dela mal cozida, pode deixar que abane um pouco. 

Também é importante guardar, corretamente, os ovos para reduzir o risco de problemas. Devem estar sempre na geladeira. "Ao cozinhar ovos, não deixe a caixa na bancada durante muito tempo. À medida que a temperatura dos ovos aumenta, as chances de multiplicação das bactérias aumentam", diz a especialista. 

Além disto, se não prescindir mesmo dos seus ovos, com a gema mal cozida, pode começar a comprar ovos pasteurizados. Isto significa que, antes de serem embalados, foram aquecidos ligeiramente, eliminando possíveis bactérias. 

A especialista acrescenta ainda que não deve comer os ovos que tenham a casca partida ou rachada, mas deve lavar as mãos, regularmente, quando está a cozinhar este alimento. 

No geral, pessoas saudáveis podem comer, sem problemas, ovos mal cozidos, diz a nutricionista Kylene Bogden, acrescentando que só precisam de seguir as regras de segurança mencionadas. No entanto, aconselha que não façam parte da alimentação de grávidas, crianças com menos de cinco anos e pessoas com um sistema imunológico enfraquecido. 


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domingo, 4 de setembro de 2022

As mudanças na cera dos ouvidos que deve estar atento

 






Os nossos ouvidos são uma parte muito sensível do nosso corpo que precisa de ser bem tratada - por exemplo, não deve usar cotonetes para os limpar - além disto, a cera que é produzida pode ser um indicador de saúde, por isso, é necessário estar atento às essas mudanças. 

Primeiro é necessário realçar que a cera nos ouvidos não é nada prejudicial, muito pelo contrário, é uma parte vital no funcionamento dos ouvidos, o que significa que só deve mesmo ser limpa quando está em excesso. 


O Huffpost - meio de comunicação online - consultou vários médicos e especialistas para esclarecer que mudanças na cera têm mais importância. 

Algumas variações na cor são normais e é importante saber que a cera saudável não é igual para todos. 

A cera normal pode variar entre tons de castanho claro e escura e ir até uma cor semelhante ao preto

Também pode ter muitas texturas e pode estar mais macia ou mole - nenhuma destas características é sinal de um problema.

Só deve ficar alarmado se a cera do ouvido começar a parecer pus ou se transformar num líquido amarelo ou verde - aspecto que pode ser sinal de infecção. 

Além disto, sempre que encontrar sangue no canal do ouvido ou na cera, é importante que vá ao médico para entender o que causou essa mudança. 

Os especialistas também recomendam que sempre que sentir dor ou desconforto no ouvido deve marcar uma consulta com o seu médico, nestes casos a dor pode, ou não, estar associada a uma mudança na cera.

Se sentir que tem o ouvido "entupido" com cera também deve ir ao médico porque o mais provável é que a sensação não esteja a ser provocada pela cera e que pode afetar sua audição. 

Pode tratar-se de um sinal de um problema grave - normalmente é um sintoma reportado por pessoas que perdem a audição devido a algum dano no nervo causando seu entupimento.

           

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quinta-feira, 25 de agosto de 2022

Diabete tipo 1 causa complicações em 31% de adolescentes no Brasil


 

Em níveis altos, a diabete tipo 1 pode causar complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos dos pacientes.









A diabete Mellitus é uma doença crônica e não transmissível provocada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas que regula a glicemia (açúcar) na corrente sanguínea e garante energia para o organismo. Em níveis altos, pode causar complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos dos pacientes. Há ao menos quatro casos clínicos envolvendo formas diferentes de diabete. Em quadros mais graves, a enfermidade pode levar à morte.

De acordo com a Federação Internacional de Diabetes (IDF, sigla em inglês), estimativas relacionadas ao número de casos existentes de diabete tipo 1 em crianças e adolescentes com menos de 20 anos mostram que o Brasil ocupa o terceiro lugar no panorama mundial, com 92,3 mil casos, atrás da Índia (229,4 mil) e dos Estados Unidos ( 157,9 mil).

Segundo o IDF, a diabete tipo 1 causa complicações como doenças renais, cardíacas e oculares em 31% dos brasileiros entre 13 e 19 anos diagnosticadas com a doença. Desta forma, programas educacionais devem ser colocados em prática para evitar o agravamento do quadro de pacientes jovens.

"A diabete tipo 1 é quando as células produtoras de insulina no pâncreas são destruídas pelo próprio organismo por uma reação imunológica. Ainda não se sabe ao certo o que acontece, mas o próprio organismo produz substâncias que destroem essas células e levam à não produção de insulina. E isso faz com que a glicose não seja absorvida nas células", afirma Cid Pitombo, especialista em tratamentos de obesidade.

Em geral, a descoberta é feita partir do momento em que o paciente começa a apresentar sintomas como sede constante, vontade frequente para urinar, fadiga, perda de peso, entre outros. Para o diagnóstico, são realizados exames de sangue para medir a glicemia, nível de açúcar no sangue. Testes mais específicos também podem ser solicitados, como de anticorpos e de níveis de glicose para confirmar o tipo de diabete do paciente.

"É importante também entender que dentro da diabete do tipo 1 há os tipos A e B. No tipo A, é quando conseguimos identificar alguns tipos de anticorpos que atacam o pâncreas. No caso do tipo B, nem conseguimos identificar quais são esses anticorpos. Não se sabe quais são as causas. Mas ambos são tratados com insulina", acrescenta Pitombo.

Não há prevenção e o tratamento envolve aplicações diárias de insulina para regular os níveis de glicose no sangue, assim como medições de controle constantes, imediatamente após ser confirmado o diagnóstico. Sem a insulina, o paciente não sobrevive.


"No caso da diabete tipo 1 é difícil dar dicas preventivas, porque nem sabemos exatamente como se inicia esse processo no organismo. O que sabemos é que a obesidade é um dos grandes vilões no início de doenças envolvendo diabete. A obesidade produz substâncias que dificultam a ação da insulina nas células, faz sobrecarga nas células pancreáticas, sendo um dos grandes fatores que podem diminuir a função dos pâncreas, assim como consumo excessivo de carboidratos, alimentos gordurosos e açúcar", explica o especialista.


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terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Cientistas alertam: Animais podem necessitar de vacinação contra a Covid

 

Cães e gatos podem ser uma preocupação num futuro próximo.







Especialistas da Universidade de East Anglia, do Instituto Earlham e da Universidade do Minnesota nos Estados Unidos, consideram que, num futuro próximo, poderá existir a necessidade de vacinar animais de estimação para conter a propagação do vírus.

Num editorial para a revista Virulence, citado pelo Mirror, os cientistas escreveram que a evolução contínua do vírus em animais seguida pela transmissão para humanos “representa um risco significativo de longo prazo para a saúde pública”. “Não é impensável que a vacinação de algumas espécies de animais domesticados possa ser necessária para conter a disseminação da infecção”, dizem.

Um dos autores do editorial e professor de genética evolutiva, Cock van Oosterhout, afirmou que cães e gatos podem contrair o novo coronavírus, mas que não há casos conhecidos em que tenha ocorrido transmissão para humanos, pelo menos até por enquanto (até nesse momento). 

“Faz sentido desenvolver vacinas para animais de estimação, especialmente para animais domésticos, apenas como precaução para reduzir esse risco”, justificou. 

“Curiosamente, os russos já começaram a desenvolver uma vacina para animais de estimação, sobre a qual há muito pouca informação sobre possível transmissão", acrescenta.


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Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

  Um estudo conduzido por pesquisadores da China concluiu que o consumo elevado de açúcar ao longo da vida poderá contribuir de forma signif...