domingo, 18 de setembro de 2022

Gordura nos órgãos: os sintomas que deve estar atento

 


É na  zona abdominal que se acumula a gordura visceral. Pode não ser visível, mas a verdade é que está lá e pode acabar por ser prejudicial. Estômago, fígado e pâncreas acabam por ser alguns dos órgãos mais afetados. Existem alguns sintomas que deve começar a estar atento.

Ter uma grande circunferência abdominal é um dos sinais. Nas mulheres não deve ser maior do que 88,9 centímetros. Nos homens não deve ultrapassar os 101,6 centímetros. Se for superior é provável que tenha gordura visceral”, explica o cirurgião Antonio Cueva.

Também se o Índice de Massa Corporal (IMC) for de 30 ou superior pode ser um sinal de gordura na zona abdominal. Apresentar uma 'barriga de cerveja' é outro dos sinais refere o médico.

Deve também preocupar-se com a pressão arterial. “A gordura visceral está associada à pressão alta”, continua.

Para a tentar reduzir, algumas das sugestões do médico John Angstadt passam por deixar bebidas doces e com álcool. “Aumente também a atividade física, como caminhadas ou corridas”, refere.

Retirar da alimentação alimentos com elevado teor alcoólico acaba por ser outras das dicas. É o caso das batatas fritas, por exemplo. “Faça também mais refeições com fibras e frutas da época, como comer banana por exemplo. Vai  fazer com que fique cheio por mais tempo.”

Entre os principais riscos da gordura visceral estão a diabetes, doenças cardíacas e ainda a hipertensão ou obesidade.

            Fonte de Pesqisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/

domingo, 11 de setembro de 2022

É seguro comer ovos mal cozidos? Saiba o que dizem os especialistas

 




É importante saber o que é seguro, ou não, quando se cozinha e os ovos, com a gema mole, são um assunto discutido desde sempre. Para esclarecer qualquer dúvida, o Huffpost, agregador de blogues, falou com nutricionistas, especializados em segurança alimentar. 

Os especialistas, começam afirmando que o maior risco, em comer ovos mal cozidos, é o possível consumo de salmonela, uma bactéria normalmente encontrada em alimentos crus, ou mal cozidos, e água. Quando é ingerida pode provocar sintomas como diarreia, febre, arrepios e, em alguns casos, problemas mais sérios. 

Por isso, é importante saber qual é o limite, que não se pode ultrapassar, ou seja, quão mal cozido pode estar o ovo. Segundo a nutricionista Amanda Holtzer, o melhor é fritar o ovo, por exemplo, durante dois ou três minutos

Mas, se não quiser estar muito atento ao tempo, consegue saber quando o ovo está pronto, graças à sua consistência. Só precisa abanar levemente a frigideira e se as claras se moverem, o melhor é deixar cozinhar mais tempo, o mesmo se aplica à gema, no entanto, se gostar dela mal cozida, pode deixar que abane um pouco. 

Também é importante guardar, corretamente, os ovos para reduzir o risco de problemas. Devem estar sempre na geladeira. "Ao cozinhar ovos, não deixe a caixa na bancada durante muito tempo. À medida que a temperatura dos ovos aumenta, as chances de multiplicação das bactérias aumentam", diz a especialista. 

Além disto, se não prescindir mesmo dos seus ovos, com a gema mal cozida, pode começar a comprar ovos pasteurizados. Isto significa que, antes de serem embalados, foram aquecidos ligeiramente, eliminando possíveis bactérias. 

A especialista acrescenta ainda que não deve comer os ovos que tenham a casca partida ou rachada, mas deve lavar as mãos, regularmente, quando está a cozinhar este alimento. 

No geral, pessoas saudáveis podem comer, sem problemas, ovos mal cozidos, diz a nutricionista Kylene Bogden, acrescentando que só precisam de seguir as regras de segurança mencionadas. No entanto, aconselha que não façam parte da alimentação de grávidas, crianças com menos de cinco anos e pessoas com um sistema imunológico enfraquecido. 


                                        https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

domingo, 4 de setembro de 2022

As mudanças na cera dos ouvidos que deve estar atento

 






Os nossos ouvidos são uma parte muito sensível do nosso corpo que precisa de ser bem tratada - por exemplo, não deve usar cotonetes para os limpar - além disto, a cera que é produzida pode ser um indicador de saúde, por isso, é necessário estar atento às essas mudanças. 

Primeiro é necessário realçar que a cera nos ouvidos não é nada prejudicial, muito pelo contrário, é uma parte vital no funcionamento dos ouvidos, o que significa que só deve mesmo ser limpa quando está em excesso. 


O Huffpost - meio de comunicação online - consultou vários médicos e especialistas para esclarecer que mudanças na cera têm mais importância. 

Algumas variações na cor são normais e é importante saber que a cera saudável não é igual para todos. 

A cera normal pode variar entre tons de castanho claro e escura e ir até uma cor semelhante ao preto

Também pode ter muitas texturas e pode estar mais macia ou mole - nenhuma destas características é sinal de um problema.

Só deve ficar alarmado se a cera do ouvido começar a parecer pus ou se transformar num líquido amarelo ou verde - aspecto que pode ser sinal de infecção. 

Além disto, sempre que encontrar sangue no canal do ouvido ou na cera, é importante que vá ao médico para entender o que causou essa mudança. 

Os especialistas também recomendam que sempre que sentir dor ou desconforto no ouvido deve marcar uma consulta com o seu médico, nestes casos a dor pode, ou não, estar associada a uma mudança na cera.

Se sentir que tem o ouvido "entupido" com cera também deve ir ao médico porque o mais provável é que a sensação não esteja a ser provocada pela cera e que pode afetar sua audição. 

Pode tratar-se de um sinal de um problema grave - normalmente é um sintoma reportado por pessoas que perdem a audição devido a algum dano no nervo causando seu entupimento.

           

             Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/



quinta-feira, 25 de agosto de 2022

Diabete tipo 1 causa complicações em 31% de adolescentes no Brasil


 

Em níveis altos, a diabete tipo 1 pode causar complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos dos pacientes.









A diabete Mellitus é uma doença crônica e não transmissível provocada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas que regula a glicemia (açúcar) na corrente sanguínea e garante energia para o organismo. Em níveis altos, pode causar complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos dos pacientes. Há ao menos quatro casos clínicos envolvendo formas diferentes de diabete. Em quadros mais graves, a enfermidade pode levar à morte.

De acordo com a Federação Internacional de Diabetes (IDF, sigla em inglês), estimativas relacionadas ao número de casos existentes de diabete tipo 1 em crianças e adolescentes com menos de 20 anos mostram que o Brasil ocupa o terceiro lugar no panorama mundial, com 92,3 mil casos, atrás da Índia (229,4 mil) e dos Estados Unidos ( 157,9 mil).

Segundo o IDF, a diabete tipo 1 causa complicações como doenças renais, cardíacas e oculares em 31% dos brasileiros entre 13 e 19 anos diagnosticadas com a doença. Desta forma, programas educacionais devem ser colocados em prática para evitar o agravamento do quadro de pacientes jovens.

"A diabete tipo 1 é quando as células produtoras de insulina no pâncreas são destruídas pelo próprio organismo por uma reação imunológica. Ainda não se sabe ao certo o que acontece, mas o próprio organismo produz substâncias que destroem essas células e levam à não produção de insulina. E isso faz com que a glicose não seja absorvida nas células", afirma Cid Pitombo, especialista em tratamentos de obesidade.

Em geral, a descoberta é feita partir do momento em que o paciente começa a apresentar sintomas como sede constante, vontade frequente para urinar, fadiga, perda de peso, entre outros. Para o diagnóstico, são realizados exames de sangue para medir a glicemia, nível de açúcar no sangue. Testes mais específicos também podem ser solicitados, como de anticorpos e de níveis de glicose para confirmar o tipo de diabete do paciente.

"É importante também entender que dentro da diabete do tipo 1 há os tipos A e B. No tipo A, é quando conseguimos identificar alguns tipos de anticorpos que atacam o pâncreas. No caso do tipo B, nem conseguimos identificar quais são esses anticorpos. Não se sabe quais são as causas. Mas ambos são tratados com insulina", acrescenta Pitombo.

Não há prevenção e o tratamento envolve aplicações diárias de insulina para regular os níveis de glicose no sangue, assim como medições de controle constantes, imediatamente após ser confirmado o diagnóstico. Sem a insulina, o paciente não sobrevive.


"No caso da diabete tipo 1 é difícil dar dicas preventivas, porque nem sabemos exatamente como se inicia esse processo no organismo. O que sabemos é que a obesidade é um dos grandes vilões no início de doenças envolvendo diabete. A obesidade produz substâncias que dificultam a ação da insulina nas células, faz sobrecarga nas células pancreáticas, sendo um dos grandes fatores que podem diminuir a função dos pâncreas, assim como consumo excessivo de carboidratos, alimentos gordurosos e açúcar", explica o especialista.


Site de Pesquisa: http://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/



terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Cientistas alertam: Animais podem necessitar de vacinação contra a Covid

 

Cães e gatos podem ser uma preocupação num futuro próximo.







Especialistas da Universidade de East Anglia, do Instituto Earlham e da Universidade do Minnesota nos Estados Unidos, consideram que, num futuro próximo, poderá existir a necessidade de vacinar animais de estimação para conter a propagação do vírus.

Num editorial para a revista Virulence, citado pelo Mirror, os cientistas escreveram que a evolução contínua do vírus em animais seguida pela transmissão para humanos “representa um risco significativo de longo prazo para a saúde pública”. “Não é impensável que a vacinação de algumas espécies de animais domesticados possa ser necessária para conter a disseminação da infecção”, dizem.

Um dos autores do editorial e professor de genética evolutiva, Cock van Oosterhout, afirmou que cães e gatos podem contrair o novo coronavírus, mas que não há casos conhecidos em que tenha ocorrido transmissão para humanos, pelo menos até por enquanto (até nesse momento). 

“Faz sentido desenvolver vacinas para animais de estimação, especialmente para animais domésticos, apenas como precaução para reduzir esse risco”, justificou. 

“Curiosamente, os russos já começaram a desenvolver uma vacina para animais de estimação, sobre a qual há muito pouca informação sobre possível transmissão", acrescenta.


Site de Pesquisa: http://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/




terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Estudo explica como os refrigerantes fazem com que coma mais

 

Os refrigerantes tem impacto direto nos hormônios reguladores do apetite.




Um novo estudo revelou que há uma razão pela qual aqueles que bebem refrigerantes muitas vezes acabam comendo mais, dando ainda mais força à teoria de que os refrigerantes podem estar potencialmente relacionados à obesidade por causa de um ingrediente-chave: açúcar.

De acordo com descobertas recentes, publicadas no The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, as bebidas embaladas com sacarose (açúcar de mesa) em comparação com a glicose (o principal tipo de açúcar que circula na corrente sanguínea) podem interferir com os hormônios reguladores do apetite.

Isso significa que beber bebidas açucaradas, como refrigerantes,faz com que seja muito mais difícil determinar se está satisfeito. Portanto, come mais e comer demais pode levar ao aumento de peso e consequentemente levar as pessoas a obesidade.

Os pesquisadores estudaram 69 adultos jovens com idades entre 18 e 35 anos fazendo um mapeamento completo para estudos posteriores.


Site de Pesquisa: http://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/


 

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

O novo sintoma de Covid-19 persistente que afeta apenas as mulheres

 

Desde fadiga, a dores musculares e falta de ar, milhares de indivíduos que sofreram de Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, continuam a ser afetados por estes e outros sintomas meses após recuperarem.





E agora foi registrado um novo sintoma da chamada Covid persistente -, um sintoma que afeta somente as mulheres.

Relatos nas redes sociais referem que a doença tem provocado a longo prazo mudanças "alarmantes" nos ciclos menstruais das mulheres.

Algumas afirmam que meses após terem adoecido com Covid-19 estão agora a experienciar períodos irregulares, enquanto outras reportam coágulos sanguíneos foram do comum.

Rose explicou ao Medical News Today que em oito meses depois de se recuperar do novo coronavírus, tinha tido apenas cinco períodos.

Outra mulher, Bianca, compartilhou que somente começou a experienciar alterações no ciclo menstrual algum tempo após ter recuperado da Covid-19.

"Não notei nada de diferente enquanto tive a doença", contou.

"Só três meses mais tarde quando alguns dos sintomas regressaram é que notei mudanças. Notei sobretudo um aumento grande no número de coágulos".

Explicações possíveis

Ainda não está claro o motivo pelo qual os ciclos menstruais possam estar sendo afetados pelo coronavírus SARS-CoV-2 meses após a recuperação das doentes.

Alguns especialistas sugerem que o vírus poderá estar atacando os órgãos reprodutivos das mulheres.

Linda Fan, professora de obstetrícia, ginecologia e de ciências reprodutivas na Faculdade de Medicina de Yale, nos Estados Unidos, disse ao Medical News Today, que as pesquisas publicadas até ao momento são esparsas.

Contudo, sugere que há alguma "plausibilidade biológica" de que o o SARS-CoV-2 possa "atacar os ovários", tendo como base o efeito que tem sob outros órgãos.

Um estudo realizado na China, publicado noReproductive BioMedicine Online em setembro, apurou que 25% das mulheres com Covid-19 sofrem alterações nos seus ciclos menstruais.

Das 117 participantes, todas pacientes do hospital Tongji Hospital em Xangai, 30% reportaram períodos mais fracos ou mais longos e abundantes.

Os investigadores creem que ainda o estresse gerado pela pandemia e as consequentes mudanças no estilo de vida podem de certo modo influenciar o balanço hormonal, resultando em alterações nos períodos das mulheres.


Site de Pesquisa: http://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

Veja os principais sinais e diferenças de intolerância e alergia ao leite

  Especialistas explicam os sintomas mais comuns e as principais diferenças entre intolerância e alergia ao leite. E mbora o leite esteja en...