domingo, 4 de setembro de 2022

As mudanças na cera dos ouvidos que deve estar atento

 






Os nossos ouvidos são uma parte muito sensível do nosso corpo que precisa de ser bem tratada - por exemplo, não deve usar cotonetes para os limpar - além disto, a cera que é produzida pode ser um indicador de saúde, por isso, é necessário estar atento às essas mudanças. 

Primeiro é necessário realçar que a cera nos ouvidos não é nada prejudicial, muito pelo contrário, é uma parte vital no funcionamento dos ouvidos, o que significa que só deve mesmo ser limpa quando está em excesso. 


O Huffpost - meio de comunicação online - consultou vários médicos e especialistas para esclarecer que mudanças na cera têm mais importância. 

Algumas variações na cor são normais e é importante saber que a cera saudável não é igual para todos. 

A cera normal pode variar entre tons de castanho claro e escura e ir até uma cor semelhante ao preto

Também pode ter muitas texturas e pode estar mais macia ou mole - nenhuma destas características é sinal de um problema.

Só deve ficar alarmado se a cera do ouvido começar a parecer pus ou se transformar num líquido amarelo ou verde - aspecto que pode ser sinal de infecção. 

Além disto, sempre que encontrar sangue no canal do ouvido ou na cera, é importante que vá ao médico para entender o que causou essa mudança. 

Os especialistas também recomendam que sempre que sentir dor ou desconforto no ouvido deve marcar uma consulta com o seu médico, nestes casos a dor pode, ou não, estar associada a uma mudança na cera.

Se sentir que tem o ouvido "entupido" com cera também deve ir ao médico porque o mais provável é que a sensação não esteja a ser provocada pela cera e que pode afetar sua audição. 

Pode tratar-se de um sinal de um problema grave - normalmente é um sintoma reportado por pessoas que perdem a audição devido a algum dano no nervo causando seu entupimento.

           

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quinta-feira, 25 de agosto de 2022

Diabete tipo 1 causa complicações em 31% de adolescentes no Brasil


 

Em níveis altos, a diabete tipo 1 pode causar complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos dos pacientes.









A diabete Mellitus é uma doença crônica e não transmissível provocada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas que regula a glicemia (açúcar) na corrente sanguínea e garante energia para o organismo. Em níveis altos, pode causar complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos dos pacientes. Há ao menos quatro casos clínicos envolvendo formas diferentes de diabete. Em quadros mais graves, a enfermidade pode levar à morte.

De acordo com a Federação Internacional de Diabetes (IDF, sigla em inglês), estimativas relacionadas ao número de casos existentes de diabete tipo 1 em crianças e adolescentes com menos de 20 anos mostram que o Brasil ocupa o terceiro lugar no panorama mundial, com 92,3 mil casos, atrás da Índia (229,4 mil) e dos Estados Unidos ( 157,9 mil).

Segundo o IDF, a diabete tipo 1 causa complicações como doenças renais, cardíacas e oculares em 31% dos brasileiros entre 13 e 19 anos diagnosticadas com a doença. Desta forma, programas educacionais devem ser colocados em prática para evitar o agravamento do quadro de pacientes jovens.

"A diabete tipo 1 é quando as células produtoras de insulina no pâncreas são destruídas pelo próprio organismo por uma reação imunológica. Ainda não se sabe ao certo o que acontece, mas o próprio organismo produz substâncias que destroem essas células e levam à não produção de insulina. E isso faz com que a glicose não seja absorvida nas células", afirma Cid Pitombo, especialista em tratamentos de obesidade.

Em geral, a descoberta é feita partir do momento em que o paciente começa a apresentar sintomas como sede constante, vontade frequente para urinar, fadiga, perda de peso, entre outros. Para o diagnóstico, são realizados exames de sangue para medir a glicemia, nível de açúcar no sangue. Testes mais específicos também podem ser solicitados, como de anticorpos e de níveis de glicose para confirmar o tipo de diabete do paciente.

"É importante também entender que dentro da diabete do tipo 1 há os tipos A e B. No tipo A, é quando conseguimos identificar alguns tipos de anticorpos que atacam o pâncreas. No caso do tipo B, nem conseguimos identificar quais são esses anticorpos. Não se sabe quais são as causas. Mas ambos são tratados com insulina", acrescenta Pitombo.

Não há prevenção e o tratamento envolve aplicações diárias de insulina para regular os níveis de glicose no sangue, assim como medições de controle constantes, imediatamente após ser confirmado o diagnóstico. Sem a insulina, o paciente não sobrevive.


"No caso da diabete tipo 1 é difícil dar dicas preventivas, porque nem sabemos exatamente como se inicia esse processo no organismo. O que sabemos é que a obesidade é um dos grandes vilões no início de doenças envolvendo diabete. A obesidade produz substâncias que dificultam a ação da insulina nas células, faz sobrecarga nas células pancreáticas, sendo um dos grandes fatores que podem diminuir a função dos pâncreas, assim como consumo excessivo de carboidratos, alimentos gordurosos e açúcar", explica o especialista.


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terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Cientistas alertam: Animais podem necessitar de vacinação contra a Covid

 

Cães e gatos podem ser uma preocupação num futuro próximo.







Especialistas da Universidade de East Anglia, do Instituto Earlham e da Universidade do Minnesota nos Estados Unidos, consideram que, num futuro próximo, poderá existir a necessidade de vacinar animais de estimação para conter a propagação do vírus.

Num editorial para a revista Virulence, citado pelo Mirror, os cientistas escreveram que a evolução contínua do vírus em animais seguida pela transmissão para humanos “representa um risco significativo de longo prazo para a saúde pública”. “Não é impensável que a vacinação de algumas espécies de animais domesticados possa ser necessária para conter a disseminação da infecção”, dizem.

Um dos autores do editorial e professor de genética evolutiva, Cock van Oosterhout, afirmou que cães e gatos podem contrair o novo coronavírus, mas que não há casos conhecidos em que tenha ocorrido transmissão para humanos, pelo menos até por enquanto (até nesse momento). 

“Faz sentido desenvolver vacinas para animais de estimação, especialmente para animais domésticos, apenas como precaução para reduzir esse risco”, justificou. 

“Curiosamente, os russos já começaram a desenvolver uma vacina para animais de estimação, sobre a qual há muito pouca informação sobre possível transmissão", acrescenta.


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terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Estudo explica como os refrigerantes fazem com que coma mais

 

Os refrigerantes tem impacto direto nos hormônios reguladores do apetite.




Um novo estudo revelou que há uma razão pela qual aqueles que bebem refrigerantes muitas vezes acabam comendo mais, dando ainda mais força à teoria de que os refrigerantes podem estar potencialmente relacionados à obesidade por causa de um ingrediente-chave: açúcar.

De acordo com descobertas recentes, publicadas no The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, as bebidas embaladas com sacarose (açúcar de mesa) em comparação com a glicose (o principal tipo de açúcar que circula na corrente sanguínea) podem interferir com os hormônios reguladores do apetite.

Isso significa que beber bebidas açucaradas, como refrigerantes,faz com que seja muito mais difícil determinar se está satisfeito. Portanto, come mais e comer demais pode levar ao aumento de peso e consequentemente levar as pessoas a obesidade.

Os pesquisadores estudaram 69 adultos jovens com idades entre 18 e 35 anos fazendo um mapeamento completo para estudos posteriores.


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quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

O novo sintoma de Covid-19 persistente que afeta apenas as mulheres

 

Desde fadiga, a dores musculares e falta de ar, milhares de indivíduos que sofreram de Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, continuam a ser afetados por estes e outros sintomas meses após recuperarem.





E agora foi registrado um novo sintoma da chamada Covid persistente -, um sintoma que afeta somente as mulheres.

Relatos nas redes sociais referem que a doença tem provocado a longo prazo mudanças "alarmantes" nos ciclos menstruais das mulheres.

Algumas afirmam que meses após terem adoecido com Covid-19 estão agora a experienciar períodos irregulares, enquanto outras reportam coágulos sanguíneos foram do comum.

Rose explicou ao Medical News Today que em oito meses depois de se recuperar do novo coronavírus, tinha tido apenas cinco períodos.

Outra mulher, Bianca, compartilhou que somente começou a experienciar alterações no ciclo menstrual algum tempo após ter recuperado da Covid-19.

"Não notei nada de diferente enquanto tive a doença", contou.

"Só três meses mais tarde quando alguns dos sintomas regressaram é que notei mudanças. Notei sobretudo um aumento grande no número de coágulos".

Explicações possíveis

Ainda não está claro o motivo pelo qual os ciclos menstruais possam estar sendo afetados pelo coronavírus SARS-CoV-2 meses após a recuperação das doentes.

Alguns especialistas sugerem que o vírus poderá estar atacando os órgãos reprodutivos das mulheres.

Linda Fan, professora de obstetrícia, ginecologia e de ciências reprodutivas na Faculdade de Medicina de Yale, nos Estados Unidos, disse ao Medical News Today, que as pesquisas publicadas até ao momento são esparsas.

Contudo, sugere que há alguma "plausibilidade biológica" de que o o SARS-CoV-2 possa "atacar os ovários", tendo como base o efeito que tem sob outros órgãos.

Um estudo realizado na China, publicado noReproductive BioMedicine Online em setembro, apurou que 25% das mulheres com Covid-19 sofrem alterações nos seus ciclos menstruais.

Das 117 participantes, todas pacientes do hospital Tongji Hospital em Xangai, 30% reportaram períodos mais fracos ou mais longos e abundantes.

Os investigadores creem que ainda o estresse gerado pela pandemia e as consequentes mudanças no estilo de vida podem de certo modo influenciar o balanço hormonal, resultando em alterações nos períodos das mulheres.


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quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Colocar uma máscara usada pode ser mais perigoso do que não usar nenhuma

 

Estes são os resultados de um novo estudo realizado.




Uma máscara cirúrgica nova é 65 % eficiente na filtragem de partículas no ar, mas quando usada, esse número cai para 25 por cento, de acordo com o estudo publicado nesta terça-feira, (15/12),  na Physics of Fluids.

Pesquisadores da University of Massachusetts Lowell e da California Baptist University dizem que as máscaras diminuem o fluxo de ar, tornando as pessoas mais suscetíveis a respirar partículas - e uma máscara facial suja não consegue filtrar com eficácia as gotas menores.

“É natural pensar que usar uma máscara, seja ela nova ou velha, sempre deve ser melhor do que nada”, disse o autor Jinxiang Xi.

“Nossos resultados mostram que essa crença só é verdadeira para partículas maiores que 5 micrômetros, mas não para partículas finas menores que 2,5 micrômetros.”

Para chegar a suas descobertas, os pesquisadores usaram um modelo de computador de uma pessoa usando uma máscara cirúrgica pregueada de três camadas para rastrear como a cobertura facial afetava o fluxo de ar e como as partículas passavam. Eles também observaram como as pequenas gotas se acomodaram na face, nas vias aéreas e onde pousam no nariz, faringe ou pulmão profundo.

Eles descobriram que o uso de uma máscara "desacelera significativamente" o fluxo de ar, reduzindo a eficácia da máscara e tornando a pessoa mais suscetível a inalar aerossóis pelo nariz - onde o SARS-CoV-2 gosta de se esconder.

“Neste estudo, descobrimos que a eficácia protetora de uma máscara para as vias aéreas nasais diminui com taxas de fluxo de inalação mais baixas”, disse o estudo.

As pregas de uma máscara facial também afetam significativamente os padrões de fluxo de ar e sua eficácia muda com o uso, descobriram os pesquisadores. A equipe planeja estudar como as formas das máscaras afetam a proteção do COVID-19.

“Esperamos que as autoridades de saúde pública fortaleçam as medidas preventivas atuais para conter a transmissão de COVID-19, como escolher uma máscara mais eficaz, usá-la adequadamente para a maior proteção e evitar o uso de máscara cirúrgica excessivamente usada ou vencida”, disse Xi.

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Sente um incômodo no nariz? Há mais um sintoma de Covid-19

 

Ter um nariz seco e encrostado pode ser um dos primeiros sinais de coronavírus, afirmam os médicos.





Pesquisadores espanhóis apuraram que 70% dos indivíduos infectados com o novo coronavírus SARS-CoV-2, causador da doença da Covid-19, experimentaria mais secura nasal previamente a qualquer outro sintoma, avança um artigo publicado no jornal The Sun Online.

Alguns reportaram uma sensação constante de estarem a ser submetidos a uma lavagem nasal - quando um líquido é inserido nas narinas para que o muco seja naturalmente expelido, normalmente para aliviar os sintomas de uma constipação ou após uma cirurgia.

Os especialistas da Universidade de Barcelona afirmaram que este possível indicador do novo coronavírus pode manifestar-se antes da pessoa infectada perder, por exemplo, o olfato e o paladar (anosmia).

O professor Jordi Navarra, que liderou a pesquisa, disse em declarações à imprensa que poderão ter descoberto "mais um sinal de alarme da Covid-19 ignorado até ao momento".

O estudo, que ainda não foi revisto pelos seus pares, avaliou um grupo de 35 pacientes com Covid-19 e "um grupo de controle semelhante em gênero e idade".

Sendo que os participantes infectados com o SARS-CoV-2 reportaram que os seus sintomas nasais surgiram antes, ou simultaneamente a outros sinais da Covid-19.

Tal pesquisa significa que alguns indivíduos experimentaram a sensação bizarra no nariz antes de qualquer outro dos sintomas característicos da doença - nomeadamente, tosse seca persistente, febre, dores musculares ou anosmia.

Os investigadores utilizaram um "inquérito transversal, retrospectivo", em que os sintomas foram avaliados com "respostas de ausência/presença".

De acordo com os dados apurados pela pesquisa, mais de 68% dos pacientes relataram pelo menos um dos sintomas nasais analisados.

Mais precisamente, o grupo com Covid-19 experienciou uma "sensação estranha no nariz" e secura nasal excessiva com maior frequência do que os indivíduos do grupo de controle que não estavam infectados. Entretanto, mais da metade do primeiro grupo mencionou ainda uma sensação constante de lavagem nasal, enquanto 3% do segundo grupo reportou o mesmo sintoma.

Os acadêmicos observaram que os "sintomas nasais ocorriam predominantemente acompanhados de anosmia ou hiposmia".

Para o professor Jordi Navarra é fundamental que sejam realizados estudos de maior dimensão de modo a determinar por quanto tempo as pessoas tenhamestes sintomas atípicos no nariz antes de serem diagnosticadas com Covid-19. O que por sua vez, poderá levar a um diagnóstico precoce da doença.

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Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

  Um estudo conduzido por pesquisadores da China concluiu que o consumo elevado de açúcar ao longo da vida poderá contribuir de forma signif...