terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Estudo explica como os refrigerantes fazem com que coma mais

 

Os refrigerantes tem impacto direto nos hormônios reguladores do apetite.




Um novo estudo revelou que há uma razão pela qual aqueles que bebem refrigerantes muitas vezes acabam comendo mais, dando ainda mais força à teoria de que os refrigerantes podem estar potencialmente relacionados à obesidade por causa de um ingrediente-chave: açúcar.

De acordo com descobertas recentes, publicadas no The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, as bebidas embaladas com sacarose (açúcar de mesa) em comparação com a glicose (o principal tipo de açúcar que circula na corrente sanguínea) podem interferir com os hormônios reguladores do apetite.

Isso significa que beber bebidas açucaradas, como refrigerantes,faz com que seja muito mais difícil determinar se está satisfeito. Portanto, come mais e comer demais pode levar ao aumento de peso e consequentemente levar as pessoas a obesidade.

Os pesquisadores estudaram 69 adultos jovens com idades entre 18 e 35 anos fazendo um mapeamento completo para estudos posteriores.


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quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

O novo sintoma de Covid-19 persistente que afeta apenas as mulheres

 

Desde fadiga, a dores musculares e falta de ar, milhares de indivíduos que sofreram de Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, continuam a ser afetados por estes e outros sintomas meses após recuperarem.





E agora foi registrado um novo sintoma da chamada Covid persistente -, um sintoma que afeta somente as mulheres.

Relatos nas redes sociais referem que a doença tem provocado a longo prazo mudanças "alarmantes" nos ciclos menstruais das mulheres.

Algumas afirmam que meses após terem adoecido com Covid-19 estão agora a experienciar períodos irregulares, enquanto outras reportam coágulos sanguíneos foram do comum.

Rose explicou ao Medical News Today que em oito meses depois de se recuperar do novo coronavírus, tinha tido apenas cinco períodos.

Outra mulher, Bianca, compartilhou que somente começou a experienciar alterações no ciclo menstrual algum tempo após ter recuperado da Covid-19.

"Não notei nada de diferente enquanto tive a doença", contou.

"Só três meses mais tarde quando alguns dos sintomas regressaram é que notei mudanças. Notei sobretudo um aumento grande no número de coágulos".

Explicações possíveis

Ainda não está claro o motivo pelo qual os ciclos menstruais possam estar sendo afetados pelo coronavírus SARS-CoV-2 meses após a recuperação das doentes.

Alguns especialistas sugerem que o vírus poderá estar atacando os órgãos reprodutivos das mulheres.

Linda Fan, professora de obstetrícia, ginecologia e de ciências reprodutivas na Faculdade de Medicina de Yale, nos Estados Unidos, disse ao Medical News Today, que as pesquisas publicadas até ao momento são esparsas.

Contudo, sugere que há alguma "plausibilidade biológica" de que o o SARS-CoV-2 possa "atacar os ovários", tendo como base o efeito que tem sob outros órgãos.

Um estudo realizado na China, publicado noReproductive BioMedicine Online em setembro, apurou que 25% das mulheres com Covid-19 sofrem alterações nos seus ciclos menstruais.

Das 117 participantes, todas pacientes do hospital Tongji Hospital em Xangai, 30% reportaram períodos mais fracos ou mais longos e abundantes.

Os investigadores creem que ainda o estresse gerado pela pandemia e as consequentes mudanças no estilo de vida podem de certo modo influenciar o balanço hormonal, resultando em alterações nos períodos das mulheres.


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quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Colocar uma máscara usada pode ser mais perigoso do que não usar nenhuma

 

Estes são os resultados de um novo estudo realizado.




Uma máscara cirúrgica nova é 65 % eficiente na filtragem de partículas no ar, mas quando usada, esse número cai para 25 por cento, de acordo com o estudo publicado nesta terça-feira, (15/12),  na Physics of Fluids.

Pesquisadores da University of Massachusetts Lowell e da California Baptist University dizem que as máscaras diminuem o fluxo de ar, tornando as pessoas mais suscetíveis a respirar partículas - e uma máscara facial suja não consegue filtrar com eficácia as gotas menores.

“É natural pensar que usar uma máscara, seja ela nova ou velha, sempre deve ser melhor do que nada”, disse o autor Jinxiang Xi.

“Nossos resultados mostram que essa crença só é verdadeira para partículas maiores que 5 micrômetros, mas não para partículas finas menores que 2,5 micrômetros.”

Para chegar a suas descobertas, os pesquisadores usaram um modelo de computador de uma pessoa usando uma máscara cirúrgica pregueada de três camadas para rastrear como a cobertura facial afetava o fluxo de ar e como as partículas passavam. Eles também observaram como as pequenas gotas se acomodaram na face, nas vias aéreas e onde pousam no nariz, faringe ou pulmão profundo.

Eles descobriram que o uso de uma máscara "desacelera significativamente" o fluxo de ar, reduzindo a eficácia da máscara e tornando a pessoa mais suscetível a inalar aerossóis pelo nariz - onde o SARS-CoV-2 gosta de se esconder.

“Neste estudo, descobrimos que a eficácia protetora de uma máscara para as vias aéreas nasais diminui com taxas de fluxo de inalação mais baixas”, disse o estudo.

As pregas de uma máscara facial também afetam significativamente os padrões de fluxo de ar e sua eficácia muda com o uso, descobriram os pesquisadores. A equipe planeja estudar como as formas das máscaras afetam a proteção do COVID-19.

“Esperamos que as autoridades de saúde pública fortaleçam as medidas preventivas atuais para conter a transmissão de COVID-19, como escolher uma máscara mais eficaz, usá-la adequadamente para a maior proteção e evitar o uso de máscara cirúrgica excessivamente usada ou vencida”, disse Xi.

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Sente um incômodo no nariz? Há mais um sintoma de Covid-19

 

Ter um nariz seco e encrostado pode ser um dos primeiros sinais de coronavírus, afirmam os médicos.





Pesquisadores espanhóis apuraram que 70% dos indivíduos infectados com o novo coronavírus SARS-CoV-2, causador da doença da Covid-19, experimentaria mais secura nasal previamente a qualquer outro sintoma, avança um artigo publicado no jornal The Sun Online.

Alguns reportaram uma sensação constante de estarem a ser submetidos a uma lavagem nasal - quando um líquido é inserido nas narinas para que o muco seja naturalmente expelido, normalmente para aliviar os sintomas de uma constipação ou após uma cirurgia.

Os especialistas da Universidade de Barcelona afirmaram que este possível indicador do novo coronavírus pode manifestar-se antes da pessoa infectada perder, por exemplo, o olfato e o paladar (anosmia).

O professor Jordi Navarra, que liderou a pesquisa, disse em declarações à imprensa que poderão ter descoberto "mais um sinal de alarme da Covid-19 ignorado até ao momento".

O estudo, que ainda não foi revisto pelos seus pares, avaliou um grupo de 35 pacientes com Covid-19 e "um grupo de controle semelhante em gênero e idade".

Sendo que os participantes infectados com o SARS-CoV-2 reportaram que os seus sintomas nasais surgiram antes, ou simultaneamente a outros sinais da Covid-19.

Tal pesquisa significa que alguns indivíduos experimentaram a sensação bizarra no nariz antes de qualquer outro dos sintomas característicos da doença - nomeadamente, tosse seca persistente, febre, dores musculares ou anosmia.

Os investigadores utilizaram um "inquérito transversal, retrospectivo", em que os sintomas foram avaliados com "respostas de ausência/presença".

De acordo com os dados apurados pela pesquisa, mais de 68% dos pacientes relataram pelo menos um dos sintomas nasais analisados.

Mais precisamente, o grupo com Covid-19 experienciou uma "sensação estranha no nariz" e secura nasal excessiva com maior frequência do que os indivíduos do grupo de controle que não estavam infectados. Entretanto, mais da metade do primeiro grupo mencionou ainda uma sensação constante de lavagem nasal, enquanto 3% do segundo grupo reportou o mesmo sintoma.

Os acadêmicos observaram que os "sintomas nasais ocorriam predominantemente acompanhados de anosmia ou hiposmia".

Para o professor Jordi Navarra é fundamental que sejam realizados estudos de maior dimensão de modo a determinar por quanto tempo as pessoas tenhamestes sintomas atípicos no nariz antes de serem diagnosticadas com Covid-19. O que por sua vez, poderá levar a um diagnóstico precoce da doença.

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sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Câncer de próstata: fatores de risco e opções de tratamento

 

Neoplasia que mais atinge homens, o câncer de próstata tem o mês de Novembro dedicado à conscientização sobre seus impactos, fatores de risco e tratamento.






Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o tumor de próstata é o mais incidente nos homens do Brasil atualmente (excetuando-se tumores de pele não melanoma) e o segundo com maior mortalidade. Por esse motivo o assunto é tema da campanha Novembro Azul, que é dedicada a conscientização sobre atenção com a saúde masculina, especialmente câncer de próstata.

“A próstata é uma glândula do sistema genital masculino cuja função é produzir o líquido prostático, o qual compõe o sêmen e ajuda a proteger e nutrir os espermatozóides”, explica o radio-oncologista do Instituto de Radioterapia São Francisco, Rafael Borges Salera. “Tal glândula está localizada abaixo da bexiga e é atravessada pela uretra, motivo pelo qual alterações na função urinária podem estar relacionadas a problemas da próstata, inclusive câncer”, diz.

Fatores de risco e diagnóstico

Segundo o médico, dentre os fatores de risco para a neoplasia de próstata, os principais são história familiar positiva, idade avançada e pele negra. “Homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem buscar atendimento urológico para serem avaliados por meio de entrevista e exames a fim de se rastrear o câncer de próstata”, orienta o médico.

“O diagnóstico desse tumor é feito através da biópsia guiada por exame de imagem, procedimento no qual múltiplos fragmentos da próstata são retirados por agulha e analisados ao microscópio pelo médico patologista”, comenta Rafael Salera.

Uma vez feito o diagnóstico, avalia-se os seguintes fatores para definição da gravidade da doença: valor de PSA, características da próstata percebidas ao toque retal / exame de imagem, número de fragmentos da biópsia acometidos por neoplasia e escore de Gleason (é uma pontuação dada ao tumor de próstata levando-se em consideração às características das células ao microscópio).

Tratamento

O tratamento pode ser feito com cirurgia, radioterapia, braquiterapia e terapia hormonal, de forma isolada ou em conjunto. “Muitas vezes os pacientes podem ser tratados de forma igualmente eficaz pela cirurgia, radioterapia e braquiterapia”, diz o médico. Segundo Salera, cada modalidade tem suas vantagens e potenciais efeitos colaterais, motivo pelo qual o tratamento do câncer de próstata deve ser conduzido por equipe multidisciplinar composta por profissionais médicos da urologia, radioterapia e oncologia clínica.

“Outra opção segura é a observação cuidadosa dos homens portadores de doença em estágios iniciais”, sugere o médico. “É sabido que nessas situações o tumor de próstata tem tão bom prognóstico que os pacientes podem ser acompanhados com exames rotineiros e o tratamento só é indicado caso haja sinais do avanço da doença”, afirma.

Por o fim, o médico lembra que muitas vezes, nos estágios iniciais, a doença permanece indolente ao longo do tempo e o indivíduo nunca necessitará ser submetido a nenhum tipo de tratamento, sem prejuízo à qualidade de vida.

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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Coronavírus: 16% dos doentes só manifestam sintomas gastrointestinais

 

Os sintomas mais comuns referentes ao sistema digestivo e associados à infeção pelo novo coronavírus incluem náuseas, falta de apetite, diarreia, vômitos e dor abdominal.



Uma meta-análise realizada por pesquisadores da Universidade de Alberta, no Canadá, que consistiu na revisão de 36 estudos, acerca dos sintomas da Covid-19, apurou que 16% dos pacientes infectados com o novo coronavírus podem manifestar apenas sinais gastro intestinaisda patologia, nomeadamente um em cada seis indivíduos, conforme explica um artigo publicado na revista Galileu.

Os dados apurados foram inicialmente divulgados na revista científica Abdominal Radiology.

Segundo a pesquisa, náuseas, falta de apetite, diarreia, vômitos e dor abdominal são os principais elementos associados a esses sintomas gastrointestinais.

"Há uma quantidade crescente de literatura que aponta que a sintomatologia abdominal é um indicador comum de Covid-19", afirma Mitch Wilson, radiologista e professor clínico da Faculdade de Medicina e Odontologia da Universidade de Alberta.

Os pesquisadores salientam que os radiologistas abdominais têm consequentemente de permanecer em estado de alerta.

A meta-análise sugere ainda o que esses profissionais de saúde devem procurar durante a realização dos exames, nomeadamente a inflamação do intestino delgado e grosso, ar no interior da parede intestinal (pneumatose) e perfuração intestinal (pneumoperitônio). Estes sintomas considerados raros, podem ser um indicador de casos graves e avançados da Covid-19.

"Podem ser de uma variedade de causas potenciais. Mas uma dessas causas potenciais é a infecção do vírus e, num ambiente onde a Covid-19 é bastante prevalecente, é algo a considerar e levantar como uma possibilidade para o médico de referência", conclui Wilson.

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terça-feira, 20 de outubro de 2020

Alimentação saudável e hidratação previnem doenças gastrointestinais

 

No Dia Mundial da Alimentação, especialista reforça medidas básicas para evitar doenças no sistema gastrointestinal.






Com a passagem do dia Mundial da Alimentação, comemorado (16 de Outubro), a gastroenterologista do Hospital Brasília Zuleica Barrio destaca a importância de uma dieta balanceada, rica em fibras e líquidos para a boa saúde do sistema gastrointestinal.

“Grande parte das doenças gastrointestinais tem relação direta com erros alimentares, tanto o consumo excessivo de alimentos gordurosos industrializados como de carboidratos, presentes nas massas, refrigerantes e doces”, explica.

Distúrbios como gastrite, prisão de ventre, diarreia, intoxicação alimentar e alguns tipos de câncer podem ter relação direta com a má alimentação. De acordo com a médica, essas doenças são, na maioria das vezes, tratadas com a mudança dos hábitos alimentares, introduzindo medicamentos apenas quando a condição é mais grave.

“Quando há constipação intestinal, comumente chamada de ‘intestino preso’, é importante o aumento do consumo de água e de alimentos ricos em fibras, como as verduras, legumes e algumas frutas”, recomenda.

Barrio ainda ressalta que a hidratação e alimentação saudável é essencial para a prevenção de qualquer doença gastrointestinal.

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Veja os principais sinais e diferenças de intolerância e alergia ao leite

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