sábado, 20 de julho de 2019

Qual é a idade em que as pessoas mais traem?

Mesmo que seja difícil prever se está prestes a trair ou ser traído, a ciência há muito tempo que vem tentando identificar padrões suspeitos, como a idade em que as pessoas mais são infiéis e os motivos.

Aliás, a estatística foi observada a partir de um site de relacionamentos conjugais britânico: o Illicit Encounters.

Conforme os dados apurados pelo site, nos últimos 10 anos, a maioria das pessoas que criavam perfis na rede social encontravam-se no último ano de cada década, como 29, 39 e 49 anos. Dentre estas, a idade mais problemática revelou ser os 39 anos.

A idade em que as pessoas mais traem Vs. Ciência

E, se acha que se trata de pura especulação, uma pesquisa desenvolvida pelas Universidades de Nova Iorque (NYU) e da Califórnia (UCLA) comprovou a tese da “idade em que as pessoas mais traem”.

Para recolher os dados, os investigadores consultaram relatórios de outros sites de encontros entre pessoas casadas, como o famoso Ashley Madison, e mostrou que pelo menos 18% dos usuários da rede social tinha uma idade que terminava em ‘9’.

Segundo os cientistas sociais, as chances ou a vontade das pessoas traírem nessas idades mais que duplicam porque os finais de décadas, na idade, são considerados momentos de crises e de revoluções pessoais.

O problema é que, em alguns casos, essas mudanças despertam desejos pouco nobres, como uma espécie de rebeldia ou necessidade de provar o proibido.

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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Saiba como se prevenir de doenças infecciosas comuns da estação

Com a chegada do inverno e das baixas temperaturas, algumas doenças como gripe, viroses, outras infecções, como as meningites bacterianas, podem aparecer. E, para evitar o contágio, é preciso ficar atento e se prevenir.

Segundo o Dr. Jessé Alves (CRM 71991 SP), infectologista e gerente médico de vacinas da GSK, a estação facilita a disseminação de vírus e bactérias. “Durante os dias mais frios, as pessoas ficam mais tempo em ambientes fechados e, com isso, o ar não circula e não se renova, favorecendo assim a transmissão de diversos tipos de vírus e bactérias. Todo esse cenário facilita a propagação de quadros infecciosos. Em idosos e crianças, os cuidados devem ser ainda maiores, pois são mais suscetíveis. Por isso, é importante a prevenção”, afirma.

Além de resfriados, gripes e outras doenças respiratórias, a ocorrência da meningite bacteriana também é mais comum no inverno. “A meningite pode ser causada por diversos agentes infecciosos, como bactérias, fungos e vírus, mas nesse período mais frio a ocorrência da meningite bacteriana é mais comum, apesar da ocorrência de casos durante todo o ano. A doença é muito grave, podendo causar sequelas e até mesmo levar a óbito”, conta Dr. Jessé.

A meningite meningocócica é uma infecção bacteriana das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, causada pela bactéria Neisseria meningitidis, que possui 13 sorogrupos identificados, sendo que cinco deles são os mais comuns (A, B, C, W e Y).3,4,5 No Brasil, a doença meningocócica leva cerca de 20% dos pacientes a óbito, geralmente, dentro de 24 a 48 horas após o início dos sintomas.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2018, foram registrados 1.129 casos de doença meningocócica no Brasil, sendo que as regiões Sudeste (597 casos) e Sul (227 casos) apresentaram os maiores números de casos notificados.13 A vacinação é uma das melhores formas de prevenção contra a doença.2,4 Outras formas que podem ajudar na prevenção incluem evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados e limpos.

Prevenção

Atualmente, existem vacinas para a prevenção dos 5 sorogrupos mais comuns no Brasil, as vacinas contra a meningite meningocócica causada pelo tipo B e as vacinas contra os tipos A, C, W e Y.4,6-9,13 A vacina contra os tipos A, C, W e Y, por exemplo, é recomendada nos calendários das sociedades médicas a partir dos 3 meses de idade, bem como para jovens e adultos (dependendo da situação epidemiológica).6-8 A vacina para a prevenção da meningite meningocócica causada pelo tipo B é recomendada a partir dos 3 meses de idade pelas sociedades médicas.

Nos postos de saúde, a vacina contra a doença causada pelo meningococo C é disponibilizada para crianças menores de 5 anos de idade e adolescentes de 11 a 14 anos.

Importante ressaltar que a meningite meningocócica não é uma doença que atinge apenas crianças. Até 23% dos adolescentes e adultos jovens podem ser portadores da bactéria e podem transmití-la para outras pessoas através da saliva e partículas respiratórias, sem necessariamente desenvolver a doença.

É importante lembrar que a vacinação é um recurso importante para a prevenção, não só da meningite meningocócica, mas de outras doenças infecciosas também em crianças, adolescentes e adultos.

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segunda-feira, 17 de junho de 2019

Beber este suco diariamente reduz risco de ataque cardíaco

Uma nova pesquisa revela que beber suco de tomate reduz a pressão arterial e o colesterol, sobretudo nos indivíduos que sofrem de problemas cardiovasculares. O estudo aponta os inúmeros benefícios que o suco de tomate pode ter no coração.

Para efeitos da pesquisa, os investigadores disponibilizaram aos 481 participantes envolvidos no estudo a quantidade que quisessem de suco de tomate sem sal durante um ano.

Os participantes mantiveram diários relativos à ingestão do suco de tomate, nesses relatórios registravam a quantidade diária consumida, e adicionalmente quaisquer mudanças que notassem na sua saúde.

A pressão arterial diminuiu em média 20% em 94 dos participantes que sofriam de hipertensão e estavam ou não sendo acompanhados por um médico, segundo os dados publicados no periódico científico Food Science and Nutrition.

Entre os indivíduos que sofriam de colesterol alto, 125 experienciaram uma redução de 30% de gordura nos vasos sanguíneos, o que pode por sua vez causar ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais.

Os efeitos benéficos foram registados tanto em homens como em mulheres de diferentes faixas etárias, de acordo com a pesquisa realizada pela equipa de cientistas da Universidade Médica e Dentária de Tóquio, no Japão.

Adicionalmente, os investigadores consideram que associado ao consumo de tomate a população deve manter uma dieta sobretudo à base de vegetais, fruta e grãos integrais – alimentos estes que contribuem para a saúde cardiovascular e para o ótimo funcionamento do sistema circulatório.

A equipe de cientistas japoneses destacou ainda que não recomenda o consumo de mais de 150 mililitros de suco de tomate ou de qualquer outra fruta, devido ao seu alto teor de açúcar.

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Amigdalite recorrente pode levar à cirurgia

O inverno se aproxima e, com ele, o temor de muitos pais: a amigdalite. Essa infecção bastante comum na infância traz febre alta, dificuldade para engolir, ínguas doloridas, dentre outros sintomas e, em geral, é causada por vírus e bactérias.

O grande problema é que algumas crianças sofrem de amigdalite recorrente, ou seja, são acometidas pelo problema de seis a mais vezes ao ano, levando, muitas vezes à necessidade de cirurgia para remoção dessas glândulas.

“Alguns estudos recentes têm mostrado que essa turminha que sofre de amigdalite recorrente tem menos células B, um tipo específico de célula de defesa do organismo, e isso é algo hereditário”, conta Dra. Maura Neves orrinolaringologista da Clinica MedPrimus.

A médica conta que a cirurgia para remoção das amígdalas, embora seja bastante eficaz, é o último recurso adotado e já são estudadas possíveis vacinas para estimular o sistema imune das crianças contra a amigdalite. “Manter-se bem hidratado, lavar as mãos com frequência, evitar locais lotados e fechados, ingerir bastante frutas e verduras e dormir bem são algumas das medidas simples que podem ser adotadas ao longo do inverno para prevenir o problema”, diz a Dra.

Diante de um quadro de amigdalite, o médico deve ser consultado quanto ao uso de antibióticos e medicamentos para alívio dos sintomas e avaliação da criança.

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quarta-feira, 17 de abril de 2019

Herpes ocular: diagnóstico acertado é fundamental para bom tratamento

O herpes ocular é uma infecção provocada pelo mesmo vírus do herpes labial, o herpes simplex (HSV). Tem tratamento, mas não tem cura. Cerca de 90% da população mundial tem o vírus do herpes alojado no organismo – geralmente, a pessoa entra em contato com o vírus ainda na infância.

De acordo com o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, há casos em que a criança é tratada de alguma infecção moderada e sorrateiramente o vírus invade os olhos, atingindo o gânglio trigeminal – onde encontra condições ideais para se instalar e se tornar latente. Ao longo da vida, principalmente durante episódios de estresse intenso, traumas ou períodos de baixa imunidade, esse vírus faz o caminho de volta para a córnea e se manifesta com herpes ocular.

Existem mais de 80 tipos de vírus do herpes e eles se diferenciam de várias formas. Mas todos percorrem os nervos até alcançar uma terminação nervosa em que possam se alojar e ficar inativos por um determinado período. Quando acomete a região da boca, o diagnóstico do herpes é bastante fácil. Mas, quando o vírus atinge os olhos, a doença pode ser mal diagnosticada ou tratada indevidamente. Em casos graves, inclusive, o paciente pode perder a visão. O tratamento imediato com medicamentos antivirais específicos ou antibióticos interrompe a multiplicação do vírus e impede que a doença continue destruindo as células epiteliais. Embora o estresse seja um gatilho importante para a manifestação do herpes ocular, Neves afirma que problemas de saúde bucal, queimaduras de sol, traumas e períodos pós-cirúrgicos também podem desencadear novos episódios.

Segundo o médico, o importante é que a doença seja devidamente diagnosticada e tratada, a fim de não se agravar. Em casos raros, mais severos, o único tratamento viável é o transplante de córnea. Dados da Academia Americana de Oftalmologia (AAO) revelam que, depois do episódio inicial, há 27% de chance de acontecer novamente dentro de um ano, 50% em cinco anos e 63% em 20 anos. “Infecções recorrentes incomodam muito os pacientes, já que a doença pode surgir na infância e voltar a incomodar de tempos em tempos. Vale ressaltar que o herpes ocular pode comprometer qualquer camada dos olhos, mas as manifestações mais comuns incluem blefarite (inflamação das pálpebras), conjuntivite folicular e ceratite (inflamação da córnea)”.

O oftalmologista afirma que, das três formas mais comuns de herpes (simples, genital e zoster), somente o herpes genital é um problema localizado e não tem potencial para se espalhar até os olhos. Já o herpes zoster gera grande preocupação. “Principalmente quem teve catapora na infância pode trazer, alojado no organismo, um vírus inativo chamado varicella zoster. Depois dos 50 anos, uma em cada três pessoas poderá ser acometida por esse vírus do herpes zoster, popularizado como ‘cobreiro’. A doença se caracteriza por lesões que atingem um lado só do corpo e são extremamente doloridas. O paciente começa a sentir formigamento, depois percebe pequenas erupções de pele evoluindo de forma dolorida e sempre de um único lado do corpo – podendo atingir pernas, braços, tronco e cabeça. Quando as lesões se avolumam no rosto, dificilmente não comprometem a visão. Neste caso, além do inchaço das pálpebras, vermelhidão e alta sensibilidade à luz, a infecção poderá resultar em várias cicatrizes na córnea – comprometendo a visão”.

Neves diz que o tratamento oftalmológico, neste caso, é realizado com medicamentos antivirais (via oral), além de colírios específicos para manter a pupila dilatada, atenuar a dor e evitar o surgimento de uma forma grave de glaucoma. “O mais importante, neste caso, é saber que a Anvisa já aprovou uma vacina contra o herpes zoster e que deve ser tomada principalmente por quem já passou dos 50 anos – mesmo que já tenha sofrido episódios da doença”.

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sábado, 30 de março de 2019

7 práticas que prejudicam o cérebro

Órgão mais complexo do corpo humano, o cérebro é responsável por regular a maioria das funções corporais e mentais. Ações como respirar, piscar, andar, comer, pensar, interpretar, entre outras, são executadas porque passam pelo controle cerebral.

Para garantir que o cérebro funcione de maneira saudável é necessário abrir mão de alguns hábitos prejudiciais.

"Muitas práticas rotineiras podem afetar o bom funcionamento cerebral e, se repetidas regularmente, podem agravar o quadro. Então, é importante manter um estilo de vida saudável para preservar as atividades do cérebro e evitar doenças", explica Sidney Gomes, neurologista da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Confira abaixo os 7 hábitos que podem prejudicar o desempenho do cérebro:

"Mesmo mantendo um estilo de vida saudável, é recomendável o acompanhamento médico para descartar qualquer tipo de alteração no cérebro e, em caso de diagnóstico de uma doença, indicar o tratamento mais adequado e eficiente", ressalta o neurologista.

1. Dormir pouco altera os processos cognitivos e pode impactar negativamente na capacidade de concentração. - O ideal é dormir de 7h a 8h por noite, mas sempre respeitando o relógio biológico de cada um.

2. Não tomar café da manhã também é prejudicial. - Depois de passar muitas horas sem comer, o nível de açúcar do organismo cai bastante e atrapalha o fornecimento de nutrientes no cérebro. Não se deve pular a primeira refeição do dia. Se não tiver fome ou tempo, deve-se comer, pelo menos, uma fruta ou um iogurte.

3. Consumir alimentos calóricos em excesso pode acelerar o processo de envelhecimento do cérebro e deixá-lo mais vulnerável à degeneração. - É recomendado ter uma dieta equilibrada e praticar atividades físicas e regulares.

4. O excesso de açúcar pode reduzir a capacidade do cérebro de produzir uma substância química que auxilia no aprendizado e na formação de novas memórias, além de combater a depressão e a demência. - Uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos regulares são a alternativa.

5. Beber pouca água pode prejudicar a capacidade de raciocínio e causar dor de cabeça. - Não espere ter sede para beber água. Opte também por frutas ricas em água como melancia e laranja.

6. Não exercitar o cérebro pode contribuir para o prejuízo do desempenho cerebral. - O estímulo com jogos, cursos e leitura ajudam a desenvolver habilidades e a manter o órgão saudável.

7. O tabagismo altera o fluxo de sangue e aumenta a chance de causar acidente vascular cerebral (AVC), também conhecido como derrame, dilatação dos vasos sanguíneos e aumento da pressão arterial. - Para diminuir os riscos, é importante parar de fumar.

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domingo, 17 de março de 2019

5 alimentos que podem ser ingeridos à noite

Para quem deseja perder peso, o período noturno pode ser propenso aos deslizes na dieta. Depois de um dia estressante e cansativo, muitas vezes ao invés de ingerirmos alimentos saudáveis tendemos a petiscar pão ou bolachas – os grandes inimigos de qualquer regime de restrição calórica.

Mas não é preciso ficar sem comer. Existem alimentos que podem (e devem) ser ingeridos a noite por quem quer manter os ponteiros da balança.

1. Muesli integral, com moderação

Opte por muesli com aveia e linhaça. Estes cereais são ricos em carboidratos complexos, que ao contrário das fontes de carboidratos simples, não provocam picos e quedas bruscas nos níveis de glicose no sangue, o que por sua vez causa o aumento de apetite.

2. Vegetais

Abuse dos vegetais. Encha o prato com muita alface, tomate, espinafres, couve-flor, brócolis e outros vegetais da sua preferência. Têm poucas calorias e ajudam a saciar a fome, para além de estarem repletos de vitaminas e minerais.

3. Peru

Trata-se de uma carne pobre em gordura e uma excelente fonte de proteína, que ajuda a promover a sensação de saciedade do organismo ao ser digerida de maneira mais lenta. Adicionalmente, o peru tem triptofano, um aminoácido que tem ação relaxante, e que ajuda a dormir melhor.

4. Morango

Com quatro calorias por unidade média, esta fruta é rica em fibras, que promovem a saciedade e ajudam a controlar o apetite – o que significa que você conseguirá controlar melhor o tamanho do prato ao jantar e evita ainda que vá petiscar no meio da noite.

5. Chocolate preto

O chocolate preto, com pelo menos 70% de cacau, também contribui para a sensação de saciedade e para o controle do apetite, sendo igualmente uma fonte de antioxidantes e possui menos açúcar que o chocolate feito à base de leite. Ainda assim deve ser consumido com moderação! Porém, pode ser uma boa alternativa se sentir uma vontade súbita e irresistível de ingerir açúcar. Uma barra de 25 g de chocolate amargo com 85% de cacau tem 128 calorias.

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Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

  Um estudo conduzido por pesquisadores da China concluiu que o consumo elevado de açúcar ao longo da vida poderá contribuir de forma signif...