domingo, 3 de dezembro de 2017

Hiperidrose: saiba as causas e tratamentos para o suor excessivo

O suor é algo natural de nosso organismo e ajuda a manter a temperatura do corpo, mas há casos em que ele pode se tornar excessivo.

É natural suarmos quando está calor, durante a prática de atividades físicas ou em certas situações específicas, como em momentos de nervosismo ou medo. Mas a sudorese excessiva ocorrendo mesmo sem a presença de qualquer desses fatores, pode ser indicio de hiperidrose.

Ele ocorre quando estamos realizando esforço físico, sentimos calor ou passamos por alguma situação de estresse. Porém, em algumas pessoas, a sudorese ocorre em excesso em áreas concentradas, até mesmo quando estão em repouso. Essa condição é denominada hiperidrose. “A hiperidrose atinge 2% da população mundial e acontece quando as glândulas sudoríparas dos pacientes são hiperfuncionantes. Isto pode ocorrer por diferentes causas, como doenças da tireoide, fatores emocionais, câncer, menopausa e obesidade”, explica a dermatologista Dra. Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

Apesar de não trazer males à saúde, a doença pode provocar muitos constrangimentos. Por exemplo, para quem sofre de sudorese excessiva nas mãos, cumprimentar alguém pode ser uma situação desagradável. “Mesmo pessoas saudáveis sofrem com a hiperidrose, é apenas preciso que o sistema nervoso envie estímulos demais às glândulas sudoríparas. As principais queixas das pessoas que procuram o médico são o suor excessivo nas mãos, pés e axilas”, afirma a dermatologista.

Segundo a Dra. Thais, existem uma série de tratamentos que auxiliam na diminuição da sudorese e no combate à hiperidrose, mas estes variam de acordo com o local e a intensidade da doença. Por exemplo, para casos mais leves, o uso de antitranspirantes à base de cloreto de alumínio já é o suficiente, já que estes tampam a saída das glândulas sudoríparas, bloqueando o suor. Outra dica para pessoas que possuem hiperidrose em graus mais leves é a utilização de roupas de algodão, pois estas permitem que a pele respire.

Quando atinge graus um pouco mais graves, a hiperidrose pode ser tratada com remédios à base de oxibutinina. De acordo com a dermatologista, estes remédios agem dentro das glândulas sudoríparas, reduzindo a sua atividade. Já nos casos mais graves pode-se recorrer a tratamentos com toxina botulínica ou a simpatectomia. “A aplicação de toxina botulínica é feita em áreas onde a concentração de suor é muito grande. Indicado para regiões como a testa, o couro cabeludo e as axilas, este procedimento dura de oito a doze meses. Já a simpatectomia é uma cirurgia onde o médico retira e queima as glândulas defeituosas, que param de funcionar. Porém, apesar do corpo ter a tendência de se acostumar e fazer o problema desaparecer com o tempo, neste procedimento há o risco de o suor acabar passando para outra área”, finaliza a médica.

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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Neurocientista dá 5 dicas para um noite de sono bem dormida

Responsável por um laboratório de sono na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o neurocientista britânico Matthew Walker avalia que uma boa noite de sono - entre oito e nove horas - é essencial para prevenir doenças, acidentes, problemas mentais e fadiga. À BBC, o pesquisador deu cinco dicas para que as pessoas consigam ter um noite boa, longa e profunda de sono.

Confira:

1. Horários regulares

Procurar dormir e acordar sempre no mesmo horário e evitar dormir tarde aos finais de semana, tentando recuperar o "tempo perdido" na balada por um domingo de cama. "Infelizmente, o cérebro não tem a capacidade de recuperar o sono perdido", explica.

2. Temperatura do quarto

É aconselhável que se durma em temperatura fria no quarto, entre 18 e 18,5º. Motivo: o corpo e o cérebro costumam reduzir a temperatura média em 1 grau.

3. Dormir no escuro

Segundo o cientista é recomendável, inclusive, a diminuição das luzes nos momentos que antecedem o sono. Evite televisores e celulares ligados.

4. Não ficar acordado na cama

"Se você acordou e não consegue dormir por 15 a 20 minutos, levante-se. Vá para outro quarto, mantenha o local à meia-luz e leia um livro", aconselha o neurocientista na eventualidade de você ficar acordado na cama, virando-se de um lado a outro.

5. Limite ao álcool e à cafeína

O ideal é que a pessoa não beba álcool durante a noite e não tome cafeína após o meio-dia. Mesmo para aqueles que, no caso da cafeína, alegam conseguir ter uma boa noite de sono, o pesquisador lembra: "Embora você consiga dormir, esse sonho não será tão profundo enquanto a cafeína estiver circulando no cérebro".

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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

6 dicas para prevenir as infecções urinárias recorrentes

Se costuma ter este tipo de infecções, saiba o que pode fazer.

As infecções do trato urinário resultam de bactérias que entraram através da uretra para a bexiga e/ou para os rins. Considera-se que uma pessoa tem infecções urinárias recorrentes se estas surgirem mais do que quatro vezes por ano. 

Para se certificar de que faz tudo ao seu alcance para preveni-las, o primeiro passo é tentar evitar a entrada de bactérias. Como?

URINANDO IMEDIATAMENTE ANTES E DEPOIS DO SEXO, para libertar algumas bactérias que possam ter entrado durante a penetração, e, quando vai ao banheiro, LIMPAR-SE DA FRENTE PARA TRÁS e nunca ao contrário, para manter as bactérias fecais bem longe.

USAR ABSORVENTES em vezes de tampões e trocá-los com frequência, bem como BEBER MUITA ÁGUA para urinar com mais frequência, são outros hábitos que previnem as infeções urinárias. Também se recomenda que os ‘DUCHES VAGINAIS’ SEJAM EVITADOS, bem como OS ESPERMECIDAS,  destaca a revista Health.

Se mesmo adotando todos estes hábitos, as infecções urinárias continuarem a aparecer, o melhor é falar com o seu médico. 

Quanto ao tratamento, geralmente as infecções desaparecem depois de se ingerir um antibiótico de curta duração, mas também é possível que em casos mais graves e recorrentes o seu médico prescreva um tratamento de baixa dosagem e de longa duração (seis meses ou mais), para impedir que a infecção regresse rapidamente.

É muito importante não desvalorizar as infecções urinárias, pois se não forem tratadas corretamente, podem originar infecções nos rins ou até danos neste órgão.

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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

5 sinais de que você pode sofrer de diabetes tipo 2

Quanto mais depressa esta doença for detectada e controlada, menores são os riscos para a saúde de todo o corpo.

Segundo o relatório do Observatório Nacional da Diabetes, em 2015 a prevalência estimada da diabetes na população portuguesa com idades compreendidas entre os 20 e os 79 anos (7,7 milhões de indivíduos) foi de 13,3%. Ou seja, mais de um milhão de portugueses neste grupo etário tem diabetes. Cerca de 56% dos indivíduos já tinham a doença diagnosticada, mas para 44% o diagnóstico ainda não tinha sido feito.

Se esta doença metabólica não for controlada pode levar a complicações graves como problemas renais ou perda de visão.

É, portanto, muito importante estar atento aos sinais de alarme da diabetes tipo 2 para que se possa fazer um diagnóstico e tratamento o mais precoce possível. Apesar de estes sinais poderem surgir de forma muito gradual e quase sem se notar deve estar muito atento a eles:

AUMENTO DA VONTADE DE URINAR (QUE SE TORNA MESMO MUITO FREQUENTE).

O aumento da frequência urinária pode indicar que os níveis de açúcar no sangue estão altos e fora do controle. Isto porque, como Joeal Fuhrman explicou à revista Prevention, “quando se tem muita glicose ou açúcar na corrente sanguínea, os rins tratam de eliminar o excesso através da urina”.

MUITA SEDE.

Além de o próprio açúcar aumentar a sede, o aumento da frequência urinária faz com que se perca mais água do que o habitual e o corpo usa a sede como forma de lhe ‘pedir’ para repôr os líquidos perdidos e prevenir o risco de desidratação.

CANSAÇO.

A fadiga é um efeito colateral da desidratação. Os sintomas anteriores pode estar relacionados com um enorme cansaço, mesmo quando tem dormido o suficiente e não tem feito nenhum esforço extra.

VISÃO TURVA.

Quando os níveis de açúcar no sangue estão muito altos e descontrolados, um fluido pode infiltrar-se nos olhos, fazendo com que este inche e perca uma certa capacidade de focar bem o que vê, podendo fazer com que tenha visão turva ou pouco clara.

SANGRAMENTO DAS GENGIVAS.

As bactérias açucaradas afetam as gengivas deixando-nas mais vermelhas do que o normal, inchadas e mais propensas a sangrar quando escova os dentes ou usa fio dental. A boca fica mais propensa a infecções.

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sábado, 9 de setembro de 2017

Nem toda comida pode ir ao micro-ondas

O micro-ondas é, possivelmente, o melhor amigo culinário de muitas pessoas, mas isso não quer dizer que possa ser usado em tudo.

Em uma época em que o tempo para cozinhar se resume, muitas vezes, ao domingo à tarde (ou nem isso), a marmita e as refeições aquecidas assumem-se como protagonistas dos tempos modernos. No entanto, existem determinados alimentos que não podem ser aquecidos no eletrodoméstico. 

Como destaca uma publicação do El Confidencial, os OVOS (não mexidos) não devem ser nem cozinhados, nem aquecidos no micro-ondas, esteja ou não ainda na casca. Isso porque a úmidade presente no alimento se transforma em vapor à medida que é cozinhado, aumentando o risco de 'arrebentar' e queimar, especialmente quando o ovo quente sai do micro-ondas e é colocado no prato.

Esquentar o ARROZ pode ser prejudicial para a saúde, pois há uma bactéria - a Bacillus Cereus - que sobrevive mesmo depois do arroz ter sido confeccionado, aumentando o risco de intoxicação (risco esse que é ainda maior quando o alimento está frio e é novamente aquecido). Assim como o arroz, que depende da forma de conservação depois de cozido, também as BATATAS não devem ser esquentadas no micro-ondas, especialmente se tiverem esfriado à temperatura ambiente, momento no qual a bactéria Clostridium botulinum mais se propaga.

Igualmente comum nas marmitas, o FRANGO é um outro alimento cujo aquecimento deve ser evitado ou feito com algum cuidado, diz El Confidencial, destacando que as bactérias que resistem às oscilações de temperatura do micro-ondas são as que mais facilmente contaminam o frango, um alimento conhecido por ser o habitat ideal da salmonella. Além disso, reaquecer o frango altera a composição de proteínas do alimento, algo que pode causar problemas intestinais. Depois de aquecido, o frango deve estar quente por completo (sim, o interior também).

Também devido às alterações proteicas, os COGUMELOS não devem ser aquecidos no micro-ondas. Este alimento, quando fresco, alertou o Conselho Europeu de Informação sobre a Alimentação, deve ser consumido imediatamente, a não ser que tenha sido armazenado na geladeira no máximo durante 24 horas e aquecido a uma temperatura inferior a 70 graus.

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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

10 dicas para melhorar o desempenho do cérebro

O potencial criativo e produtivo do cérebro pode ser explorado com algumas práticas simples e corriqueiras.

O cérebro é uma verdadeira máquina, muito mais potente do que qualquer computador já construído pelo homem. Mas como toda máquina, é preciso treiná-la para desenvolver seu potencial na totalidade, o que por consequência vai trazer muito mais saúde e vitalidade.

O potencial criativo e produtivo do cérebro pode ser explorado com algumas práticas simples e corriqueiras, de acordo com o médico Juliano Pimentel. Confira:

1. Yoga. O yoga combina respiração, postura e meditação que, combinados, ajudam a espessar as camadas do córtex cerebral. Estudos indicam que o yoga muda a química do cérebro e ajudam o órgão a não perder matéria cinzenta. A prática do yoga está ainda associada com um melhor desenvolvimento da percepção, controle motor, autoconsciência, experiência interpessoal, inibição, controle de impulso, processamento de memória, emoções e tomada de decisões.

2. Malabarismo. O malabarismo melhora a coordenação motora. O treino da coordenação aumenta a matéria cinzenta do cérebro e melhora as conexões celulares. Um estudo realizado pela Universidade de Oxford aponta que todas as pessoas que praticaram malabarismo tiveram melhora da massa branca no lóbulo parietal, que consequentemente aumenta a consciência espacial, propriocepção e senso de toque.

3. Meditação. A meditação é uma prática conhecida por melhorar o desempenho cerebral. A meditação guiada leva a alterações de áreas como memória, compaixão e estresse.

4. Tocar instrumento. Tocar instrumento aumenta o tamanho cerebral e tem impacto ainda maior em crianças que aprendem antes dos 7 anos de idade, pois são criadas melhores conexões através de uma parte do cérebro que liga os hemisférios direito e esquerdo. Estudos apontam que músicos possuem mellhor informação sensorial de audição, toque e visão.

5. Alimentação. Investir em alimentos como salmão (pelo ômega-3), frutas e legumes de cor vermelha ou roxo escuro, como mirtilos e morangos (por causa dos antioxidantes), tomate (pelo licopeno), alimentos ricos em vitamina B e C são excelentes aliados da saúde cerebral.

6. Sexo. Ter uma vida sexual ativa auxillia na formação de novos neurônios e melhora a função cognitiva.

7. Exercícios cardiovasculares. A aeróbica melhora significativamente a área cinzenta e branca do cérebro.

8. Jejum intermitente. Esta prática melhora a saúde do corpo como um todo, incluindo o cérebro. Estudos indicam que ele promove a produção de fator de crescimento neurotrópico cerebral, uma proteína que promove o crescimento e a proteção dos neurônios.

9. Evite o uso de drogas e cigarro. Drogas psicotrópicas e cigarro danificam permanentemente o cérebro, por isso é importante não aderir a estas práticas para manter a saúde do órgão.

10. Leitura, palavras cruzadas e jogos de raciocínio lógico. Estas práticas estimulam a área criativa e lógica do cérebro.

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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Como dizer a uma pessoa que ela tem mau hálito

Como não deixar a outra pessoa constrangida nem perder a amizade?

A halitose é um problema que pode ter causas físicas ou por maus hábitos de higiene. Você trabalha ou tem uma pessoa muito próxima que está com mau hálito, mas não sabe como dar esssa "dica"? Claro que é uma questão muito delicada de se tratar, mas existem maneiras de não deixar a outra pessoa constrangida nem arriscar a amizade ao relatar o problema.

A cirurgiã dentista, especialista em Periodontia e secretária executiva Associação Brasileira de Halitose (ABHA), Ana Elisa da Silva, dá algumas dicas de como tocar no assunto de maneira discreta e delicada. Ela diz que, quem tem mau hálito, muitas vezes não sabe que tem o problema, pois as células responsáveis pelo olfato se adaptam aos odores.

Para começar, a especialista recomenda procurar um lugar calmo e longe de outras pessoas. Comece dizendo que se preocupa com a saúde da pessoa "usando expressões como “alteração no seu hálito”, “hálito forte”, “alguma mudança na sua saúde que alterou seu hálito”, “tenho notado algumas vezes um odor desagradável do ar vindo da sua boca ou narinas”, podem ajudar a suavizar o processo de alerta. Nunca use expressões pejorativas como 'bafo'", diz a especialista, em entrevista ao portal Terra.

Caso a conversa esteja fora de cogitação, existe uma outra alternativa: o SOS MAU HÁLITO, desenvolvido pela Associação Brasileira de Odontologia (ABHA). "Esse serviço está disponível no site da ABHA e você fornece o nome e o e-mail da pessoa que você quer alertar e a ABHA envia uma mensagem com orientações a essa pessoa e você fica anônimo.”

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