domingo, 14 de maio de 2017

10 fatos surpreendentes sobre bebês que você provavelmente não sabe

A ciência já descobriu alguns fatos sobre estes pequenos seres.

Bebês, esses seres fofos, cheios de sono, fome e... enigmáticos. Saber sobre o que passa na cabeça de um bebê e o que estão sentindo pode ser um verdadeiro desafio para os pais. A ciência ainda estuda sobre a biologia dos bebês e a neurociência ainda não sabe tudo sobre estes pequenos seres.

Confira alguns fatos que a ciência já descobriu sobre os bebês e que você provavelmente não sabia, segundo o site Mistérios do Mundo:

1. Um bebê humano tem 60 ossos a mais que um adulto.

2. Um bebê recém-nascido tem cerca de um copo de sangue em seu corpo.

3. Os bebês nascem sem bactérias em seus sistemas digestivos, mas isso alguns dias após o parto.

4. Os recém-nascidos só enxergam em preto e branco por alguns meses.

5. Os neurocientistas acreditam que os bebês não sonham durante os primeiros anos de sua vida.

6. Até 985, muitos médicos acreditavam que os bebês não sentiam dor e cirurgias eram realizadas sem anestesia.

7. Os bebês têm três vezes mais paladar que os adultos.

8. Os bebês prematuros são mais propensos a serem canhotos.

9. Alguns países têm regras oficiais sobre como um bebê pode ser chamado.

10. O cérebro de um bebê pode usar até 50% da oferta total de glicose, o que pode ajudar a explicar porque os bebês precisam de tanto sono.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: adilson.lemes@uol.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

sábado, 6 de maio de 2017

Por que a gordura da barriga é diferente e pior do que as outras?

A gordura visceral é a que mais consequências traz para a saúde.

Para que o organismo funcione corretamente e o sistema imunitário seja capaz de fazer frente a todo o tipo de agentes agressores é preciso que o corpo humano tenha alguma reserva de gordura.

Contudo, quando ela se encontra em excesso, os riscos são muitos e existe um tipo que pode ser verdadeiramente penoso para a saúde. Falamos da gordura visceral, bem mais perigosa para a saúde do que a gordura subcutânea, aquela que se encontra debaixo da pele e que pode ser apalpada (sim, o pneuzinho que tanto chateia e teima em não desaparecer).

Como explica o site da revista Health, a gordura visceral se encontra no interior da barriga, mais precisamente à volta dos órgãos e debaixo dos músculos do abdominal, não sendo, por isso, palpável. Mas, por que é que este tipo de gordura é diferente e pior? Porque estimula a criação e libertação de citocina, uma proteína que interfere com a função de várias células e que, por exemplo, afeta a produção de insulina. Mas não é só.

A gordura visceral, aquela que faz com que a barriga cresça consideravelmente em casos de excesso de peso, é ainda uma das principais desencadeadoras de processos inflamatórios no corpo, deixando-o sempre em estado de stress e à mercê das respostas inesperadas do sistema imunitário.

A revista diz, ainda, que a gordura visceral interfere em grande escala com a saúde do fígado, uma vez que impede que as suas células tenham ‘consciência’ dos níveis de insulina presentes, o que pode causar um aumento da pressão sanguínea e ainda desencadear o aparecimento de diabetes tipo 2.

A melhor forma de prevenir ou combater esta gordura – que tende a aumentar com o avançar da idade – é através de um estilo de vida saudável, pautado pela alimentação variada e equilibrada (e sem produtos industrializados ou ricos em açúcar e gorduras trans) e pela prática de exercício físico.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: adilson.lemes@uol.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

domingo, 30 de abril de 2017

Saiba como ter um estilo de vida mais amigo do meio ambiente

Cuidar do planeta terra é fundamental para a saúde do ambiente, das pessoas e dos animais. E é bem mais simples do que parece.

Adotar um estilo de vida mais ambientalista e sustentável não é tão complicado como parece. O segredo é seguir alguns truques que devem passar a ser praticados diariamente, fazendo parte de uma rotina individual e também familiar.

Seguir o exemplo da França, que baniu o uso de plásticos, é apenas um exemplo de como é fácil ter um estilo de vida mais amigo do ambiente. Mas existem outros tão ou mais eficazes e igualmente práticos e fáceis, como é o caso da exclusão da carne pelo menos uma vez por semana.

Além de diminuir a emissão de gases e do efeito de estufa, a redução do consumo de carne ajuda ainda a preservar a vida animal e também humana. Um estudo da Universidade de Oxford revelou que quanto menos carne as pessoas consumirem, mais vidas serão preservadas no futuro.

Reciclar o papel, o plástico, o vidro, as baterias, os óleos, a madeira e tudo o que possa ter uma segunda vida ou finalidade é também um outro aspecto a se considerar, diz a revista Self, que inclui ainda a importância de frear o consumismo e, com isso, de comprar menos produtos, sejam eles de moda ou decoração.

Tentar acumular o mínimo possível de resíduos e começar a produzir alimentos de origem vegetal em casa (sempre que possível, claro), são outros pontos importantes para um estilo de vida mais sustentável, assim como usar uma garrafa de água reutilizável e optar sempre por produtos com poucas embalagens ou que sejam armazenados em recipientes ecológicos e já reciclados.

Site de Pesquisa:https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: adilson.lemes@uol.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

sábado, 22 de abril de 2017

10 formas de melhorar a saúde do fígado

Além de ser o responsável pela ‘expulsão’ das toxinas, o fígado é ainda um dos desencadeadores da sintetização da proteína.

O fígado é o segundo maior órgão do corpo humano e realiza uma das mais importantes funções do organismo: a limpeza, ou a tal da detox que todo mundo adora. Mas o órgão não tem somente esta função: além de ser o responsável pela ‘expulsão’ das toxinas, o fígado é ainda um dos desencadeadores da sintetização da proteína, um dos melhores promotores da boa digestão e ainda um dos reguladores mais eficazes dos níveis de glicose e dos hormônios.

Não faltam motivos para cuidar da saúde do fígado. Vale ressaltar que a obesidade pode vir a ser a principal causa de doença do fígado, o chamado fígado gordo não-alcoólico.

Embora existam alimentos que promovam a saúde deste órgão, é preciso saber qual a melhor forma de cuidar dele e é isso que o site Eat This, Not That! ensina:

1 – Consumir bebidas alcoólicas com moderação, visto que o hábito é um dos principais agentes agressores do fígado e responsável por doenças hepáticas, como a cirrose;

2 – Perder peso, uma vez que o consumo elevado de açúcar e sal causa pressão no órgão, deixando-o doente;

3 – Reduzir ou banir o consumo de alimentos processados e refrigerantes, já que são dos que mais possuem sal, açúcar e gordura, um trio que deixa qualquer órgão à mercê dos mais variados problemas de saúde;

4 – Reduzir o consumo de medicamentos, que, quando ingeridos em excesso ou de forma desnecessária, nada mais fazem do que aumentar a toxicidade no órgão;

5 – Comer beterraba, um dos alimentos que mais possui colina (componente que ajuda a ‘metabolizar’ a gordura);

6 – Beber água com gotas de limão, uma vez que se trata de uma bebida alcalina e capaz de facilitar a limpeza do organismo e do próprio fígado;

7 – Ingerir mais gorduras boas, como o azeite e óleo de coco, que são importantes para fazer frente aos agentes inflamatórios;

8 – Praticar mais exercício físico, que não só ajuda a manter o peso saudável, como favorece a perda de gordura que coloca o fígado em risco;

9 – Apostar no consumo de vitamina E, vista pela ciência como um dos componentes que mais ajuda a atenuar as consequências do fígado gordo não alcoólico;

10 – Ingerir mais vegetais de folha verde com sabor amargo, como a rúcula e o agrião, pois possuem um poder detox.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: adilson.lemes@uol.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

sábado, 8 de abril de 2017

5 alimentos que podem piorar a depressão

A alimentação tem um poder determinante no estado de espírito, conseguindo contribuir para uma maior sensação de felicidade, mas também para um agravamento dos sintomas de tristeza e ansiedade.

No caso da depressão, explica a nutricionista Keri Glassman, “alguns alimentos conseguem, na verdade, aumentar a resposta fisiológica do corpo ao estado de espírito, dando origem a uma inflamação não saudável” que deixa as pessoas ainda mais tristes e estressadas e, deste modo, propensas à depressão (que pode ser prolongada).

Esta resposta deve-se à ligação muito próxima entre o intestino e o cérebro e espelha o poder que a alimentação tem não só na saúde física, como também na saúde mental. O médico Harold W. Koenigsberg diz à revista Prevention que, enquanto alguns alimentos têm um poder benéfico na saúde intestinal, outros “têm um efeito negativo no microbioma e no humor”.

As bolachas são um exemplo claro de alimentos que agravam os sintomas de depressão pelo efeito momentâneo que o açúcar provoca. Na prática, este tipo de alimento industrializado dá uma sensação repentina de bem-estar depois de ter sido consumido, mas as oscilações abruptas dos níveis de açúcar no sangue fazem com que os sintomas se agravem, aumentando o risco de depressão.

Também as bebidas com poder energético – e aqui incluem-se as opções açucaradas, mas também o café, o chá e o matcha – podem contribuir para o agravamento dos sintomas de depressão, especialmente quando consumidas em excesso e em momentos de estresse. A causa está na cafeína, especialmente quando combinada com açúcar.

E por falar em açúcar, o aspartame é um outro ingrediente listado pelos especialistas ouvidos pela revista. Este adoçante artificial tem um efeito significativo na hora de agravar a sensação de tristeza, ansiedade e depressão, uma vez que consegue bloquear a produção de serotonina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar.

Embora ajude a relaxar num primeiro momento, as bebidas alcoólicas devem ser evitadas ao máximo quando se começam a sentir os primeiros sintomas de depressão e até mesmo quando a doença foi já diagnosticada.

Um recente estudo revela que o óleo de soja consegue agravar os sintomas da condição em 48%, uma vez que a gordura trans faz com que o processo inflamatório seja maior e mais intenso.

https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: adilson.lemes@uol.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

sábado, 1 de abril de 2017

Páscoa saudável: Mitos e Verdades sobre o chocolate

O chocolate eleva os níveis de endorfina e serotonina, hormônios responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar.

Durante a Páscoa, temos acesso a uma variedade imensa de chocolates. Porém alguns tipos são mais saudáveis do que outros. Enquanto o chocolate branco ou ao leite é mais calórico e contém maior quantidade de gordura, o meio amargo tem menos calorias e apresenta uma rica quantidade de antioxidantes, como os flavonoides, cuja ação inibe o acúmulo de LDL no sangue (colesterol ruim), o que ajuda no combate à aterosclerose. Essa doença cardiovascular consiste no acúmulo de gordura nas artérias e pode ocasionar graves problemas de saúde, como infarto e AVC.

Porém a gerente do Serviço de Nutrição do HCor (Hospital do Coração), Rosana Perim, alerta que, mesmo sendo mais saudáveis, os chocolates meio amargos, assim como todos os outros, devem ser consumidos com moderação, pois em excesso podem contribuir com o aumento do peso.

Embora sejam comprovados os benefícios do chocolate para as doenças cardiovasculares, é importante ressaltar que o consumo deve ser em pequenas quantidades, uma vez que o chocolate contém gordura saturada e açúcar que, em excesso, podem trazer efeitos nocivos à saúde. “O consumo moderado de chocolate é de 30 gramas de chocolate amargo (70% a 90% de cacau) por dia - por conter menores quantidades de gordura e açúcar - além de quantidades significativas de antioxidantes”, esclarece Rosana Perim.

Mitos e Verdades sobre o chocolate:

Verdade: o chocolate diet apresenta apenas restrição de açúcar, mas muitas vezes a quantidade de gordura e calorias é maior do que o produto tradicional.

Mito: o consumo de chocolate não causa dependência do organismo. Na verdade, as pessoas têm desejo por chocolate porque gostam da sensação de come-lo.

Verdade: o chocolate contém estimulantes, como a cafeína e a teobromina, que geram um efeito energético e pode atuar na concentração e na capacidade física de quem o consome em quantidades moderadas.

Verdade: o consumo excessivo de ovos de páscoa pode interferir na redução e controle do peso. Dependendo do tipo, um ovo de páscoa pode conter até 2.500 calorias.

Branco, ao leite ou amargo?

Quanto mais cacau tem o chocolate, maior sua concentração de antioxidantes e estimulantes. Por isso, a recomendação é para o consumo do chocolate amargo (70% a 90% de cacau). O chocolate amargo possui alta concentração de flavonoides - por isso sua característica de cor escura e paladar amargo. É considerado o mais saudável e menos calórico. Uma barra de 30 gramas fornece 150 calorias. Já o meio amargo (40 a 60% de cacau) também faz bem ao organismo, mas deve ser uma opção secundária, por conter mais açúcar do que o amargo.

"A versão ao leite, que leva mais leite e açúcar do que cacau, possui um teor de cacau entre 30% a 40%. Uma barra de 30 gramas fornece 159 calorias. Já o chocolate branco, é composto por manteiga de cacau, açúcar, leite e gordura saturada. Uma barra de 30 gramas do chocolate branco fornece 164 calorias. Em quantidades elevadas, os dois tipos podem prejudicar a saúde”, pondera Rosana Perim.

https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: adilson.lemes@uol.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

sábado, 25 de março de 2017

Ovos de Páscoa estão mais caros; veja 10 dicas para economizar

Neste ano, os ovos de Páscoa estão em média 3,4% mais caros do que no ano passado, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). Frente às diversas “tentações”, como não comprar por impulso e acabar no vermelho?

“A compra deve começar antes mesmo da pessoa sair de casa”, orienta Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin). “É preciso saber quem irá presentear, com qual ovo de Páscoa e quanto custa cada um deles. O valor total dessa compra deve caber no orçamento, ou seja, não é aconselhável que a pessoa se endivide para presentear na Páscoa. Tendo um planejamento e a consciência sobre a sua situação financeira, fica mais difícil agir por impulso”, afirma.

Confira abaixo 10 orientações para economizar nesta Páscoa, elaboradas pela DSOP Educação Financeira:

1- Faça uma lista com os nomes das pessoas que deseja presentear, priorizando os mais próximos e as crianças;

2- Procure saber o gosto desta pessoas. Há quem prefira chocolate em quantidades menores e/ou apenas sabores específicos. Assim, estará evitando o desperdício;

3- Pesquise preços e trace um orçamento, para que possa prever o seu gasto total. Se ficar alto, veja de que formas pode reduzir;

4- Pense além dos ovos de Páscoa: confira preços dos bombons e chocolates em barra, já que costumam ter a mesma quantidade por preços mais acessíveis;

5- Caso tenha boa mão na cozinha, considere preparar seus próprios chocolates para presentear, diminuindo as despesas;

6- Evite se endividar para presentear nesta Páscoa, ou seja, parcelar as compras ou entrar no cheque especial;

7- Na hora das compras, opte pelos estabelecimentos que oferecem os menores preços. Vá com tempo e paciência para pesquisar;

8- Leve a lista e siga o orçamento. Se desejar comprar algo fora do planejamento, some o valor e analise qual será o gasto total;

9- Confira os preços nas gôndolas e também no caixa, evitando pagar mais caros do que o planejado;

10- Caso não se importe em presentear após a Páscoa, é válido esperar, pois os preços caem consideravelmente.

https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: adilson-lemes@ig.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

  Um estudo conduzido por pesquisadores da China concluiu que o consumo elevado de açúcar ao longo da vida poderá contribuir de forma signif...