domingo, 19 de fevereiro de 2017

10 motivos que impedem as mulheres de alcançar o orgasmo

Toda mulher pode sentir e sabe reconhecer um orgasmo, dizem especialistas.

Atingir o orgasmo é ótimo para a saúde, a pele, o estado emocional e até para controlar o estresse. O clímax do prazer é um dos pontos altos da relação sexual, mas, para muitas mulheres, é um objetivo muito difícil de ser atingido e há até quem afirme que nunca sentiu um.

"Toda mulher pode sentir e sabe reconhecer um orgasmo", afirma Amaury Mendes Júnior, ginecologista, terapeuta sexual e professor do ambulatório de sexologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), em entrevista ao UOL.

A especialista, Paula Napolitano, terapeuta sexual e Walkíria Fernandes, terapeuta sexual, listam 10 fatores que podem fazer com que o orgasmo feminino seja difícil de ser alcançado. Conheça:

1. Educação repressora durante a infância, que pode criar um bloqueio na busca pelo prazer ao dar a ideia de que o prazer é uma coisa suja, proibida e até mesmo pecaminosa.

2. Não conhecer o próprio corpo através da masturbação, e não descobrir do que gosta e como gosta.

3. Estresse, que causa cansaço, impaciência e indisponibilidade.

4. Pressão do parceiro para que a mulher atinja o orgasmo, estressando a mulher.

5. Vergonha do próprio corpo.

6. Falta de diálogo com o parceiro, que gera insegurança e ansiedade.

7. Ciclo menstrual altera a produção de hormônios, principalmente durante a Tensão Pré-Menstrual (TPM), período que registra uma queda de libido para a maioria das mulheres.

8. Experiências negativas no passado, como abuso sexual ou moral.

9. Ansiedade, principalmente em relação ao próprio desempenho, que dificultam a vida sexual de maneira geral.

10. Medicação, como anticoncepcionais e antidepressivos, e álcool.

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sábado, 11 de fevereiro de 2017

Anda esquecido? Saiba como se livrar das falhas de memória

Há vários fatores que contribuem para as falhas da memória, conheça-as!

Você tem certeza de que trancou a porta de casa ao sair? Não esqueceu a cafeteira ligada? Pagou a conta que venceu ontem? Ih, a janela ficou aberta e se chover vai molhar tudo!... Quantas vezes nos pegamos puxando pela memória para checar se cumprimos os pequenos compromissos de uma rotina cheia de afazeres, e em algumas delas não conseguimos respostas de pronto por causa dos lapsos. Calma, isso é absolutamente normal, ainda mais quando há quebra na rotina. Mas quando essas falhas passam a ser frequentes e começam a atrapalhar as atividades do dia a dia, é hora de procurar um médico.

Há vários fatores que contribuem para as falhas da memória, ressalta o neurologista Renato Anghinah, coordenador do Departamento Científico de Traumatismo Cranioencefálico da Academia Brasileira de Neurologia (ABN). Segundo ele, os fatores mais comuns que causam os lapsos são sobrecarga de trabalho, estresse e distúrbio do sono, isso se não estiverem associados a doenças como Doença de Alzheimer e a depressão.

Normalmente relacionamos essas falhas ao processo de envelhecimento, mas se engana quem pensa que esse problema atinge apenas as pessoas de idade avançada. O neurologista confirma que os excessos de compromissos, a correria do dia a dia, as noites mal dormidas, problemas carenciais, metabólicos, hormonais e os estados depressivos também provocam os lapsos de memória nos mais novos. Mas o Dr. Renato Anghinah adverte que os esquecimentos podem ter outra origem. “Às vezes o jovem pode se queixar da memória, mas, na verdade, ela está com problemas tencionais”, diz o especialista.

A boa notícia é que é possível evitar esse quadro, e isso em qualquer estágio da vida. Segundo o Dr. Renato Anghinah, o melhor meio de prevenção é ter uma rotina mais saudável, com uma jornada de trabalho adequada e o cumprimento das horas de sono necessárias. Caso a pessoa tenha adquirido as falhas de memória por uma doença como Alzheimer ou depressão, o neurologista afirma que é possível ter uma melhora na qualidade de vida. “Se ela apresenta uma depressão, por exemplo, dá para fazer o diagnóstico e buscar uma melhora, Alzheimer e distúrbio do sono também são doenças tratáveis”, explica.

O mais indicado, no entanto, é fazer a prevenção do quadro buscando uma rotina mais saudável e menos estressante, e isso necessariamente vem associado à prática de exercícios físicos e a uma alimentação balanceada. Outro aliado importante no combate às falhas de memória é o uso lúdico da mente, seja por meio de leitura e de jogos como sudoku ou ábaco, além da velha e boa palavras cruzadas.

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domingo, 5 de fevereiro de 2017

Estudos comprovam: ouvir música faz bem à saúde

Perda auditiva pode impedir esse hábito que traz inúmeros benefícios ao tratamento de doenças físicas e mentais.

Quem não gosta de ouvir música, não é mesmo? Não importa o estilo, o fato é que em casa, no carro ou na rua a música é sempre uma boa pedida. A música faz bem à alma, ao coração e à mente, pois além de promover alegria ou relaxamento, também é capaz de trazer recordações de bons momentos, ajudando a manter o cérebro mais ativo. Porém, para nos mantermos conectados aos sons da vida, é essencial estar com a saúde dos ouvidos em dia.

Entre todas as dificuldades que nos afetam ao longo da vida uma das piores é a perda auditiva. A surdez impede que o indivíduo sinta os prazeres que a música proporciona e faz com que muitos se isolem do convívio em sociedade por se sentirem envergonhados de não interagir em uma conversa, por não conseguirem ouvir uma antiga canção ou mesmo por perderem o compasso em uma dança. Essa exclusão social pode acarretar até mesmo depressão.

Estudo de neurologistas alemães mostrou, inclusive, que as músicas que marcaram uma época ou um momento especial em nossas vidas podem ser usadas com êxito no tratamento do Mal de Alzheimer. Eles provaram que, com base nessas músicas, os pacientes conseguem relembrar datas específicas e marcantes da vida deles enquanto ouvem essas canções.

A música tem mesmo um papel-chave na qualidade de vida dos indivíduos. Diversos estudos, como o da American Music Therapy Association (AMTA, EUA) e o da World Federation of Music Therapy (WFMT, em Gênova, na Itália), mostram que a música traz benefícios para a saúde como um todo, além de influenciar diretamente na vida social das pessoas. Os pesquisadores revelaram que, de acordo com o ritmo musical que a pessoa escuta e a situação a que ela está submetida, a respiração fica mais ofegante ou tranquila e isso se reflete na pressão sanguínea, que fica mais ou menos forte. Isso previne doenças cardíacas. Além disso, o aumento da pressão sanguínea melhora o sistema imunológico, o sistema endócrino e a coordenação motora, ajudando ainda na prevenção e tratamento de diferentes doenças físicas e mentais, incluindo estresse e depressão.

“Cuidar da saúde auditiva é tão importante quanto cuidar do resto do corpo, pois uma boa audição traz mais alegria de viver. Recomendo às pessoas que sentem que algo não vai bem com a audição a fazer uma avaliação chamada audiometria. É o exame que revela se o paciente já tem perda auditiva e como deve proceder, a partir daí, para evitar o agravamento do problema”, aconselha a fonoaudióloga da Telex.

A principal evidência de que há algo errado com a audição é a dificuldade para se entender uma conversa ou ouvir um programa da TV, por exemplo. O zumbido no ouvido também pode ser um sinal de dano auditivo. O processo é diferente em cada um, mas depois dos 65 anos, a perda auditiva, conhecida como presbiacusia, pode prejudicar de forma impactante a audição e a comunicação do indivíduo.

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sábado, 28 de janeiro de 2017

Batata frita é mais benéfica a saúde do que cozida, revela estudo

Vale lembrar que a fritura deve ser feita em azeita extra virgem e a batata tem de ser fresca.

Um estudo realizado pelo Universidade de Granada, na Espanha, revelou que consumir vegetais fritos pode ser mais benéfico para o nosso organismo do que cozidos, desde que a fritura seja em azeite extra virgem e o alimento seja fresco.

A descoberta foi feita durante um estudo da Dieta Mediterrânea, que, por ser rica em antioxidantes, é associada à prevenção de doenças degenerativas.

Para tirar a prova, o grupo cozinhou alguns alimentos em água, fritou outros em azeite extra virgem, e cozinhou e depois salteou uma terceira porção. O resultado não podia ser melhor e mais surpreendente!

De acordo com uma publicação da revista Superinteressante, os especialistas descobriram que a quantidade de fenóis não muda muito quando a batata e os outros vegetais são cozidos. Mas, sim, aumentam ainda mais quando fritos em azeite extra virgem, que também é rico neste componente e transfere para os alimentos.

Claro que após a fritura as calorias e gorduras dos vegetais também aumentaram, mas se esta não é a sua preocupação, pode comer despreocupado, pois este tipo de antioxidante ajuda a prevenir câncer, diabetes e outras doenças degenerativas.

No entanto, não ache que qualquer batata frita será benéfica. Os fenóis vieram de um azeite nobre e de batatas frescas, diferente das guloseimas que encontramos em lanchonetes tradicionais.

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domingo, 22 de janeiro de 2017

Surto de febre amarela requer precauções; Veja Sintomas

O vírus da doença pode ser transmitido pelo mosquito Aedes aegypti nas áreas urbanas e pelo mosquito Haemagogus nas áreas rurais.

Desde que os casos de febre amarela começaram a aumentar em Minas Gerais a preocupação com a doença e a procura por vacinas cresceram. Pelo menos oito mortes por febre amarela foram confirmadas no estado.

O último boletim epidemiológico sobre febre amarela em Minas contabilizava 184 casos notificados da doença, sendo 37 casos prováveis, além de 53 óbitos suspeitos, sendo 22 óbitos prováveis por febre amarela.

Em todo o ano de 2016 apenas sete casos da doença foram confirmados em Goiás, São Paulo e Amazonas. Cinco deles evoluíram para óbito, segundo o Ministério da Saúde.

Para quem vai viajar para áreas com risco de febre amarela, a recomendação é se imunizar com pelo menos 10 dias de antecedência. Os sinais e sintomas mais comuns da doença são: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos que duram, em média, três dias. Nas formas mais graves da doença, podem ocorrer icterícia (olhos e pele amarelados), insuficiências hepática e renal, manifestações hemorrágicas e cansaço intenso.

Entenda mais sobre a doença e saiba como se proteger:

O que é a febre amarela?

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus, que pode levar o indivíduo infectado à morte em cerca de uma semana se não for tratada rapidamente. De acordo com Ministério da Saúde, a doença é transmitida por mosquitos e comum em macacos, que são os principais hospedeiros do vírus.

Como a doença é transmitida?

O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados e não há transmissão direta de uma pessoa infectada para outra pessoa.

A doença possui dois ciclos epidemiológicos distintos de transmissão: silvestre e urbano. Nos dois casos, o vírus transmitido é o mesmo, assim como os sintomas da doença. O que difere um ciclo do outro é o mosquito transmissor.

No ciclo silvestre da febre amarela, os macacos são os principais hospedeiros do vírus e os vetores são mosquitos com hábitos estritamente silvestres, sendo os gêneros Haemagogus e Sabethes os principais na América Latina. Quando o mosquito pica um macaco doente, torna-se capaz de transmitir o vírus a outros macacos e também ao homem. Nesse ciclo, o é um hospedeiro acidental quando entra em áreas de mata.

No ciclo urbano, o homem é o único hospedeiro com importância epidemiológica e a transmissão ocorre pelo mosquito Aedes aegypti, comum nas cidades e que também transmite a dengue, o vírus Zika e a Chikungunya.

O que está acontecendo no Brasil é um surto ou uma epidemia?

Um surto, pois, de acordo com o Ministério da Saúde, o aumento do número de casos da doença acima do normal ocorre em regiões específicas, sem espalhamento. Já a epidemia se caracteriza quando um surto acontece em diversas regiões.

Por que este surto de febre amarela é chamado de selvagem?

Porque os casos registrados ocorrem em regiões rurais ou de mata, transmitidos pelos mosquitos Haemagogus ou Sabethes. Por enquanto, não foi detectada a transmissão da doença pelo Aedes aegypti.

Como é feita a prevenção contra a febre amarela?

De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), como a transmissão urbana da febre amarela só é possível através da picada de mosquitos Aedes aegypti, a prevenção da doença deve ser feita evitando sua disseminação. Os mosquitos criam-se na água e proliferam-se dentro dos domicílios.

Para eliminar o mosquito adulto, em caso de epidemia de dengue ou febre amarela, deve-se fazer a aplicação de inseticida através do "fumacê”.

Como posso me proteger contra a febre amarela?

A única forma de evitar a doença é através da vacinação. No Brasil, o imunizante é desenvolvido pelo laboratório Bio-Manguinhos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desde 1937.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que apenas uma dose da vacina já é suficiente para a proteção por toda a vida. No entanto, como medida adicional de proteção, o Brasil adota esquema de duas doses da vacina: uma aos noves meses de idade e um reforço aos quatro anos.

Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo. como caixas d'água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, de onde nascerão larvas que, após desenvolverem-se na água, se tornarão novos mosquitos. Portanto, deve-se evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados.

Quem deve ser vacinado? Além das doses na primeira infância, o ministério recomenda vacinação imediata para todas as pessoas que vivem em áreas rurais nas regiões com risco da doença e nas cidades que vivem surto de febre amarela.

Quem nunca recebeu imunização contra a doença também deve procurar um posto de saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, todos os estados estão abastecidos com a vacina e o país tem estoque suficiente para atender toda a população nas situações recomendadas.

Para que localidades a vacina é recomendada?

De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina é recomendada para moradores de toda a região Norte e Centro-Oeste, parte do Nordeste (Maranhão, sudoeste do Piauí, oeste e extremo-sul da Bahia), do Sudeste (Minas Gerais, oeste de São Paulo e norte do Espírito Santo) e do Sul (oeste do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).

A recomendação de vacinação para o restante do país continua a mesma: toda pessoa que reside em Áreas com Recomendação da Vacina contra febre amarela e pessoas que vão viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata dentro dessas áreas, deve se imunizar.

Os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro estão fora da área de recomendação para a vacina.

Quem não pode receber a vacina?

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda a vacina para pessoas com doenças que baixam a imunidade – como lúpus, câncer e HIV –, nem para quem tem mais de 60 anos, grávidas e alérgicos a gelatina e ovo.

Quais são os sintomas da febre amarela?

Os sintomas iniciais incluem febre de início súbito, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, insuficiência de órgãos. Entre 20% e 50% das pessoas que desenvolvem a doença grave podem morrer.

A febre amarela pode levar à morte em cerca de uma semana, se não for tratada rapidamente.

Como se manifesta a febre amarela?

O período em que o vírus irá se manifestar no homem varia de três a seis dias após a picada do mosquito infectado, podendo se estender para até 15 dias. A maioria das pessoas apresenta melhora após os sintomas iniciais.

No entanto, cerca de 15% dos infectados desenvolvem uma forma mais grave da doença. Nesse caso, a pessoa infectada pode servir como fonte de infecção para outros mosquitos transmissores durante no máximo 7 dias (de um a dois dias antes do aparecimento dos sintomas até três a cinco dias após).

Nos casos em que a doença não é fatal, a pessoa que contraiu a doença fica com imunidade duradoura, ou seja: só é possível ter febre amarela uma vez na vida.

O que você deve fazer se apresentar os sintomas?

Depois de identificar alguns dos sintomas, procure um médico na unidade de saúde mais próxima e informe sobre qualquer viagem para áreas de risco nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas ou caso tenha observado mortandade de macacos próximo aos lugares que visitou. Informe, ainda, se você tomou a vacina contra a febre amarela, e a data.

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sábado, 14 de janeiro de 2017

Muito além do azeite: 13 opções de óleos para incluir na dieta

Os óleos são muito benéficos para a saúde.

De vilãs a mocinhas, as gorduras passaram a integrar o cardápio de qualquer pessoa que deseja ter uma alimentação saudável, desde que consumidas, claro, com moderação.

Quando se fala em óleo saudável, pensa-se logo no azeite, mas existe todo um vasto mundo dos óleos prontos a serem descobertos - e utilizados. A médica nutróloga Ana Luisa Vilela destaca que é preciso separar o joio do trigo, e que as melhores versões para a saúde são as insaturadas, que por sua vez se dividem em monoinsaturadas, que colaboram para a redução do colesterol ruim; e as poliinsaturadas, que são os ácidos graxos essenciais, como ômega 3 e 6.

Por fim, as gorduras saturadas são as que ficam sólidas quando estão em temperatura ambiente e, em alguns casos, podem fazer mal para a saúde. “O óleo de coco é um exemplo de gordura saturada que faz bem, pois é flexível e não forma depósitos de gordura na parede interna das artérias", diz o nu tricionista especialista em dietas vegetarianas George Guimarães, em entrevista ao UOL.

As famosas - e temidas - gorduras trans, produzidas a partir da hidrogenação dos óleos vegetais, fazem mal e devem ser evitadas. Confira 13 óleos vegetais saudáveis, além do azeite:

1. Óleo de abacate: Rico em potássio, vitamina E, beta-sitosterol e lecitina além de poder ser usado puro, para temperar saladas ou refogados, desde que não ultrapasse 175º C. Pode ser usado na beleza para hidratar pele e cabelos.

2. Óleo de chia: fonte de fibras, ômega-3, proteínas, antioxidantes, vitaminas do complexo B e minerais como fósforo, potássio, zinco, cobre e cálcio. Pode ser consumido puro e não deve ser aquecido.

3. Óleo de gergelim (sésamo): Muito conhecido na cozinha oriental, existem as versões crua e torrada e é fonte de ômega-6 e antioxidantes e vitamina E. Pode ser aquecido.

4. Óleo de soja: Rico em ômegas 3 e 6 e em vitamina E, é preciso ter cuidado com as versões transgênicas. "Apesar de não haver estudos que comprovem os malefícios dos alimentos transgênicos à saúde, já se sabe que eles têm um impacto negativo ao meio ambiente. Para fugir disso, é recomendável optar pelos orgânicos", explica George Guimarães.

5. Óleo de coco: Com ação antioxidante, antibacteriana e antiviral, melhora o sistema imunológico, ajuda a reduzir a hipertensão e o colesterol, auxilia na perda de peso, pode ser aquecido ou em temperatura ambiente. O uso na beleza também é indicado, para hidratar pele e cabelos.

6. Óleo de linhaça: Fonte de antioxidantes, ômega 3 e de lignanas, ajuda na redução dos triglicerídeos e do colesterol, na regulação da pressão arterial e no combate à inflamação das células de gordura. Deve ser utilizado frio.

7. Óleo de girassol: Contém vitamina E, ômega 6 e muitas calorias. Pode ser aquecido.

8. Óleo de dendê (palma): Contém ômega 6 e 9, ácido palmítico, ácido esteárico, vitaminas A e E e antioxidantes. Pode atingir 200º C sem perder os nutrientes.

9. Óleo de algodão: Rico em vitamina D e E. Pode conter muitas gorduras saturadas e, por isso, deve ser consumido com moderação.

10. Óleo de milho: Rico em ácido linoleico e vitamina E, o cuidado deve ser por causa da versão transgênica, por isso o melhor é optar pela versão orgânica.

11. Óleo de amendoim: Conhecido na culinária indiana e chinesa, tem propriedades semelhantes ao do óleo de gergelim, vitaminas D e E e ômega-6.

12. Óleo de semente de uva: Comum na indlústria cosmética, este óleo contém vitamina E e propriedades anti-inflamatórias, diminui o colesterol, previne hipertensão e obesidade e fortalece o sistema imunológico. Pode ser aquecido a altas temperaturas.

13. Óleo de amêndoas: Por seu alto poder de hidratação, é muito usado para cosméticos. O óleo faz bem também aos cabelos, mas não deve ser usado na pele do rosto. Possui alto teor em vitamina E e do complexo B e ômega-3. Ajuda a regular o colesterol e a estimular o sistema digestivo.

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sábado, 7 de janeiro de 2017

Cuidados com segurança residencial para período de férias aumentam

Simples ações, como avisar vizinhos e não deixar luzes acessas, podem colaborar para maior proteção residencial e tranquilidade do proprietário.

Com a chegada das festas de final de ano e das férias, muitas pessoas optam por viajar, ausentando-se de casa e deixando seus imóveis mais expostos. Por isso, é importante que o proprietário siga algumas dicas de segurança para que tenha mais tranquilidade nestes dias.

Em casa, vale prestar atenção nos seguintes aspectos:

• Antes de viajar, avise um vizinho de confiança sobre a ausência nestes dias e, se possível, solicite que ele faça uma visita à residência esporadicamente;

• Cancele a entrega de correspondências para que não se acumulem na porta, o que podem passar uma impressão de abandono do imóvel;

• Moradores de condomínio não devem deixar as chaves na portaria. Já para quem mora em casa, deve-se evitar manter o cadeado no lado de fora do portão, que pode deixar à vista que a casa está vazia;

• Não deixe as luzes acesas durante o dia;

* Não programe a secretária eletrônica com mensagens de ausência;

• Realize um treinamento com todos os frequentadores do imóvel após a instalação do sistema de segurança eletrônica;

• Evite divulgar nas redes sociais viagens e detalhes do dia a dia.

De acordo com dados da Porto Seguro Proteção e Monitoramento, a procura por sistemas de alarmes no período anterior às férias tende a aumentar, comparada aos outros meses do ano. Muitas pessoas já começam a se preparar para o momento de ausência no final do ano, buscando sistemas de segurança para a proteção de bens e residências.

De acordo com Fábio Braga, Superintendente da Porto Seguro Proteção e Monitoramento, as soluções de proteção residencial possibilitam, além de segurança, maior tranquilidade aos clientes. “Ao analisar os custos da contratação de um serviço de segurança eletrônica, é importante que as pessoas considerem não só o preço do produto em si, mas principalmente o custo-benefício do sistema e a proteção que isso irá oferecer a todos os bens materiais da residência, isso sem contar a redução no custo de um seguro para o imóvel e, claro, o resguardo pessoal”, explica ele.

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Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

  Um estudo conduzido por pesquisadores da China concluiu que o consumo elevado de açúcar ao longo da vida poderá contribuir de forma signif...