domingo, 11 de dezembro de 2016

Sabe porque o tempo voa quando estamos em situações divertidas

Cientistas identificaram circuitos de neurónios no cérebro dos ratinhos que modulam a estimativa do tempo decorrido.

Uma pesquisa, publicada na revista Science, descobriu que “a manipulação da atividade de certos neurônios no erebro do ratinho levava estes animais a subestimar ou sobrestimar a duração de um intervalo de tempo fixo”, informa um comunicado divulgado pelo Centro Champalimaud nesta quinta-feira (8/12).

Os resultados deste trabalho, de Joe Paton, investigador principal do Learning Lab, de Sofia Soares, estudante de doutoramento, e de Bassam Atallah, pós-doutorado, dão uma resposta neurobiológica à antiga questão de perceber como o cérebro consegue produzir estimativas tão variáveis do tempo decorrido.

”O tempo voa, o tempo passa, o tempo para. Todas estas expressões mostram o quão variável pode ser a nossa percepção da passagem do tempo”, refere a publicação.

E este foi o ponto de partida da investigação que pretendia perceber como é que o cérebro humano constrói esta experiência tão subjetiva.

Os resultados obtidos "também poderão ajudar a explicar por que o tempo parece voar quando nos divertimos e ficar parado quando não temos nada para fazer", explica o Centro Champalimaud.

O grupo de neurocientistas estuda há vários anos as bases neurais da avaliação da passagem do tempo, no âmbito de um objetivo mais abrangente de perceber como o cérebro aprende a relacionar causas com efeitos, mesmo ao longo de grandes períodos de tempo.

Focaram-se num tipo de neurônios que libertam dopamina, um dos 'mensageiros' químicos, ou neurotransmissores, utilizados pelo cérebro, e que fazem parte de uma zona profunda, a 'substantia nigra pars compacta', que está envolvida no processamento temporal.

"Estes neurônios dopaminérgicos estão implicados em muitos dos fatores e perturbações psicológicos associados a alterações na estimativa do tempo", como motivação, mudanças sensoriais, atenção, novidade e emoções como medo ou alegria, escrevem os autores na Science.

Nos seres humanos, refere a informação, a destruição da 'substantia nigra' provoca a doença de Parkinson, que também é acompanhada de deficiências da percepção do tempo.

Quanto à possibilidade de extrapolar as conclusões do estudo para os seres humanos, segundo os autores, "é muito provável que um circuito semelhante exista no cérebro humano, mas o obstáculo que impede de tirar essa ilação é que o que agora mediram no ratinho não pode ser considerado uma perceção, porque os animais não conseguem dizer o que sentiram". (Lusa)

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sábado, 3 de dezembro de 2016

Vegetarianos são melhores na cama, diz a ciência

A alimentação diária pode ter um impacto na sua vida sexual

Há algum tempo que se tem levantado a ideia de que as pessoas vegetarianas têm uma vida sexual melhor. Mas o que têm os vegetarianos que os faz ter esta fama?

De acordo com vários estudos, os vegetarianos se destacam pela sua agilidade, escasso índice de disfunções sexuais e um agradável odor corporal. Ingrediente que, em teoria, são garantia de êxito no mundo das relações amorosas.

O Buena Vida do AS consultou as conclusões de vários estudos e revela que as pessoas que seguem uma dieta vegetariana, devido às antocianinas e aos flavonóides, reduzem o seu risco de sofrer de disfunção erétil comparativamente a quem segue uma dieta carnívora – na qual grande parte da gordura saturada limita o fluxo sanguíneo e aumenta a pressão arterial, afetando a ereção do homem.

De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Berkeley, o consumo de alimentos de origem vegetal pode influenciar os níveis de hormonas e aumentar a atividade sexual.

E, independentemente do seu físico, quem decide prescindir do consumo de carne por respeito aos animais e ao meio ambiente mostra-se sensível podendo ser visto por algumas pessoas como mais sexy.

Um dos grandes pontos a favor dos vegetarianos é que tendem a pesar menos, a ter menos massa gorda e a ter melhor mobilidade o que os torna mais ágeis, também debaixo dos lençóis.

A ausência de carnes, sobretudo vermelhas, na dieta também faz com que os vegetarianos cheirem melhor. Algo que pode ser um ponto a favor no que toca à atração.

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sábado, 26 de novembro de 2016

Incômodos digestivos podem ser sinais de intolerância alimentar

Pediatra orienta sobre a diferença entre intolerância e alergia e quais os cuidados na alimentação das crianças.

Determinados alimentos presentes na rotina das crianças podem desenvolver sintomas desconfortáveis, muitas vezes ainda confusos para os pais, como diarreia e/ou constipação, dor e distensão abdominal, cólicas, ruídos intestinais aumentados, flatulência, náuseas e/ou vômitos. Isso tudo pode ser decorrente de uma intolerância alimentar.

Segundo a pediatra de São Paulo, Dra Maria Julia Carvalho, a intolerância alimentar é uma reação adversa que ocorre após a exposição da criança a um determinado alimento, mas que ao contrário da alergia, não envolve o sistema imunológico. “Os sintomas se restringem basicamente ao sistema digestivo e decorrem da dificuldade de digerir determinada substância presente no alimento”, comenta a especialista.

A intolerância mais comum é a do leite, que é provocada pela falta da enzima lactase responsável pela digestão do açúcar presente no leite (lactose). Outros alimentos também podem levar a sintomas de intolerância e os principais são: mariscos e peixes, morango, chá, café, chocolate, glutamato monossódico, tomate, espinafre, ovos, canela, banana e queijos. Além disso, muitos alimentos contêm corantes (como a tartrazina, corante amarelo encontrado em balas, gelatinas e sucos em pó), aromatizantes, conservantes e intensificadores de sabor, que podem também causar sintomas de intolerância alimentar.

Qualquer pessoa pode desenvolver a intolerância, mesmo sem histórico familiar, porém as mais acometidas são crianças maiores e adultos jovens. Já as alergias alimentares são mais comuns na infância e tem um caráter genético, podendo surgir em vários membros da mesma família.

Atualmente, não há exame específico para identificar a intolerância como nos casos da alergia. "O pediatra deve estar atento aos sintomas referidos pela família e sempre perguntar sobre o inquérito alimentar nas consultas de rotina, além de estabelecer estratégias de exposição ao alimento suspeito e ir avaliando a resposta da criança”, orienta Dra. Maju. Vale lembrar que não há nenhuma evidência da exclusão de alimentos da dieta de forma preventiva, então a alimentação variada deve ser incentivada. "Assegurar o equilíbrio e a diversificação na qualidade alimentar deve ser estimulada desde o início da alimentação complementar, dando preferência para alimentos naturais ao invés dos processados e ficar atento aos rótulos das embalagens alimentares. O acompanhamento com o pediatra nas consultas de rotina tem papel fundamental na identificação precoce dos sintomas e orientação nutricional adequada", finaliza Dra. Maju.

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domingo, 20 de novembro de 2016

Conheça o incrível método japonês que combate o estresse

A cultura oriental possui diversos ensinamentos e técnicas milenares que possibilitam ao corpo e à mente desconectarem dos problemas.

O estresse é um dos grandes males do mundo atual. O excesso de preocupações e tensão pode desencadear diversos problemas de saúde e, por isso, é essencial encontrar técnicas de relaxamento, para que seja possível que corpo e mente possam desestressar e se libertem de toda a carga emocional.

A cultura oriental possui diversos ensinamentos e técnicas milenares que possibilitam ao corpo e à mente desconectarem dos problemas. O site Incrivel.club ensina um método japonês que promete trazer muitos resultados. Denominada Shinrin-Yoku, ou ’banho de bosque’, a técnica consiste em caminhar por um bosque em ritmo lento, desacelerado, que permita entrar em contato com a natureza.

O método prega ainda que a pessoa deve praticar exercícios para aguçar os cinco sentidos. Em silêncio e sem distrações, a pessoa deve se concentrar nas sensações corporais e nas emoções, para contemplar a natureza e, assim, obter benefícios à saúde.

Um estudo publicado na revista Public Health aponta que o Shinrin-Yoku consegue efetivamente reduzir a pressão sanguínea e o estresse, melhorar o ânimo, a capacidade de concentração e os níveis de energia.

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domingo, 13 de novembro de 2016

Conheça 10 mitos e verdades sobre o diabetes

No Brasil são mais de 14 milhões de diabéticos.

Uma epidemia – é desta maneira que a Federação Internacional de Diabetes (IDF) define a abrangência atual do diabetes ao redor do mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a população mundial com diabetes esteja acima de 380 milhões de pessoas, e deverá atingir mais de 470 milhões até 2035. “O mundo está enfrentando uma epidemia sem precedentes de diabetes”, confirma David Cavan, diabetologista diretor de políticas e programas da IDF3.

Só no Brasil estima-se que existam 14,25 milhões de portadores da doença, sendo que um a cada dois adultos diabéticos ainda não está diagnosticado. Neste 14 de Novembro, quando se celebra o Dia Mundial do Diabetes, a Sanofi preparou um guia com dez mitos e verdades a respeito da doença, já que a educação é parte fundamental do tratamento do diabetes.

“O fato é que o paciente leva um tempo até conseguir compreender e se adaptar à nova condição crônica”, avalia a endocrinologista Denise Franco, pesquisadora do Centro de Pesquisas Clínicas (CPClin) e coordenadora do departamento de Novas Terapias da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). “Mas, uma vez que se adapte à nova rotina, tudo fica mais fácil”.

1) Precisar tomar insulina é o último recurso e significa que minha doença é grave.

MITO. Assim como acontece em qualquer problema de saúde crônico, como é o caso do glaucoma e da asma, por exemplo, muitas vezes o paciente precisa fazer uso de uma medicação de modo contínuo – é para isso que servem os colírios para baixar a pressão ocular e a “bombinha” do asmático. Quando o corpo não dá conta de equilibrar o nível de açúcar no sangue sozinho, algumas pessoas diabéticas precisam recorrer à insulina, um hormônio que ajuda nesta função. Isso não significa, necessariamente, que a doença tenha atingido um alto grau de gravidade. Significa, apenas, que o paciente poderá contar com a ajuda de um medicamento que vai controlar a doença, retardando, deste modo, por muitos anos, as complicações crônicas do diabetes.

) O diabetes pode até ser uma doença grave, mas a Aids, por exemplo, matou mais pessoas nos últimos anos.

MITO. Um estudo publicado pela revista científica britânica The Lancet aponta que o diabetes tem matado mais do que a Aids/HIV nos últimos anos. A estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de que cerca de 1 a 5 milhões de pessoas morreram, só em 2012, vitimadas pela doença.

3) A hipoglicemia pode matar.

VERDADE. A hipoglicemia é um dos sintomas que mais causam medo nos pacientes com diabetes. Se ela ocorre durante a noite, enquanto o paciente está dormindo, pode não ser percebida. E, sem uma intervenção rápida, um quadro de hipoglicemia pode até ser fatal. Entre os sintomas de hipoglicemia estão sensação de fraqueza ou fome, tontura, tremor, palpitação, sudorese, alterações da visão e até perda da consciência.

4) Só aplicar a insulina é suficiente para o controle do diabetes.

MITO. Para que o controle ideal do diabetes aconteça, é preciso que o paciente também invista em uma alimentação balanceada e na prática de atividade física regular, além do controle da glicemia e o uso medicação prescrita de forma contínua. Além disso, há uma preocupação por parte do Ministério da Saúde em estimular que se torne prioridade a perda de peso, entre os obesos, como forma de se obter mais qualidade de vida. Até porque, estudos apontam que são essas as únicas formas de se reduzir as complicações do diabetes.

5) Diabéticos que não controlam os índices glicêmicos têm mais chances de sofrer ataque do coração e derrames.

VERDADE. O estudo UK 1994 Prospective Diabetes Study – UKPDS mostrou que a chance de morte prematura é maior nos diabéticos que não controlam a doença adequadamente. Além disso, a falta de controle glicêmico de quem tem diabetes pode levar a complicações crônicas decorrentes da hiperglicemia, como alteração na visão, problemas renais, neuropatia diabética, insuficiência cardíaca e infarto agudo do miocárdio. No entanto, a evolução da doença pode ser modificada se, desde o início, o paciente realizar mudanças em seu estilo de vida.

6) Ter repetidos episódios de hipoglicemia não traz maiores consequências além de desconforto físico.

MITO. Estudos mostram que os episódios frequentes de hipoglicemia aumentam em quatro vezes o risco de a pessoa desenvolver uma doença cardiovascular, além de levar à diminuição da função mental e até à demência.

7) Quase metade dos brasileiros portadores de diabetes mellitus tipo 2 não sabem que têm a doença.

VERDADE. Diabetes do tipo 2 é mais prevalente entre os diabetes. Está presente em 90% a 95% dos casos. Mesmo assim, de acordo com o Estudo de Prevalência do Diabetes Mellitus, no Brasil, coordenado pelo Ministério da Saúde, existem 46,5% de portadores do DM tipo 2, em todo o País, que desconhecem ter a doença. Esses brasileiros estão sem diagnóstico e sem tratamento.

8) O diabetes mellitus tipo 2 pode não apresentar sintomas.

VERDADE. Especialmente no início, quando ainda existe uma considerável produção de insulina, é comum que o diabetes mellitus tipo 2 cause pouco ou nenhum sintoma. “Já o diabetes tipo 1 pode ter um início dramático, se sintomas como urinar muito, tomar muita água e emagrecer sem deixar de se alimentar não forem reconhecidos a tempo”, explica a endocrinologista Rosângela Réa, do Paraná.

9) O tratamento com insulinas envolve sempre mais de uma aplicação por dia.

MITO. Cada caso deve ser avaliado pelo médico, que vai prescrever os medicamentos e as posologias adequadas àquele paciente. Mas, graças à oferta de novos medicamentos pela indústria farmacêutica, quem tem diabetes passou a contar com mais opções de tratamento. Recentemente foi lançada no Brasil a insulina glargina de última geração U300, indicada para o tratamento do diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2 em adultos. A insulina glargina U300 proporciona ao paciente efeito estável e prolongado de controle do nível glicêmico, para além de 24 horas. Trata-se de um aliado poderoso, por exemplo, nos casos de diabetes mellitus tipo 1, quando, no geral, recomenda-se a associação de uma insulina de ação lenta, como a insulina glargina U300, e outra de ação rápida, junto com as refeições. Já em pacientes de diabetes tipo 2, é possível realizar o tratamento apenas com uma insulina glargina de última geração.

10) A obesidade na infância pode levar ao diabetes mellitus na adolescência.

VERDADE. O diabetes mellitus em adolescentes tem sido atribuído às elevadas taxas de obesidade na infância e na adolescência que, por sua vez, estão relacionadas ao crescente sedentarismo e hábitos alimentares ricos em calorias e gorduras. Além disso, segundo afirma a Sociedade Brasileira de Diabetes, estudos recentes feitos em adolescentes com diabetes mellitus tipo 2 mostraram que o efeito do diabetes e da obesidade tem grande influência no sistema vascular, aumentando a rigidez dos vasos. Com isso, os pesquisadores alertam que o tipo 2, quando desenvolvido precocemente, é mais agressivo do ponto de vista cardiovascular do que em adultos.

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sábado, 5 de novembro de 2016

Colesterol bom pode não ser assim tão bom para o coração, diz estudo

Estudo questiona o efeito protetor dos elevados níveis de colesterol bom.

Na hora de zelar pela saúde do coração, o colesterol ruim (LDL) é o primeiro a ser analisado. Contudo, um recente estudo publicado na revista científica Journal of the American College of Cardiology aponta que, afinal, o colesterol bom (HDL) pode não ser tão bom assim para o coração.

Na prática, revela o site da Health, as pessoas que têm elevados níveis de colesterol HDL – 70mg/litro no caso dos homens e 90mg/litro no caso das mulheres - não são menos propensas de sofrerem ataques do coração ou acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Esta nova teoria vem acabar com a ideia de que os elevados níveis de colesterol diminuem as consequências associadas ao colesterol ruim, deixando, com isso, o coração mais saudável e protegido. Além disso, a pesquisa revela ainda que os baixos níveis de colesterol LDL podem igualmente deixar o coração desprotegido, sendo, por isso, o equilíbrio o ideal.

O estudo foi realizado por vários cientistas de universidades e institutos do Canadá e teve por base a análise, durante cinco anos, de 631 mil pessoas com mais de 40 anos.

Denis T. Ko, um dos principais cientistas, diz que “a ligação entre o colesterol bom e as doenças cardíacas é complexo”, contudo, defende que “parece certo que há uma ligação entre as pessoas com níveis baixos de colesterol bom e outros fatores de risco conhecidos para doenças cardíacas, como a má alimentação, os hábitos de exercícios e outras condições médicas”.

Porém, se os baixos níveis de colesterol bom podem ser um sinal de alerta, “concentrar-se em elevar o colesterol HDL provavelmente não vai ajudar os pacientes”, frisa o pesquisador, citado pela Health.

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sábado, 29 de outubro de 2016

Composto da cebola pode ajudar a combater câncer, diz estudo

Cientistas descobriram que o composto natural isolado das cebolas, chamado ‘onion A’ (ONA), tem várias propriedades anti-câncer de ovário.

Um grupo de cientistas da Universidade de Kumamoto, no Japão, extraiu uma substância natural da cebola, chamada ‘onion A’ (ONA) e a aplicou em ratos com tumor epitelial de ovário, o tipo mais comum da doença e que apresenta uma taxa de sobrevivência de apenas 40%.

Esta experiência resultou numa sobrevivência mais longa das cobaias tratadas e um menor desenvolvimento dos seus nódulos, revela o estudo publicado no Science Daily.

A equipe de pesquisadores descobriu que a ONA consegue inibir as funções pró-tumorais de mielóides derivadas de células supressoras (MDSC), que estão intimamente associadas à supressão da resposta imune anti-tumor dos linfócitos do hospedeiro, utilizando o modelo pré-clínico do sarcoma. Os cientistas também descobriram que a ONA melhora os efeitos de drogas anti-câncer, reforçando as suas capacidades anti-proliferação.

Os autores do estudo afirmam que os ratos não sofreram efeitos colaterais significativos e que, com mais testes, existe a possibilidade de se criar um suplemento oral de ONA para tratar as mulheres com esse tipo de tumor, contudo destacam que ainda é cedo para saber se esse componente é de fato eficiente contra os tumores em humanos e se simplesmente ingerir cebola ajuda a prevenir ou mesmo a tratar a doença.

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Hábito pode aumentar risco de demência em 43%, revela estudo

  Um estudo conduzido por pesquisadores da China concluiu que o consumo elevado de açúcar ao longo da vida poderá contribuir de forma signif...