quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

É ou não seguro cozinhar os alimentos embalados em plástico?

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Muitos especialistas recomendam que não se aqueça comida em caixas de plástico. Mas, e quanto às refeições feitas para ser cozinhadas na embalagem?

Muito provavelmente já ouviu que aquecer comida em recipientes de plástico é perigoso. Mas, e as comidas feitas para serem cozinhadas na próprias embalagem - como as refeições pré-feitas? Como reporta a Men's Health, os especialistas assumem que é complicado dar uma resposta a esta pergunta.

A preocupação em relação às embalagens de plástico decorre do fato de alguns plásticos poderem conter produtos químicos que poderiam passar para a comida, explica Laura Vandenberg, professora de ciência da saúde ambiental na Universidade de Massachusetts -Amherst. Sendo que o risco de os químicos chegarem à comida é superior se o recipiente tiver sido aquecido, destaca a especialista.

Os materiais utilizados para embalar as refeições congeladas provavelmente não contêm os compostos químicos mais perigosos como o BPA. No entanto, é seguro assumir que compostos semelhantes possam estar presentes na maioria das embalagens de plástico que encontra, refere Laura Vandenberg.

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Dez utilidades do refrigerante de cola

Confira as dicas e descubra como o refrigerante de cola pode ser útil no dia-a-dia.

Provavelmente você ainda não sabia que o refrigerante de cola pode ser usado para clarear rejuntes, prolongar a duração da bateria do carro, desgrudar chiclete do cabelo. A revista Viva Mais listou dez utilidades que você nem imaginava.

1. Brilho nas panelas

Cubra as manchas de gordura da frigideira com refrigerante e deixe de molho por uma noite. Lave normalmente na manhã seguinte.

2. Carga durável

Para garantir que a bateria do seu carro dure o máximo possível, passe refrigerante na ferrugem das conexões metálicas e limpe com um pano macio.

3. Soltar chiclete

Para soltar chiclete dos fios de cabelo você deve encharcar a parte afetada com refrigerante por 15 minutos.

4. Mancha de roupa

Se tem mancha de gordura na sua blusa ponha um copo americano de refrigerante de cola na máquina de lavar com a peça suja e ela ficará nova.

5. Branquear rejunte

Aplique a bebida sobre o acabamento e aguarde alguns minutos. Depois, enxágue com água limpa, esfregando com uma escova.

6. Metal limpo

Para retirar a tinta de uma superfície metálica, cubra a área com uma toalha ensopada de refrigerante e espere algumas horas.

7. Acervo valioso

Quando moedas ou pequenos objetos metálicos perdem o brilho original, mergulhe-os no refrigerante por algumas horas. Aí, esfregue a peça com um pano seco e macio.

8. Limpar a garagem

Piso manchado por óleo que vazou do carro: jogue refrigerante na sujeira. Após algumas horas, esfregue com água e uma vassoura de cerdas firmes.

9. Afastar insetos

No próximo almoço ao ar livre, encha um pires com refrigerante e posicione-o alguns metros distante da mesa. As moscas e abelhas irão diretamente para lá.

10. Acerte o tom

Você pintou o cabelo em casa e a tonalidade ficou forte demais. Para suavizar o resultado, ensope os fios com refrigerante de cola e aguarde 15 minutos. Depois, lave a cabeça como de costume.

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domingo, 13 de dezembro de 2015

Brasil testará remédio para prevenir HIV entre os jovens

É a primeira vez que o país terá como estratégia de saúde pública uma pesquisa que fala sobre o uso de um medicamento preventivo em jovens.

O Brasil vai investir na chamada profilaxia pré-exposição para prevenir o HIV. De acordo com a Folha de S. Paulo, a ingestão de um comprimido por dia será recomendada para pessoas com maior risco de contrair o vírus.

É a primeira vez que o país terá como estratégia de saúde pública uma pesquisa que fala sobre o uso de um medicamento preventivo, que seja usado por adolescentes de 16 a 19 anos. Antes, os estudos eram conduzidos apenas em adultos.

A Prep, sigla usada para a profilaxia, é feita através da combinação, em um único comprimido, de dois antirretrovirais: tenofovir e emtricitabina. O usuário ingere a pílula para se prevenir, antes da relação sexual.

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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Viver com o parceiro faz bem, mesmo que não casem

Estudo sugere que os casais que vivem juntos têm praticamente os mesmo benefícios emocionais do que os casados.

São cada vez mais os casais que decidem ir viver juntos. Mas poupar dinheiro no alguel pode não ser um dos melhores motivos para decidirem partilhar a casa. Se procura ser emocionalmente mais saudável, esta é a solução.

Um estudo recente, publicado no Journal of Family Psychology, concluiu que os jovens casais que vivem juntos têm praticamente os mesmo benefícios emocionais do que os que se casam. Com destaque para as mulheres nestas relações.

Como informa o Mind Body Green, desde 1997 que os pesquisadores da Universidade do Ohio têm recolhido dados de cerca de 8.700 pessoas nascidas entre 1980 e 1984. Depois entrevistaram essas pessoas todos os anos de 2000 a 2010 sobre a sua relação e o seu estado emocional.

Os resultados mostraram que para as mulheres os benefícios emocionais eram os mesmos, quer a primeira relação séria tenha resultado em casamento ou apenas em viver juntos. Como explica a coautora do estudo Sara Mernitz, “não houve nenhuma melhoria adicional relacionada com o casamento”. Quanto à segunda maior relação, as diferenças de gênero quanto aos benefícios emocionais relatados desapareceram. Sendo que tantos os homens como as mulheres tiveram os mesmos benefícios emocionais ao viverem juntos ou casarem com um segundo companheiro.

A coautora do estudo Claire Kamp Dush explica que “o casamento pode até já ter sido visto como a única forma de os jovens casais terem apoio da sociedade e o companheirismo que é importante para a saúde emocional … mas já não é assim. Descobrimos que o casamento não traz necessariamente mais benefícios para a saúde emocional e mental do que viver junto”.

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Suspeita de fraude na Mega-Sena? Saiba se é verdade ou boato

Há investigações em andamento; algumas irregularidades já constatadas ajudam a alimentar dúvidas sobre a seriedade dos sorteios.

Basta o prêmio da Mega-Sena acumular para começarem os boatos – principalmente via Facebook e Whatsapp – sobre fraudes. E algumas “situações” costumam alimentar as teorias conspiratórias. Foi o caso do penúltimo concurso, de número 1764, que pagou o maior prêmio dos sorteios regulares da loteria (sem considerar a Mega da Virada). Instigados pela expectativa de uma bolada de R$ 205 milhões, alguns apostadores entraram no site da Caixa logo após o sorteio e receberam a informação de que o prêmio havia acumulado. Momentos depois a página informava que havia um ganhador. Para aumentar a especulação, os últimos dois acertadores são do Distrito Federal – que, devido aos casos recorrentes de corrupção não goza de boa fama.

O mais recente boato afirma que “não existe” a casa lotérica do prêmio de R$ 205 milhões. E que os donos seriam ligados a investigados em fraudes. Algumas irregularidades já constatadas na Mega-Sena também ajudam a alimentar dúvidas sobre a seriedade dos sorteios. Por essas e outras, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) protocolou um pedido de informações na Caixa. Há mais de uma década ele reúne suspeitas de lavagem de dinheiro no pagamento de apostas vencedoras.

Mito

Existe, sim, a casa lotérica em que foi feita a aposta que levou R$ 205 milhões no sorteio de Quarta-Feira (25/11). Chama-se Wandys e fica na Asa Sul, em Brasília. Circula pela internet uma imagem com os números sorteados, mas o bilhete foi adulterado em algum programa de computador, como Photoshop.

Mito

Não, a casa lotérica não é de Alberto Youssef (ou de um parente próximo). Também não é de em ex-deputado acusado de irregularidades. O nome do dono da casa lotérica Wandys é Nasser Youssef Nasr, um libanês que chegou ao Brasil na década de 50 e que é homônimo do ex-parlamentar.

Mito

Ainda do tempo do Orkut, circula na internet a informação de que a Polícia Federal estaria investigando o peso das bolinhas do sorteio da Mega-Sena. Esse boato já foi desmentido diversas vezes.

Verdade

Um deputado chegou a dizer que tinha acertado 221 vezes na Mega-Sena. Foi João Alves, que ficou conhecido como um dos anões do orçamento. Durante uma investigação, no início dos anos 1990, ele justificou o patrimônio dizendo que era sortudo. João Alves morreu em 2004, em Salvador.

Verdade

Em Setembro de 2015, a Polícia Federal deflagrou a operação Desventura, que prendeu suspeitos de irregularidades no pagamento de loterias, entre eles o ex-jogador Edílson. A fraude não estaria relacionada ao sorteio, mas à apresentação de bilhetes falsos usados para reivindicar prêmios não solicitados pelos acertadores.

Verdade

Um homem usou nome falso para sacar um prêmio de R$ 73 milhões em Tocantins, em dezembro de 2013. O caso foi descoberto e envolvia um gerente da Caixa e um suplente de deputado.

Verdade

O senador Alvaro Dias protocolou nesta Segunda-Feira (30/11) um pedido de explicações na Caixa. Além de buscar esclarecimentos sobre o problema na divulgação do resultado do concurso 1764, ele quer respostas sobre outros indícios de irregularidades que tenta investigar desde 2005. Com base em dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), Alvaro alega que algumas pessoas já “ganharam” mais de 500 vezes na Mega-Sena. Seria uma forma de lavar dinheiro (dar origem lícita para dinheiro ilícito). Há época, um inquérito policial foi aberto e ele afirma que, até hoje, não teve respostas sobre a investigação. A suspeita, segundo o senador, não recai sobre prêmios expressivos, que chamam muita atenção. Ele acredita que prêmios menores são “comprados” para legitimar a origem do dinheiro. Alvaro também pretende cobrar o andamento de um projeto de lei, parado na Comissão de Assuntos Financeiros, que estabelece mecanismos mais rigorosos para o pagamento de prêmios de loteria.

Esclarecimento

Em relação ao concurso nº 1764 da Mega-Sena, a CAIXA esclarece que, exclusivamente na tela inicial das Loterias no site, que é um resumo, houve atraso na atualização dos dados, o que manteve a palavra “acumulou” referente ao sorteio anterior. No entanto, desde o primeiro momento, as informações sobre o referido concurso foram atualizadas normalmente na página específica da modalidade Mega-Sena.

Já a Federação Brasileira das Empresas Lotéricas (Febralot) apresentou repúdio pela propagação de um vídeo nos meios eletrônicos, que coloca em dúvida a idoneidade dos sócios-proprietários da Wandys Loterias, Casa Lotérica instalada em Brasília, onde foi registrada a aposta vencedora do concurso nº 1764 da Mega-Sena. A família Nasr está sendo orientada por advogados, pela representação judicial, pela defesa de sua reputação e imagem, junto aos veículos que reproduziram o referido vídeo.

Site de Pesquisa: http://www.gazetadopovo.com.br/

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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Dos 13 senadores que votaram por liberar Delcídio, nove são do PT

Apenas dois petistas votaram por manter a prisão do líder do governo.

Nove dos 13 senadores que votaram nesta quarta-feira (25/11) pela derrubada da prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), líder do governo, são do PT. Os outros quatro são do PSB, PDT,PMDB e PTB.

Segundo o G1, apenas o PT orientou a bancada a derrubar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Contudo, dois senadores petistas votaram por manter a posição do Corte – Walter Pinheiro (PT-BA) e Paulo Paim (PT-RS).

Em relação as atitudes mais ou menos aceitáveis, a guerra dos sexos estará sempre presente. O site El Confidencial listou cinco coisas que as mulheres não suportam que os homens façam.

Ao todo, 59 votos foram favoráveis a manter a prisão e houve uma abstenção. Dos 12 senadores que são alvos de inquérito no Supremo (sem contar com Delcídio do Amaral) por suspeita de envolvimento nos crimes investigados pela Operação Lava Jato, quatro votaram pela continuidade da prisão: Benedito de Lira (PP-AL), Fernando Bezerra (PSB-PE), Valdir Raupp(PMDB-RR) e Romero Jucá (PMDB-RR).

Outros quatro defenderam a revogação: Fernando Collor (PTB-AL), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Humberto Costa (PT-PE) e Lindberg Farias (PT-RJ). Três não participaram da votação: Gladson de Lima Cameli (PP-AC),Ciro Nogueira (PP-PI) e Renan Calheiros (PMDB-AL), que não votou por estar presidindo a sessão. Um dos investigados registrou abstenção – Edison Lobão (PMDB-MA).

Votaram por revogar a prisão:

Ângela Portela (PT-RR)

Donizete Nogueira (PT-TO)

Fernando Collor (PTB-AL)

Gleisi Hoffmann (PT-PR)

Humberto Costa (PT-PE)

João Alberto Souza (PMDB-MA)

Jorge Viana (PT-AC)

José Pimentel (PT-CE)

Lindberg Farias (PT-RJ)

Paulo Rocha (PT-PA)

Regina Sousa (PT-PI)

Roberto Rocha (PSB-MA)

Telmário Mota (PDT-RR)

Site de Pesquisa: http://www.noticiasaominuto.com.br/politica/

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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Ensino da cultura afro-brasileira nas escolas iria salvar o Brasil do racismo

"Racismo no Brasil é bem escancarado e nítido", destaca professora de história.

Nesta sexta-feira (20/11), celebra-se em algumas cidades brasileiras o Dia da Consciência Negra. Uma data marcada para refletir e discutir sobre o preconceito racial que ainda está muito presente no cotidiano brasileiro.

A reportagem do R7 conversou com o secretário especial de políticas de promoção da igualdade racial da Presidência, Ronaldo Barros, que alerta que “o número de mortes de jovens negros no Brasil é maior do que em regiões em guerra”. Segundo ele, as mortes de jovens negros já chegam a 70 mil por ano no Brasil.

Reflexo de “um sistema de desigualdade racial”, como sugere Barros, o Brasil ainda tem muito para avançar nesse aspecto. "O racismo mata. O preconceito racial é algo que já é concebido e estigmatizado. Ele está na construção mental do brasileiro. As pessoas operam o racismo antes de qualquer reflexão", alerta.

Barros destaca que "o pensamento racista é irracional e funciona como uma compulsão. Isso faz com que, algumas pessoas, sempre associem o negro a coisas negativas e cria a vontade de que eles sejam excluídos da sociedade", e isto é real no dia-a-dia.

Racismo é escancarado

O R7 também entrevistou Juliana Serzedello Lopes, professora de história. A docente alerta que o racismo no país “é escancarado”. Mas também é “envergonhado”, pois “quando vemos as estatísticas de não escolaridade, de uso de drogas, de prisão, todos esses índices ‘ruins’, a população mais afetada é dos negros”.

"Então temos um racismo que é bem escancarado, nítido", pontua.

O secretário Barros concorda com o pensamento da historiadora e explica que, muitas vezes, "o racista pensa que não é racista e não acredita que ele pode ser defensável e, por isso, acaba reproduzindo a fala de que o racismo não existe no País".

"Como ele não sofre o racismo, ele não sente o racismo. O problema é encoberto. Construções ideológicas tentam “maquiar” o racismo, mas ele é um mecanismo perverso de exclusão e violência", explica o secretário.

A elite do País, segundo a historiadora, é racista e tem vergonha de dizer publicamente o que pensa, o que não quer dizer que é menos racista por isso. "A nossa elite é racista e não é de hoje. O que eu lamento é que, em vez de enfrentar o debate, os covardes publicam atrás de portas de banheiros".

Ensino da cultura afro-brasileira nas escolas

De acordo com a professora, “falta de um combate direto” ao racismo no Brasil e, isso faz com que a situação continue se perpetuando. Juliana destaca que é preciso punir as pessoas que fazem declarações racistas. No entanto, é mais relevante ainda que a lei 10.639, que torna obrigatório o ensino da cultura afro-brasileira nas escolas, seja colocada em prática para garantir uma resolução em longo prazo.

"Porque, aí sim, teríamos profissionais em todas as áreas que iam saber a importância do negro e do índio no Brasil", ressalta a professora ao R7.

Barros concorda que as leis (como a citada pela professora e a lei de cotas) são fundamentais para que todos entendam como a cultura afro contribuiu para a nossa sociedade. Porém, ele garante que também é preciso uma mudança cultural.

"O Brasil precisa avançar no mundo privado. A lei assegura um estado de direito, mas é preciso uma nova compreensão. É preciso que as pessoas reflitam sobre as mazelas que o racismo causa", finaliza.

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